Espaço Fio Psicologia

Espaço Fio Psicologia Somos um espaço de atendimento psicológico, de orientação psicanalítica, constituído por uma equipe especializada na saúde mental das diversas fases da vida.

As analistas da Espaço Fio! 🧡✨
27/02/2026

As analistas da Espaço Fio! 🧡✨

25/02/2026

Em Freud, a análise do analista é uma exigência ética e técnica do trabalho psicanalítico. Ao mostrar que o inconsciente atravessa a fala, os atos e as interpretações, Freud reconhece que o analista não está fora do campo que escuta: seus próprios desejos, conflitos e resistências podem interferir no manejo clínico. A análise pessoal torna-se, assim, condição para que o analista reconheça seus pontos cegos e não faça do paciente o lugar de resolução de seus impasses.

Além disso, Freud afirma que só se pode conduzir uma análise até onde se foi analisado. A análise do analista não visa à eliminação do inconsciente, mas à possibilidade de sustentar a escuta sem responder com julgamentos, conselhos ou atuações. É esse trabalho prévio que permite ao analista ocupar uma posição de abstinência e oferecer ao paciente um espaço onde o inconsciente possa emergir sem ser capturado pelo desejo do próprio analista.

Essa é uma das condições éticas para que seja possível o trabalho clínico.💬
23/02/2026

Essa é uma das condições éticas para que seja possível o trabalho clínico.💬

⚖️ 20 de fevereiro — Dia Mundial da JustiçaA psicanálise não isola o sujeito do social. O inconsciente se constitui no l...
20/02/2026

⚖️ 20 de fevereiro — Dia Mundial da Justiça
A psicanálise não isola o sujeito do social. O inconsciente se constitui no laço com o Outro e nas marcas deixadas por experiências de exclusão, violência e desamparo.
As desigualdades não explicam tudo, mas produzem efeitos: atravessam o sofrimento psíquico e limitam as possibilidades de sustentar o desejo.
Reconhecer isso é sustentar uma escuta ética, que acolhe a dor sem culpabilizar o sujeito pelo que não depende apenas dele.

É no Carnaval que liberamos o nosso desejo? 🎭O Carnaval costuma ser pensado como um tempo de liberação: corpos mais solt...
19/02/2026

É no Carnaval que liberamos o nosso desejo? 🎭

O Carnaval costuma ser pensado como um tempo de liberação: corpos mais soltos, fantasias, excessos, transgressões.
Por alguns dias, algo das amarras sociais se desloca.

Mas elas não desaparecem.

O Carnaval não está fora da cultura, é uma forma culturalmente organizada de viver o desejo.
Há códigos, permissões e limites próprios desse tempo.
Até a “liberação” tem forma.

Liberar o desejo, então, não é soltar tudo.
É negociar com a cultura, com os ideais e com a história que nos constitui.

Agora que ele passou, talvez fique mais claro:
o Carnaval não é onde o desejo nasce,
mas onde ele recebe uma autorização específ**a para aparecer.

Uma quarta-feira de cinzas — Manuel Bandeira.
18/02/2026

Uma quarta-feira de cinzas — Manuel Bandeira.

Por que falar de si na análise transforma? 💬
18/02/2026

Por que falar de si na análise transforma? 💬

Se o inconsciente é estruturado como uma linguagem, ele fala. 💬Fala nos lapsos, nos sonhos, nas repetições, nas escolhas...
12/02/2026

Se o inconsciente é estruturado como uma linguagem, ele fala. 💬

Fala nos lapsos, nos sonhos, nas repetições, nas escolhas que parecem sem querer.

A escuta analítica não busca respostas prontas, mas se orienta por essa lógica da linguagem, onde cada palavra pode abrir novos sentidos.

11/02/2026

Nem todo falar é desabafo.
Na psicanálise, falar de si diante de uma escuta que não julga, não apressa e não oferece respostas prontas pode abrir caminhos inéditos.

Quando alguém se escuta ao falar, algo se transforma.
Não porque o analista dá conselhos, mas porque a palavra ganha lugar.

A escuta analítica não resolve a vida, mas possibilita que o sujeito encontre novas formas de se posicionar diante do que vive.

Essa frase parece uma oferta de ajuda, mas na prática, ela transfere todo o trabalho mental e de planejamento para uma s...
09/02/2026

Essa frase parece uma oferta de ajuda, mas na prática, ela transfere todo o trabalho mental e de planejamento para uma só pessoa.

Quem ouve isso acaba sobrecarregado, pois precisa:
•⁠ ⁠Identif**ar todas as necessidades
•⁠ ⁠Priorizar tarefas
•⁠ ⁠Lembrar-se de tudo
•⁠ ⁠E só então... delegar

O cuidado com a casa e os filhos não é um pedido ocasional, é uma rotina contínua que exige observação, antecipação e organização. Quando apenas uma pessoa f**a responsável por essa gestão invisível, ela carrega sozinha o peso mental, mesmo que as tarefas físicas sejam divididas.

A verdadeira parceria começa quando ambos compartilham a responsabilidade de ver, planejar e agir, sem precisar de um manual ou lista de solicitações.

Já refletiu sobre como o trabalho mental é distribuído na sua casa?

04/02/2026

A série reflete uma verdade incômoda: o problema nunca é “só dela”.

É um sintoma de uma estrutura que ainda sobrecarrega as mulheres e permite que os homens sejam “ajudantes” em vez de corresponsáveis.

E você já se identificou com algum desses pontos?

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