Dr. Igor Dutra

Dr. Igor Dutra Especialista em Reprodução Humana - Dual Fert - Clinica de Fertilidade - RJ | www.igordutra.com.br Dr. Igor Faria Dutra, é especialista em Reprodução Humana.

Atualmente compõe o corpo médico da Clínica Origen-RJ - Unidade Barra – Av. Rodolfo de Amoedo, 140 (+ 55 21 2128-5353) e Unidade Ipanema – R. Visc. de Pirajá, 407/90 (+ 55 21 2227-4655). Possui graduação em Medicina pela Universidade Gama Filho/RJ. Fellowship em Reprodução Humana pela Universidade Federal de São Paulo. Residência Médica em Cirurgia Geral pelo Hospital Municipal Souza Aguiar/RJ. Re

sidência Médica em Urologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro /UFRJ. Atua em reprodução humana, infertilidade masculina e feminina.

Hoje, nesta Sexta-feira da Paixão, em meio ao recolhimento da Semana Santa, meu coração se enche de gratidão.Receber uma...
03/04/2026

Hoje, nesta Sexta-feira da Paixão, em meio ao recolhimento da Semana Santa, meu coração se enche de gratidão.

Receber uma mensagem como essa, acompanhada de um livro de orações umbandistas, toca profundamente não apenas a mim, mas toda a nossa equipe da DualFert. Porque, no cuidado com a reprodução humana, aprendemos todos os dias que a vida é cercada de mistério, esperança, entrega, fé e amor.

Na medicina, estudamos, nos dedicamos, aplicamos a ciência com responsabilidade, ética e respeito. Mas, diante da centelha da vida, também reconhecemos com humildade que existe algo maior do que nós. Para muitos, essa força tem nome: Deus. Para outros, ela se manifesta como fé, espiritualidade, energia, propósito ou amor. E todas essas formas de sentir e compreender o sagrado merecem respeito.

É justamente isso que a reprodução humana me ensina diariamente: cada história é única, cada família é atravessada por crenças, dores, silêncios, recomeços e sonhos. E nós, médicos e equipe, somos instrumentos. Instrumentos da ciência, sim, mas também do cuidado, da escuta, da compaixão e de algo divino que não se explica por completo, apenas se sente.

Neste dia tão simbólico para os cristãos, lembro com reverência o significado do sacrifício, da esperança e da renovação. E também reafirmo algo em que acredito profundamente: a fé pode se expressar de muitas maneiras, e todas elas podem caminhar juntas com o respeito, com a medicina e com o sonho de gerar vida.

Receber esse carinho me faz ter ainda mais certeza de que vale a pena. Vale a pena seguir. Vale a pena acreditar. Vale a pena servir. Vale a pena estar ao lado de quem sonha, luta e persevera.

Minha gratidão a cada paciente e família que nos permite fazer parte de uma história tão sagrada.

Com carinho,
Dr. Igor Dutra e equipe DualFert.

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26/03/2026

"Meu esposo fez vasectomia e agora queremos ter um filho. O que pode ser feito?”

Quando existe o desejo de uma nova gravidez após a vasectomia, existem duas possibilidades que podem ser avaliadas.

Uma delas é a reversão da vasectomia, uma cirurgia microcirúrgica que reconecta os canais por onde passam os espermatozoides. É um procedimento delicado, que exige técnica e experiência do cirurgião, mas que pode apresentar bons resultados em alguns casos.

A outra alternativa é a punção do epidídimo (PESA) para recuperar espermatozoides diretamente do sistema reprodutor masculino e utilizá-los na fertilização in vitro.

A definição da melhor estratégia depende do contexto do casal, incluindo o tempo desde a vasectomia e a idade da parceira. Em muitos cenários, a recuperação dos espermatozoides associada à FIV acaba sendo uma abordagem bastante resolutiva.❤️

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Receber o diagnóstico de trompa obstruída costuma gerar uma dúvida imediata:ainda é possível engravidar?Na reprodução hu...
24/03/2026

Receber o diagnóstico de trompa obstruída costuma gerar uma dúvida imediata:
ainda é possível engravidar?

Na reprodução humana, a resposta depende de alguns fatores importantes.

A gravidez natural acontece quando óvulo e espermatozoide conseguem se encontrar dentro das trompas. Quando existe obstrução tubária, esse encontro pode ser dificultado ou impedido.

Mas nem todos os casos são iguais.

A chance de gravidez vai depender de fatores como:

• se a obstrução está em uma ou nas duas trompas
• a idade da mulher
• o tempo tentando engravidar
• a presença de alterações como hidrossalpinge

Quando apenas uma trompa está comprometida, muitas mulheres ainda conseguem engravidar naturalmente.

Já quando as duas trompas estão obstruídas, a fertilização in vitro (FIV) costuma ser o tratamento mais eficaz, porque o processo acontece fora do corpo e não depende do funcionamento das trompas.

Por isso, o diagnóstico de trompa obstruída não significa o fim das chances de gravidez.
Significa que é importante avaliar qual estratégia reprodutiva faz mais sentido para o seu caso.🙏

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20/03/2026

Estímulo ovariano diminui a reserva ovariana?

Essa é uma dúvida muito comum entre mulheres que pensam em tratamentos de fertilidade ou no congelamento de óvulos.

A resposta baseada em evidência científica é: não.

A mulher já nasce com todos os óvulos que terá ao longo da vida. A redução da reserva ovariana acontece naturalmente com a idade, e não por causa dos medicamentos usados no estímulo ovariano.

Nos tratamentos como a Fertilização in Vitro, os hormônios apenas ajudam folículos que já estavam naquele ciclo a amadurecerem juntos.

Ou seja: o tratamento não cria óvulos novos e nem “gasta” óvulos do futuro.

Inclusive, estudos mostram que até alguns ciclos de estimulação não reduzem a reserva ovariana além da queda natural relacionada à idade.

Por isso falamos tanto em planejamento reprodutivo.
Para mulheres que desejam adiar a maternidade, o Congelamento de Óvulos pode ser uma estratégia para preservar a fertilidade.

Informação correta evita decisões baseadas em medo.

Salve este post para lembrar depois e compartilhe com quem já teve essa dúvida.

18/03/2026

Casais homoafetivos também podem construir sua família com ajuda da reprodução assistida e existem diferentes caminhos para isso.

Em casais femininos, é possível realizar a fertilização in vitro utilizando os óvulos de uma das parceiras e o útero da outra, ou até concentrar todas as etapas em apenas uma delas. A decisão costuma ser compartilhada pelo casal, de acordo com o desejo e o planejamento de cada uma.

Já em casais masculinos, o processo envolve o uso de óvulo doado e a gestação em útero de substituição, sempre seguindo as normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina.

A medicina reprodutiva não existe apenas para tratar infertilidade. Ela também possibilita que diferentes formatos de família possam realizar o projeto de ter filhos.

Cada história é única e cada planejamento também.

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16/03/2026

“Quais suplementos ajudam a aumentar as chances de sucesso na FIV?”

Essa é uma dúvida muito comum.

Suplementos podem até fazer parte de alguns acompanhamentos, mas é importante entender que eles não são tratamento para infertilidade e não substituem uma avaliação médica adequada.

Na prática, fatores como alimentação equilibrada, bom aporte de nutrientes, qualidade do sono e saúde metabólica costumam ter muito mais impacto na preparação para um tratamento de reprodução assistida.

Por isso, antes de recorrer a fórmulas prontas ou indicações genéricas, o mais importante é entender o que realmente faz sentido para o seu caso.

Em reprodução humana, não existem atalhos nem fórmulas mágicas. Existe estratégia individualizada. ❤️🙏

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13/03/2026

Após tratar uma endometrite crônica, é sempre necessário repetir a biópsia?

Nem sempre.

A necessidade de repetir o exame depende do contexto de cada paciente e da intensidade da inflamação encontrada na análise da biópsia.

Em alguns casos, quando a endometrite é considerada leve e com baixa contagem de plasmócitos, a conduta pode ser apenas acompanhamento, sem necessidade obrigatória de repetir exames de forma rotineira.

Na medicina reprodutiva, não existe uma regra única para todos os casos. A melhor estratégia sempre depende da avaliação individual e do planejamento reprodutivo da paciente.

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11/03/2026

Se o seu exame mostrou AMH baixo, leia isso com atenção.
Receber o resultado de reserva ovariana baixa assusta.
Muitas mulheres saem do laboratório com a mesma dúvida:
“AMH baixo significa que eu não posso engravidar?”

Não.

A reserva ovariana baixa indica menor quantidade de óvulos, mas não determina, isoladamente, infertilidade.

O AMH e a contagem de folículos antrais estimam número, não qualidade diretamente.

E existe um fator mais determinante do que o marcador isolado: idade ovariana.

Muitas mulheres com AMH baixo engravidam espontaneamente.
Outras precisam de estratégia personalizada.

Exames como AMH e AFC ajudam principalmente a prever resposta em tratamentos como a Fertilização in Vitro, mas não determinam quantos óvulos virarão embriões ou resultarão em bebê.

Por isso falamos em planejamento reprodutivo.
Se você tem reserva ovariana baixa e ainda não deseja engravidar agora (especialmente antes dos 35 ano) o Congelamento de Óvulos pode preservar suas chances futuras.

Não é garantia. Mas é estratégia.
Baixa reserva ovariana ≠ fim da fertilidade.
É um sinal de que o tempo precisa ser considerado com inteligência.

Cada caso deve ser avaliado individualmente, com base em idade, exames e objetivos reprodutivos.

Salve este post se você pesquisou “AMH baixo é infertilidade?”.

Compartilhe com quem recebeu diagnóstico de reserva ovariana baixa.

Informação correta evita decisões precipitadas.


09/03/2026

Exames hormonais alterados e espermograma baixo não significam fim da linha. Significam investigação.

FSH e LH elevados podem indicar que o testículo está recebendo estímulo, mas não está respondendo como deveria. Isso muda completamente a forma de conduzir o tratamento.

O Clomid pode fazer parte da estratégia em alguns casos, mas não é solução universal e nem deve ser usado por longos períodos sem reavaliação. Fertilidade masculina não se trata só de “subir número de hormônio”. O foco é entender por que a produção espermática está reduzida e atuar na causa.

Com 2 milhões no espermograma, ainda existem caminhos. Desde ajuste medicamentoso até técnicas de reprodução assistida, dependendo do contexto do casal e dos demais exames.

Infertilidade masculina precisa de plano, não de tentativa isolada.

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08/03/2026

Ser mulher é carregar dentro de si uma força silenciosa.

Uma força que enfrenta desafios, constrói caminhos e continua acreditando nos próprios sonhos.

Neste Dia Internacional da Mulher, celebramos cada história, cada escolha e cada mulher que segue escrevendo sua jornada com coragem.

Feliz Dia Internacional da Mulher. 🩵

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06/03/2026

A escolha pela reprodução humana nasce da compreensão de que cada história carrega um projeto de vida.

E, quando esse projeto encontra obstáculos, não estamos falando apenas de “um desejo”: muitas vezes estamos diante da infertilidade uma condição de saúde, reconhecida e que merece investigação, diagnóstico e cuidado.

Nem sempre ela se apresenta como uma doença “visível” como outras, mas pode impactar profundamente a vida do casal: o corpo, o emocional, os vínculos e a rotina.

E é exatamente por isso que saúde, aqui, precisa ser entendida no sentido mais completo: bem-estar físico, emocional e social — e a reprodução humana reúne tudo isso.

Cuidar dessa área é ir além da técnica. É respeitar o tempo, acolher a ansiedade, orientar com clareza e estar presente em cada etapa — com escuta, responsabilidade e sensibilidade.
Mais do que protocolos, a reprodução humana envolve acompanhar expectativas, frustrações e recomeços. E é isso que torna essa especialidade tão particular dentro da medicina.

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28/02/2026

Tratou endometrite crônica e já quer saber se precisa repetir a biópsia? A resposta é: depende do cenário.

Nem toda endometrite crônica tem o mesmo peso clínico. Casos leves, com baixa contagem de plasmócitos na biópsia, podem nem exigir tratamento em algumas situações, de acordo com estudos mais recentes. Por isso, repetir exames de forma automática nem sempre é a melhor conduta.

A decisão de reavaliar com nova biópsia ou outro tipo de acompanhamento precisa considerar sintomas, histórico reprodutivo, achados do útero e o contexto do tratamento de fertilidade.

Em reprodução humana, protocolo rígido raramente funciona para todo mundo. O que define o caminho é a individualização do caso.

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