Nutricionista Fernando Reis Gonçalves

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Hidratação não é detalhe, é estratégia de desempenho. Cerca de 60% do nosso corpo é feito de água, e no esporte ela part...
12/01/2026

Hidratação não é detalhe, é estratégia de desempenho. Cerca de 60% do nosso corpo é feito de água, e no esporte ela participa de tudo: controle da temperatura, transporte de nutrientes, produção de energia, força, velocidade, concentração e tomada de decisão.

Quando a hidratação falha, o rendimento cai — simples assim. E não precisa estar muito desidratado para isso acontecer: perder cerca de 2% do peso corporal em água já é suficiente para prejudicar potência, resistência, coordenação e até o raciocínio durante o jogo ou treino.

Muitos atletas só percebem quando aparecem sinais como cansaço precoce, dor de cabeça, tontura, dificuldade de foco, câimbras e urina escura. Importante lembrar: quando a sede aparece, o corpo já está desidratado.

No dia a dia, a base é manter constância. Em média, um atleta precisa de cerca de 30 a 35 ml de água por kg de peso corporal ao longo do dia, fora o treino. Isso signif**a começar o dia bebendo água, manter ingestão regular ao longo das horas e não tentar “compensar” tudo de uma vez.

Antes do treino, entrar já hidratado faz diferença. Durante a atividade, pequenos goles nas pausas ajudam a manter o equilíbrio. E depois, a reposição é fundamental: para cada 1 kg perdido no treino ou jogo, o ideal é repor cerca de 1 a 1,5 litro de líquidos.

Em sessões longas, muito intensas ou em calor elevado, o isotônico pode ser um aliado, porque ajuda a segurar melhor os líquidos e repor eletrólitos. Já em treinos mais curtos, a água costuma ser suficiente. Um bom parâmetro para saber se a hidratação está adequada é observar a urina: quanto mais clara, melhor. Peso corporal estável de um dia para o outro, boa disposição e menos fadiga também são sinais positivos.

Erros comuns ainda atrapalham muitos atletas: beber água só durante o treino, ignorar o pós-treino, achar que café hidrata ou tentar ingerir grandes volumes de uma vez. Hidratação é hábito diário, não ação pontual. Todo atleta que quer evoluir, render mais, recuperar melhor e ter constância em campo precisa tratar a água como parte do treino

Pré-temporada não é só voltar a treinar. É construir a base da temporada inteira.É nesse período que o corpo responde me...
06/01/2026

Pré-temporada não é só voltar a treinar. É construir a base da temporada inteira.

É nesse período que o corpo responde melhor aos estímulos de força, volume e intensidade.
E é exatamente por isso que a nutrição precisa estar alinhada com o treino.

Não se trata de “comer mais” ou “comer menos”, mas de comer certo para o momento certo.
Energia suficiente para sustentar a carga, proteína bem distribuída para proteger e construir músculo, carboidrato ajustado ao volume de treino, hidratação adequada e recuperação bem feita.

A ciência mostra que a pré-temporada é a melhor janela do ano para:
• melhorar composição corporal
• ganhar massa magra
• reduzir risco de lesão
• sustentar rendimento ao longo da temporada

Quem negligencia esse processo agora costuma pagar o preço no meio do campeonato.

Todo ajuste nutricional importante deve ser testado aqui, no treino, não no dia do jogo.
É isso que os guidelines europeus, como os da UEFA, e a literatura científ**a reforçam.

Pré-temporada bem feita não aparece no primeiro jogo.
Ela aparece quando o calendário aperta — e você continua rendendo.

NutriçãoNoFutebol AtletaProfissional

✨ 2025 foi um ano para olhar para o céu e agradecer.Foi o ano em que a Nutrição de Elite nasceu.Não como uma empresa com...
31/12/2025

✨ 2025 foi um ano para olhar para o céu e agradecer.

Foi o ano em que a Nutrição de Elite nasceu.
Não como uma empresa comum, mas como um projeto construído com propósito, pessoas e presença real.

Mais de 80 pessoas passaram pela nossa consultoria premium.
Um acompanhamento que vai muito além da nutrição: é família, suporte diário, mudança de hábitos e transformação de estilo de vida.

Foi também um ano de crescimento no futebol, de consolidação profissional, de novas parcerias e de um time cada vez mais forte.
Um ano intenso nos esportes de combate, com atletas competindo, vencendo, conquistando cinturões — e, acima de tudo, honrando cada batalha.

Nada disso seria possível sem uma equipe comprometida, parceiros que caminham juntos e atletas que confiam no processo.

2025 foi especial.
E 2026 já está sendo construído.

🚀 Nutrição de Elite
Aqui, o processo é real. E as pessoas vêm sempre primeiro.

Janeiro não é sobre recomeçar do zero, é sobre dar continuidade ao que realmente importa. Para quem vive o futebol em al...
30/12/2025

Janeiro não é sobre recomeçar do zero, é sobre dar continuidade ao que realmente importa.

Para quem vive o futebol em alto nível, esse período define muito mais do que o início da temporada: ele determina ritmo, consistência e vantagem competitiva ao longo do ano.

Nutrição bem ajustada, hidratação estratégica, recuperação levada a sério e decisões inteligentes fora do campo fazem diferença quando o calendário aperta.

O que você constrói agora sustenta sua performance nos meses mais decisivos. Alto nível não acontece por acaso, ele é planejado todos os dias.

Mais um trabalho integrado realizado na  , dentro de um modelo de gestão de performance e saúde que envolve atuação conj...
23/12/2025

Mais um trabalho integrado realizado na , dentro de um modelo de gestão de performance e saúde que envolve atuação conjunta entre diferentes profissionais.

O atleta Ronaldo Santos que está no Brasil em função da paralisação do futebol na Rússia, segue comprometido com o processo, mantendo os cuidados com a saúde e a preparação física.

É mais um exemplo de atleta que valoriza o trabalho integrado, entende a importância do autocuidado e mantém o foco totalmente direcionado à performance.

Um prazer fazer parte dessa equipe e contribuir, por meio da nutrição, para o desenvolvimento e a longevidade dos atletas que integram o projeto de alta performance da

2026 precisa ser diferente.Não dá para normalizar um ano inteiro marcado por lesões, doenças, quedas de rendimento e ida...
17/12/2025

2026 precisa ser diferente.
Não dá para normalizar um ano inteiro marcado por lesões, doenças, quedas de rendimento e idas frequentes ao departamento médico. No futebol moderno, isso não é azar — é consequência de um corpo exposto a muita carga, pouco descanso e má organização da recuperação.

Treinos intensos, jogos em sequência, contato constante, viagens longas, mudanças de fuso, sono encurtado, alimentação desajustada e déficit energético silencioso criam um cenário perfeito para imunidade baixa e lesões recorrentes. Quando o atleta entra nesse ciclo, o corpo perde força, cicatriza pior, inflama mais e adoece com mais facilidade.

Ser literalmente mais forte em 2026 começa pelo básico bem feito. Dormir melhor não é detalhe, é fisiologia. É durante o sono que o corpo se recupera, regula hormônios, reconstrói músculo e fortalece o sistema imune. Alimentação precisa acompanhar a carga real de treino e jogo. Treinar pesado comendo pouco ou restringindo carboidrato aumenta risco de lesão, perda muscular e infecções ao longo da temporada.

Proteína bem distribuída ao longo do dia protege massa muscular, tendões e acelera a recuperação. Carboidrato é combustível e também proteção: preserva músculo, reduz estresse metabólico e sustenta a imunidade. Treino de força bem estruturado não é só para estética, é um dos principais seguros contra lesão no futebol de alto contato.

Cuidar da imunidade faz parte do planejamento esportivo. Ficar doente várias vezes no ano não é normal. É sinal de que carga, recuperação, sono e nutrição não estão alinhados. Suplementos não substituem rotina bem feita e só fazem sentido quando existe deficiência ou indicação profissional.

Atleta saudável treina mais vezes, joga mais jogos, evolui tecnicamente e sustenta performance ao longo do ano. Menos tempo parado, mais disponibilidade e mais longevidade na carreira.

2026 começa agora. Quem organiza sono, nutrição, força e recuperação antes, entra no próximo ano mais forte, mais protegido e pronto para competir.

Muita gente esquece, mas o adolescente atleta não é um adulto em miniatura.Enquanto ele treina, compete e muitas vezes c...
16/12/2025

Muita gente esquece, mas o adolescente atleta não é um adulto em miniatura.

Enquanto ele treina, compete e muitas vezes carrega uma pressão enorme… o corpo dele ainda está construindo músculos, ossos, hormônios e maturidade. Ou seja: qualquer escolha nutricional, de treino ou suplementação tem impacto direto no futuro físico e mental desse jovem.

A ciência é clara:
– Energia suficiente é prioridade.
– Proteína não precisa ser exagerada.
– Carboidrato é combustível, não inimigo.
– Ferro, cálcio e vitamina D são essenciais.
– Água resolve 90% dos treinos.
– Suplementos só quando há necessidade real.
– Hormônios como GH NUNCA deveriam entrar nessa conversa.

Só que hoje, a pressão para “f**ar grande”, “f**ar pronto logo” e “ganhar corpo” está ultrapassando limites — e isso não melhora o futebol.
Pelo contrário: está matando a essência do nosso jogo e colocando jovens em risco.

O resultado?
Garotos inseguros, pais desesperados, decisões precipitadas e práticas perigosas que podem comprometer toda uma carreira — e a saúde para sempre.

Formar um atleta de verdade é respeitar o tempo dele.
É dar suporte, não cobrança.
É nutrir, não mutilar.
É desenvolver técnica, inteligência, criatividade — não apenas centímetros no braço.

O atalho pode até parecer tentador.
Mas é o caminho certo, feito no tempo certo, que constrói atletas completos… e seres humanos saudáveis.

Se você é pai, mãe, treinador ou atleta: cuide do processo.
O talento floresce quando a saúde vem primeiro.

Se você é jogador, precisa entender uma coisa que venho reforçando desde o post sobre as canetas de emagrecimento: esse ...
15/12/2025

Se você é jogador, precisa entender uma coisa que venho reforçando desde o post sobre as canetas de emagrecimento: esse tipo de estratégia não combina com futebol.
Emagrecer no esporte não é estética — é performance, prevenção de lesão e longevidade.

Quando o corpo carrega gordura em excesso, você perde salto, perde velocidade, f**a menos ágil e aumenta o risco de entorse. Isso é ciência.
Mas tentar “secar” derrubando o apetite demais também compromete: jogador sem energia não rende.

Déficit exagerado ou uso de métodos que tiram sua fome podem gerar:
• perna pesada
• sprint pior
• queda de técnica
• cansaço rápido
• risco maior de lesão

No futebol, emagrecer é ajustar, não passar fome. O jogador tem que render enquanto seca.

E para isso, alguns pilares não mudam:

• Carboidrato é combustível do jogo. Ele sustenta sprint, aceleração, mudança de direção, recuperação entre treinos e até imunidade. Cortar carboidrato aleatoriamente derruba o desempenho.
• Proteína em todas as refeições, para proteger a massa muscular durante o processo. Sem músculo, não existe explosão, força ou segurança em campo.
• Alimentação variada: frutas, legumes, verduras, boas fontes de carboidratos e proteínas. Isso garante vitaminas e minerais que aceleram recuperação e reduzem risco de lesão.
• Musculação contínua, mesmo no emagrecimento. Jogadores com pouca massa muscular se lesionam mais, principalmente em sprints.

Rotina simples funciona: proteína em todas as refeições, lanches práticos no CT e viagens, e hidratação alta para manter energia estável.

O melhor momento para ajustar peso é a pré-temporada ou semanas sem jogo. Em semanas com jogos, o foco é manter, não cortar.

No final, a regra é clara:
Seu corpo é sua ferramenta de trabalho. Ele precisa de combustível, não de soluções rápidas que tiram sua energia.

Emagrecer no futebol tem método, ciência e propósito: jogar mais, melhor e por mais tempo.

Recentemente uma matéria abordou o uso de medicamentos como Mounjaro dentro de um clube de São Paulo. Independente do ca...
12/12/2025

Recentemente uma matéria abordou o uso de medicamentos como Mounjaro dentro de um clube de São Paulo. Independente do caso, esse debate precisa servir como ALERTA para todos que trabalham com atletas: existem ferramentas que simplesmente não pertencem ao esporte profissional.

Mounjaro é um medicamento CLÍNICO, desenvolvido para diabetes tipo 2 e obesidade em contexto médico. Ele não foi feito, estudado ou aprovado para performance.
E no atleta, especialmente no futebol, ele pode gerar exatamente o contrário do que se busca: perda de massa magra, queda de energia, instabilidade digestiva, fadiga precoce e risco aumentado de lesão.

O futebol exige potência, repetição de esforços, velocidade, recuperação rápida e ingestão energética adequada.
Nada disso combina com uma medicação que reduz apetite, desacelera o esvaziamento gástrico e causa efeitos gastrointestinais intensos.

É por isso que atletas, empresários e staff precisam estar MUITO atentos ao tipo de orientação que recebem.
No esporte, não existe espaço para atalhos.
Existe espaço para profissionais que entendem de fisiologia, bioenergética, demandas específ**as do jogo e periodização de alto nível.

Profissionais éticos não buscam soluções rápidas, e sim processos sustentáveis, personalizados e alinhados com a ciência do esporte.
A decisão certa protege a carreira. A decisão errada pode custar meses — ou anos — de desempenho.

Atletas de alto rendimento não precisam de remédios que prometem atalhos.
Precisam de método, estratégia e acompanhamento de especialistas que realmente conhecem o campo, o vestiário e o jogo.

Se você é jogador, empresário ou trabalha com formação, entenda: qualquer intervenção que interfira no rendimento deve ser conduzida por quem domina o esporte, não por quem busca modismos.

Performance não é improviso.
É ciência aplicada.

No futebol atual, não existe vitória sem sacrifício. Ser apenas “jogador” nunca foi suficiente, e hoje isso te condena. ...
11/12/2025

No futebol atual, não existe vitória sem sacrifício. Ser apenas “jogador” nunca foi suficiente, e hoje isso te condena. Você pode até chegar a um determinado nível só com talento, mas não vai permanecer nele. Não vai se manter competitivo. Não vai se manter entre os melhores.

O jogo mudou. O calendário é pesado, a recuperação é curta, os deslocamentos são frequentes e a intensidade cresce a cada temporada. Quem não age como atleta completo perde espaço, rendimento e longevidade.

E aqui está a verdade que muitos não querem escutar: a diferença não está no dia do jogo. Está no que você faz quando ninguém vê. Está em como você come, como você dorme, como você hidrata, como você recupera, como você treina fora do clube, como você cuida do corpo e da mente. Está em tudo aquilo que exige disciplina e renúncia.

Beber após partidas, dormir mal, treinar sem foco, viver desidratado e comer sem estratégia podem até parecer detalhes, mas são exatamente esses detalhes que destroem carreiras. Eles prejudicam síntese proteica, atrasam recuperação, aumentam risco de lesão, afetam tomada de decisão e corroem a capacidade de manter performance de forma consistente. Quem negligencia isso entra em campo cansado, limitado e vulnerável.

Você não precisa ser perfeito. Mas precisa ser atleta. Talento abre portas, profissionalismo mantém a porta aberta. Quem não respeita o processo pode até ter momentos bons, mas dificilmente sustenta uma carreira longa no alto rendimento.

Se você realmente quer sua melhor versão em 2026, então precisa entender que não existe atalho. Existe método, existe disciplina, existe repetição. Existe fazer o certo todos os dias, mesmo quando ninguém está olhando. É isso que separa quem chega de quem permanece.

A pergunta é: você quer apenas jogar? Ou quer ser atleta de verdade?

O que um jogador que quer viver a melhor temporada da carreira em 2026 faria diferente agora?Com certeza, não trataria a...
10/12/2025

O que um jogador que quer viver a melhor temporada da carreira em 2026 faria diferente agora?

Com certeza, não trataria as férias como desligamento total. Ele entenderia que descansar não é abandonar: é recuperar o corpo e a mente sem perder a base que sustenta a performance.

Manteria treinos leves, alimentação sólida, sono bem ajustado e mobilidade em dia para voltar à pré-temporada fresco, rápido e com menor risco de lesão.

Esse atleta chegaria preparado desde o primeiro dia, porque sabe que isso muda seu desempenho, sua consistência e sua saúde ao longo do ano.

Ele não treinaria no escuro: teria um preparador físico controlando cargas e evolução, um fisioterapeuta prevenindo dores antes que elas apareçam, e uma nutrição pensada como parte do treino — combustível certo, na hora certa, para render mais.

Ele usaria tecnologia para transformar intuição em dados, acompanhando recuperação, carga e prontidão de forma estratégica. E ainda fortaleceria o jogo mental, porque conhece o peso do foco, da confiança e da gestão da pressão.

Quando tudo isso se conecta — treino inteligente, suporte profissional, alimentação consistente, mente forte e tecnologia — o atleta deixa de depender da sorte e passa a depender de processo, ciência e consistência diária.

E é exatamente isso que separa quem apenas joga… de quem muda a própria carreira.

Nas férias, o corpo desacelera junto com a rotina. Em poucas semanas sem estímulos de treino, especialmente sem intensid...
08/12/2025

Nas férias, o corpo desacelera junto com a rotina. Em poucas semanas sem estímulos de treino, especialmente sem intensidade, o condicionamento já começa a cair. O fôlego diminui, a recuperação entre esforços f**a mais lenta e a sensação de cansaço aparece mais rápido.

A força costuma se perder um pouco depois, mas ainda assim, cerca de um mês sem treinar já pode gerar redução de potência, piora da coordenação e início de atrofia muscular.

A boa notícia é que tudo isso volta, e volta bem, quando existe uma retomada estruturada. O ponto é que as escolhas feitas durante as férias podem facilitar ou dificultar esse retorno.

Com o gasto energético menor, comer exatamente como no período de treinos intensos aumenta a chance de ganho de gordura. Ajustes simples evitam isso.

Reduzir um pouco as porções de arroz, massa, pão e doces, trocar frituras por preparações assadas e moderar o uso de manteiga e molhos já diminui signif**ativamente a ingestão calórica. Aumentar vegetais ajuda a controlar a fome e garante volume com poucas calorias.

Manter a ingestão de proteína continua sendo essencial para preservar massa muscular e evitar perdas maiores de desempenho. Ovos, frango, peixe, tofu, iogurte proteico ou até um shake nos dias mais corridos são opções práticas que funcionam bem.

A hidratação também pesa. Ela influencia desde a disposição até a sensação de inchaço. Observar a cor da urina pela manhã é um método simples para saber se está adequado. Variar a ingestão com água saborizada, frutas ricas em água ou sopas leves facilita esse processo.

Caso o álcool faça parte do período, vale lembrar que ele desidrata, atrapalha a recuperação e aumenta as calorias do dia. Escolher bebidas com menor teor alcoólico, diluir destilados e beber bastante água antes de dormir já reduz os impactos.

Não se trata de fazer dieta nas férias, mas de ajustar o suficiente para não perder semanas de resultado. Pequenas escolhas mantêm o corpo estável, evitam retrocessos desnecessários e tornam o retorno aos treinos muito mais leve.

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