13/03/2026
Desde 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o burnout como uma condição relacionada ao trabalho. A partir disso, o debate se ampliou. Hoje, especialistas alertam para uma variação ainda pouco falada. O burnout materno.
Ele surge do acúmulo de demandas físicas, emocionais e mentais da maternidade. E não se limita às mães que trabalham fora. O burnout materno é um estado de esgotamento profundo e está ligado ao papel de cuidar.
Segundo o psicólogo Aslan Alves, pós-graduado em neuropsicologia, o problema vai além do cansaço comum. É uma sobrecarga contínua. “Esse tipo de esgotamento envolve todas as mães. Inclusive aquelas que se dedicam integralmente aos filhos. Mães precisam entender que buscar ajuda é uma forma de cuidado”, explica.
O burnout materno é um estado de esgotamento profundo. Ele está ligado ao papel de cuidar.
A maternidade exige atenção constante. Pouco descanso. E quase nenhum espaço para falhas. Com o tempo, isso cobra um preço alto da saúde mental.
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