EUA na Nova Ordem Mundial

EUA na Nova Ordem Mundial Apresento fatos relevantes, mas pouco explorados sobre o papel dos EUA na construção da Nova Ordem Mundial.

“80% da opinião pública dos EUA está a nosso favor”
20/06/2025

“80% da opinião pública dos EUA está a nosso favor”

A leaked video from 2001 shows Israeli PM Netanyahu talking about how Israel intentionally strikes Palestinians "painfully", how he deceived the US to break ...

19/06/2025

🇺🇸 Ah, os americanos… sempre tão bons em história — desde que sejam eles os autores.

Trump fala em “resolver o Irã” como se fosse um quebra-cabeça mal montado. Como se não bastasse o manual imperial de 1953, onde os EUA derrubaram Mohammad Mosaddegh — um primeiro-ministro democraticamente eleito — e plantaram no seu lugar um xá dócil, com petróleo nas mãos e obediência na alma.

Décadas depois, o xá foi chutado do trono e o povo invadiu a embaixada americana. 66 reféns. Uma nação ferida que decidiu responder. Mas claro, segundo Washington, tudo aquilo foi “fanatismo”.

Talvez. Mas fanatismo de quem?
Quem é mais fanático: o que resiste ou o que acredita que pode redesenhar o Oriente Médio com bombas e bonequinhos?

1953 não foi um golpe. Foi um tutorial de como criar um inimigo duradouro.

Enquanto isso, os analistas de terno e bandeirinha seguem repetindo o erro com a mesma confiança de quem nunca levou uma lição na vida.

Porque, veja bem:
Você pode derrubar um líder.
Pode censurar vozes.
Pode até bombardear memórias com narrativas incessantes de que esta é a melhor solução

Mas o que você não pode fazer é apagar o ressentimento que deixou pra trás.
E se tem uma coisa que o império não entende, é que trauma não morre de velhice.

O mundo vê. O mundo lembra. E o mundo ri — um riso amargo, claro, mas cada vez mais consciente.

18/06/2025

Império para mim,
Democracia para vcs

Até quando o Ocidente vai tolerar as brutalidades desse governo genocida? Estão esperando os EUA ou a ONU emitirem uma n...
17/06/2025

Até quando o Ocidente vai tolerar as brutalidades desse governo genocida?

Estão esperando os EUA ou a ONU emitirem uma nota de repúdio?

Soldiers shot Gazans who were expecting aid trucks, according to the local health ministry

16/06/2025

Israel só quer acabar com o programa nuclear iraniano ~ Trump só quer deportar imigrantes criminosos

Saddam e Kadaffi fizeram o mesmo.
14/06/2025

Saddam e Kadaffi fizeram o mesmo.

14/06/2025

Israel ataca o Irã por se aliar a China e Rússia na criação de um sistema financeiro sem o dólar.

🧭 O mundo está num barril de pólvora. E as faíscas já começaram.Se a história tem algum valor preditivo, ela nos ensina ...
09/06/2025

🧭 O mundo está num barril de pólvora. E as faíscas já começaram.

Se a história tem algum valor preditivo, ela nos ensina que grandes guerras raramente começam com grandes decisões. Elas escorregam para a realidade aos poucos — como uma panela que ferve sem aviso. A Primeira Guerra Mundial não começou com a invasão da França, mas com um tiro em Sarajevo.

Hoje, segundo Robert Maginnis, analista da Fox News, o mundo se encontra novamente à beira desse mesmo abismo, mas com cinco possíveis estopins simultâneos — pontos de tensão que, se mal geridos, podem romper o frágil verniz da paz global.



⚠️ 1. A Ucrânia já exporta o conflito para dentro da Rússia

Com drones atingindo bases aéreas e destruindo bombardeiros estratégicos russos, o recado é claro: o território russo não é mais intocável. Para o Kremlin, essa é uma guerra contra a OTAN, não apenas contra Kiev. A resposta pode vir em forma de retaliação cibernética, sabotagem ou algo ainda mais imprevisível.



☢️ 2. O Irã está prestes a cruzar o Rubicão nuclear

Com a rejeição da proposta americana para limitar o enriquecimento de urânio, Teerã se aproxima de um ponto sem retorno. Israel, que há décadas ensaia um ataque preventivo, agora tem argumentos novos e urgência redobrada. O risco de um conflito regional com ramificações globais cresce a cada dia.



☎️ 3. Diplomacia entre Trump e Putin: ruído no lugar de diálogo

Um telefonema recente que terminou sem acordo, sem trégua, sem desescalada. O que deveria ser uma ponte tornou-se mais uma trincheira. A diplomacia, que outrora servia de freio, parece cada vez mais um ritual vazio.



🇺🇸 4. Ameaças difusas contra os EUA já estão em movimento

Seja no ciberespaço, no Oriente Médio ou na Ásia-Pacífico, a posição americana é cada vez mais desafiada por rivais que operam em várias frentes — e com múltiplas táticas: guerras por procuração, sabotagens invisíveis, operações assimétricas.



🐉 5. Taiwan: o último dominó antes do Pacífico incendiar

O cerco diplomático e militar à ilha já não é apenas um gesto simbólico. É preparação tática. A invasão ainda não veio — mas a normalização da ideia já chegou. O risco, como sempre, é que a guerra comece não porque alguém quer, mas porque ninguém consegue parar.



🧩 O que isso revela sobre a ordem mundial?

A coexistência entre potências rivais sempre foi instável, mas a novidade agora é a simultaneidade das crises. Não é uma guerra fria com dois lados definidos. É um xadrez quântico, onde cada movimento tem múltiplas consequências, e onde a ausência de mediação confiável cria um vácuo perigoso.

A diplomacia global está em colapso funcional. E quando a diplomacia falha, o resto vem atrás.

📉 Será que um novo Acordo Plaza é possível em 2025?Nos anos 80, os EUA estavam com um problema grave: moeda forte demais...
31/05/2025

📉 Será que um novo Acordo Plaza é possível em 2025?

Nos anos 80, os EUA estavam com um problema grave: moeda forte demais, déficits comerciais crescentes e uma economia em desequilíbrio. A solução? Reunir aliados e coordenar uma ação global para enfraquecer o dólar e reequilibrar o comércio mundial. Isso ficou conhecido como o Acordo Plaza.

Mas hoje, 40 anos depois, o cenário é outro.
China substituiu o Japão como principal parceiro comercial — mas não é aliada.
Os EUA deixaram de ser credores e viraram o maior devedor externo do planeta.
E ao invés de cooperação, a resposta atual é tarifa, pressão e protecionismo.

🔁 O que antes era ajuste via câmbio, hoje virou guerra econômica.

E aqui está o ponto central:
➡️ Os EUA querem manter o dólar como moeda de reserva mundial…
➡️ …sem pagar o preço que esse privilégio exige.
Querem o bônus, sem o ônus.

Mas como forçar a China a valorizar o yuan, se a economia chinesa já está à beira da deflação e sobrecarregada por dívidas?
Como reunir aliados, se a maioria agora está tentando proteger suas próprias economias?

🌍 O mundo mudou.
O que funcionou em 1985 não se encaixa mais em 2025.
E talvez o maior erro dos líderes atuais seja acreditar que podem repetir o passado — ignorando o presente.

Se você se interessa por economia internacional e quer entender por que o dólar ainda domina o mundo (e por quanto tempo isso pode durar), recomendo assistir ao vídeo completo.

💬 Deixe sua opinião: um novo acordo monetário global é viável… ou já é tarde demais?

Suprema Corte, Project 2025 e o Preço da LegalidadeEm 1933, o parlamento alemão legalizou o autoritarismo com uma única ...
29/05/2025

Suprema Corte, Project 2025 e o Preço da Legalidade

Em 1933, o parlamento alemão legalizou o autoritarismo com uma única lei. Em 2024, a Suprema Corte dos EUA parece ter seguido os mesmos passos

No início de julho de 2024, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, em uma votação de 6 a 3, que presidentes gozam de imunidade para atos “oficiais” praticados durante o exercício do cargo. Uma redefinição inédita do poder executivo nos EUA em que o presidente mais se assemelha a um monarca constitucional.

Mas a decisão judicial não é um episódio isolado. Ela se encaixa em um projeto mais amplo, cuidadosamente arquitetado.

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Essa mudança de jurisprudência não acontece no vácuo. Desde 2023, o chamado Project 2025 — coordenado pela Heritage Foundation e endossado por figuras do Partido Republicano — vem propondo uma reestruturação completa do Estado americano.

O plano prevê:
• a substituição de mais de 50 mil funcionários públicos por leais ao governo,
• a centralização do poder executivo,
• o uso da máquina estatal para impor uma agenda moral conservadora,
• e o controle da comunicação e cultura por órgãos subordinados diretamente à presidência.

A Suprema Corte, ao validar a noção de imunidade parcial com critérios amplamente interpretativos, abre o terreno legal para que essas medidas sejam executadas sem resistência institucional significativa.

Ao observar a estrutura desse plano, torna-se inevitável revisitar um outro momento da história em que a legalidade foi utilizada para concentrar poder.

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Em março de 1933, o Reichstag alemão — sob forte pressão social e política — aprovou a chamada Lei de Plenos Poderes (Ermächtigungsgesetz) permitindo ao gabinete de Hi**er aprovar leis sem a mediação parlamentar, inclusive leis que contrariavam a Constituição de Weimar.

O argumento era simples: restaurar a ordem.

Hoje, nos EUA, não há necessidade de extinguir o Congresso. Basta tornar o presidente inatingível juridicamente e empilhar lealdades nos postos-chave do Judiciário e da burocracia. Assim como na Alemanha dos anos 1930, o processo começa com interpretações jurídicas discretas e votos cuidadosamente alinhados.

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Após a decisão da Corte em 2024, diversos constitucionalistas alertaram para o precedente perigoso. O professor Laurence Tribe, da Universidade de Harvard, declarou:

“Se um presidente pode ordenar ações ilegais sob a proteção do rótulo ‘ato oficial’, então qualquer coisa pode ser justificada.”

Mesmo o New York Times publicou editorial em julho de 2024 afirmando que “o que a Suprema Corte selou não foi apenas a impunidade de um homem, mas a possibilidade jurídica de um governo sem limites.”

Esse novo cenário se encaixa perfeitamente na moldura do Project 2025: desmontar a autonomia da máquina pública, instrumentalizar as forças armadas, e doutrinar o ensino público sob o discurso de valores tradicionais.

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“As democracias morrem com aplausos.” – Essa frase, dita com ironia por um jurista argentino em 1976, continua atual.

A Suprema Corte não rasgou a Constituição. Ela a reinterpretou ao gosto do Executivo. E se hoje não vemos tropas nas ruas ou censura declarada, é porque os novos autoritarismos já aprenderam a operar dentro das instituições — usando-as contra si mesmas.

A história de 1933 não se repete literalmente. Mas a lógica que a tornou possível é, hoje, novamente visível. A confiança cega no sistema, a fé de que “isso não pode acontecer aqui”, e a disposição coletiva para normalizar o abuso — tudo isso é parte do processo.

A História do Livro Branco e o apoio americano a causa de IsraelTem muita gente que olha para o Livro Branco de 1939 e i...
24/05/2025

A História do Livro Branco e o apoio americano a causa de Israel

Tem muita gente que olha para o Livro Branco de 1939 e interpreta como uma simples virada de posição britânica contra os judeus — quase uma vingança, uma quebra de promessa.

A verdade é que a decisão britânica foi antes de tudo pragmática. Foi uma decisão imperial. Nem ideológica, nem emocional.

E talvez o que incomode, olhando hoje, seja justamente isso: a frieza com que um império decide quem pode viver e quem deve esperar.

E começou assim:

Desde 1920, quando os britânicos assumem o mandato sobre a Palestina, a corda já estava esticada entre dois compromissos incompatíveis: a promessa sionista da Declaração Balfour, e a esperança árabe cultivada na Correspondência Hussein-McMahon.
Eles tentaram equilibrar — às vezes favoreciam a imigração judaica, às vezes continham o avanço para acalmar os árabes.

Mas cada concessão era uma bomba-relógio: os pogroms de 1929 na Rússia, depois a Revolta Árabe entre 1936 e 1939, mostraram que aquele equilíbrio era insustentável.
Era questão de tempo.

*

A revolta não foi um episódio isolado.
Ela foi um grito contra a presença colonial britânica e o crescimento judaico organizado, armado, financiado.

Durou três anos, minou as estruturas administrativas britânicas e acendeu o sinal vermelho em Londres:
Estávamos às vésperas de uma nova guerra mundial.

Perder a confiança dos árabes significaria perder o Egito, o Iraque, e com eles, o acesso estratégico ao Canal de Suez e ao petróleo do Golfo.

Era preciso recuar, mesmo que isso implicasse romper com décadas de promessa sionista.



O incômodo crescimento do apoio sionista nos EUA

Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, o sionismo ganhava tração.
Ainda não havia uma política clara da Casa Branca — Roosevelt permanecia ambíguo —, mas no Congresso, na imprensa, nas universidades, o apoio ao “lar nacional judeu” crescia como resposta humanitária à perseguição nazista.

A Grã-Bretanha observava isso com desconfiança: os Estados Unidos não eram aliados do Império.

E ver o futuro da Palestina ser moldado por vozes fora da influência britânica era mais do que incômodo: era um risco de perder o controle do tabuleiro geopolítico.



O Livro Branco como freio — não só como resposta

Em 1939, então, o Livro Branco é publicado. Não foi apenas um gesto simbólico — foi um ajuste de rota para sobrevivência imperial.

Ele limitava a imigração judaica, bloqueava a compra de terras e prometia, a longo prazo, um Estado binacional com maioria árabe.

Três objetivos estavam por trás disso:
1. Aplacar a fúria dos árabes e manter o acesso ao petróleo.
2. Evitar que a Palestina se tornasse mais um front interno durante a guerra contra Hi**er.
3. Reafirmar autoridade sobre a região frente à crescente influência americana.

*

A retirada britânica e o fim do controle imperial

O fim da guerra muda tudo. Com o Holocausto exposto, os Estados Unidos assumem o protagonismo moral e militar do Ocidente.

A Grã-Bretanha, esgotada e em declínio, já não tem força nem legitimidade para conter o avanço do movimento sionista — que agora é armado, coordenado e legitimado pelo mundo.

Em 1947, os britânicos se retiram.
Deixam a questão nas mãos da ONU.
E o que se segue é a criação do Estado de Israel, a guerra de 1948 e a exclusão definitiva da Grã-Bretanha do jogo político do Oriente Médio.



O Livro Branco de 1939 não foi apenas uma manobra política.
Foi o reflexo de um império tentando manter-se de pé num mundo em colapso.
E como todo império em decadência, o preço de sua sobrevivência momentânea foi pago com vidas, promessas quebradas e uma ferida que ainda sangra até hoje.

O lobby político judaico nos Estados Unidos, especialmente em torno da causa sionista e da defesa de Israel, é um dos ma...
22/05/2025

O lobby político judaico nos Estados Unidos, especialmente em torno da causa sionista e da defesa de Israel, é um dos mais influentes e organizados do século XX até hoje. Seu poder não se deve apenas à quantidade de dinheiro ou influência direta, mas à capacidade de mobilização estratégica, de formar alianças institucionais e de moldar a narrativa pública sobre o Oriente Médio, o Holocausto e a política externa americana.

As quatro grandes frentes do lobby pró-Israel nos EUA são: institucional, diplomático, cultural e militar.



1. Lobby institucional: organizações e influência no Congresso

a) AIPAC (American Israel Public Affairs Committee)
• Fundada formalmente em 1951, mas com raízes desde a década de 1940.
• Atua como principal elo entre o Congresso dos EUA e o governo de Israel.
• Organiza visitas, financiamentos de campanha, reuniões privadas, e mobiliza eleitores judeus (e cristãos sionistas) para pressionar senadores e deputados.

b) Outros grupos
• ZOA (Zionist Organization of America) – mais ideológica, atua desde o século XIX.
• ADL (Anti-Defamation League) – combate o antissemitismo, mas também atua na defesa de Israel.
• J Street – mais recente e moderado, defende uma solução de dois Estados.

Mecanismos usados:
• Redação e promoção de projetos de lei pró-Israel.
• Mobilização de doadores para campanhas eleitorais.
• Pressão direta em audiências parlamentares e comitês de política externa.



2. Lobby diplomático: reconhecimento e financiamento de Israel

a) Reconhecimento de Israel (1948)
• O presidente Truman reconheceu o Estado de Israel 11 minutos após sua criação, influenciado por:
• Pressão de conselheiros judeus próximos (como Eddie Jacobson),
• Mobilização de eleitores nos estados do nordeste,
• Lobby intenso da comunidade judaica para superar a resistência do Departamento de Estado e do Pentágono, que preferiam uma solução internacionalizada.

b) Ajuda militar e econômica
• O lobby pressionou continuamente por ajuda financeira e armamentista a Israel — especialmente após 1967.
• Hoje, Israel recebe cerca de US$ 3,8 bilhões anuais em ajuda dos EUA, a maior parte em forma de assistência militar.



3. Lobby cultural e midiático: construção de legitimidade simbólica

a) Narrativa do Holocausto
• A partir dos anos 1960–70, filmes, livros, museus e políticas educacionais consolidaram a memória do Holocausto como um elemento central da identidade ocidental.
• Isso gerou simpatia e legitimação contínua para a existência de Israel, inclusive como refúgio pós-genocídio.

b) Hollywood, imprensa e intelectuais
• Muitos produtores, diretores, escritores e jornalistas judeus participaram da criação de narrativas sobre:
• O heroísmo de Israel (Exodus, 1960),
• A injustiça da perseguição judaica,
• A demonização dos inimigos árabes (especialmente após 1972, com o atentado em Munique).
• Isso moldou a opinião pública americana de forma duradoura.



4. Lobby estratégico-militar: Israel como aliado dos EUA na Guerra Fria e além
• O lobby sionista ajudou a reposicionar Israel como ativo estratégico durante a Guerra Fria:
• Espionagem soviética no Oriente Médio,
• Guerra do Yom Kippur (1973),
• Cooperação tecnológica e militar.
• Desde então, o Congresso americano vota quase automaticamente a favor de medidas que:
• Apoiem Israel militarmente,
• Reforcem sanções contra seus inimigos (Irã, Hezbollah, Hamas),
• Bloqueiem resoluções críticas a Israel na ONU.



O lobby judaico nos EUA combina poder institucional, cultural e simbólico.

*Vale lembrar: nem todos os judeus nos EUA apoiam a linha dura do AIPAC. Há judeus progressistas, antissionistas e críticos de Israel — como o grupo Jewish Voice for Peace — que denunciam o uso do lobby em favor de políticas de ocupação.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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