Linfopedia Você sabe o que é Linfoma? Neste espaço vamos conversar e tirar dúvidas sobre suas características e Sim, o Linfoma pode ser curado.

Neste espaço vamos conversar e tirar dúvidas sobre suas características e seu tratamento.

As leucemias crônicas são um tema fascinante e desafiador que permeia minha jornada como Hematologista e Oncologista. De...
23/02/2026

As leucemias crônicas são um tema fascinante e desafiador que permeia minha jornada como Hematologista e Oncologista. Dedico minha carreira a estudá-las.

Tratam-se de distúrbios do sangue, que se desenvolvem lentamente e surgem quando os glóbulos brancos, começam a se multiplicar de forma descontrolada. Entender o que desencadeia esse processo é como desvendar um quebra-cabeça complexo, mas é exatamente isso que torna a hematologia tão intrigante.

Compilei informações detalhadas sobre as leucemias crônicas, os tipos mais comuns que existem e os fatores que podem contribuir para seu surgimento. Afinal, a prevenção começa pela compreensão.

👉 Deslize para o lado para aprender mais. E se f**ar com dúvidas, deixe nos comentários que vou responder.

Dra. Adriana Scheliga
MÉDICA - Hematologista | Oncologista
CRM 52-49052-5 | RQE 30636/30637

A participação em uma pesquisa clínica oncológica representa o acesso antecipado ao futuro da Medicina hoje.Ao contrário...
19/02/2026

A participação em uma pesquisa clínica oncológica representa o acesso antecipado ao futuro da Medicina hoje.

Ao contrário do estigma obsoleto que associa o voluntariado em estudos à ideia de "cobaia", estar inserido em um protocolo de vanguarda é, na verdade, ocupar o lugar de maior privilégio e segurança dentro do sistema de saúde global, recebendo terapias que o mercado comercial só conhecerá muitas vezes em décadas.

Como pesquisadora, entendo que a resistência a ensaios clínicos é o sintoma de uma visão ultrapassada da ciência. Na Hematologia moderna, participar de um estudo signif**a estar sob o rigor implacável das Boas Práticas Clínicas (ICH-GCP), um conjunto de normas internacionais para estudos clínicos com seres humanos, de ética e qualidade tão severo que torna o monitoramento de um participante de pesquisa muito mais minucioso, frequente e detalhado do que o de qualquer paciente em um consultório convencional.

Para que uma molécula inovadora, seja um anticorpo biespecífico, uma terapia celular CAR-T ou um novo inibidor de via, chegue ao paciente, ela atravessa o crivo de comitês de ética independentes e agências regulatórias globais, como o FDA e a ANVISA.

Não se trata de uma aposta irresponsável, mas de ciência com método e propósito. Pacientes em protocolos clínicos contam com uma equipe dedicada exclusivamente à sua segurança, além de terem acesso a biomarcadores e exames de alta complexidade que, muitas vezes, não estão disponíveis na rede de assistência padrão.

Participar desse ecossistema não é apenas um ato de generosidade com as gerações futuras, mas também uma decisão estratégica de quem escolhe ser tratado com a tecnologia que o resto do mundo ainda está esperando.

O ensaio clínico não é um experimento com o paciente, é a aplicação da excelência científ**a em favor da vida.

Você tem alguma dúvida sobre pesquisa clínica? Deixe aqui nos comentários para que eu possa preparar mais conteúdo sobre este tema.

Dra. Adriana Scheliga
MÉDICA - Hematologista | Oncologista
CRM 52-49052-5 | RQE 30636 / 30637

O diagnóstico de leucemia crônica por meio do hemograma costuma ocorrer de forma incidental porque essas doenças podem p...
16/02/2026

O diagnóstico de leucemia crônica por meio do hemograma costuma ocorrer de forma incidental porque essas doenças podem permanecer silenciosas por anos. Diferente das formas agudas, as leucemias crônicas evoluem em uma velocidade que permite ao organismo se adaptar, fazendo com que o primeiro sinal de alerta seja apenas uma alteração numérica discreta em um exame de rotina, muitas vezes ignorada por olhares menos atentos.

No universo da Onco-Hematologia, o hemograma não é apenas um exame de contagem, mas um mapa de pistas sutis. A Leucemia Mieloide Crônica (LMC) e a Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) são as mestras do disfarce biológico. O paciente pode sentir-se perfeitamente bem, enquanto o sangue já sinaliza um aumento progressivo de leucócitos ou linfócitos com morfologias que fogem ao padrão da normalidade. No entanto, é fundamental compreender que o hemograma sozinho nunca fecha o diagnóstico; ele é o gatilho para a investigação de precisão.

Para decifrar o que o sangue está tentando dizer, diretrizes internacionais estabelecem que a confirmação exige ferramentas de alta complexidade. Estamos falando da imunofenotipagem para identif**ar a identidade celular e da citogenética e estudos moleculares, como a busca pelo gene BCR-ABL1 na LMC, para entender a assinatura genética da doença.

Graças à Medicina de precisão e às terapias-alvo orais, o diagnóstico de uma leucemia crônica deixou de ser um veredito de gravidade imediata para se tornar a gestão de uma condição crônica com alta qualidade de vida.

O benefício da Hematologia moderna e inovadora é justamente este: detectar o ruído no silêncio do sangue e intervir com uma estratégia molecular específ**a, antes que o corpo perca sua capacidade de adaptação. A escuta atenta do hemograma é o que separa um diagnóstico tardio de uma jornada de sobrevivência bem-sucedida. A excelência diagnóstica mora nos detalhes.

Você já se deparou com uma alteração sutil no hemograma que revelou uma patologia complexa por trás do silêncio clínico?

Dra. Adriana Scheliga
MÉDICA - Hematologista | Oncologista
CRM 52-49052-5 | RQE 30636 / 30637

Nem todo mundo é fã do Carnaval, mas para quem ama a folia, o tratamento oncológico não precisa ser um impedimento total...
13/02/2026

Nem todo mundo é fã do Carnaval, mas para quem ama a folia, o tratamento oncológico não precisa ser um impedimento total. Como eu sempre digo, a Medicina não deve isolar, mas sim oferecer caminhos seguros para que a vida continue acontecendo.

Se você decidiu que vai aproveitar os blocos ou os desfiles, o seu sangue tem alguns recados importantes para te dar. Ele é o primeiro a sentir o impacto do calor, do álcool e do cansaço, especialmente quando o corpo já está focado na recuperação.

Neste carrossel, reuni alguns pontos essenciais para você curtir com responsabilidade e, acima de tudo, respeito aos seus limites.

Não há proibição, mas é bom ter uma estratégia para garantir que a sua energia dure a festa inteira e a sua saúde permaneça protegida. O segredo está no equilíbrio

Deslize os cards do post para o lado e confira as dicas práticas para seu Carnaval sem bem aproveitado sem que você fique debilitado.

Já salve para consultar antes de sair de casa e envie para quem vai te acompanhar nessa diversão.

Dra. Adriana Scheliga
MÉDICA - Hematologista | Oncologista
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O diagnóstico de Linfoma por biópsia de agulha fina (PAAF) é suficiente para definir o tratamento? A resposta curta e té...
11/02/2026

O diagnóstico de Linfoma por biópsia de agulha fina (PAAF) é suficiente para definir o tratamento? A resposta curta e técnica é: na grande maioria dos casos, não, pois a agulha fina não preserva a arquitetura do linfonodo necessária para a classif**ação precisa da doença.

Embora a PAAF seja um procedimento prático e amplamente utilizado para triagem, na investigação de um linfoma ela costuma entregar apenas uma ilusão de diagnóstico.

Os linfomas não se revelam apenas por células isoladas, mas pela forma como se organizam no tecido linfático. Quando optamos por um método que fragmenta essa estrutura, perdemos a visão do todo, o quebra-cabeça f**a incompleto.

As principais diretrizes e publicações internacionais são categóricas ao afirmar que a biópsia excisional, a retirada do gânglio, permanece como o padrão-ouro. É essa integridade da amostra que nos permite realizar estudos moleculares e de imunofenotipagem com o rigor que a hematologia de vanguarda exige. Aceitar menos que isso é permitir que a incerteza atrase o início de uma terapia personalizada.

Em minha prática, entendo que a segurança do paciente nasce na exatidão da primeira etapa. Não buscamos apenas uma resposta rápida, mas a verdade biológica que permitirá desenhar o melhor caminho para a saúde do paciente.

Na Oncologia de precisão, o método de coleta é o que separa um palpite de um plano de tratamento bem sucedido.

Você já passou por uma situação onde o resultado da biópsia não foi conclusivo e gerou mais dúvidas do que respostas? Comente aqui e vamos debater.

Dra. Adriana Scheliga
MÉDICA - Hematologista | Oncologista
CRM 52-49052-5 | RQE 30636 / 30637

07/02/2026

Voltando de uma semana pelo Nordeste brasileiro, onde visitei duas cidades para discutir avanços no tratamento da Leucemia Linfocítica Crônica (LLC). Levei minha experiência acumulada ao longo de anos na hematologia e trouxe de volta uma troca inestimável com colegas — que hoje são meus amigos — igualmente dedicados e experientes. Essas conexões fortalecem nossa prática e beneficiam diretamente os nossos pacientes. Grata pela oportunidade de compartilhar conhecimento e aprender sempre mais

O uso de terapias complementares durante o tratamento oncológico exige rigor científico para não anular o efeito da tera...
06/02/2026

O uso de terapias complementares durante o tratamento oncológico exige rigor científico para não anular o efeito da terapias oncológicas (sejam elas quimioterapia, imunoterapia ou medicamentos como os inibidores de tirosinoquinase entre outros).

Embora práticas integrativas possam ser utilizadas we no manejo de sintomas, a introdução de fitoterápicos e suplementos sem supervisão farmacológica é uma das maiores causas de interações medicamentosas ocultas, podendo reduzir a eficácia do tratamento ou elevar sua toxicidade a níveis críticos.

Segundo as diretrizes da Society for Integrative Oncology (SIO) e da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, a integração deve ser uma extensão da medicina de precisão.

Para dar um exempo, um erro invisível, mas perigoso, é o uso da Erva-de-São-João (Hypericum perforatum). Estudos publicados no Journal of the National Cancer Institute revelam que essa interação pode reduzir a presença do medicamento no sangue em até 42%, transformando um tratamento de ponta em uma subdose inef**az por uma escolha 'natural' mal orientada.

Outro ponto de atenção na literatura, frequentemente discutido no Journal of Clinical Oncology, é o uso indiscriminado de antioxidantes em altas doses. No cenário atual de imunoterapias e anticorpos bispecíficos, qualquer substância bioativa não estudada atua como um ruído biológico, desviando o sistema imune do seu alvo principal.

Práticas como Yoga, acupuntura e mindfulness são ferramentas sofisticadas para o equilíbrio do cortisol e bem-estar, mas a ingestão de qualquer composto deve passar pelo crivo da farmacodinâmica.

O diálogo sobre o que você consome fora do hospital não é uma burocracia, é a garantia de que seu esforço pela cura não será sabotado por um detalhe invisível.
Nem tudo o que é natural é inofensivo no tabuleiro da alta complexidade.

Se este texto sobre as interações medicamentosas foi esclarecedor para você, envie para uma pessoa querida. Vamos substituir o amadorismo pela ciência.

Dra. Adriana Scheliga
MÉDICA - Hematologista | Oncologista
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Todos os anos, quando chega o Dia Mundial do Câncer (World Cancer Day) , surge uma pergunta comum:“Por que criar uma dat...
04/02/2026

Todos os anos, quando chega o Dia Mundial do Câncer (World Cancer Day) , surge uma pergunta comum:

“Por que criar uma data para comemorar o câncer?”

E essa pergunta é legítima, porque ajuda a esclarecer algo essencial.
Essa data não existe para celebrar a doença. Ela existe para conscientizar.

O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, foi criado pela Union for International Cancer Control (UICC) e é apoiado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Hoje, é um movimento global que mobiliza mais de 1.000 organizações em cerca de 170 países.

O câncer ainda não está no radar de muita gente, até o dia em que acontece. E falar sobre o tema antes disso faz toda a diferença.

Conscientizar é ajudar pessoas a reconhecerem sinais e sintomas precoces, entenderem fatores de risco, valorizarem a prevenção e buscarem diagnóstico no momento certo.

Também é uma forma de quebrar estigmas e lembrar que o câncer não é apenas um diagnóstico médico, mas uma realidade social, emocional e econômica.

Segundo a International Agency for Research on Cancer, mais de 20 milhões de novos casos de câncer foram diagnosticados em 2024. Apesar dos avanços, o acesso a diagnóstico precoce, exames adequados, te**es genéticos, tratamentos modernos e cuidados de suporte ainda é desigual no mundo.

Essa data também aproxima ciência e sociedade. É quando a medicina explica o que está sendo pesquisado, quais inovações estão transformando os tratamentos, como a tecnologia apoia médicos e equipes e como é possível melhorar a qualidade de vida dos pacientes, durante e após o tratamento.

Falar sobre câncer não aumenta o medo. Aumenta o conhecimento.
E conhecimento salva tempo, escolhas e vidas.

Por isso, o Dia Mundial do Câncer não é uma data para celebrar.
É uma data para informar, conscientizar e mobilizar.

💬 Informação de qualidade continua sendo uma das ferramentas mais poderosas contra o câncer.

Dra. Adriana Scheliga
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Foi publicado no Medscape um artigo meu comentando as novas diretrizes europeias para o linfoma de Burkitt em adultos, u...
03/02/2026

Foi publicado no Medscape um artigo meu comentando as novas diretrizes europeias para o linfoma de Burkitt em adultos, uma doença rara, extremamente agressiva e que exige diagnóstico rápido, manejo especializado e decisões terapêuticas muito bem coordenadas.

O texto destaca pontos-chave sobre abordagem diagnóstica, tratamento de primeira linha, manejo de complicações graves como síndrome de lise tumoral e envolvimento do sistema nervoso central, além de discutir as limitações das evidências disponíveis em adultos e a importância de centros experientes para melhorar desfechos.

👉 Vale a leitura completa para quem atua com linfomas ou se interessa por diretrizes clínicas de alto nível.

Estou deixando o link nos stories.

Dra. Adriana Scheliga
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Antes de definir tratamento, dose ou elegibilidade para um estudo clínico, existe uma avaliação essencial:Qual é o statu...
30/01/2026

Antes de definir tratamento, dose ou elegibilidade para um estudo clínico, existe uma avaliação essencial:

Qual é o status funcional real desse paciente?

O Karnofsky Performance Status (KPS) foi criado em 1948–1949 para quantif**ar a capacidade funcional de pacientes oncológicos em quimioterapia, variando de 0 a 100. Desde então, segue validado como fator prognóstico independente em múltiplos cenários, incluindo radioterapia cerebral, tumores sólidos avançados e transplante.

O ECOG Performance Status foi formalmente descrito em 1982 pelo Eastern Cooperative Oncology Group para padronizar a avaliação de toxicidade, resposta e elegibilidade em estudos clínicos multicêntricos, com uma escala mais simples de 0 a 5.

Hoje, as duas escalas são amplamente utilizadas por oncologistas, hematologistas e equipes multidisiciplinares, além de serem exigidas por diretrizes da ASCO (American Society of Clinical Oncology) e ESMO (European Society for Medical Oncology).

👉Nos slides, explico de onde vêm essas escalas, como funcionam e por que continuam centrais na prática moderna. Arraste para o lado e confira.

Dra. Adriana Scheliga
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Doença controlada na Oncologia signif**a que o câncer está sob controle nos exames, mas não que o corpo, a mente e a vid...
28/01/2026

Doença controlada na Oncologia signif**a que o câncer está sob controle nos exames, mas não que o corpo, a mente e a vida tenham voltado ao que eram antes do diagnóstico.

Mesmo em remissão ou estabilidade completa, muitos pacientes seguem convivendo com fadiga persistente, dores, alterações do sono, dificuldades de concentração, ansiedade, medo de recaída e impactos sociais e financeiros. A literatura mostra que uma parcela importante dos sobreviventes apresenta sintomas físicos e emocionais anos após o fim do tratamento, interferindo no trabalho, na vida social e no autocuidado.

Esta fadiga não é apenas cansaço comum. Trata-se de um esgotamento físico, emocional e cognitivo, desproporcional ao esforço e que não melhora totalmente com descanso, podendo persistir mesmo na ausência de doença ativa.

Além disso, tratamentos como quimioterapia, radioterapia, transplante, imunoterapia e terapias-alvo podem deixar sequelas menos visíveis, como neuropatia, alterações hormonais, “neblina mental”, distúrbios do sono e sintomas ansiosos ou depressivos.

Em pacientes com leucemias, linfomas e mieloma em remissão, estudos mostram que dor, fadiga e limitações funcionais continuam impactando a qualidade de vida, especialmente em pessoas mais idosas ou com maior fragilidade.

Muitos sobreviventes precisam adaptar rotina, trabalho, relacionamentos e planos futuros, construindo uma vida possível dentro de novos limites. Não é voltar ao normal. É aprender a viver um normal diferente.

Por isso, o cuidado oncológico não termina quando o exame vem com um bom resultado. Acompanhar sintomas persistentes, saúde mental, reabilitação física e necessidades sociais faz parte do tratamento tanto quanto controlar a doença.

Estar com a doença controlada é uma grande conquista. Mas reconhecer que a vida pode não ser igual à de antes é essencial para cuidar melhor de quem sobrevive.

Como tem sido sua nova rotina após o controle da doença? Compartilhe sua experiência com outros nos comentários caso se sinta à vontade.

Dra. Adriana Scheliga
MÉDICA - Hematologista | Oncologista
CRM 52-49052-5 | RQE 30636 / 30637

26/01/2026

Nem todo linfoma precisa de tratamento.

E eu te explico em 1 minuto no Linfopedia Drops. Aperte o ▶️ e confira!

Dra. Adriana Scheliga
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