28/03/2026
Hoje postei esse vídeo no story. Encontrei ele em uma câmera antiga. Ali era eu, me formando no curso técnico de edif**ações. Comecei esse curso por conta de uma oportunidade em um meio que eu já estava inserida, mas que no fim não se concretizou. Confesso, houve frustração.
Mas, ao mesmo tempo em que eu cursava edif**ações, eu já tinha iniciado o meu plano principal: a graduação em psicologia. E eu não queria me perder disso.
Nem tudo acontece exatamente como a gente planeja. E, ainda assim, as coisas podem encontrar um caminho melhor do que o esperado.
Uma aula em edif**ações me marcou muito. Não exatamente pelo conteúdo, que já não me recordo tão bem (rs), mas pela forma como organizei o pensamento e me senti. Era sobre resistência dos materiais e, enquanto eu ouvia, aquilo foi se transformando em uma forma de pensar a vida.
Alguns materiais, muito rígidos, parecem fortes, mas, diante de certas forças, se quebram. Outros, com alguma flexibilidade, se deformam, mas conseguem retornar sem romper.
Talvez, com a gente, não seja tão diferente. Diante do que não sai como o esperado, das mudanças e do que foge do controle, a rigidez pode até sustentar por um tempo, mas também pode nos levar ao limite.
Às vezes, é nesse endurecimento que a gente perde a possibilidade de se adaptar e de encontrar outros caminhos possíveis.
A flexibilidade não impede que a gente se afete, mas pode permitir que a gente atravesse e se reorganize, sem precisar desistir do próprio caminho e do que ainda pode ser. ✨