12/12/2025
Quem nasceu nos anos 80, 90 experimentou vínculos que nasciam do encontro, não da notificação. A simplicidade de bater na porta de um amigo, dividir o mesmo sofá ou esperar o desenho começar criava rituais de presença que fortaleciam segurança emocional e pertencimento.
Você sente falta disso também?
Hoje, com feeds infinitos e conversas fragmentadas, nosso cérebro recebe estímulos constantes, mas nossa afetividade nem sempre acompanha esse ritmo. A dopamina das telas é imediata, mas a conexão profunda ainda depende do que sempre importou: olhar, estar, partilhar.
O que mais mudou para você?
No consultório, vejo como essa mudança gera ansiedade, comparação e uma sensação permanente de “não estar vivendo o suficiente”. Resgatar momentos simples, mesmo em pequenas doses, é uma forma de regular o sistema nervoso e reconstruir presença.
Que pequenas práticas simples você pode retomar esta semana? ❤️✨