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06/02/2023

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Comer nem sempre é fácil: uma história sobre esofagite eosinofílica (EoE)
Meu primeiro paciente com EoE no início dos anos 2000 passava por momentos difíceis. Desde que ele conseguia se lembrar, via as pessoas à mesa comendo o que queriam, na rapidez que queriam. Mas ele não. Quando ele comia, o líquido acompanhava cada colherada, os pedaços eram pequenos, carne dura nem pensar, se tinha pressa, tinha a tosse, engasgos e pior, às vezes vomitava. Para ele, comer nunca foi divertido. Durante muitos anos achou que isso era normal, nunca reclamou. Até que um dia, engasgou feio. Foi levado ao PS; e não teve jeito, precisou de uma endoscopia de urgência para retirar um pedaço de carne impactada em seu esôfago. O resultado da biópsia o trouxe a mim: EoE, uma condição alérgica desafiadora e potencialmente incapacitante. Desde então, tenho visto cada vez mais pacientes com EoE, devido à ascensão meteórica dessa condição.
Apesar do aumento de casos, o atraso do diagnóstico é comum, e muitos convivem por longo tempo sem saber porque comer é tão difícil, suas queixas são confundidas com “refluxo”, “gastrite”, “estresse” ou genericamente como “dificuldade alimentar”; sem diagnóstico, ficam sem tratamento, e assim expostos às complicações da doença (sabidamente associadas ao retardo terapêutico).
Esse post serve para ajudar a reconhecer sinais, sintomas e comportamentos alimentares, que embora inespecíficos, são frequentemente observados na EoE. Os sintomas variam conforme a idade, de pessoa para pessoa, e podem incluir:

1- Dificuldade para engolir,

2- Comportamentos compensatórios para evitar a dificuldade de engolir: líquidos nas refeições, refeições prolongadas, seletividade, dificuldade na transição para sólidos nos bebês.

3- Saciedade precoce

4- “Não ter fome”

5- Tosse durante ou após refeições

6- Engasgos recorrentes

7- Dor no peito ou azia

8- Vômito ou Dor abdominal

9- Comida entala na garganta

10- Baixo ganho de peso/ crescimento

Esses sintomas são comuns a outras condições mais simples, mas se observar algum desses sintomas, procure um especialista

• LúpusUm distúrbio crônico que faz com que o organismo produza mais anticorpos que o necessário para manter o organismo...
01/02/2023

• Lúpus
Um distúrbio crônico que faz com que o organismo produza mais anticorpos que o necessário para manter o organismo em pleno funcionamento. Os anticorpos em excesso passam a atacar o organismo, causando inflamações nos rins, pulmões, pele e articulações.

• Fibromialgia
Provoca dores por todo o corpo, principalmente nos músculos e tendões, além de cansaço excessivo, alterações no sono, ansiedade e depressão.

• Alzheimer
Uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social e culmina com a perda de memória.

• Leucemia
Doença maligna dos glóbulos brancos que provoca anemia, palidez, sonolência, fadiga, palpitação, manchas roxas na pele ou pontos vermelhos, bem como gânglios linfáticos inchados, perda de peso, febre e dores nas articulações e ossos.

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20/01/2023

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VITÓRIA DA SOCIEDADE CIVIL: APROVADO ALERTAS PARA ALÉRGICOS E CELÍACOS NAS BULAS/EMBALAGENS DOS REMÉDIOS

No fim de 2022, a Anvisa aprovou mudanças na legislação de medicamentos. Dentre as mudanças, passará a ser obrigatória a informação sobre a presença dos principais alergênicos na bula e nas embalagens dos medicamentos.

Essa conquista está estampada na Instrução Normativa - IN n° 200, de 12 de dezembro de 2022, segundo a qual, no caso da presença de algum componente derivado de um dos principais alimentos alergênicos, a bula/embalagem deve indicar:

Atenção: este medicamento/vacina contém -------------.

Essa conquista é fruto de muito trabalho e articulação do Põe no Rótulo, Alergia Alimentar Brasil e FENACELBRA, que há anos levam esse pedido à Anvisa em reuniões presenciais, on-line, por meio de petições...

Por vezes, os processos não caminham no ritmo que gostaríamos – e necessitamos – mas é muito gratificante quando a resposta da Agência chega e damos mais um passo na garantia da segurança e acolhimento da população que convive com alergia alimentar e doença celíaca.

A norma entra em vigor no dia 3 de julho de 2023 e as empresas terão até 2 anos para fazer os ajustes nas embalagens e nas bulas. Até lá, seguimos com a atenção redobrada e, na dúvida, consultar o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa fabricante.

01/01/2023
   with .repost • • • • • •Nas primeiras horas da madrugada, o nome de um medicamento costuma virar assunto frequente na...
06/11/2022

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Nas primeiras horas da madrugada, o nome de um medicamento costuma virar assunto frequente nas redes sociais: zolpidem. Desenvolvido para tratar a insônia, o remédio virou um queridinho no Brasil, principalmente entre os mais jovens — preocupando autoridades devido aos seus efeitos colaterais e quadros de dependência. Tudo isso levantou um debate de saúde pública. Assim como o zolpidem, muitos outros remédios são ícones de uma sociedade que passou a consumir mais medicamentos após a pandemia (há o comprimido pra dormir, mas também o de acordar; o pra sorrir; emagrecer e até o pra tr***ar). Segundo um levantamento realizado pelo Conselho Federal de Farmácias, 100 milhões de caixas de medicamentos controlados foram vendidos em 2020, representando um aumento de quase 20% em comparação com os 12 meses anteriores a pandemia.

É verdade que os remédios vieram para ajudar muita gente e, em muitos casos, quando há acompanhamento médico adequado, ajudam a lidar com o sofrimento psíquico. Mas como saber se estamos passamos do limite do uso de medicamentos?

Foto: Unsplash

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28/10/2022

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O termo depressão cívica foi usado pela primeira vez no contexto do fascismo italiano.

Recentemente retomado por Eduardo Losso para traduzir o que muitos brasileiros tem vivido, depressão cívica se refere ao sofrimento psíquico gerado pelo ataque à democracia.

Para quem tem consciência social, um clima de aflição e melancolia se impõe quando as estruturas do estado democrático são agredidas. Quando o elogio à violência vem de cima, o desgaste está posto. A sensação de impotência pesa. F**a difícil manter a esperança.

Em saúde mental, costumamos cometer o erro de avaliar apenas o aspecto individual, quando sabemos que é impossível dissociar a pessoa do seu contexto. A saúde mental coletiva influencia a saúde mental do indivíduo - a pandemia nos lembrou disso.

Apesar da psiquiatria não reconhecer os estados mentais coletivos, já se sabe que questões sociais são fatores de risco para quadros de ansiedade e depressão. Para a depressão cívica se traduzir em sintomas depressivos à nível individual, outros fatores contribuem.

Depressão é, antes de tudo, uma desistência, uma perda de esperança, um desânimo em grande escala, que toma todo o funcionamento.

Precisamos falar do que dói. É momento de entrar em contato com esses sentimentos e elaborar. E lembrar que metade do país partilha dessa mesma dor.

Por mais contraditório que isso pareça, a depressão cívica se coloca quando pensamos que estamos sozinhos, quando esquecemos da nossa potência como coletividade.

Adoecemos juntos e nos curamos juntos. É no encontro com o outro que acontece a cura. Formamos um todo transformador, onde se entregar deixa de ser uma possibilidade. É hora de acionar a resiliência. 🧡

  .naykeel_felippe with .repost • • • • • •🚨Já tomou Água Hoje ?? 💧💧O Cálculo renal, também chamado Litíase renal ou "pe...
26/09/2022

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🚨Já tomou Água Hoje ?? 💧💧

O Cálculo renal, também chamado Litíase renal ou "pedra no rim", é formado a partir da concentração de cristais na urina. São formações solidas originadas a partir da precipitação de diferentes minerais presentes na urina (saturação). Essa solidificação ocorre quando não há volume urinário adequado (urina concentrada) ou eliminação em excesso de algum dos componentes da urina, levando ao surgimento dos cristais (explicado pela teoria química da relação solvente-soluto). Isso tipicamente acontece na presença de uma ingestão inadequada de líquidos, mas também em dietas fortemente desbalanceadas ou em síndromes familiares (causa genética).

I° Congresso de Práticas de Integrativas e Complementares em Saúde do Estado de Rondônia.Palestras, Oficinas de Dança Ci...
18/08/2022

I° Congresso de Práticas de Integrativas e Complementares em Saúde do Estado de Rondônia.

Palestras, Oficinas de Dança Circular com *Expedita Fátima*, Mindfull Eat com nutricionista *Clair Miranda* eTerapia do Som com o músico *Rinaldo Santos* e Yoga com o *Prof. Gerson A'Ddio*

Mesa Redonda com o Tema *Inserção das Políticas Públicas de Práticas Integrativas Complementares em Saúde no Estado de Rondônia* com os convidados confirmados.

*Dr. Robinson Machado* Presidente do Conselho de Saúde
*Dra. Semayra Gomes* Secretária Estadual de Saúde
*Dra. Eliana Pasini* Secretária Municipal de Saúde
*Dra. Adiel C. Oliveira* Representante do COREN-RO
*Dr. Rogelio Rocha Barros*
Presidente do CRF-RO
*Dr. Rodrigo Moreira Campos*
Presidente do CREFITO-RO

Para informações e inscrições acesse o link que aparece na BIO ou mande um whatsapp (69)99984-7194

Um programa sobre  autocuidado, auto-aceitação e compreensão do que realmente é necessário para ter uma relação melhor c...
06/08/2022

Um programa sobre autocuidado, auto-aceitação e compreensão do que realmente é necessário para ter uma relação melhor com o corpo, a comida e o comer.

Aos inscritos, levem coração e mentes abertos para nosso 1o encontro na próxima segunda-feira.

Até lá!

Os temperos (ervas e especiarias) estão ao nosso dispor para o cuidado com a saúde. Uma farmácia natural ao alcance da m...
03/08/2022

Os temperos (ervas e especiarias) estão ao nosso dispor para o cuidado com a saúde.
Uma farmácia natural ao alcance da mão. ❤️

REFLEXÃO NECESSÁRIA!  .vc with .repost • • • • • •Alguém mandou mensagem de trabalho às 21h? Respondemos na hora, só pod...
01/08/2022

REFLEXÃO NECESSÁRIA!

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Alguém mandou mensagem de trabalho às 21h? Respondemos na hora, só pode ser urgente. Notificações acumulando na tela? Claro que precisamos checar o mais rápido possível. Uma treta nova na internet? Paramos tudo o que estamos fazendo e lemos cada versão nos perfis de fofoca. Se esse ciclo de urgências nada urgentes pareceu familiar por aí, vem com a gente.

Por que a gente tem tanto tempo para as telas e tão pouco tempo para nós mesm@s? Essa reflexão surgiu na última reunião de pauta aberta que fizemos no nosso grupo do Telegram (que você pode participar clicando no link da bio) e resolvemos investigar o que está por trás dessa sensação.

Nessa investigação encontramos uma teoria que relaciona o digital e a percepção distorcida do tempo com o fato de que nunca somos nossa própria prioridade. A teoria dos “agoras”, da socióloga Rebecca Coleman, explica que a nossa noção de urgência é dividida em três tipos de agoras – no álbum você encontra a definição de cada um deles.

E a pergunta de milhões: como que a gente faz para não cair do ciclo de desbloquear o celular para checar 5 minutinhos e passar 5 horas? Para a pesquisadora, o primeiro passo é identificar qual tipo de “urgência” nas telas consome mais o seu dia. Te desafiamos a clicar na aba de “sua atividade” no Instagram e responder: quanto tempo você geralmente passa online? Você gostaria de diminuir esse consumo? Aliás, em qual app do seu celular você passa mais tempo? E o que costuma fazer no período que está nele?

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