Guilherme Ludovice Brigatti

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05/02/2026

Déficit calórico EXAGERADO até emagrece rápido, mas vai te cobrar em silêncio...

Quando você corta “demais”, o corpo entra em modo economia e começa a priorizar o que é vital. Resultado comum:
- Queda de cabelo semanas a meses depois (muitas vezes por telogen effluvium), especialmente quando há baixa ingestão de proteína e/ou carências de ferro, zinco, B12/folato, vitamina D.
- Unhas fracas/quebradiças: menos substrato para queratina + micronutrientes em falta.
- Pele opaca, ressecada, com textura pior: déficit de ácidos graxos essenciais, proteínas e vitaminas/minerais que sustentam barreira cutânea e renovação.

Emagrecer “rápido a qualquer custo” costuma ser só trocar gordura por deficiência nutricional. O caminho inteligente é déficit moderado, proteína suficiente, qualidade alimentar e monitorização (principalmente se surgirem sinais como queda de cabelo e fragilidade de unhas).

Referências (seleção):
- Guo EL, Katta R. Diet and hair loss: effects of nutrient deficiency and supplement use. Dermatol Pract Concept. 2017.
- Cohen-Kurzrock RA, et al. Bariatric Surgery-Induced Telogen Effluvium (Bar SITE). 2021.
- Treister-Goltzman Y, et al. Iron Deficiency and Nonscarring Alopecia in Women. 2021.
- Park SE, et al. Cutaneous Signs of Nutritional Deficiencies. 2024.

04/02/2026

Um ano se passou sem a senhora e inda não dá para acreditar…
A saudade só aumenta, mas tenho certeza que a senhora está bem e ajudando a nos guardar.
Te amo tanto……..

02/02/2026

Envie essa postagem para quem vive reclamando que está acima do peso, mas acha que o processo de emagrecimento é como trocar de roupa…

Você levou anos para chegar onde está no corpo de hoje.
Então por que o cérebro ainda insiste na fantasia de que uma “medicaçãozinha” vai desfazer isso em dias?

Obesidade não é “falta de vergonha”.

É uma doença crônica, progressiva e frequentemente recidivante, sustentada por adaptações biológicas…

Ao perder peso, o corpo reduz o gasto energético e aumenta os sinais de fome/apetite (mudanças em leptina, grelina e outros mediadores), resultado: manter o peso perdido costuma ser mais difícil do que perder!!!

É por isso que emagrecimento de verdade é um projeto de meses a anos que envolve rotina, ambiente, sono, força muscular, constância e acompanhamento. E quando há indicação, medicamentos entram como parte de um cuidado contínuo, não como “atalho” e , pode ter certeza, que quando o tratamento é interrompido, é comum ocorrer reganho de peso relevante em muitos pacientes.

As diretrizes atuais tratam obesidade como cuidado de longo prazo (comportamental + clínico, e às vezes farmacológico/cirúrgico) porque o objetivo real não é “secar rápido” e sim controlar, estabilizar e proteger saúde cardiometabólica ao longo do tempo.

Se você quer resultado sólido, pense assim:
o corpo muda devagar e se mantém com ESTRATÉGIA.

Referências (leituras-chave):
- New England Journal of Medicine — Sumithran P. et al. Long-Term Persistence of Hormonal Adaptations to Weight Loss (2011)
- Wilding JPH. et al. Weight regain and cardiometabolic effects after withdrawal of semaglutide: STEP 1 trial extension (2022)
- American Heart Association — Implementation of Obesity Science Into Clinical Practice (Scientific Statement, 2024).
- World Health Organization — Guideline on GLP-1 therapies for obesity in adults (News/Guideline release, 1 Dec 2025).
- Endocrine Society — Pharmacological Management of Obesity (Clinical Practice Guideline, 2015/2016).

Seu metabolismo não responde só a calorias e “força de vontade”. Ele responde ao seu piloto automático: o sistema nervos...
24/01/2026

Seu metabolismo não responde só a calorias e “força de vontade”. Ele responde ao seu piloto automático: o sistema nervoso autônomo!

Quando esse sistema f**a cronicamente em modo alerta (estresse + sono ruim + baixa recuperação), seu corpo tende a aumentar fome por recompensa, piorar o sono, reduzir eficiência metabólica e favorecer adaptação com reganho, mesmo quando você “faz tudo certo” por um tempo.

Por isso, só “apertar” dieta, usar inibidor de apetite ou repor hormônios sem medir recuperação pode virar tapar o sol com a peneira: melhora no curto prazo, mas a base continua desregulada e o corpo cobra no médio e longo prazos.

A saída é simples PORÉM NÃO É FÁCIL!

SEMPRE regular antes de radicalizar.

Sono consistente, respiração correta para treinar coerência cardíaca, movimento diário + treino, e nutrição sustentável. E, no Mundo IDEAL, acompanhar sinais objetivos de recuperação, como variabilidade da frequência cardíaca (VFC), FC de repouso e sono, para guiar decisões com o corpo não contra ele.

Principais referências científ**as
- Rosmond R. Stress and the Metabolic Syndrome. Circulation. 2005.
- Innes KE et al. Chronic stress and insulin resistance-related indices (revisão). Current Diabetes Reports. 2007.
- Yaribeygi H et al. Stress and insulin resistance: molecular mechanisms (revisão). EXCLI Journal. 2020
- Stuckey MI et al. Heart rate variability and metabolic syndrome (revisão sistemática). Diabetes/Metabolic Research and Reviews. 2014.
- Tremblay A et al. Obesity: the allostatic load of dieting/weight loss. Physiology & Behavior. 2011.
- Herhaus B et al. HRV biofeedback / resonance breathing e metabolismo glicêmico (intervenção). Diabetes & Metabolism Journal. 2023.
- Speer KE et al. HRV/ANS e risco cardiometabólico; papel da atividade física (revisão). Physiology & Behavior. 2024.

22/01/2026

Quando alguém joga a própria meta no colo do médico, da nutri, do cabeleireiro ou do alfaiate, quase sempre nasce um roteiro previsível:
- expectativa alta,
- pouca execução,
- frustração
- culpa vai para “o profissional”.

Isso não é só a minha opinião!!!

A ciência do comportamento mostra que resultados sustentáveis dependem de agência pessoal (crença de que “isso é comigo”), motivação autônoma (fazer porque faz sentido) e competência (saber executar no dia a dia).

O profissional entrega método, estratégia e correção de rota, MAS ninguém consegue dormir por você, treinar por você, escolher por você e repetir por você.

A mudança é co-produzida, portanto, o guia é o profissional e quem caminha é VOCÊ!

Referências (principais)
- Cheng C, Cheung MWL, Lo BCY. Health locus of control e comportamentos/saúde: meta-análise. Health Psychology Review, 2016.
- Ntoumanis N et al. Intervenções baseadas em Self-Determination Theory e mudança de comportamento: meta-análise. Health Psychology Review, 2021.
- Easthall C, Song F, Bhattacharya D. Técnicas cognitivas (incl. entrevista motivacional) para melhorar aderência: revisão sistemática e meta-análise. BMJ Open, 2013.
- Gollwitzer PM, Sheeran P. Implementation intentions (“se–então”) e realização de metas: meta-análise. Advances in Experimental Social Psychology, 2006.

16/01/2026

“Calorimetria indireta não serve para nada.”

Se você ouviu isso, vale CORRIGIR O RUMO.

A calorimetria indireta mede diretamente o que seu corpo consome e produz em repouso. Com isso, calcula com alta precisão o gasto energético de repouso (na prática, o jeito mais confiável de estimar sua taxa metabólica basal/repouso), sendo considerada padrão-ouro quando a intenção é individualizar conduta.

Por que isso importa?
- Fórmulas erram e podem errar muito em pessoas com sobrepeso/obesidade, pós-dieta, mudanças de composição corporal ou grande variabilidade individual.
- Com o metabolismo medido, f**a mais fácil ajustar meta calórica, evitar platôs por estratégia errada e reduzir dois erros clássicos: comer menos do que precisa (cansaço, baixa adesão) ou mais do que imagina (sem resultado).
- Não é “só caloria”: como mede VO₂ e VCO₂, também informa RER/RQ, ajudando a entender o “combustível” predominante (gordura vs carboidrato) e orientar decisões nutricionais e de performance.

Em cenários clínicos onde acertar a meta energética é crucial, guidelines reforçam o uso de calorimetria justamente porque “equação” não substitui o indivíduo.

Portanto, se a pergunta é “qual é o meu metabolismo de verdade?”, a calorimetria indireta é uma das ferramentas mais sólidas, porque mede o organismo como ele está, e não como uma fórmula supõe.

Referências (seleção):
Delsoglio et al., Clinical Nutrition (2019).
Achamrah et al., Clinical Nutrition (2021).
ESPEN Guidelines/Practical Guideline (2019–2023).
Berger et al., Clinical Nutrition ESPEN (2024).
Knudsen et al. (2025); Bruce et al. (2025).
Fullmer et al., J Acad Nutr Diet (2015).

15/01/2026

Mudaram o desenho da PIRÂMIDE alimentar nos EUA, mas a fisiologia humana não recebeu essa atualização.

Guia alimentar é bússola de qualidade e proporção, MAS não é permissão para comer “à vontade”.

Mesmo comida “saudável”, em excesso, vira excesso calórico. E excesso calórico, repetido, tende a ser estocado como gordura corporal, nosso corpo é extremamente eficiente nisso!

O problema é que não é só estética: excesso energético crônico (e o aumento de tecido adiposo) se associa a um estado de inflamação de baixo grau (“meta-inflamação”), com elevação de marcadores como PCR/CRP e IL-6, que estão ligados a pior risco cardiometabólico.

E aqui entra o ponto que quase ninguém quer ouvir: o “quanto” importa tanto quanto o “o quê”. Estudos experimentais mostram que, quando o cenário vira “ad libitum” (comer livremente), as pessoas tendem a ingerir mais energia e ganhar peso, não por falta de força de vontade, mas por mecanismos de saciedade, palatabilidade, velocidade de ingestão e porções.

No longo prazo, mais gordura visceral + inflamação é um terreno fértil para doenças cardiovasculares inflamação e disfunção metabólica se conectam à aterosclerose e risco cardiometabólico, assim como doenças neurodegenerativa: excesso de peso na meia-idade se associa a maior risco de demência em meta-análises populacionais.

A moral da história é a que “comida de verdade” é essencial, MAS porção e frequência ainda mandam no resultado.

Guia alimentar não é LIBEROU GERAL é ESTRATÉGIA!!!

Referências (para quem gosta de ciência):
Hall et al., 2019 (RCT);
Higgins et al., 2021 (meta-análise porção/frequência);
Su et al., 2024 (marcadores inflamatórios e obesidade);
Loef et al., 2013 + Pedditzi et al., 2016 (meta-análises obesidade e demência).

11/01/2026

ESTRATÉGIA não é “detalhe” no tratamento…

… É O TRATAMENTO!!!

Para envelhecer com saúde você precisa de estratégia.
Para ter mais energia e prevenir doenças você precisa de estratégia.
Para emagrecer e manter o resultado você precisa de estratégia.

E aí vem a pergunta que que não quer calar, por que tanta gente ouve que um medicamento ou suplemento “dá efeito rápido” e sai usando por conta própria, ou procura um profissional só para “pegar a receita”, como se o resto fosse automático?

O problema é que o corpo não é um botão de liga/desliga.
Ele responde. Ele adapta. E ele COBRA!

Sem acompanhamento e sem plano, você não sabe, como o seu organismo está reagindo de verdade (não só em exames), o que ajustar quando a resposta não vem como esperado e, principalmente, como sustentar o resultado depois da meta

Atalho sem estratégia = RISCO.

Risco em saúde pode virar irreversível.

Se você quer resultado com segurança, o caminho é outro: MÉTODO, MONITORAMENTO e MANUTENÇÃO.

09/01/2026

Muita gente reclama que não consegue perder peso, manter um peso saudável, ou que não rende bem nem fisicamente e muito menos mentalmente no dia a dia…

Geralmente, são as mesmas pessoas que recorrem a medicamentos e “suplementos” (muitas vezes sem orientação médica), esperando que isso as “salve” e lhes entregue uma vida mais plena e saudável. O problema é que, quando o básico não muda, elas acabam dependentes disso, porque NÃO CORRIGIRAM A CAUSA e f**aram APENAS CONTROLANDO O SINTOMA.

Por isso, saúde de verdade precisa de ESTRATÉGIA.

Avaliar e ajustar as variáveis que influenciam o seu sono, a sua resposta ao estresse, a sua alimentação e, consequentemente, o seu metabolismo.

E para fazermos isso com excelência, não dá para viver no “ACHISMO”, precisamos de MONITORAMENTO CONTÍNUO, em tempo real, do seu organismo, do mesmo jeito que um carro de corrida de alta performance é guiado por telemetria durante a prova e se algo sai do esperado, o ajuste acontece na hora.

Não adianta “se esforçar por um tempo” e só descobrir no final que o resultado não veio… e ainda ouvir: “se tivesse ajustado isso lá no começo, teria sido diferente”.

E é exatamente por isso que, esse ano, estou começando um tipo de acompanhamento no qual os principais parâmetros da sua saúde deixam de ser opinião e viram dados. Como sono, recuperação, resposta ao estresse e hábitos do dia a dia, serão monitorados de forma contínua com smartbands, para guiar decisões com precisão!

No fim, f**a uma pergunta incômoda e, ao mesmo tempo, libertadora:
Você quer continuar tentando só “na força de vontade” e cheio medicamentos ou quer finalmente tratar sua saúde como um projeto, com método, métricas e direção?

08/01/2026

Qualquer um dos medicamentos aplicado através de “caneta”, pode reduzir o apetite e “empurrar” o peso para baixo por um tempo, MAS eles não reprogramam sua mente e muito menos nem criam hábitos saudáveis.

Se a meta é chegar no objetivo, desmamar e “preparar” o corpo para ser submetido a uma cirurgia plástica estética, sem ajustar o básico (sono, resposta ao estresse, rotina alimentar, movimento e consistência), o corpo VAI voltar para o padrão antigo quando o efeito do MEDICAMENTO for retirado. E nessa fase de transição hormonal, isso costuma ser ainda mais evidente, porque as mulheres passam a ter ainda menos margem para erro, mais sensibilidade ao estresse e ao sono ruim.

MEDICAMENTO É FERRAMENTA!!!

Resultado de verdade depende de estratégia + comportamento + rotina + manutenção + acompanhamento. Caso contrário o tratamento que você está fazendo será tido apenas como uma PAUSA ANTES DO REGANHO…

Medicina de precisão não é só “o que o exame deu hoje”.Isso é uma foto do seu corpo naquele minuto da coleta.A nova prec...
02/01/2026

Medicina de precisão não é só “o que o exame deu hoje”.
Isso é uma foto do seu corpo naquele minuto da coleta.

A nova precisão vem do filme: entender como o seu organismo se comporta e reage no mundo real, dia após dia com dados como:
- sono (qualidade/fragmentação/recuperação),
- oxigenação (SpO₂),
- frequência cardíaca
- variabilidade da frequência cardíaca (HRV),
- movimento/carga diária,
- impacto do estresse e alimentação

Por quê isso é mais preciso?
Porque o médico deixa de trabalhar com um “ponto isolado” e passa a enxergar:
- seu padrão normal (baseline),
- tendências (semanas/meses),
- sinais precoces antes do sintoma “explodir”.

Resultado: médicos atualizados em tecnologia e interpretação clínica conseguem acompanhar com mais dados, mais contexto e ajustes mais cedo, ou seja, muito menos achismo e muito mais precisão.

Obs.: aparelhos que monitoram esses dados não “fecham diagnósticos” sozinhos. Eles fornecem o mapa. O médico atualizado, interpreta o dado + contexto e fornece conduta específ**a!

18/12/2025

Muito cuidado com o que vocês escutam por aí…

Para ganhar músculos com qualidade, além de um treino muito bem estruturado e um sono reparador de verdade, precisamos de um planejamento alimentar equilibrado e com mais calorias do que gastamos no dia a dia.

Por isso, se você escutar por aí que mesmo usando essas “canetinhas” que auxiliam na perda de peso, “é só comer bastante proteína que você GANHARÁ músculos” (mesmo fazendo uma DIETA HIPOCALÓRICA 🤦‍♂️), desconfie…

Endereço

Rua José Versolato, 111
São Bernardo Do Campo, SP
09750-730

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