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Você já percebeu que, enquanto a sua vida anda, evolui e se organiza… nos relacionamentos parece que algo sempre volta p...
27/04/2026

Você já percebeu que, enquanto a sua vida anda, evolui e se organiza… nos relacionamentos parece que algo sempre volta para o mesmo ponto?

Na psicanálise, a gente entende que certas repetições não acontecem por escolha, mas porque algo que aconteceu na sua história lá atrás ainda não foi elaborado.

E isso não tem nada a ver com “força” ou “fraqueza”. É uma história emocional pedindo espaço...
E a análise te ajuda a compreender justamente isso: de onde essas escolhas partem:
- dar nome ao que se repete
- escutar o que ficou sem lugar
- reposicionar você dentro da sua própria história
- e, a partir disso, abrir espaço para outras formas de vínculo

Porque, muitas vezes, o que precisa mudar não é o outro. É o lugar que você ocupa na relação.

Tem perguntas que não pedem uma resposta exata. Pedem uma pausa.“Afinal, o que faz um pássaro voar?”Talvez não seja só s...
16/04/2026

Tem perguntas que não pedem uma resposta exata. Pedem uma pausa.

“Afinal, o que faz um pássaro voar?”
Talvez não seja só sobre asas. Talvez seja sobre aquilo que acontece antes do voo: o instante em que algo treme, hesita… e ainda assim se move.

Porque, muitas vezes, não é a falta de capacidade que nos paralisa. É o que o movimento implica: sair do conhecido, perder controle, não ter garantia.
A vida é movimento. E permanecer imóvel é, às vezes, o gesto mais silencioso de desistência.

É preciso coragem para viver. Coragem para continuar mesmo quando o vento muda. Coragem para sair do que paralisa, para abandonar o que aprisiona, para confiar que existe caminho além do que os olhos ainda não alcançam.

Então o pássaro voa porque ousa. E talvez seja assim também conosco: não é o que temos que nos leva adiante, mas o quanto estamos dispostos a nos lançar.
Concordam?

Muita gente chega à análise esperando uma resposta clara:“o que eu faço?”A pergunta é legítima. O sofrimento pede saída....
08/04/2026

Muita gente chega à análise esperando uma resposta clara:
“o que eu faço?”

A pergunta é legítima. O sofrimento pede saída.
Mas a psicanálise não funciona como um manual.

Ela não entrega respostas prontas.
Ela devolve a pergunta para quem ela realmente pertence: você.

Quando alguém te diz o que fazer, pode até aliviar por um momento.
Mas também pode te afastar daquilo que é seu.

Na análise, o foco não é orientar.
É abrir espaço para que você escute o que ainda não conseguiu dizer.

O analista não ocupa o lugar de quem sabe.
Ele sustenta um espaço onde sua fala possa existir.

Porque é na fala que algo se revela.

E, muitas vezes, mais importante do que encontrar respostas
é conseguir sustentar a própria pergunta.

Existe uma obsessão silenciosa por performance. Acordar cedo, treinar, comer limpo, dormir 8 horas. Tudo virou número.Na...
06/04/2026

Existe uma obsessão silenciosa por performance. Acordar cedo, treinar, comer limpo, dormir 8 horas. Tudo virou número.

Na teoria, essas métricas vieram para incentivar o autocuidado. Na prática, viraram cobrança. E é aí que entra o paradoxo: a mesma geração que fala de saúde o tempo todo é a que mais precisa de um comprimido para conseguir desligar à noite.

Estamos medindo o sono, mas ignorando a ansiedade. Treinando o corpo, mas não processando as emoções. Confundimos cuidado com controle.

Saúde mental não cabe em aplicativo e não é instagramável. Às vezes, o que precisa de ajuste não é o seu relógio biológico, é a lógica que transformou o seu descanso em meta. Cuidar não é controlar, é aprender a se ouvir. 🤎

Uma compulsão não surge do nada. Todo excesso esconde uma falta...Comer demais, comprar sem necessidade, repetir comport...
02/04/2026

Uma compulsão não surge do nada. Todo excesso esconde uma falta...

Comer demais, comprar sem necessidade, repetir comportamentos que trazem alívio e culpa ao mesmo tempo — tudo isso pode ser uma forma de tentar silenciar um vazio que insiste em aparecer. Uma angústia que não foi escutada. Um afeto que não pôde ser vivido com segurança.

Na psicanálise, isso tem nome: sintoma. Não é fraqueza. Não é simplesmente falta de controle. E também não é um erro a ser corrigido, mas uma mensagem que o sujeito ainda não conseguiu traduzir em palavras.

O corpo fala quando falta palavra. Repete quando não consegue elaborar. Exagera quando não consegue significar.
E escutar o que o corpo diz é o que permite que o excesso deixe de ser repetição e se torne possibilidade de transformação.

Percebe como descansar virou quase um desafio? Como se, ao parar, algo em você começasse a incomodar?Esse sentimento tal...
31/03/2026

Percebe como descansar virou quase um desafio? Como se, ao parar, algo em você começasse a incomodar?

Esse sentimento talvez seja resultado de uma cultura que nos ensinou que valor está em produtividade. Que só somos “bons o bastante” quando estamos fazendo, resolvendo, entregando...

E há outro fator silencioso nisso tudo. Vivemos em um ambiente de hiperestimulação constante. Notificações, vídeos curtos, metas, métricas, novidades a cada segundo.

O cérebro se acostuma com pequenos picos de dopamina: cliques, respostas rápidas, recompensas imediatas.
Quando o estímulo cessa, surge o desconforto. O vazio parece estranho. O silêncio inquieta.

Descansar passa a ser confundido com improdutividade. Com culpa. Com atraso.
Mas o descanso não é ausência de valor. É espaço psíquico.

É no descanso que o cérebro reorganiza experiências. É ali que emoções encontram processamento. É ali que a saúde mental ganha território.

Descansar também é um ato de cuidado. E, para muitas pessoas, reaprender isso é parte do processo terapêutico.

Todos na terapia ! 😂🦁
27/03/2026

Todos na terapia ! 😂🦁

Essa reflexão é para te lembrar que se olhar com mais carinho é um processo, e que todo dia é uma chance de começar de n...
20/03/2026

Essa reflexão é para te lembrar que se olhar com mais carinho é um processo, e que todo dia é uma chance de começar de novo!

Tem uma diferença muito sutil — e profunda — entre cuidar de si e tentar se manter no controle o tempo todo.Às vezes, o ...
17/03/2026

Tem uma diferença muito sutil — e profunda — entre cuidar de si e tentar se manter no controle o tempo todo.
Às vezes, o treino diário não é sobre prazer. A alimentação “perfeita” não é sobre nutrição. A disciplina rígida não é sobre saúde.

É sobre medo. Medo de engordar. Medo de perder o controle. Medo de sentir ansiedade. Medo de falhar consigo mesma.
Aqui no set terapêutico, eu vejo isso com frequência: mulheres extremamente disciplinadas, organizadas… mas exaustas por dentro. Mulheres que transformaram autocuidado em vigilância constante. E vigilância nem sempre é saúde.

O problema não é treinar, nem comer bem, nem ter disciplina. O problema é quando isso vira a única forma de se sentir segura.

Porque saúde mental não é viver sob controle. É poder relaxar sem medo. É poder falhar sem se punir. É poder descansar sem culpa.

Talvez a pergunta não seja “estou me cuidando?” Mas sim: estou fazendo isso por amor… ou por medo/ controle?

Existe uma obsessão silenciosa por performance. Acordar cedo, treinar, comer limpo, dormir 8 horas. Tudo virou número.Na...
12/03/2026

Existe uma obsessão silenciosa por performance. Acordar cedo, treinar, comer limpo, dormir 8 horas. Tudo virou número.

Na teoria, essas métricas vieram para incentivar o autocuidado. Na prática, viraram cobrança. E é aí que entra o paradoxo: a mesma geração que fala de saúde o tempo todo é a que mais precisa de um comprimido para conseguir desligar à noite.

Estamos medindo o sono, mas ignorando a ansiedade. Treinando o corpo, mas não processando as emoções. Confundimos cuidado com controle.

Saúde mental não cabe em aplicativo e não é instagramável. Às vezes, o que precisa de ajuste não é o seu relógio biológico, é a lógica que transformou o seu descanso em meta. Cuidar não é controlar, é aprender a se ouvir. 🤎

Do que é feita uma mulher? 🌹No consultório, eu não atendo apenas pacientes. Eu escuto histórias que tentaram ser silenci...
08/03/2026

Do que é feita uma mulher? 🌹

No consultório, eu não atendo apenas pacientes. Eu escuto histórias que tentaram ser silenciadas. Eu vejo a força que se disfarça de delicadeza e a coragem que surge no meio do caos.

Hoje, no Dia Internacional da Mulher, quero convidar você a olhar para além do “ser forte” que a sociedade impôs.
Ser mulher é, muitas vezes, carregar o peso do mundo e, ainda assim, conseguir sorrir. Mas ser mulher, acima de tudo, é ter o direito de ser frágil, de ser humana, de descansar e de reescrever a sua própria narrativa.

Neste 8 de março, eu não penso apenas nas grandes lutas históricas. Penso nas batalhas silenciosas que tantas mulheres enfrentam por dentro.

Que hoje, você não seja celebrada apenas pela sua resiliência, mas respeitada pela sua humanidade.
Que você se dê a chance de olhar para dentro, de acolher suas dores e celebrar suas vitórias — as pequenas e as invisíveis.
A sua voz, a sua história e a sua subjetividade importam.

Feliz dia àquela que transforma a sua própria trajetória.

07/03/2026

A psicanálise é bela e potente!

Não porque não nos coloca no lugar de quem sofre. Mas, justamente, porque nos convida a olhar para a nossa autorresponsabilidade.

É: o que esse sofrimento diz sobre mim, sobre minha história, sobre as escolhas que repito?

É um convite corajoso: sair do automático, deixar de terceirizar a dor e começar a se responsabilizar por quem você é.

Assista e reflita. Porque isso é transformador... Porque assumir a própria história também é um ato de liberdade!

Endereço

São José Do Rio Prêto, SP

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