05/04/2026
A linguagem borrada dos sinólogos que seguem o eurocentrismo e a visão judaico-cristã. Dulcetti apóia-se em obras contextuais como a de Alleton em a"Escrita Chinesa", critica a todas as ilusões feitas sobre os sinogramas ou caracteres arcaicos chineses e os clássicos, há severas críticas nas afirmações de figuristas como Leibniz, Nicolas Fréret, Despeux, Père Larre, Wilhelm, entre outros autores. Já, François Jullien, afirma que, a escrita chinesa não é ideográf**a nem filosóf**a e sim sinográf**a e escrita por quem pensa circular, em chinês antigo, conforme afirma, também, Alleton. Comumente, sinólogos creem nessas fantasias em suas traduçõe "borradas". Alleton escreve sobre a linguística geral e
Língua chinesa. Ela ensina que, a escrita arcaica chinesa em ossos e no casco de tartaruga, o jiaguwen 甲骨文,
"as inscrições não eram uma parte necessária da adivinhação", para remover o aspecto mágico-divinatório que é frequentemente associado a escrita chinesa. Contraparte do sinólogo Léon
Vandermeersch, que afirma , que "a escrita, sem a qual não há, nem pode ser de arquivo, foi inventado primeiro para registrar ações de adivinhação” . segundo o livro intitulado “Concepções da
História Chinesa", Léon Vandermeersch parace não ter tido informações dos textos incrivelmente ousados e certeiros de François Jullien., a exemplo do seu brilhante livro intitulado "As figuras da Imanência", que rompe e desconstrói paradigmas fantasmagóricos , repletos de amarrias cerebrais, textos descontextualizados e desatualizados sobre a sabedoria antiga do pensamento chinês.
Créditos na foto: jia guwen Dinastia Shang, China