Psi Talis Teixeira

Psi Talis Teixeira Terapeuta fenomenológica-existencial
CRP06/164015


Clínica psicológica com enfoque em identidad

Esse crachá e essa pessoa significam tão mais que uma foto e você nem tem ideia...Nessa foto temos tanta coisa nas entre...
05/10/2025

Esse crachá e essa pessoa significam tão mais que uma foto e você nem tem ideia...

Nessa foto temos tanta coisa nas entrelinhas...
Temos um crachá que mostra a minha participação no lugar onde eu escolhi para compartilhar o amor que a minha sempre me ensinou a espalhar, temos o lugar que me permitiu ter contato com tantas coisas que dizem respeito a mim e até me permitiu a entender quem eu sou no mundo, foi na Casa 1 que conheci pessoas como eu e me entendi como Trans, foi e é lá que a cada encontro aprendo sobre pertencimento e amor, sobre o que significa ninguém soltar a mão de ninguém.
E foi ao lado da Dona Alvina que tudo começou já há tantos anos, tenho um carinho e um amor tão grande por essa mulher que mesmo sem saber me devolveu o afeto de mãe que me fez sentir esse carinho novamente, uma mulher que mesmo sem te conhecer transborda amor, atenção, acolhimento, afeto...
Te amo , obrigado por existir e obrigado por me permitir fazer parte desse projeto.

O fim de uma amizade que foi significativa para nós dói tanto quanto perder um amor. Isso ocorre porque perdemos um apoi...
13/04/2022

O fim de uma amizade que foi significativa para nós dói tanto quanto perder um amor. Isso ocorre porque perdemos um apoio emocional, porque deixamos ir um pedaço de nós que nos dava alegria, que nos dava apoio.
O fim de uma amizade dói, às vezes infinitamente. Embora um parceiro não seja o mesmo que ume amigue, na realidade, perder esse apoio cotidiano, essa aliança de confidências, risos e vivências compartilhadas, gera uma dor comparável à perda de um amor. Se o vínculo era significativo, é quase como se separar de uma parte de nós mesmos.
As pessoas, queiramos ou não, são forçadas a passar por vários lutos ao longo de suas vidas. E não nos referimos apenas a uma perda física porque, na realidade, as ausências que mais ocorrem são as relacionadas com a separação de um casal e, principalmente, com o afastamento de pessoas importantes como as amizades.
A dor pelo fim de uma amizade é proporcional à importância do relacionamento perdido. Não importa, portanto, se aquela pessoa esteve ao nosso lado desde a infância ou que tenha sido uma descoberta recente, esse tesouro humano que de repente deu uma nova luz à nossa vida agora está distante.
No entanto, os relacionamentos também se rompem. Além disso, às vezes não é necessário que algo em particular aconteça; a distância e a frieza nos relacionamentos surgem quase sem percebermos. Em particular, isso acontece à medida que atingimos a maturidade, momento em que começamos a ser mais seletivos em nossas relações e interações.
Enfrentar o fim de uma amizade que foi muito significativa para nós implica passar por um luto. Assim, embora muitas vezes ouçamos que amigues vão e vêm, na realidade existem relações que deixam uma marca maior do que outras. A ideia, portanto, é guardar tudo o que foi vivido e aprendido, priorizando os bons momentos compartilhados, lembrando do fato de que todes, incluindo, nossos amigues são seres falhos.

Nem todos os relacionamentos são “felizes para sempre”. Mas quando acontece o rompimento é interessante observar alguns ...
07/04/2022

Nem todos os relacionamentos são “felizes para sempre”. Mas quando acontece o rompimento é interessante observar alguns pontos para superar esse término.
Vale lembrar que isso se aplica a qualquer tipo de relação seja ela de amizade ou um casamento.
✓ Acolha seus sentimentos. Fingir que está tudo bem quando não é bem assim pode ser bastante prejudicial;
✓ Redescubra-se. Muitas vezes, deixamos de fazer atividades que gostamos por não “caber” naquele momento da vida a dois. Permita-se redescobrir atividades que você gostava de fazer antes do relacionamento ou até mesmo de experimentar novas habilidades e experiências;
✓ Pense e planeje seu futuro. Quais são seus objetivos a partir de agora? O que muda e o que pode ser mantido? Comece pelas metas e tarefas mais simples até as mais importantes;
✓ Cuide de si mesmo. É comum que a pessoa deixe de se cuidar quando está passando pelo fim de um relacionamento. No entanto, busque retomar (ou iniciar) a prática de uma atividade física, alimente-se bem e procure ajuda profissional se for necessário. Exercícios físicos e outras atividades prazerosas liberam neurotransmissores que interferem no bem-estar e, consequentemente, trazem mais qualidade de vida;
✓ Permita-se. Se estiver disposto a conhecer novas pessoas, permita-se viver esse momento. Se a situação pedir recolhimento, não force a barra, dê tempo ao tempo;
✓ Conte com o apoio de amigos e familiares. Estar ao lado de pessoas queridas ajuda a olhar a vida sob outras perspectivas e a ressignificar seu tempo com novas vivências e sentimentos;
✓ Se necessário, conte com apoio profissional. Se estiver muito difícil enfrentar este período, procure ajuda terapêutica. Com um atendimento especializado é possível encontrar ferramentas para superar essa fase com mais clareza.
Quase todo mundo experimentará o fim de relacionamento amoroso em algum momento de suas vidas. A maioria provavelmente experimentará os rompimentos várias vezes.

Conforme você cresce, perde o contato com sua brincadeira inata e sustenta a ideia de que a diversão não é uma parte ess...
24/03/2022

Conforme você cresce, perde o contato com sua brincadeira inata e sustenta a ideia de que a diversão não é uma parte essencial da vida.
De acordo com Brene Brown, PhD: “Um componente criticamente importante de viver de todo o coração é a diversão. A diversão é tão essencial para a nossa saúde e funciona como descanso (mas) gastar tempo fazendo atividades sem propósito é raro. Na verdade, para muitos de nós, parece um ataque de ansiedade esperando para acontecer”.
É improvável que você fique semanas sem dormir, mas muitas vezes ficamos uma semana ou mais sem reservar tempo para nos divertirmos. Vivemos em uma cultura de produtividade, onde “fazer as coisas” e “provar a nós mesmos” abrange muito do nosso tempo e espaço mental. Se não conseguimos completar tudo na nossa lista de tarefas, sentimos que não somos suficientes.
Ao nos divertirmos, eliminamos a pressão de parecermos perfeitos. O mundo parece mais brilhante, as pessoas parecem mais amigáveis, e quando voltamos ao nosso trabalho, nos sentimos revigorados. Mas ter tempo para se divertir faz muito mais do que apenas fazer você se sentir melhor no momento.
A boa notícia é que se divertir pode ser simples. Você não precisa ir a um parque de diversões ou tirar férias de duas semanas para obter seu “tempo de recreação” essencial. Os aspectos-chave da diversão são prazer, espontaneidade e um senso de diversão! Nesse sentido, se divertir pode ser quase qualquer coisa, desde que você se divirta. Pense naqueles legos comuns que se tornavam algo extraordinário quando você brincava com eles. O mesmo pode ser verdade sobre uma caminhada ao redor do bairro ou uma visita à livraria. Se você quer reduzir o estresse ou atrair alguém especial, tenha sempre tempo para se divertir!

Você já percebeu como nossas ideias podem nos escravizar?O ideal de sucesso que muitos de nós temos muitas vezes vem do ...
17/03/2022

Você já percebeu como nossas ideias podem nos escravizar?
O ideal de sucesso que muitos de nós temos muitas vezes vem do sinônimo de uma pessoa que é multi-tarefas, super ocupada, sem tempo para nada e talvez aqui esteja a questão: "sem tempo para nada, nem pra si mesme muitas vezes". Vamos rever isso?
É muito comum que as pessoas não queiram conversar sobre o "sucesso" e que até considerem que o tenham alcançado, algumas vezes não se sentindo merecedoras disso, talvez por não se considerarem bem sucedidas dentro do padrão construído socialmente ou idealizado.
É Claro que isso não acontece com todo o mundo, não tem nada de errado caso você se veja como - bem sucedide - inclusive isso pode ser muito saudavél, mas é comum notarmos um mundo bipartido entre sucesso e fracasso , temendo sempre a segunda opção, como pontua Arroyo (2000) .
Mas qual é o nosso ideal de sucesso?
Ser aquela pessoa super atarefada, sem tempo para nada ou aquela que equilibra trabalho e bem estar? Ou aí da aquela que recebe o suficiente para viver de forma confortavél?
Independente de qual seja, precisamos conversar sobre isso, precisamos avaliar, de fato, quias são os nossos ideais, o que queremos e desejamos, aquilo que vemos como confortável, quais são os nossos objetivos, a fim de que assim possamos valorizar nossas conquistas, sabendo se estamos ou não nos aproximando dos nossos desejos. Precisamos valorizar os passos que damos, não podemos por tudo na conta de um trabalho cego sem que a gente pare para uma avaliação constante.
Essa visão desenfreada e auto exigente em busca de um objetivo invisivel não nos levaria a nenhum lugar saudável. Inclusive isso pode ser uma boa explicação para alguns dos transtornos de esgotamento que vemos por ai.

O afeto é um sentimento de carinho por alguém, que se manifesta de várias maneiras, como amizades, namoros e relações fa...
10/03/2022

O afeto é um sentimento de carinho por alguém, que se manifesta de várias maneiras, como amizades, namoros e relações familiares.
Para a psicologia, a afetividade é a capacidade do ser humano de experimentar tendências, emoções, paixões e sentimentos. É através do afeto que revelamos os nossos sentimentos e criamos laços de convivência.
São através de atitudes que o afeto se revela. Em uma relação ou interação humana, existem várias atitudes que precisam acontecer para que o relacionamento evolua e se mantenha.
Em todas as nossas relações sociais, sabemos que algum comportamento é esperado, até mesmo culturalmente, influenciados por filmes, livros e convívio com outras pessoas. O problema é que, por já saber o que é esperado da sociedade, algumas pessoas simplesmente desempenham o seu papel sem verdadeiramente sentir o significado daquela ação. Assim, responde-se à expectativa social, mas, no entanto, não se atinge os verdadeiros resultados do afeto.
Quando não há afeto nas relações, é possível que o indivíduo sinta-se solitário e abandonado. E isso pode ser apenas uma breve sensação ou se estender a um problema mais grave, como a depressão.

Você já deve ter ouvido falar que a infância é uma fase com grande influência na vida adulta. Isso pode ser explicado po...
03/03/2022

Você já deve ter ouvido falar que a infância é uma fase com grande influência na vida adulta. Isso pode ser explicado porque algums experiências vivenciadas quando somos pequenos permanecem marcadas para na nossa mente — inclusive aquelas que não foram prazerosas — e podem ser responsáveis por alguns traumas na infância.
De acordo com o Fundo Nacional das Nações Unidas para a Infância, o abuso sexual, a violência em casa e o trabalho infantil são uma realidade comum na vida de milhões de crianças. Esses são alguns dos problemas causadores de danos emocionais, os quais se revelam como uma resposta do cérebro a um ou vários acontecimentos negativos que se passaram na vida do indivíduo.
Em consequência disso, o trauma pode se manifestar na personalidade e/ ou no comportamento de quem o sofreu, o que gera impactos negativos na saúde mental.
Na infância não temos o discernimento para filtrar o que é bom ou ruim, e assim levamos na memória todos os acontecimentos, sem qualquer avaliação sobre aquilo. A ansiedade, o medo, a insegurança e até alguns transtornos psicológicos são algumas consequências.
Com isso, o indivíduo que sofre com traumas costuma ter dificuldades para conviver em sociedade, se relacionar, apresentam baixa autoestima e agressividade.
É importante entender que os traumas na infância precisam ser levados a sério. Raramente quem sofre com esses danos consegue resolvê-los sozinho. Desse modo, diante de todos os prejuízos que esse problema gera para a vida da pessoa, é essencial buscar ajuda profissional para que se consiga ressignificar as experiências negativas.

Você sabe a diferença entre solidão e solitude? Pois, estar sozinho é uma característica que pode ser definida por dois ...
24/02/2022

Você sabe a diferença entre solidão e solitude? Pois, estar sozinho é uma característica que pode ser definida por dois termos. Desse modo, com certeza você já ouviu falar nas duas palavras, ou, ao menos conhece a palavra solidão. Isso porque as duas palavras caracterizam uma forma de isolamento.
Entretanto, sendo uma delas voluntária e a outra não. Assim, as duas colocações são diferentes tanto em seu significado gramatical quanto em seu significado dentro da Psicologia.
Também na gramática, solitude e solidão apresentam significados distintos. Nesse sentido, o dicionário classifica a palavra “solidão”, entre outros significados, como um estado de quem se sente só. Já solitude, de acordo com o dicionário, representa a solidão. Porém, essa é uma solidão escolhida, desejada ou até mesmo planejada.
A solidão é um aspecto relacionado à tristeza, um isolamento que pode ser tanto voluntário como involuntário. Mas não quer dizer que seja algo positivo, pelo contrário. Isso porque, a maior característica da solidão é sentir-se triste, para baixo e não se sentir importante. Desse modo, o problema da solidão é que, em alguns casos, ela pode se transformar em depressão, entre outras coisas.
Já a solitude representa o isolamento voluntário. Isso caracteriza algo positivo e até saudável. Pois, estar em solitude, significa entrar em reclusão por um período. E isso é feito a partir de uma decisão da pessoa. Por isso, se diz que é um isolamento voluntário, ele decorre de uma decisão pessoal.
Ao contrário da solidão, a solitude pode ser saudável porque representa o prazer de estar sozinho. A pessoa, no geral, gosta da própria companhia. Assim, ela não depende de ninguém e nem espera ter alguém que a acompanhe em tudo.
Sendo assim, essa é uma forma de entrar em contato com o seu interior e aprimorar o autoconhecimento. É uma maneira, também, de trabalhar a autoconfiança e o amor-próprio.
O bom de querer estar sozinho, é que passamos a nos conhecer melhor. Ainda, priorizamos nossas decisões e nos colocamos em primeiro lugar em nossas escolhas.
Contudo, optar por se isolar não quer dizer desistir da vida e da sociedade. Na verdade, é uma escolha pelo autoconhecimento e desenvolvimento da autoconfiança. E isso acontece mesmo que não percebamos na hora que a escolha do isolamento tem esse impacto positivo.
Porém, por sermos seres sociais por natureza, não conseguimos nos desvencilhar completamente da companhia humana. Por isso, entenda que escolher ficar sozinho não quer dizer se isolar.

Quando a rotina se torna presente nos relacionamentos, a paixão dá espaço para um olhar crítico em relação às caracterís...
21/02/2022

Quando a rotina se torna presente nos relacionamentos, a paixão dá espaço para um olhar crítico em relação às características e comportamentos que antes não eram expressas e/ou percebidas. A relação pode sofrer impactos importantes, e se não tomar cuidado, pode ocasionar o fim de uma história de amor.
Para que exista uma relação saudável é preciso compartilhamento de reflexões, respeito em relação às diferenças de posicionamento e opinião. Porém, nem sempre essas reflexões são fáceis de serem realizadas.
Quando o casal se sente infeliz com o rumo da relação e compreendem que há necessidade de mudanças, independente se essas mudanças direcionam para o reencontro do amor, ou para o desejo de divórcio, pode ser o momento ideal para iniciar a psicoterapia.
Cada relação é um universo de possibilidades, de vivências e de fantasias. Para cada casal, a necessidade de iniciar a psicoterapia pode ter motivos diferentes, porém o objetivo das sessões sempre será a resolução dos conflitos e a eliminação do sofrimento.
Tão importante quanto pensar na psicoterapia de casal, é estar disponível a realizar reflexões individuais frente os problemas conjugais.
Ter a conscientização de que para o retorno do bem estar do casal é necessária a contribuição também em seu plano individual, ou seja, estar disponível a fazer questionamentos referentes aos próprios comportamentos e a compreender que ambos são responsáveis pela relação fragilizada.

Alguns podem ser muito eficazes em cobrar as promessas feitas pelos outros, mas não tão bons em lembrar as proferidas po...
17/02/2022

Alguns podem ser muito eficazes em cobrar as promessas feitas pelos outros, mas não tão bons em lembrar as proferidas por eles mesmos.
O momento da promessa costuma ser carregado de muita motivação, normalmente quando prometemos algo estamos crentes que este destino já está traçado, a promessa será cumprida. Mas nem sempre ocorre da forma que gostaríamos. Os ânimos tentem a reduzir momentos ou dias depois da promessa feita e podemos perceber que se foi preciso prometer algo foi porque não seria fácil realizar.
Fazemos promessas à nós mesmos e aos outros, normalmente a quem nos importa ou a quem queremos que pense que nos importa.
Normalmente prometemos algo que acreditamos ser o melhor, mas como a razão nem sempre acompanha a emoção podemos descobrir que nossa promessa pode não trazer benefícios ou que fazer o melhor para si mesmo pode ser mais difícil do que parece.
Talvez pelo mesmo motivo que foi necessário fazer a promessa, talvez porque estas coisas sejam difíceis de serem realizadas. Cada um tem o seu “calo”. Cada um tem sua área onde as coisas ficam mais difíceis. Alguns tem seria dificuldades em áreas onde para a maioria das pessoas seria muito tranquilo.
Querer cumprir uma promessa não é garantia de que ela será cumprida. É preciso esforço, o empenho e saber o caminho para cumprir.
Muitas vezes as promessas não são cumpridas porque o que parece fácil na verdade não é.
Muitas vezes prometemos alguma coisa porque algo nos impediu de já ter realizado de forma tranquila.
Saber o que nos impede pode ser o primeiro grande passo. Saber como fazer o segundo. Ter energia para colocar em pratica o último.

A autoestima, assim como a consciência do nosso próprio valor, está relacionada com a imagem que criamos de nós mesmos e...
10/02/2022

A autoestima, assim como a consciência do nosso próprio valor, está relacionada com a imagem que criamos de nós mesmos e com o quanto nos respeitamos enquanto indivíduos.
Você já parou para pensar o quanto ter autoestima pode influenciar na sua vida? Se você se sente bem consigo mesmo, é muito mais provável que suas relações sejam melhores, que você enfrente a vida com confiança e otimismo, que atinja suas metas e sinta-se realizado.
Agora, se você tem autoestima baixa, é comum sentir-se inferior e ter pensamentos negativos sobre si. Considerar-se incapaz, rejeição, vergonha e tristeza são alguns sentimentos comuns. Todos esses pensamentos e opiniões prejudicam seu desenvolvimento e, quando frequentes, podem causar depressão, fobias e diminuir o bem-estar.
A baixa autoestima está ligada à dificuldade de auto aceitação e a falta de autoconhecimento. Geralmente, quem tem autoestima baixa se sente sem confiança, incapaz e incompetente, e entra em um ciclo vicioso: quanto mais se sente assim, mais age como se realmente fosse incapaz e isso aumenta ainda mais os sentimentos negativos.
É necessário saber que a baixa autoestima não nasce com você. Geralmente, é construído e moldado a partir de experiência vividas ao longo da vida.
Lidar com emoções, sensações, transformações e problemas do dia a dia é um desafio para todos. Porém, para quem tem baixa autoestima, esses desafios se ampliam e tornam-se ainda mais complicados, afetando diretamente a relação consigo mesmo e com o mundo.
Por isso, buscar um psicólogo é tão importante. O profissional ajuda a identificar o que fere a sua confiança em si mesmo e encontra uma maneira eficaz de trabalhar estas questões, levando você a fazer uma autorreflexão para que compreenda e entenda seus pensamentos, opiniões e atitudes mais profundamente.

Existem épocas em que uma pessoa parece sofrer uma desilusão atrás da outra, viver aos trancos a barrancos para, no fim,...
04/02/2022

Existem épocas em que uma pessoa parece sofrer uma desilusão atrás da outra, viver aos trancos a barrancos para, no fim, abrir os olhos e descobrir que habitava uma ilha estranha rodeada por falsos afetos, pessoas com fundos falsos e sentimentos equivocados. É então que recolhemos os pedaços do nosso coração para avançar sem olhar para trás.
Dizem os especialistas da psicologia do esporte que qualquer atleta deve aprender desde bem cedo a lidar com a desilusão. Em qualquer esporte de competição sempre vai existir um vencedor e um perdedor. Os atletas sempre vão experimentar momentos de maior ou menor rendimento, assim como lesões e acontecimentos alheios à própria preparação ou rendimento que podem vetar o poder de participar em uma competição, uma prova ou uma partida.
No jogo da vida acontece o mesmo. No entanto, a maioria de nós aprende desde cedo a ideia de que se alguém se esforça, o êxito está garantido e que se você cuidar bem das pessoas que ama, elas responderão do mesmo modo. Quase ninguém nos quis revelar que no quadrilátero da vida real, dois mais dois nem sempre é quatro, que os dias cinzentos são mais comuns do que os azuis, e que as pessoas são falíveis, contraditórias e imperfeitas.
Digerir as desilusões cotidianas não é tarefa fácil. No entanto, e como curiosidade, cabe dizer que a desilusão é a terceira emoção mais experimentada pelo ser humano depois do amor e do arrependimento, e portanto devemos aprender a reconhecê-la, a assumi-la e a enfrentá-la.
Devemos entender que todos somos falíveis, inclusive nós mesmos. Todos temos o poder de iludir e desiludir, portanto, todos estamos sujeitos a esta roda gigante onde às vezes se ganha e outras se perde, onde os lugares certos aos poucos já não são mais certos e é preciso se reciclar, mudar o mapa da estrada, as pessoas e até os objetivos.

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