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24/12/2025

Os tipos de TOC

Existem dois tipos de TOC:
Obsessivo - faz referência à fonte das perturbações que levam a comportamentos compulsivos: A mente - É nela que estão os pensamentos e as fobias que, por sua vez, podem ou não se materializar em diversos tipos de manias.
Vale destacar que portadores desse transtorno podem apresentar tendências contra a própria vida. Por isso, é preciso levar a sério essa condição e estimular o diálogo para que possam ser detectados a tempo prováveis obsessões, medos ou fobias que induzam ao TOC.
Compulsivo - A maneira mais comum de manifestação do TOC é por meio da compulsão, que é caracterizada por rituais repetitivos de organização ou limpeza.
Muitos pacientes diagnosticados com esse transtorno têm um medo irracional de serem contaminados por bactérias e vírus.
Por isso, se veem obrigados a higienizar objetos sistematicamente, tomar vários banhos ao dia ou lavar as mãos repetidas vezes, mesmo depois de acabar de lavá-las.
Já as pessoas que têm compulsão por organização tendem a ordenar móveis, pertences e outros objetos de forma repetida e constante, dificilmente dando-se por satisfeitas.

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23/12/2025

O que é o TOC?

TOC é um transtorno psiquiátrico de ansiedade que tem como principal característica a presença de crises recorrentes de obsessões e compulsões.
Entende-se por obsessão: pensamentos, ideias e imagens que invadem a pessoa insistentemente, sem que ela queira. Como um disco riscado que se põe a repetir sempre o mesmo ponto da gravação, eles ficam patinando dentro da cabeça e o único jeito para livrar-se deles por algum tempo é realizar o ritual próprio da compulsão, seguindo regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas, que ajudam a aliviar a ansiedade. Alguns portadores dessa desordem acham que, se não agirem assim, algo terrível pode acontecer-lhes. No entanto, a ocorrência dos pensamentos obsessivos tende a agravar-se à medida que são realizados os rituais e pode transformar-se num obstáculo não só para a rotina diária da pessoa como para a vida da família inteira.
Em geral, os rituais se desenvolvem nas áreas da limpeza, checagem ou conferência, contagem, organização, simetria, colecionismo, e podem variar ao longo da evolução da doença.

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20/12/2025

Possíveis efeitos colaterais do uso do CBD no tratamento da epilepsia

O canabidiol (CBD) tem sido cada vez mais utilizado como terapia complementar no tratamento de algumas formas de epilepsia, especialmente as epilepsias refratárias. Em geral, o CBD é considerado bem tolerado, mas, como qualquer tratamento, pode causar efeitos colaterais, que variam de pessoa para pessoa.
Efeitos colaterais mais comuns
Sonolência ou sedação, principalmente no início do tratamento ou com doses mais altas;
Cansaço ou sensação de fadiga;
Diarreia ou alterações gastrointestinais;
Redução do apetite;
Boca seca;
Tontura.

O uso do canabidiol no tratamento da epilepsia é promissor e pode trazer benefícios importantes, mas deve ser feito de forma responsável, individualizada e sempre com acompanhamento médico especializado, garantindo segurança e eficácia.

18/12/2025

Interação medicamentosa do canabidiol e outros medicamentos para a epilepsia

A interação medicamentosa entre o canabidiol (CBD) e outros medicamentos para a epilepsia é uma consideração importante ao iniciar o tratamento com CBD. Como o CBD é metabolizado principalmente pelo fígado, ele pode afetar o metabolismo de outros medicamentos que também são metabolizados pelas mesmas enzimas hepáticas.
Isso pode levar a um aumento ou diminuição dos níveis sanguíneos desses medicamentos, potencialmente afetando sua eficácia e segurança. Além disso, alguns medicamentos antiepilépticos também podem afetar o metabolismo do CBD.
É importante que os pacientes informem seus médicos sobre todos os medicamentos que estão tomando, incluindo suplementos dietéticos e produtos à base de CBD, para evitar interações medicamentosas potencialmente perigosas. Os médicos podem ajustar as doses ou escolher medicamentos alternativos, se necessário, para garantir um tratamento seguro e eficaz da epilepsia.

17/12/2025

Como o canabidiol é capaz de tratar crises convulsivas?

O canabidiol (CBD) é capaz de tratar crises convulsivas devido a uma variedade de mecanismos de ação, incluindo sua capacidade de modular a atividade neuronal e reduzir a inflamação no cérebro.
Uma das maneiras pelas quais o CBD pode reduzir as crises convulsivas é através da interação com o sistema endocanabinóide do corpo, que desempenha um papel crucial na regulação da atividade neuronal. O CBD atua como um modulador dos receptores canabinóides CB1 e CB2, que estão presentes no cérebro e no sistema nervoso central. Ao ativar esses receptores, o CBD pode ajudar a regular a transmissão de sinais neurais, reduzindo a hiperexcitabilidade neuronal que pode levar às crises convulsivas.
Além disso, o CBD possui propriedades anti-inflamatórias e neuroprotetoras. Ele pode reduzir a ativação das células da glia, que desempenham um papel na resposta inflamatória do cérebro às crises convulsivas. Ao reduzir a inflamação e a lesão cerebral associadas às crises epilépticas, o CBD pode ajudar a prevenir a recorrência das crises e proteger as células nervosas contra danos.
É importante ressaltar que o CBD pode afetar diferentes pacientes de maneiras diferentes, e sua eficácia no tratamento das crises convulsivas pode variar de pessoa para pessoa.

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16/12/2025

O uso do canabidiol na epilepsia

O uso do canabidiol (CBD) na epilepsia tem despertado interesse significativo nos últimos anos devido a relatos anecdóticos e evidências emergentes sugerindo que o CBD pode ser eficaz no controle das crises epilépticas, especialmente em casos de epilepsia refratária, onde os tratamentos convencionais não são eficazes.
Vários estudos clínicos e pesquisas pré-clínicas investigaram o potencial terapêutico do CBD na epilepsia, com alguns resultados promissores. Um estudo publicado no New England Journal of Medicine em 2017 mostrou que o CBD reduziu significativamente o número de convulsões em crianças com síndrome de Dravet, uma forma rara e grave de epilepsia, em comparação com um grupo placebo.

O mecanismo exato pelo qual o CBD exerce seus efeitos antiepilépticos ainda não é completamente compreendido, mas parece envolver vários mecanismos, incluindo a modulação da atividade dos receptores de neurotransmissores, a redução da excitabilidade neuronal e a regulação do sistema endocanabinóide do corpo.

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13/12/2025

Como é feito o tratamento da epilepsia?

O tratamento da epilepsia é individualizado e depende do tipo de crise, gravidade, idade e resposta de cada paciente. As principais abordagens incluem:

Medicamentos antiepilépticos: são a base do tratamento e ajudam a reduzir ou prevenir as crises.
Cirurgia: indicada quando as crises não respondem aos medicamentos. Pode remover o foco epiléptico ou usar técnicas como estimulação cerebral profunda.
Estimulação do nervo vago (ENV): opção para epilepsia resistente, quando a cirurgia não é adequada.
Dieta cetogênica: rica em gorduras e pobre em carboidratos, é especialmente eficaz em crianças com epilepsia difícil de controlar.
Terapias complementares: como terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicoterapia e biofeedback, ajudam no bem-estar do paciente.

12/12/2025

Como é feito o diagnóstico da Epilepsia?

O diagnóstico da epilepsia é um processo complexo que geralmente requer uma abordagem multidisciplinar envolvendo neurologistas, neurofisiologistas, neurorradiologistas e outros especialistas em saúde.. Os exames mais comunspara detectar e diagnosticar a epilepsia incluem:

Eletroencefalograma : Este é um dos exames mais importantes para diagnosticar a epilepsia. Ele registra a atividade elétrica do cérebro e pode ajudar a identificar padrões anormais de atividade que são indicativos de epilepsia.
Ressonância Magnética: Exame de imagem frequentemente realizado para detectar qualquer anormalidade estrutural no cérebro, como tumores, lesões ou malformações cerebrais, que possam estar causando as crises epiléticas.
Tomografia Computadorizada : Exame de imagem também pode ser utilizado para detectar anormalidades estruturais no cérebro, embora seja menos sensível do que a ressonância magnética.
Vídeo-EEG de longa duração: Este é um tipo especial de EEG que é combinado com vídeo para monitorar a atividade cerebral e comportamental por um período prolongado. Isso pode ser útil para registrar eventos epilépticos e determinar o tipo específico de epilepsia.
Exames de sangue: Certos exames de sangue podem ser realizados para descartar outras condições médicas que possam estar causando os sintomas semelhantes aos da epilepsia, como distúrbios metabólicos.

Além desses exames, o médico pode solicitar outros te**es específicos com base na suspeita clínica e nos resultados iniciais dos exames.

11/12/2025

Quais são os sintomas da epilepsia?

Os sintomas de epilepsia estão relacionados ao tipo de epilepsia que o indivíduo possui. Existem vários tipos, sendo que os mais comuns são:
1. Crise tônico-clônica (ataque epilético) - É a forma mais conhecida de epilepsia. Caracteriza-se por: convulsões , queda ao chão, salivação intensa, respiração irregular ou ofegante, possível mordida da língua e perda de consciência. Após a crise, a pessoa costuma sentir cansaço intenso, confusão mental ou sonolência.
2. Crise de ausência : geralmente mais leve e comum em crianças, envolve: olhar parado ou “vazio”, interrupção repentina da fala ou da atividade que estava sendo realizada, A pessoa volta rapidamente ao normal e muitas vezes não percebe que teve uma crise.
3. Crises parciais simples (focais simples): Nessas crises, o indivíduo permanece consciente, mas pode apresentar: alterações sensoriais, movimentos involuntários, distorção da percepção do próprio corpo ou do ambiente.
4. Crises parciais complexas (focais complexas): alteração da consciência, mas não convulsões generalizadas. A pessoa pode: parecer desconectada ou confusa, não responder adequadamente ao que se passa ao redor.

10/12/2025

Quais os tipos de epilepsia e como se manifestam

A epilepsia é classificada em diferentes tipos com base na natureza e na extensão das crises epilépticas. Os dois principais tipos de epilepsia são a epilepsia generalizada e a epilepsia focal (anteriormente conhecida como epilepsia parcial).
Na epilepsia focal, as descargas anormais de atividade elétrica começam em uma parte específica do cérebro e podem se espalhar para outras áreas, mas não afetam todo o cérebro. Já na epilepsia generalizada, as descargas elétricas ocorrem em ambos os hemisférios cerebrais simultaneamente, afetando todo o cérebro.
As crises epilépticas podem se manifestar de várias maneiras, dependendo do tipo e da área do cérebro afetada. Os sintomas podem incluir convulsões, movimentos involuntários, perda de consciência, sensações anormais ou comportamento incomum.
Embora a epilepsia possa afetar pessoas de todas as idades, é mais comum em crianças e idosos. A epilepsia infantil é um termo genérico usado para descrever os diferentes tipos de epilepsia que ocorrem em crianças.

09/12/2025

O que é a epilepsia?

A epilepsia é uma condição médica na qual ocorre um desequilíbrio temporário no funcionamento normal do cérebro, resultante da emissão de sinais elétricos anormais, descargas ou impulsos por neurônios, as células do cérebro. Essas anormalidades podem levar a episódios chamados de crises epilépticas, durante os quais a pessoa pode experimentar convulsões, perda de consciência, movimentos descontrolados ou outros sintomas, dependendo da área do cérebro afetada.
Embora as crises epilépticas possam ser assustadoras e debilitantes, é importante ressaltar que a epilepsia é uma condição reversível e, após o término de um episódio, a maioria das pessoas retorna ao seu estado normal. No entanto, em alguns casos, o tratamento médico pode ser necessário para controlar os sintomas e prevenir futuras crises. O acompanhamento médico adequado e o uso de medicação podem ajudar a gerenciar eficazmente a epilepsia e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

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