Dra Luciana Zattar

Dra Luciana Zattar Médica - Radiologia Musculoesquelética

Ultrassom Dermatológico (Pele e Partes Moles)

CRM/SP1591

04/01/2026

O ultrassom microfocado atua de forma precisa, entregando energia exatamente nas camadas profundas da pele onde o estímulo ao colágeno realmente acontece.

Esses pontos de calor controlado desencadeiam um processo de reorganização tecidual, ativando fibroblastos e promovendo a produção de colágeno no local exato da aplicação.

Quando avaliamos esse processo pela ecografia, conseguimos observar a resposta do tecido ao longo do tempo, confirmando se o estímulo atingiu o plano correto e se a reorganização está ocorrendo como esperado.

É tecnologia aplicada com precisão e acompanhada por imagem, ela se torna ainda mais segura e previsível.

Me siga para entender como cada tecnologia atua por dentro da pele e como interpretar seus efeitos na imagem.

02/01/2026

Os aparelhos portáteis trouxeram mais mobilidade e acesso ao ultrassom.

São práticos, fáceis de transportar e permitem avaliações rápidas em diferentes contextos clínicos.

Para triagens, acompanhamentos simples e situações em que agilidade é essencial, eles cumprem bem o seu papel.

Mas é importante lembrar: cada tipo de aparelho tem sua indicação.

Portabilidade facilita, mas a escolha do equipamento sempre deve respeitar o objetivo do exame e o nível de detalhe necessário.

Entender essas diferenças é o que garante uso consciente da tecnologia.

Me siga para aprender mais sobre ultrassom dermatológico, equipamentos e interpretação de imagem.

30/12/2025

Nem todo transdutor foi feito para pele e é por isso que tanta gente se frustra ao tentar enxergar detalhes que simplesmente não aparecem na imagem.

Quando falamos de ultrassom dermatológico, um bom transdutor não é sobre marca, luxo ou modismo. É sobre capacidade real de revelar microestruturas.

Aqui estão 4 características que realmente importam:

1 — Alta frequência de verdade
Frequências elevadas (20–30 MHz ou mais) são o que permitem ver detalhes finos da derme, anexos, planos superficiais e nuances impossíveis em transdutores comuns.

2 — Resolução axial e lateral superior
Não basta ampliar, precisa entregar nitidez. Um transdutor bom separa estruturas muito próximas e evita interpretações imprecisas.

3 — Foco otimizado para estruturas superficiais
A pele está nos primeiros milímetros. Se o transdutor “olha fundo demais”, ele perde qualidade onde mais importa.

4 — Sensibilidade para pequenas variações de ecogenicidade
É isso que permite diferenciar edema, inflamação, fibrose, produto… sem depender do “achismo” visual.

Um bom transdutor não só mostra a pele, ele revela o que está acontecendo ali dentro.

Clique no link da bio e entre na lista de espera do próxima Zderm.

28/12/2025

Manchas na pele costumam ser vistas como algo “normal do tempo”… mas, na prática, nem sempre são tão simples assim.

Por trás de uma alteração de cor, pode existir inflamação, mudança na derme, resposta pós-procedimento, alterações vasculares ou até condições que só aparecem quando observamos a pele por dentro.

Na ecografia, conseguimos diferenciar o que é apenas superficial do que realmente está acontecendo nas camadas mais profundas e isso muda totalmente a conduta.

A pele sempre conta uma história, a questão é saber interpretá-la com precisão.

Me siga para aprender mais sobre o que a imagem revela sobre a pele, além do que os olhos enxergam.

26/12/2025

O SMAS platisma é uma daquelas estruturas que passam despercebidas na anatomia tradicional… mas que, quando observadas pela imagem, mudam completamente a forma de entender a face.

Ele conecta pele, gordura e musculatura de um jeito único, criando continuidade, suporte e movimento.

E no ultrassom, essa camada aparece com uma nitidez que revela muito mais do que imaginamos: tensão, espessamento, padrões de deslizamento e até respostas aos procedimentos estéticos.

Compreender o SMAS platisma é compreender a base de sustentação do terço inferior da face e isso transforma avaliação, diagnóstico e conduta.

Me siga para aprender mais sobre anatomia funcional e interpretação da pele pela imagem.

24/12/2025

Edema, inflamação e acúmulo de produto podem até gerar um visual parecido na clínica… mas na imagem eles contam histórias completamente diferentes.

É nessas nuances que o ultrassom dermatológico se torna indispensável.

Aqui estão 5 diferenças que ajudam a separar cada um deles na imagem:

1 — Padrão de ecogenicidade
O edema costuma ser mais homogêneo; a inflamação altera a ecogenicidade de forma irregular; o acúmulo de produto tem textura própria, distinta do tecido ao redor.

2 — Distribuição do achado
O edema é difuso, se espalha, a inflamação forma áreas focais ou segmentadas.
O produto aparece como um ponto ou volume bem delimitado.

3 — Relação com os planos anatômicos
No edema, os planos se mantêm preservados; na inflamação, começam a perder definição; no produto, há deslocamento ou ocupação clara daquele espaço.

4 — Comportamento no deslizamento
O edema mantém mobilidade; a inflamação reduz; o acúmulo de produto cria resistência localizada ao movimento do transdutor.

5 — Resposta ao Doppler
Inflamação aumenta fluxo, edema nem sempre, produto, por sua vez, costuma ter fluxo preservado ao redor.

Entender essas diferenças muda diagnóstico, conduta e evita decisões precipitadas.

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22/12/2025

O ultrassom microfocado facial funciona de um jeito diferente de outras tecnologias: ele entrega energia em pontos exatos, lá no fundo da pele, na derme profunda, no subcutâneo e até no SMAS, a camada responsável pela sustentação do rosto.

Esses disparos criam microáreas controladas de calor, que estimulam reorganização de colágeno, firmeza e melhora estrutural ao longo das semanas.

E o mais interessante: tudo isso acontece sem “machucar” a superfície.

No ultrassom dermatológico, conseguimos ver onde essa energia atuou, como o tecido reagiu e se a resposta está evoluindo como esperado.

Isso é o que garante precisão, segurança e resultado real.

Me siga para aprender como cada tecnologia funciona por dentro e como interpretar seus efeitos na imagem.

20/12/2025

Antes de definir o preço de um exame, pense no valor que ele entrega.

Porque um exame não é apenas uma imagem, é tempo dedicado, é interpretação profunda, é responsabilidade clínica, é experiência acumulada e é a segurança que o paciente leva consigo.

Colocar preço sem considerar tudo isso é reduzir a medicina a um número e ignorar o impacto real que um exame bem feito tem na conduta.

O valor está no cuidado, na precisão, na atenção ao detalhe e no compromisso de entregar algo que realmente faz diferença.

O preço vem depois, o valor vem primeiro.

Me siga para conteúdos sobre ultrassom dermatológico, prática médica consciente e interpretação da pele com profundidade.

18/12/2025

No ultrassom dermatológico, o diagnóstico não muda por grandes achados, mas pelos detalhes.
 
São nuances pequenas, quase invisíveis para olhos destreinados, que definem se o caso é simples, complexo, inflamatório, fibroso ou até mesmo um acúmulo de produto mal interpretado.
 
Aqui estão 7 detalhes que transformam completamente um diagnóstico:
 
1 — A ecogenicidade exata da derme
Diferenças mínimas já indicam inflamação, reorganização ou degeneração precoce.
 
2 — O padrão de deslizamento entre os planos
Tecidos que não se movem como deveriam revelam tensão, fibrose inicial ou resposta pós-procedimento.
 
3 — O comportamento do subcutâneo
A hipoderme fala muito mais do que pensamos, ela mostra inflamação, retenção, e até como o preenchimento está se integrando.
 
4 — O desenho da borda de um nódulo ou acúmulo
Contornos dizem tudo: se é reativo, se é produto, se é inflamatório ou não.
 
5 — A continuidade (ou falta dela) entre as camadas
Pequenas quebras ou irregularidades mudam a interpretação inteira.
 
6 — A resposta ao Doppler
Fluxo aumentado, diminuído ou ausente muda a suspeita diagnóstica imediatamente.
 
7 — A relação do achado com a anatomia funcional
A imagem só faz sentido quando respeita o movimento e o comportamento real da pele.
 
Quem aprende a enxergar esses detalhes deixa de “ver imagem” e passa a interpretar tecido vivo. E isso faz toda diferença na prática.
 
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16/12/2025

A ultrassonografia dermatológica não é apenas mais um exame, ela é uma forma de interpretar a pele por dentro, com detalhes que a clínica sozinha não alcança.

É ela que mostra a real profundidade de uma lesão, a verdadeira extensão de uma inflamação, o comportamento do subcutâneo, e até como o tecido reage aos procedimentos estéticos.

Na prática, isso significa menos suposição, menos risco, mais segurança e decisões muito mais precisas.

A imagem não substitui o olhar clínico, ela amplia, ela confirma e ela revela.

Me siga para mergulhar mais fundo na anatomia real da pele e na interpretação ecográfica aplicada à prática médica.

14/12/2025

Muita gente olha apenas para o valor do exame.

Mas o que realmente diferencia um exame do outro não está no preço, está no tempo.

Tempo para ouvir a história.
Tempo para entender a queixa.
Tempo para avaliar com calma, sem pressa.
Tempo para interpretar cada camada do tecido com a profundidade que o paciente merece.

Quando o ultrassom é feito no ritmo do convênio, ele vira um procedimento rápido. Quando é feito no ritmo certo, ele vira um encontro clínico.

E é nesse encontro que a diferença acontece: mais precisão, mais segurança, mais cuidado.

O exame deixa de ser uma imagem e se torna uma verdadeira decisão médica.

Me siga para conteúdos que mostram a pele por dentro, com técnica, ciência e humanidade.

12/12/2025

No início, é normal que algumas interpretações ultrassonográficas pareçam parecidas demais e é justamente aí que muitos médicos se confundem.

A ecografia cutânea exige olhar treinado, comparação fina e entendimento de como cada tecido deveria se comportar.

Aqui estão 5 interpretações que confundem até quem está começando:

1 — Edema x Inflamação inicial
Ambos aumentam a espessura, mas a inflamação altera arquitetura e ecogenicidade de forma sutil, detalhes que passam despercebidos no começo.

2 — Produto bem distribuído x produto espalhado demais
À primeira vista tudo parece homogêneo, mas o padrão de borda e a relação com os planos revelam histórias totalmente diferentes.

3 — Fibrose precoce x espessamento reativo
Os dois parecem “endurecer” o tecido, mas a fibrose muda o deslizamento e cria padrões mais fixos na imagem.

4 — Hipoecogenicidade por reação x hipoecogenicidade natural
Nem toda área escura é problema e aprender essa diferença evita alarmes falsos e condutas desnecessárias.

5 — Camada superficial espessada x alteração profunda refletida
Muitos acham que o problema está na superfície, mas é o plano profundo que está gerando a mudança visual.

Com o tempo, o olho começa a diferenciar nuances que mudam completamente a conduta e é exatamente isso que transforma a prática.

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