12/04/2026
Tumores de anexos cutâneos (derivados de folículos pilosos, glândulas sebáceas ou sudoríparas) são raros, e a maioria é benigna. Mas alguns são malignos e agressivos. Cinco critérios ultrassonográficos ajudam a diferenciar.
Critério 1: Tamanho.
Tumores benignos de anexos geralmente são pequenos (2cm têm maior probabilidade de malignidade ou transformação maligna.
Critério 2: Margens.
Tumores benignos têm contornos bem definidos, regulares, cápsula evidente. Malignos têm margens irregulares, infiltrativas, mal delimitadas invadindo tecido adjacente.
Critério 3: Profundidade de invasão.
Benignos ficam na derme ou subcutâneo superficial. Malignos invadem subcutâneo profundo, fáscia, músculo. Crescimento vertical agressivo é sinal de alerta.
Critério 4: Vascularização ao Doppler.
Benignos têm vascularização periférica mínima ou ausente. Malignos mostram vascularização interna abundante, vasos penetrando a massa, padrão desorganizado.
Critério 5: Linfonodos regionais.
Presença de linfonodomegalia satélite com espessamento cortical >3mm, perda do hilo e vascularização periférica sugere metástase linfonodal.
Nenhum critério isolado confirma malignidade, mas combinação de 3 ou mais características suspeitas exige biópsia urgente. Ultrassom orienta suspeição e urgência diagnóstica.
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