Dr. Arnaldo Cambiaghi

Dr. Arnaldo Cambiaghi 🎯 Fertilização com precisão!
🤰🏼FIV, Endometriose, idade avançada, má-respondedora

12/02/2026

A segurança dentro de um laboratório de reprodução assistida é um dos pilares mais críticos de todo o tratamento. Cada etapa, desde a coleta dos gametas até o cultivo embrionário, exige protocolos rigorosos, rastreabilidade contínua e controle absoluto de variáveis ambientais e humanas. Sistemas de identificação eletrônica, como o RI Witness, permitem monitorar em tempo real cada manipulação de óvulos, espermatozoides e embriões, reduzindo ao máximo o risco de qualquer troca de material genético.

Além da rastreabilidade, o laboratório precisa manter controle preciso de temperatura, umidade, qualidade do ar, níveis de CO₂ e prevenção microbiológica. Incubadoras calibradas, fluxos de ar filtrado e rotinas rígidas de assepsia garantem um ambiente estável e seguro para o desenvolvimento embrionário. Pequenas variações podem impactar diretamente a viabilidade dos embriões, por isso a padronização técnica é essencial.

Outro ponto fundamental é o controle do trajeto do material biológico: identificação dupla, checagens sequenciais, documentação contínua e treinamento constante da equipe. Cada movimento dentro do laboratório é validado por protocolos que visam segurança máxima e previsibilidade dos resultados.

Na reprodução assistida, trabalhamos com estruturas extremamente delicadas e únicas. Por isso, a confiança do paciente nasce da combinação entre tecnologia, processos e responsabilidade técnica. Segurança não é um detalhe: é o que sustenta a tranquilidade de quem deposita no laboratório o seu maior projeto de vida.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 | RQE 42074
Título Especialista em Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO - Medicina Reprodutiva

Quando falamos em implantação embrionária, muitas pessoas pensam apenas na qualidade do embrião ou na preparação do endo...
12/02/2026

Quando falamos em implantação embrionária, muitas pessoas pensam apenas na qualidade do embrião ou na preparação do endométrio. Mas existe um terceiro protagonista nesse processo: o sistema imunológico da mulher.

Durante a implantação, o embrião precisa “conversar” com o organismo materno para que seja aceito e consiga se fixar corretamente no útero. Uma das interações mais importantes dessa comunicação acontece entre duas moléculas chamadas KIR e HLA-C.

O HLA-C é uma proteína presente nas células do embrião, herdada do pai. Já os receptores KIR estão nas células natural killer do útero, que são responsáveis por regular a resposta imunológica no início da gestação.

Quando essa interação acontece de forma equilibrada, as células imunológicas ajudam o embrião a se implantar, favorecem a formação da placenta e contribuem para o desenvolvimento saudável da gravidez.

Em algumas combinações específicas entre o KIR materno e o HLA-C do embrião, essa comunicação pode não ocorrer da melhor maneira. Isso não significa rejeição, mas uma adaptação imunológica menos favorável, que pode estar relacionada a falhas repetidas de implantação ou perdas gestacionais precoces.

Por isso, em situações selecionadas, especialmente após insucessos em tratamentos de fertilização assistida, a avaliação dessa interação pode trazer informações importantes e ajudar a personalizar a estratégia do tratamento.

A medicina reprodutiva avança justamente assim: entendendo cada detalhe, respeitando a individualidade de cada casal e buscando caminhos cada vez mais precisos para transformar o sonho em realidade.

Dr. Arnaldo Cambiaghi CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

12/02/2026

A segurança dentro de um laboratório de reprodução assistida é um dos pilares mais críticos de todo o tratamento. Cada etapa — desde a coleta dos gametas até o cultivo embrionário — exige protocolos rigorosos, rastreabilidade contínua e controle absoluto de variáveis ambientais e humanas. Sistemas de identificação eletrônica, como o RI Witness, permitem monitorar em tempo real cada manipulação de óvulos, espermatozoides e embriões, reduzindo ao máximo o risco de qualquer troca de material genético.

Além da rastreabilidade, o laboratório precisa manter controle preciso de temperatura, umidade, qualidade do ar, níveis de CO₂ e prevenção microbiológica. Incubadoras calibradas, fluxos de ar filtrado e rotinas rígidas de assepsia garantem um ambiente estável e seguro para o desenvolvimento embrionário. Pequenas variações podem impactar diretamente a viabilidade dos embriões, por isso a padronização técnica é essencial.

Outro ponto fundamental é o controle do trajeto do material biológico: identificação dupla, checagens sequenciais, documentação contínua e treinamento constante da equipe. Cada movimento dentro do laboratório é validado por protocolos que visam segurança máxima e previsibilidade dos resultados.

Na reprodução assistida, trabalhamos com estruturas extremamente delicadas e únicas. Por isso, a confiança do paciente nasce da combinação entre tecnologia, processos e responsabilidade técnica. Segurança não é um detalhe: é o que sustenta a tranquilidade de quem deposita no laboratório o seu maior projeto de vida.

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO - Medicina da Reprodução

11/02/2026

Hoje, às 20h – LIVE

Eu e o Dr. Paulo Cossi, vamos falar ao vivo sobre o HyCoSy, um exame moderno, seguro e cada vez mais utilizado na investigação da fertilidade feminina que já está disponível no IPGO.

Na live, vamos explicar para que ele serve, quando é indicado, como é feito na prática e quais são suas vantagens em relação à histerossalpingografia tradicional. Vamos conversar sobre avaliação das trompas, anatomia uterina e como esse exame pode ajudar a definir o melhor caminho para quem deseja engravidar.

Se você está tentando gestar, iniciando a investigação ou quer entender melhor seus exames, essa live é para você. Informação correta evita atrasos no diagnóstico e torna o tratamento muito mais assertivo.

Participe, envie suas dúvidas através da CAIXINHA DE PERGUNTAS QUE ESTÁ NOS STORIES e acompanhe a explicação em tempo real.

Te espero na live.

Dr. Arnaldo Cambiaghi CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

📣LIVE - HyCoSy: Tecnologia que está transformando a avaliação da fertilidade feminina.📅 11/02/2026 – Quarta-feira⏰ 20h (...
10/02/2026

📣LIVE - HyCoSy: Tecnologia que está transformando a avaliação da fertilidade feminina.

📅 11/02/2026 – Quarta-feira
⏰ 20h (horário de Brasília)
📍 Instagram

Amanhã, quarta-feira farei uma live com o Dr. Paulo Cossi, vamos discutir como o novo exame HyCoSy se tornou uma alternativa moderna, menos invasiva e altamente informativa para analisar a cavidade uterina e a permeabilidade tubária, etapas essenciais no planejamento dos tratamentos de reprodução assistida.

Vamos abordar temas como:
✔️ Quando o exame é indicado?
✔️ O que ele avalia na prática clínica?
✔️ Este exame poderá substituir a histerossalpingografia?
✔️ Impacto na condução de FIV e na investigação de infertilidade?

Uma conversa direta, baseada em experiência clínica e evidências, para médicos e pacientes que desejam entender melhor o papel da tecnologia no aumento da precisão diagnóstica em reprodução humana.

Aguardo a presença de todos vocês!

Gravidez após os 40 pede menos pressa e mais preparo.Conheça 5 informações que vão te ajudar se planejar melhor.Dr. Arna...
09/02/2026

Gravidez após os 40 pede menos pressa e mais preparo.
Conheça 5 informações que vão te ajudar se planejar melhor.

Dr. Arnaldo Cambiaghi CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

06/02/2026

Quando falamos em óvulos doados, muitas pessoas pensam apenas na genética. Mas a gestação vai muito além disso. Existe uma conexão profunda entre a mulher que gesta e o bebê que se desenvolve dentro dela — uma conexão biológica real, viva e transformadora.

Desde os primeiros dias de gravidez, o corpo da mulher que recebe o embrião passa a influenciar diretamente o desenvolvimento do bebê. O ambiente do útero, os hormônios, o metabolismo, a nutrição e até as emoções participam dessa construção. É como se o organismo materno ajudasse a “ligar e desligar” caminhos do crescimento, moldando a forma como aquele bebê vai se desenvolver.

Isso significa que a maternidade não começa no DNA — começa no cuidado, no acolhimento e na gestação. A mulher que engravida com óvulos doados não é apenas quem carrega a gravidez. Ela participa ativamente da formação daquele filho desde o início da vida. O vínculo biológico acontece ali, dia após dia.

Cada batimento cardíaco, cada troca hormonal, cada adaptação do corpo é uma conversa silenciosa entre mãe e bebê. O organismo materno nutre, protege, orienta e influencia o desenvolvimento daquela nova vida.

Por isso, a gestação com óvulos doados não é distante nem impessoal. É uma experiência profundamente íntima e transformadora. É um caminho real para viver a gravidez, sentir o crescimento do filho, construir vínculo desde o ventre e participar, de forma ativa, do início daquela história.

A ciência hoje mostra o que muitas mães já sentem no coração: quem gesta também constrói. E construir uma vida dentro de si é uma das formas mais profundas de maternidade que existem.

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Existem dores que não aparecem nos exames e angústias que ninguém vê no consultório.A tentativa também cansa por dentro,...
04/02/2026

Existem dores que não aparecem nos exames e angústias que ninguém vê no consultório.
A tentativa também cansa por dentro, muda a forma como você sente o tempo, o corpo e a própria esperança.
Por isso, meu compromisso é cuidar de você por completo. Do corpo, da mente e da fé que sustenta esse caminho. Juntos, até onde for preciso.

Dr. Arnaldo Cambiaghi CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

Quando falamos em preparo para a transferência embrionária, a videohisteroscopia, para mim, não é um exame opcional. Ela...
02/02/2026

Quando falamos em preparo para a transferência embrionária, a videohisteroscopia, para mim, não é um exame opcional. Ela é parte da estratégia para evitar a falha da implantação, e não para investigá-la depois que ela acontece.

Muitas vezes escuto que não há necessidade de realizar a histeroscopia antes da transferência. Que seria melhor esperar falhar uma, duas vezes, para só então investigar. Eu discordo completamente dessa abordagem. Não faz sentido esperar que algo dê errado para depois agir, principalmente quando estamos falando de um tratamento que envolve investimento financeiro, desgaste emocional, uso de medicamentos e uma expectativa enorme por parte do casal.

A videohisteroscopia me permite avaliar, com precisão, o caminho por onde o embrião será transferido. Avalio o canal cervical, garantindo que a passagem do cateter seja tranquila, sem obstáculos ou dificuldades técnicas que possam interferir no procedimento. Avalio o endométrio, entendendo seu padrão, seu comportamento e sua receptividade. Consigo identificar se esse endométrio é adequado, se há sinais de inflamação, hiperreatividade ou baixa resposta.

Além disso, a histeroscopia permite detectar alterações que exames indiretos muitas vezes não mostram. Pequenas sinéquias, pólipos discretos, sinais de endometrite ou irregularidades da cavidade uterina podem passar despercebidos em outros métodos. São exatamente esses detalhes que podem comprometer uma implantação que, do ponto de vista embrionário, estava perfeita.

Existem exames que ajudam, como a histerossonografia, o HyCosy ou até mesmo a biópsia endometrial isolada. Eles podem quebrar um galho, mas não substituem a visão direta da cavidade uterina. Nada é tão completo quanto a própria videohisteroscopia.

Eu prefiro fazer tudo o que está ao meu alcance antes da primeira transferência. Prefiro reduzir riscos, ajustar o que precisa ser ajustado e oferecer a melhor condição possível para que o embrião implante. Esperar falhar para depois investigar não faz parte da minha forma de conduzir o tratamento.

No Brasil, quem arca com todo o processo é o paciente. Por isso, não podemos dar chance à falha. O cuidado começa antes, com planejamento, critério e respeito à história de quem está tentando engravidar.

Essa é a minha forma de pensar e é assim que eu conduzo meus tratamentos!

Dr. Arnaldo Cambiaghi
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Com o tempo, aprendi que não existe um tratamento igual ao outro, nem um paciente igual ao outro. O que há são histórias...
31/01/2026

Com o tempo, aprendi que não existe um tratamento igual ao outro, nem um paciente igual ao outro. O que há são histórias, tentativas, pausas e retomadas. E o que mais importa é entender tudo isso antes mesmo de falar em exames ou resultados.

A medicina me deu o conhecimento, mas a experiência me ensinou a ouvir. A perceber o que não está dito. A entender que, muitas vezes, o que o paciente precisa é de alguém que olhe com calma, explique com clareza e trate com verdade.

Meu papel é esse: usar o melhor da ciência, colocar à disposição tudo o que aprendi em décadas de prática e ainda assim nunca esquecer que existe uma pessoa diante de mim, alguém que espera ser compreendido antes de ser tratado.

Não há técnica que substitua isso. É essa combinação entre razão e sensibilidade que torna cada resultado possível e cada conquista única.

Dr. Arnaldo Cambiaghi
CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

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São Paulo, SP

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