Instituto Para Todas

Instituto Para Todas Primeiro Instituto Digital do Brasil criado para dar voz social e digital https://forms.gle/z5z4AsVoZfNcQD6GA

10/06/2025

NOSSA MISSÃO

Promover o bem-estar físico, emocional e psicossocial por meio de atendimentos psicológicos gratuitos, práticas terapêuticas e ações comunitárias, com foco especial no acolhimento de mulheres em todo o Brasil.

NOSSA VISÃO

Tornar-se uma organização de referência no Brasil e na América Latina em saúde mental, atuando através de:

Atendimentos psicológicos online e gratuitos;
Palestras, rodas de conversa e produção de conteúdos educativos;
Ações que promovam autoestima, autoconhecimento e autonomia feminina;
Práticas integrativas como meditação e musicoterapia.
Nosso pilar é a formação pessoal aliada ao fortalecimento da independência e autonomia da mulher.

Um fenômeno que está virando a cabeça do mundo da tecnologia, da psicologia e dos negócios: o uso da Inteligência Artifi...
30/05/2025

Um fenômeno que está virando a cabeça do mundo da tecnologia, da psicologia e dos negócios: o uso da Inteligência Artificial na terapia.

Primeiro, precisamos entender o contexto. Por que chegamos até aqui? O mundo vive uma epidemia silenciosa de saúde mental. Solidão, ansiedade, depressão, burnout... tudo isso intensif**ado por uma sociedade hiperconectada, mas cada vez mais desconectada das relações humanas reais. Ao mesmo tempo, a tecnologia avançou numa velocidade impressionante. A IA evoluiu de simples assistentes virtuais para modelos capazes de entender, dialogar e interagir de maneira quase humana.

Esse encontro entre uma demanda crescente por suporte emocional e a maturidade das IAs criou o cenário perfeito. Em 2025, segundo a Harvard Business Review, o maior uso da IA no mundo não é programar, não é criar conteúdo, não é fazer planilhas. É oferecer suporte emocional, seja via chatbots, seja em plataformas mais avançadas que usam IA generativa como companhia, terapia e escuta ativa.

Agora, o que esperar daqui pra frente? A tendência é que a IA assuma cada vez mais o papel de primeira linha no cuidado emocional. Ela não vai substituir psicólogos, mas será a porta de entrada, oferecendo acolhimento imediato, escuta sem julgamento e suporte 24 horas. Imagine um mundo onde qualquer pessoa, em qualquer lugar, pode acessar apoio psicológico básico, sem custo, sem barreiras.

E o futuro? Vamos caminhar para um modelo híbrido, onde humanos e IAs trabalharão juntos, potencializando o alcance da saúde mental. Empresas, governos e profissionais precisarão entender essa virada de chave. Ignorar esse movimento será como fechar os olhos para a maior revolução do bem-estar emocional da história moderna.

Fonte: Harvard Business Review, Psychology Today, Medium.

Até quando seremos mortas? https://www.facebook.com/share/15LGvn8rrQ/?mibextid=wwXIfr
29/05/2025

Até quando seremos mortas?

https://www.facebook.com/share/15LGvn8rrQ/?mibextid=wwXIfr

Um homem foi preso após invadir um posto de saúde e matar a ex-mulher, que trabalhava no local, na tarde de ontem, em Avaré, no interior de São Paulo.O que aconteceuO fisioterapeuta Tani Roberto Neres Meira, 40, invadiu a unidade de saúde por uma porta

18/03/2025
Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis ...
29/10/2024

Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública e adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis são algumas das metas globais do Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 5 – Igualdade de Gênero.

10/09/2024

O Instituto Para Tod@s nasceu para realizar atividades de apoio, amparo, desenvolvimento social, auxilios, orientações, de cunho social, psicológico, educativo, recreativo, psicossocial. Vem conhecer nosso trabalho.

17/06/2024

O Instituto Patrícia Galvão, organização feminista que há mais de 20 anos defende os direitos das mulheres e meninas, manifesta seu profundo repúdio ao Projeto de Lei 1904/2024, conhecido como , que equipara o ab**to previsto por lei realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive nos casos de gravidez resultante de estupro.

Em pauta na Câmara dos Deputados, a proposta de alteração da legislação vigente é um evidente retrocesso para os direitos reprodutivos e a autonomia das mulheres, meninas e pessoas que gestam. Além de violar princípios fundamentais de direitos humanos e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, o PL 1904, de autoria de deputados da extrema-direita brasileira, visa impor mais barreiras para o acesso das vítimas da violência sexual aos serviços de ab**to legal, aumentando os riscos de procedimentos clandestinos e inseguros, resultando em mais mortes e complicações para as mulheres e meninas.

O estupro é uma realidade próxima dos brasileiros. Conforme a pesquisa “Percepções sobre direito ao ab**to em caso de estupro”, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão, 64% da população – mais de 120 milhões de pessoas – conhece uma mulher ou menina que já foi vítima desse crime. Além disso, 77% dos entrevistados reconhecem que as mulheres pobres são as principais afetadas pela criminalização do ab**to no Brasil, pois não têm condições de pagar por um procedimento seguro e acompanhado por profissionais de saúde.

O Brasil deve avançar na promoção da saúde das mulheres e meninas, não retroceder. É um dever de nossos legisladores priorizar políticas públicas que protejam a vida e a saúde das mulheres e não criminalizem seus direitos.
Leia a nota completa em agenciapatriciagalvao.org.br.

24/05/2024
24/05/2024

Seu vazio tocou no meu vazio. Meu vazio comeu o seu vazio. Agora o seu vazio está em mim. E o meu vazio está cheio
Do seu vazio.
E o seu vazio está vazio Do meu vazio.
Há algo pior do que estar Vazio de vazios?
Ana Suy, “Vazio de Vazios” (em “Não Pise no meu Vazio”, 2023)

A pergunta intrigante sobre se há algo pior do que estar vazio de vazios abre espaço para uma discussão profunda sobre a natureza do vazio em nossas vidas. O termo "vazio" tem sido tão amplamente utilizado que muitas vezes parece perder seu signif**ado genuíno, tornando-se apenas uma palavra vazia em si mesma. Quando dizemos que sentimos um vazio, isso se torna apenas mais um sintoma em meio à miríade de diagnósticos contemporâneos.
Quando o luto (da perda) não é superado, a melancolia se instala. Nesse estado, o sujeito muitas vezes não consegue identif**ar o que perdeu, mas experimenta uma profunda perda de interesse em si mesmo, devido à identif**ação narcísica com o objeto perdido. Isso leva a uma sensação de vazio e desinteresse, onde o processo simbólico é interrompido e a pessoa f**a atormentada pela perda que afeta diretamente sua própria identidade.
No texto "Luto e Melancolia", Freud observa que essa instância crítica se torna ainda mais severa e cruel no melancólico, pois está ligada ao objeto perdido. Assim, o ódio pelo objeto perdido se transforma em auto-ódio, alimentando um superego destrutivo, o que se reflete no discurso de culpa característico dos pacientes depressivos. Freud desenvolve essa concepção mais amplamente em 1923, onde introduz o conceito de id, ego e superego. O id representa nossos impulsos inatos e instintivos, enquanto o superego é a instância crítica que impõe as regras e normas sociais. Ele compara essa dinâmica com um cavaleiro tentando controlar um cavalo desgovernado, onde as rédeas representam o superego. Essa formulação permite uma compreensão mais profunda das doenças mentais, como a depressão e quadros psicóticos, onde o sujeito é atormentado por cobranças internas excessivas.
Quando nos recusamos a enfrentar a culpa e a tristeza, evitando experienciá-las, recorremos a defesas como a mania. Essa defesa envolve não se permitir sentir a dor associada à culpa, buscando distrações e atividades superficiais para evitar o enfrentamento das emoções. No entanto, se não lidarmos com essa dor de forma apropriada, ela pode se acumular e se manifestar de maneira avassaladora no futuro, prejudicando nosso equilíbrio emocional. É importante reconhecer que a tristeza faz parte da experiência humana e é natural sentir-se triste diante de perdas signifiativas, como o fim de um relacionamento, a morte de um ente querido ou a perda de um emprego. No entanto, há uma tendência atual de medicalizar excessivamente essas emoções, rotulando-as como depressão. Embora a tristeza persistente e paralisante seja motivo legítimo de preocupação, é essencial permitir-se vivenciar e processar essas emoções sem recorrer imediatamente à medicalização.
Cuidem dos seus vazios...

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