ALT. Psicologia

ALT. Psicologia CRP 06/184813
Meu nome é Arthur, te convido a conhecer o meu trabalho! Seja bem vindo!

Quando eu era criança, não gostava de estudar. Tive muitas dificuldades, inclusive para compreender qual era a minha pró...
01/12/2025

Quando eu era criança, não gostava de estudar. Tive muitas dificuldades, inclusive para compreender qual era a minha própria forma de aprendizado ao longo da infância e da adolescência.

Sou muito grato a todos os professores que passaram pela minha vida. A combinação de vários fatores me proporcionou a oportunidade de finalmente estudar aquilo de que gosto, e o prazer por aprender se tornou parte de mim, principalmente depois que entrei na faculdade.

Neste dia, assim como em tantos outros, eu simplesmente não vi o tempo passar. Como já apontado por Mihaly Csikszentmihalyi, ao perceber a qualidade da experiência interna, não a ignore.

A flexibilidade psicológica é a habilidade de notar nossas experiências mais difíceis, de fazer espaço para essas experi...
20/11/2025

A flexibilidade psicológica é a habilidade de notar nossas experiências mais difíceis, de fazer espaço para essas experiências difíceis, e nos mover para aquilo que é mais importante, ainda na presença delas, aqui e neste momento.

É possível desenvolver coerência interna, esse termo surgiu dos estudos de Steve Hayes na psicologia. Não é algo que se alcança como um bem ou uma propriedade, pois é uma prática diária e envolve mergulhar no autoconhecimento.

Defendo muito como profissional que o conhecimento quando bem aplicado se torna uma proteção para a mente. Evite julgamentos em sua jornada, há belezas durante o caminho.

Registros um momento tranquilo de jantar com amigos 🥗🍣Reforço bastante sobre a importância permitir-se ter momentos “reg...
26/10/2025

Registros um momento tranquilo de jantar com amigos 🥗🍣

Reforço bastante sobre a importância permitir-se ter momentos “regenerativos” para descansar tanto o corpo quanto a mente semanalmente.

Não tenho muito o hábito de comer doce. Mas pela apresentação de tudo valeu a pena registrar 😂

Quero expressar minha gratidão ao Colégio Canadá pela excelente recepção durante minha participação como palestrante. Fu...
25/09/2025

Quero expressar minha gratidão ao Colégio Canadá pela excelente recepção durante minha participação como palestrante. Fui recebido de forma muito acolhedora pelos alunos e pelo corpo docente.

Como psicólogo clínico com experiência no atendimento ao público adulto, vejo a importância fundamental de iniciativas como essa, que promovem o cuidado preventivo e o desenvolvimento de habilidades emocionais desde cedo.

Agradeço pela confiança e pelo espaço de diálogo. Parabéns à escola e a todos os envolvidos!

Explorar os mecanismos cerebrais por trás das emoções é fundamental para entendermos como sentimentos como alegria, medo...
25/07/2025

Explorar os mecanismos cerebrais por trás das emoções é fundamental para entendermos como sentimentos como alegria, medo ou tristeza impactam nossa vida cotidiana. As emoções, longe de serem estados abstratos, têm raízes concretas em circuitos neurais — como a amígdala e o córtex pré-frontal, conhecidos por identif**ar, processar e regular nossas respostas emocionais (Davidson & McEwen, 2012).

Nas últimas décadas, os avanços em neurociência revelaram a notável flexibilidade do cérebro, chamada de neuroplasticidade. Graças a ela, nossos padrões emocionais podem ser remodelados ao longo da vida — por exemplo, através de práticas adaptativas ou intervenções específ**as (Davidson & McEwen, 2012). O interessante é perceber que sentir não é apenas um fenômeno passivo: aprendemos e, em certa medida, transformamos nossa maneira de sentir.

Por outro lado, é importante ter cautela. Embora evidências de pesquisas com neuroimagem mostrem que intervenções como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem modular a atividade de áreas cerebrais relacionadas à depressão e à ansiedade (Goldapple et al., 2004), os resultados nem sempre são os mesmos para todas as pessoas. Fatores individuais, como intensidade dos sintomas, histórico pessoal e acesso a cuidados de saúde, podem influenciar os efeitos das intervenções.

Assim, se por um lado a neurociência oferece ferramentas promissoras para entendermos e regularmos nossas emoções, por outro é essencial lembrar que não existe fórmula mágica. O caminho para uma melhor saúde mental envolve avanços científicos, sim, mas também depende de expectativas realistas, do contexto individual e do apoio de profissionais qualif**ados.

Referências 📚

Davidson, R. J., & McEwen, B. S. (2012). Social influences on neuroplasticity: Stress and interventions to promote well-being. Nature Neuroscience, 15(5), 689-695.

Goldapple, K., Segal, Z., Garson, C., Lau, M., Marjorie, B., Glazier, J., & Mayberg, H. (2004). Modulation of cortical-limbic pathways in major depression: Treatment-specific effects of cognitive behavior therapy. Archives of General Psychiatry, 61(1), 34-41.

Você já teve aquela sensação de estar perdendo algo importante enquanto vê as novidades dos outros pelas redes sociais? ...
16/07/2025

Você já teve aquela sensação de estar perdendo algo importante enquanto vê as novidades dos outros pelas redes sociais? Esse sentimento tem nome: FOMO, ou “fear of missing out”. Não é só um incômodo passageiro — O sentimento de FOMO está profundamente ligado à forma como lidamos com nossas necessidades de pertencimento, autonomia e autoestima.

Quando navegamos por fotos e histórias dos amigos, é tendemos a fazer comparações. A psicologia demonstra esse fenômeno, à medida que enxergamos a felicidade alheia (ou o que parece ser), podemos f**ar inseguros sobre as escolhas que fazemos para nossa própria vida. O FOMO nasce justamente nesse espaço, entre o que vivenciamos e o que achamos que estamos deixando de viver.

O fenômeno não se limita ao mundo digital. Ele pode aparecer na inquietação de querer estar em vários lugares ao mesmo tempo, na dificuldade de desligar para descansar ou até na culpa por recusar convites só para não f**ar “de fora”.

Mais do que um reflexo do ambiente das redes sociais, o FOMO sinaliza necessidades psicológicas que talvez não estejam sendo plenamente satisfeitas. Pessoas que sentem maior FOMO costumam relatar mais insatisfação com aspectos importantes da vida, e isso pode influenciar diretamente o bem-estar e até hábitos cotidianos, como a qualidade do sono e o modo como se relacionam.

Não estar em todos os lugares, aplicativos, nem acompanhar todas as tendências — pode ser, inclusive, uma escolha de autocuidado.

Referência 📚

HUNT, M. G.; MARX, R.; LIPSON, C.; YOUNG, J. Association of Facebook use with compromised well-being: a longitudinal study. Journal of Social and Clinical Psychology, v. 37, n. 10, p. 751-768, 2018. DOI: doi.org

PRZYBYLSKI, A. K.; MURAYAMA, K.; DEHAAN, C. R.; GLADWELL, V. Motivational, emotional, and behavioral correlates of fear of missing out. Computers in Human Behavior, v. 29, n. 4, p. 1841-1848, 2013. DOI: doi.org

Você já se pegou preso(a) em pensamentos como:“E se eu tivesse dito aquilo?”,“E se der tudo errado?”,“E se eu não for bo...
14/07/2025

Você já se pegou preso(a) em pensamentos como:

“E se eu tivesse dito aquilo?”,
“E se der tudo errado?”,
“E se eu não for bom o suficiente?”...

Essa é a montanha-russa da ruminação: ela te leva para cima, gira seus pensamentos e te deixa exausto(a), mesmo sem sair do lugar.

O problema?
O cérebro não diferencia muito bem o que é real do que é imaginado. Então, cada “e se” negativo ativa no corpo emoções reais de medo, culpa ou insegurança — mesmo que o cenário nunca tenha acontecido.

Estudos mostram que o excesso de ruminação está ligado a quadros de ansiedade, depressão e queda na autoestima. Isso porque f**amos revivendo erros do passado ou antecipando problemas no futuro — sem conseguir viver o presente.

O que pode ajudar?

Nomear o pensamento: “isso é um ‘e se’”

Respirar fundo e voltar para o agora

Substituir o “e se der errado?” por “e se der certo?”

Você não precisa viver nessa montanha-russa mental todos os dias. Dá pra sair do carrinho e pisar no chão firme da realidade.

Se esse tema faz sentido pra você, compartilhe ou salve para lembrar sempre.

Você já se pegou “viajando” nos pensamentos enquanto tentava fazer outra coisa? Ou talvez ficou preso em um ciclo de pre...
09/07/2025

Você já se pegou “viajando” nos pensamentos enquanto tentava fazer outra coisa? Ou talvez ficou preso em um ciclo de preocupações sem conseguir sair? Isso é o que os cientistas chamam de* “mind-wandering”* ou* “devaneio mental”*, e é uma parte natural do funcionamento da nossa mente.

Mas um estudo importante nos convida a olhar de outra forma: não é só o que pensamos, mas *como *nossos pensamentos se movem e se transformam que realmente importa para nossa saúde mental.

Imagine que sua mente é como uma dança. Às vezes, os pensamentos fluem livremente, como uma dança (Pensamento Espontâneo). Outras vezes, eles parecem se repetir, como uma música que trava no refrão (Pensamento automaticamente restringido). E em certas situações, eles são super focados, como uma coreografia ensaiada. (Direção Consciente)

Ficar “preso” é uma dinâmica cerebral, não uma falha pessoal: Se você rumina, não é por falta de força de vontade. É porque suas redes cerebrais estão presas em um padrão de “freio automático” que o puxa de volta para a preocupação. Entender isso reduz a culpa e o estigma, abrindo espaço para aprender novas estratégias.

Você pode treinar sua mente para ser mais flexível: Assim como um músculo, suas redes cerebrais podem ser treinadas.

Em vez de tentar “forçar” o pensamento a parar (o que geralmente não funciona contra um mecanismo automático), a Terapia Cognitivo-Comportamental pode focar em estratégias para:

•⁠ ⁠Reduzir o impacto emocional do pensamento.
•⁠ ⁠Aumentar a flexibilidade para redirecionar a atenção
•⁠ ⁠Mudar a relação com o pensamento, observá-lo sem se identif**ar ou lutar contra o pensamento

Referência 📚

CHRISTOFF, Kalina; IRVING, Zachary C.; FOX, Kieran C. R.; SPRENG, R. Nathan; ANDREWS-HANNA, Jessica R. Mind-wandering as spontaneous thought: a dynamic framework. Nature Reviews Neuroscience, v. 17, n. 11, p. 707-719, nov. 2016

Um estudo fascinante investigou como as áreas do cérebro reagem quando cooperamos com outras pessoas. Utilizando a fMRI ...
04/07/2025

Um estudo fascinante investigou como as áreas do cérebro reagem quando cooperamos com outras pessoas. Utilizando a fMRI (ressonância magnética funcional), os pesquisadores observaram participantes jogando o dilema do prisioneiro iterado – um jogo clássico que avalia cooperação e conflito. O resultado? 📝

A cooperação ativa áreas do cérebro associadas à recompensa, como o estriado ventral e o córtex orbitofrontal. Isso acontece mesmo sem garantia de que o outro retribuirá a ação. Ou seja, cooperar em si já é gratif**ante! 🧠

Esses achados mostram que nosso cérebro foi programado para valorizar a cooperação social. Viver em grupos colaborativos aumentava as chances de sobrevivência e, por isso, desenvolvemos circuitos cerebrais que promovem comportamentos cooperativos.

E mais: o prazer de cooperar não vem só do ganho material, mas da interação social, do sentimento de pertencimento e da confiança mútua – que são fundamentais para nosso funcionamento social.

Cooperar, além de ser racional, é neurobiologicamente gratif**ante. 💪

🔍 Referência: Rilling, J.K., Gutman, D.A., Zeh, T.R., Pagnoni, G., Berns, G.S., & Kilts, C.D. (2002). A Neural Basis for Social Cooperation. Neuron, 35(2), 395-405. Leia o artigo completo

Já se sentiu mal depois de ver a “vida perfeita” de alguém nas redes sociais?Isso tem nome: comparação social. E a ciênc...
02/07/2025

Já se sentiu mal depois de ver a “vida perfeita” de alguém nas redes sociais?

Isso tem nome: comparação social. E a ciência já mostrou o quanto isso pode nos afetar — diretamente no cérebro.

📚 Um estudo publicado na revista Science analisou o comportamento de pessoas diante de recompensas enquanto se comparavam a outros. Os pesquisadores descobriram que a atividade cerebral no estriado ventral (região ligada à sensação de prazer e recompensa) diminui quando nos sentimos em desvantagem em relação aos outros.

💭 Em outras palavras: mesmo quando você conquista algo bom, se vê que outra pessoa “conseguiu mais”, seu cérebro pode entender que sua conquista não foi suficiente. Isso gera frustração, insatisfação e até tristeza.

📱 E no mundo das redes sociais, isso acontece o tempo todo:
Você está feliz com seu novo emprego, até ver alguém postando uma promoção.
Você gostou da viagem simples do fim de semana, até ver alguém nas Maldivas.
Você se achou bem naquela selfie... até ver outra pessoa com o “corpo ideal”.

🔁 Quanto mais nos comparamos, menos conseguimos sentir prazer genuíno com o que temos.

💬 Isso não signif**a que devemos ignorar o outro — mas sim, lembrar que o que vemos é apenas uma parte da história. Ninguém posta os boletos, os fracassos, os dias difíceis.

✨ A régua mais justa é o seu próprio progresso. Compare-se com quem você foi ontem — e não com o que o outro escolhe mostrar hoje.

Referência 📚

K. Fliessbach, B. Weber, P. Trautner, T. Dohmen, U. Sunde, C.E. Elger, A. Falk. “Social comparison affects reward-related brain activity in the human ventral striatum.” Science, vol. 318, no. 5854, 2007, pp. 1305-1308. DOI: www.science.org

Felicidade = ausência de tristeza?🟣 Nem sempre. E eu te explico o porquê.Desde pequenos, ouvimos frases como “não f**a t...
25/06/2025

Felicidade = ausência de tristeza?

🟣 Nem sempre. E eu te explico o porquê.

Desde pequenos, ouvimos frases como “não f**a triste”, “engole o choro”, “tem que ser forte”.
Aos poucos, aprendemos a acreditar que sentir tristeza é errado — ou pior, que estar triste signif**a fracasso.

Mas isso não é verdade.

💡 A felicidade não é uma linha reta, constante e perfeita.
Ela não signif**a viver sorrindo o tempo todo, nem estar imune à dor.

✨ Você pode:
✔️ Estar feliz com sua vida…
✔️ E ainda assim sentir saudades, ter dias difíceis, ou até mesmo chorar.
Isso não anula a felicidade. Só mostra que você é humano.

A tristeza é uma emoção legítima. Ela nos ensina sobre o que importa, o que nos machuca, o que precisa de atenção.
Tentar anulá-la só aumenta o sofrimento.

➡️ Acolher a tristeza não te faz menos feliz. Te faz mais inteiro.

📚 Referência: Paul Ekman (psicólogo e estudioso das emoções) e Brené Brown (pesquisadora da vulnerabilidade e bem-estar)
Segundo eles, reconhecer nossas emoções com coragem e consciência é essencial para uma vida com mais equilíbrio emocional.

DAVID, Susan. Emotional Agility: Get Unstuck, Embrace Change, and Thrive in Work and Life. Harvard Business Review, 2013. Disponível em: hbr.org. Acesso em: 24 jun. 2025.

E se você sente que precisa de ajuda para entender seus sentimentos, a psicoterapia pode ser esse espaço seguro.
Vamos falar sobre isso?

Detox Emocional Digital: Equilibrando Sua Mente no Mundo Online As redes sociais podem ser uma fonte de estresse e ansie...
20/06/2025

Detox Emocional Digital: Equilibrando Sua Mente no Mundo Online

As redes sociais podem ser uma fonte de estresse e ansiedade, mas também podem ser um lugar de conexão e aprendizado. Por isso precisamos de atenção em como interagimos com as redes.

Sabe aquele momento em que você está rolando o feed e, sem perceber, começa a se sentir mal? Ou quando passa horas vendo vídeos sem saber como começou? Isso é mais comum do que você imagina.

O que a ciência tem demonstrado a respeito deste tema? Como cuidar e prevenir a saúde mental em meio a tantas informações?

1️⃣ Perceba o efeito da comparação
Lembre-se: as redes sociais mostram apenas uma versão filtrada da vida das pessoas. Você já percebeu que, depois de ver fotos de viagens, acaba se questionando sobre o seu próprio dia? Ou ao ver o corpo de alguém, sente que o seu não é “o suficiente”? 😓 Não caia na armadilha da comparação. Seja mais você, mais real, mais autêntico! 💛

2️⃣ Influencie o algoritmo para os conteúdos que consome
O que você assiste, lê ou curte no seu feed afeta diretamente seu estado emocional. Já reparou que ao assistir vídeos sobre notícias ruins, você se sente ansioso? Ou quando segue perfis de conteúdo negativo, acaba carregando um peso emocional? 🧐 Escolha conteúdos que te elevam, que fazem bem para sua mente, como posts inspiradores ou que te conectam com pessoas que te fazem bem.

3️⃣ Se dê o direito de desconectar:
Não é necessário estar sempre online. Já pensou em desligar o celular por algumas horas e curtir um café sem pressa de checar as notif**ações? Ou dar um tempo das redes sociais e respirar o ar livre sem interrupções? Não se culpe por isso! Desligue o celular de vez em quando, respire fundo e aproveite o presente. Você merece esse tempo de autocuidado.

Comece com pequenas mudanças, mas com muita dedicação. Lembre-se: cuidar do que você sente é um passo fundamental para o seu bem-estar emocional.

🔄 Compartilhe essa mensagem com alguém que precisa desse detox e inspire mais pessoas a se reconectar com elas mesmas.

Endereço

São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando ALT. Psicologia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram