02/12/2025
Essa frase, que deveria ser óbvia, hoje soa como um pedido. Um grito. Uma denuncia.
Vivemos uma onda brutal de violência contra mulheres no Brasil, uma realidade que atravessa lares, corpos, histórias e gerações. Não é exagero, não é "caso isolado", não é tragédia inevitável. É um sintoma de uma estrutura que ainda tenta silenciar, controlar e apagar vidas femininas.
Quando fizemos Mulheres vivas, afirmamos uma luta. Afirmamos um direito básico que tem sido arrancado todos os dias. Afirmamos que nenhuma de nós deveria precisar ter medo de amar, existir, voltar para casa, ou simplesmente ser.
Este post é um chamado.
Por todas que se foram, por todas que ainda lutam para ficar. Por todas que querer viver, e viver plenamente.
Mulheres vivas. Vivas para existir, vivas para ser. Vivas porque temos o direito inegociável de permanecer.