23/12/2025
Para celebrar o Natal e o Ano Novo ofereço o amor genuíno, inspirado no mestre Thich Nhat Hanh (mestre Thay) “se o amor não puder oferecer felicidade, não é amor genuíno. O amor genuíno oferece felicidade a si mesmo ou a si mesma.”
Todos nós temos infinita capacidade de amar, de oferecer amor. Mas, quantos de nós oferecemos amor a nós mesmos? Não conseguiremos oferecer àquilo que não temos ou cultivamos. Como cultivar o amor genuíno? Compreender o seu próprio sofrimento, as suas emoções e sentimentos e querer aliviá-los no sentido de oferecer amor ao corpo e acalmar as emoções.
Essa compreensão requer um olhar atento, presença, consciência (Mindfulness e compaixão). É essa a nossa capacidade de se fazer feliz. Não se trata de ir atrás da felicidade ou tentar ser feliz, a cultivar a presença do momento presente. Só nós temos a capacidade de nos fazermos verdadeiramente felizes. “A capacidade de amar o outro depende de como é o amor por mim.” Quando compreendemos o nosso próprio sofrimento, compreendemos o sofrimento do outro.
Quando compreendemos a nossa própria felicidade, compreendemos a felicidade do outro. O amor genuíno não tem fronteiras e limites, é inclusão, não discriminação é essa força amorosa pode mudar a sociedade!
Que a atenção consciente (sati) e o amor genuíno (metta) sejam suas amigas inseparáveis no seu caminho (Dharmakirti Zuázquita, mestre de RespiraVida Breathworks).