Terapias do Adolescer

Terapias do Adolescer Psicoterapias e acompanhamento psicopedagógico são individuais ou duplas e presenciais .

Psicoterapia e Psicopedagogia de orientação fenomenológico- existencial
Crianças/adolescentes
Psicoterapia individual e presencial
Psicopedagogia individual ou em duplas das questões afetivas que interferem na aprendizagem escolar da leitura/escrita

Ter uma boa autoestima é, sem dúvida, uma característica que fortalece qualquer pessoa - e torna mais firmes seus passos...
08/01/2026

Ter uma boa autoestima é, sem dúvida, uma característica que fortalece qualquer pessoa - e torna mais firmes seus passos ao longo da vida.

Por isso, o ideal é aprendermos, desde cedo, a cultivar a autoestima. Na infância, as crianças se percebem por meio do olhar dos outros: elas são um espelho dos comentários e opiniões daquelas pessoas que as rodeiam.

E é na infância que recebemos nossas primeiras validações. É durante esse período que nossas emoções começam a ser reconhecidas como legítimas. Por isso é tão importante que os adultos em torno da criança calibrem suas exigências e julgamentos, sabendo estabelecer vínculos saudáveis, nutrindo a noção de percepção sobre competência, segurança e autonomia dos pequenos.

Sentir-se merecedor e digno do amor e dos cuidados recebidos aumenta a percepção positiva que temos de nós mesmos. Isso facilita a formação de vínculos afetivos pelo resto de nossas vidas e modela os pensamentos e emoções sobre nós mesmos.

Essa boa autoestima é um pilar de sustentação fundamental, no qual nos apoiaremos pelo resto de nossas vidas. Por isso, durante a infância, qualquer distúrbio dessa autoimagem pode gerar reflexos nocivos, no presente e no futuro.

Como infelizmente nem todos aprenderam a nutrir a autoestima desde cedo, é natural que alguns adultos se sintam bastante inseguros e receosos sobre quem são e sobre seus papéis nas relações e na sociedade.

Nesses casos, a psicoterapia é um excelente recurso. Um profissional pode ajudar a nomear as emoções, para que a pessoa aprenda a definir quais delas devem, ou não, ter espaço. Identificar essas fragilidades e aprender a reconhecer as próprias virtudes torna muito mais fácil o desenvolvimento de uma boa autoestima e autoconfiança.

O autoconhecimento é um grande aliado no enfrentamento dessas inseguranças. Estar com a autoestima em dia abre portas para uma vida com maior equilíbrio emocional e mais respeito a quem realmente somos.

06/12/2025
A palavra "Ludoterapia" tem origem na palavra latina "ludos", que significa "jogo". É uma abordagem terapêutica voltada ...
01/11/2025

A palavra "Ludoterapia" tem origem na palavra latina "ludos", que significa "jogo". É uma abordagem terapêutica voltada para as crianças, normalmente entre 3 e 12 anos, tendo o ato de brincar como sua principal ferramenta.

As crianças geralmente ainda não conseguem verbalizar com profundidade o que sentem. É pelo ato de brincar que acabam expressando o seu mundo interior e seus sentimentos.

Na ludoterapia, os brinquedos funcionam como mediadores e símbolos, que permitem à criança expressar mais facilmente seus sentimentos, dores, angústias, conflitos, desejos, medos, dificuldades, entre outros.

As brincadeiras abrem ao psicoterapeuta uma passagem para o universo simbólico e criativo da criança, criando um vínculo que permite compreender seus conflitos e resgatar seu bem-estar emocional.

A ludoterapia costuma ser muito eficiente em diferentes questões, como em crianças que apresentam comportamentos agressivos, que não se comunicam, que estão passando por situações familiares especiais, com atrasos no desenvolvimento, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, entre outros.

A ludoterapia permite desenvolver a atenção, estimular o raciocínio, a imaginação, ampliar a criatividade e até mesmo trabalhar a capacidade de partilha, cooperação e socialização da criança.

Além disso, ela abre a possibilidade de que a criança experimente o faz de conta e se coloque em diferentes papéis, simulando situações e conflitos que ajudem-na a compreender também a realidade do outro.

A ludoterapia é uma ferramenta muito valiosa, que usa a maneira mais natural que as crianças têm de aprenderem sobre si mesmas e sobre o mundo que as rodeia. Se você percebe que o seu filho precisa desse apoio, não hesite em procurar ajuda.

Um psicólogo especializado poderá criar esse espaço de escuta e acolhimento e, junto com sua família, ajudar a desvendar as emoções e promover o bem-estar da pessoinha mais importante da sua vida!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!Outubro é o Mês da Criança, uma oportunidade para celebrarmos e valorizarmos algo que é fundament...
11/10/2025

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

Outubro é o Mês da Criança, uma oportunidade para celebrarmos e valorizarmos algo que é fundamental no desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos: o ato de brincar.

Brincar é mais do que apenas diversão; é uma forma de terapia, uma linguagem pela qual as crianças exploram o mundo e aprendem a lidar com suas emoções - tanto as boas quanto as ruins.

Quando as crianças brincam, elas constroem habilidades sociais, emocionais e cognitivas, aprendem a resolver problemas, a se relacionar, a desenvolver empatia e a expressar suas emoções de maneira saudável. Além disso, o brincar promove a imaginação, a autonomia e a autoestima.

Brincar também é uma maneira poderosa para que as crianças processem eventos traumáticos ou desafiadores. Elas podem representar suas experiências, expressar sentimentos e encontrar formas de lidar com o que vivenciaram.

É fundamental que pais e cuidadores incentivem as crianças a brincarem - e sempre que possível, brinquem com elas, também! Reserve um tempo para jogos, construções, desenhos e atividades lúdicas. Permita que elas se expressem livremente, sem julgamentos. Ouça e participe ativamente, sem se distrair com outros afazeres, criando um espaço seguro e divertido, para compartilharem juntos seus sentimentos e pensamentos.

Brincar é um presente que podemos oferecer a nossas crianças todos os dias, sabendo que o tempo dedicado a brincar promove o crescimento emocional e o bem-estar delas.

Neste Mês da Criança, abra espaço para a magia do brincar! Esteja presente, ouça, interaja e compreenda. Juntos, podemos criar um ambiente em que as crianças possam florescer emocionalmente e construir um futuro mais saudável e feliz - para elas próprias e para todos nós, que temos muito aprender com essas pessoas pequenas no tamanho, mas gigantes no coração! ❤️

Feliz Mês da Criança! 🌟🧸

Longos são os meus anos de atuação tanto na psicoterapia,como na psicopedagogia e, por mais experiências profissionais q...
08/09/2025

Longos são os meus anos de atuação tanto na psicoterapia,como na psicopedagogia e, por mais experiências profissionais que eu tenha e tenho vivido,por mais participações em congressos, estudos, cursos para o meu aperfeiçoamento, ainda encontro novas descobertas neste meu percurso com a infância e adolescência.
Recentemente,revisitando relatórios,desenhos,construção de histórias,registro de atendimentos observei como é frequente no discurso dos adolescentes a referência aos seus relacionamentos com as avós. Já nos primeiros contatos revelam que, muitas vezes, pegam suas coisas, mochila escolar ou só mesmo a roupa do corpo e vão passar uns tempos na casa delas. Porém , a intenção - destes meninos e meninas por volta dos 12 aos 16 anos com quem mantive uma relação terapêutica - não é mais saborear o chocolate antes do almoço, fazer uma bagunça na sala de visitas e, nem agora como adolescentes, poder dormir até o meio-dia, ficar sem fazer nada ou ter a permissão para permanecer no celular até perto da madrugada.
Então, o que buscam ali?
A Escuta.
Desvendo isto ao ouví-los relatar o conteúdo e o modo como se dão suas conversas com elas, literalmente, dizendo :”minha avó me escuta”.Mesmo que algo semelhante ocorra no convívio com os pais , geralmente, o objetivo é educar, o que não deixa de ter sua importância.
Entretanto, a escuta da avó é outra.
É aquela que – exclusivamente pelo sentir e com total desconhecimento de teorias e técnicas psicológicas -proporciona uma abertura para a expressão da pessoa, da subjetividade, individualidade provocando o acesso ao processo de amadurecimento e um princípio de elaboração das vivências inerentes a esta fase da vida.
Evidentemente, este momento entre a avó e o neto adolescente é repleto de afeto, paciência, tempo disponível identificados e sentidos através daquela específica linguagem descrita na obra Fenomenologia da Percepção de Merleau-Ponty quem nos diz:
“Trata-se de uma linguagem essencial para a percepção do outro...Na experiência do diálogo constituí-se um terreno comum entre outrem e mim,meu pensamento e o seu formam um só tecido...somos um para o outro colaboradores em uma reciprocidade perfeita, levando-nos a coexistirmos através de um mesmo mundo. Neste diálogo eu apreendo os pensamentos de outrem que me faz arrancar pensamentos que eu não sabia possuir... e , assim, o meu interlocutor me faz pensar.”
Até onde alcança meu entendimento de estudos e leituras percebo que esta reflexão oferecida por Merleau-Ponty está contida na escuta destas avós,possibilitando aos netos ressignificar seus conflitos,angústias, frustrações, inseguranças,sonhos,projetos de vida. Existe,aqui, uma outra questão a sinalizar. É que a compreensão de tal acolhimento, cuidado não se restringe à referência teórica já assinalada. Há, também, um desconsiderar das idéias preconcebidas e deterministas de que a adolescência é , sempre, conflitos, problemas,transtornos, distúrbios,depressão,suicídio, ansiedades,envolvimentos ilícitos sem deixar,é claro,de estar ciente de que estes fatos são uma realidade.
Isto parece indicar a presença de uma sabedoria e sensibilidade das avós para a escuta em pauta aproximando-se, assim, do sentido do compartilhamento realizado por estes meninos(as) que revelam necessidades de saber como tomar uma decisão, fazer uma escolha, melhorar as relações familiares e pessoais,amenizar seus sofrimentos diante das raivas, medos e outras emoções, enfim, um adolescer menos medicamentoso , menos centrado nas desorganizações cerebrais/neurológicas e mais atento para as questões intrínsecas e afetivas .
Finalizando, questiono se,nós,profissionais da saúde mental e da educação não estaríamos pouco divulgando aos jovens sugestões de incentivos, modelos, atitudes, vivências afinadas com os seus interesses , motivações e com características construtivas .

Maria Cristina C. Ricardi

Endereço

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