On VET - Ortopedia e Neurocirurgia Veterinária

On VET - Ortopedia e Neurocirurgia Veterinária Especialista em Ortopedia e Neurocirurgia Veterinária
Cirurgião Geral Atua no setor veterinário, na especialidade de Ortopedia/ neurocirurgia veterinária.

Empresa criada agora em fevereiro de 2017, porem, eu venho atuando na área de ortopedia fazendo cursos desde 2000, e em 2011 conclui minha pós-graduação nesta área. Serviços de atendimento clinico na área ortopédica/neurológica, cirurgias ortopédicas/neurocirurgia (cirurgia de coluna vertebral, como hérnia de disco, fraturas e ou luxações vertebrais, etc.). Vantagens:
Parcerias com colegas de áreas que complementam meu trabalho, como, acupuntura, fisioterapia e radiologia. Rede de contato com professores e colegas especialistas em várias partes do país, que atuam na mesma área para auxiliar passiva ou até mesmo ativamente em casos mais complicados se necessário (parceria). Disponibilidade de executar cirurgias nas clínicas de parceiros, o que agrega mais valor ao estabelecimento (pós-operatório é feito ali mesmo além da internação...); facilidade para o cliente que não precisa ir viajar até uma universidade tendo desconforto e mais gastos para corrigir o problema de seu animal;

15/01/2026
05/01/2026



05/01/2026

O UIVO COMO HERANÇA DOS LOBOS

O uivo dos cães é uma herança de seus ancestrais, os lobos, e é uma forma de comunicação natural para eles. Quando os cães uivam ao ouvir música, canto ou certos instrumentos, geralmente é uma resposta a esses estímulos sonoros, que eles podem perceber como semelhantes a outros uivos ou sinais de comunicação. 
Uivar é um comportamento instintivo e uma das principais formas de comunicação dos lobos. Eles usam o uivo para comunicar localização, demarcar território e expressar união e afeição.
Os cães, que compartilham um ancestral comum com os lobos, mantiveram mais.esse comportamento. Raças como Husky Siberiano, Malamute e Beagle têm maior propensão a uivar, pois estão geneticamente mais próximas de seus ancestrais selvagens.





03/01/2026

Essa legítima "Vizsla-Lata" foi adotada da rua há pouco mais de um mês. Passou por exames, estava bem magra lotada de carrapatos, com sarna, anêmica, com verminose...foi diagnosticada com a doença do carrapato e após alcançar o controle da doença com o tratamento, foi vermifugada e vacinada. Hoje é uma outra cadela! Esperta, carinhosa e tão ativa que nem parece ser já uma senhorinha!
RUTHINHA, em pouco tempo conquistou o coração da nossa familia.





29/12/2025

RAIVA:
QUANDO VAI TER MULTA DE VERDADE PRA QUEM NÃO VACINA SEUS ANIMAIS?

A falta de multas visíveis pela não vacinação contra a raiva ocorre, principalmente, pela dificuldade de fiscalização individualizada em massa e pela ênfase na saúde pública e prevenção, em vez de punição, já que a vacinação é considerada uma medida de saúde pública essencial para controlar uma doença fatal. 

Embora a vacinação anual de cães e gatos contra a raiva seja obrigatória por lei em todo o território nacional, sob a Lei nº 6.198/1974, a aplicação de sanções enfrenta vários desafios práticos. 

Desafios da Fiscalização e Aplicação de Multas

Logística e Recursos: Seria necessário um vasto aparato de fiscalização para verificar o comprovante de vacinação de cada animal individualmente, o que é inviável para as autoridades municipais e estaduais de zoonoses com os recursos atuais.

Foco na Conscientização: As autoridades de saúde pública geralmente priorizam a realização de campanhas de vacinação gratuitas e acessíveis para incentivar a adesão voluntária, em vez de ações punitivas, visando atingir as maiores taxas de cobertura vacinal possíveis. O objetivo principal é a erradicação da doença, não a arrecadação de multas.

Ausência de Denúncias Formais: A fiscalização geralmente ocorre em resposta a denúncias específicas ou em situações de risco, como após uma agressão por um animal. A maioria das pessoas não denuncia vizinhos ou conhecidos por esse motivo.

Natureza da Infração: A infração não é um crime tipificado com pena de prisão, mas sim uma infração administrativa ou, em casos extremos e com dolo, pode ser enquadrada como crime de maus-tratos ou de saúde pública, o que dificulta a aplicação de sanções imediatas e visíveis para a população em geral. 

*Comente aqui se você é a favor da implementação prática de medidas coercitivas (aplicação de multas) pra quem não vacina seus animais contra a raiva!





27/12/2025

NÃO SOLTE FOGOS DE ARTIFÍCIO BARULHENTOS !

Fogos de artifício causam estresse, ansiedade, fugas, lesões e até mortes em animais (cães, gatos, silvestres, de criação) devido à audição sensível e aos estampidos altos, levando a taquicardia, fraturas e comportamentos destrutivos; em humanos, provocam queimaduras, amputações, surdez, crises em autistas, ansiedade em idosos e bebês, e riscos cardíacos, além de poluição e incêndios, sendo alternativas silenciosas e visuais as melhores opções de celebração para proteger todos. 





21/12/2025

RAIVA

Em 2025 o Brasil vem registrando novos casos da raiva, principalmente ligados a animais silvestres. O contágio ocorre por meio da saliva de animais infectados, os sintomas progridem de forma neurológica e a prevenção é feita por vacinação e tratamento pós-exposição.

Casos Recentes...

Raiva Humana:

(Amapá): Jovem atacado por um macaco em área de manguezal, um dos 3 casos confirmados em 2025.

(Minas Gerais): Três casos recentes em 2025, incluindo um menino de 5 anos, com 2 óbitos, por variantes silvestres. 

Raiva em animais:

Caso de felino em Jundiaí (SP): Confirmado em novembro de 2025, o caso acendeu um alerta para a vacinação na região.

Casos na Bahia (2025): O estado da Bahia registrou um aumento significativo de casos de raiva em animais. Foram 93 casos no geral (incluindo silvestres e de produção).

Contágio:

A raiva é uma zoonose (doença transmitida entre animais e humanos) causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central. O contágio ocorre principalmente por: 
Mordida, arranhadura ou lambedura de um animal infectado (cão, gato, morcego, sagui, etc.) que contenha a saliva contaminada em contato com a pele lesionada ou mucosas.
Contato com tecidos nervosos de animais doentes (mais comum em zonas rurais, no manejo de animais de criação como bovinos e equinos).
A transmissão de humano para humano é extremamente rara. 

Sintomas:

Os sintomas variam ligeiramente entre animais e humanos e progridem com o tempo, sendo a doença quase 100% fatal após o aparecimento dos sinais clínicos. 

Em Animais (cães e gatos):

Mudança de comportamento, como agressividade ou, inversamente, extrema apatia.

Salivação excessiva (sialorreia).

Paralisia progressiva, dificuldade para engolir ou andar.

Perda de apetite, convulsões e febre. 

Em Humanos:

Fase inicial: Sintomas inespecíficos como febre, dor de cabeça, fraqueza e formigamento no local da mordida.

Fase neurológica: Evolução para ansiedade, agitação, delírios, espasmos musculares, crises epiléticas, demência, paralisia, dificuldade para engolir, aversão à água (hidrofobia).





17/12/2025





16/12/2025

FRATURA PÉLVICA MÚLTIPLA
CASO PÉROLA - (PARTE 2)





15/12/2025

Como não desativar o modo STAND BY do seu cão...

Quem nunca....? Kkkkkkk

14/12/2025

FRATURA PÉLVICA MÚLTIPLA

Nem toda fratura de bacia (pelve) em cães requer intervenção cirúrgica imediata ou obrigatória. A decisão entre o tratamento conservador (clínico) e o cirúrgico depende diretamente da gravidade, da localização da fratura e do impacto na qualidade de vida do animal.

Quando o tratamento conservador é indicado?

O tratamento sem cirurgia costuma ser recomendado em casos de fraturas leves ou estáveis, onde não há grande deslocamento dos ossos ou comprometimento de funções vitais. As principais condições incluem:

Fraturas Estáveis: Quando os fragmentos ósseos permanecem alinhados e não comprimem órgãos internos (como o reto ou a uretra).

Capacidade de Apoio: Cães que ainda conseguem suportar o próprio peso em três ou quatro patas podem ser candidatos ao repouso.

Ausência de Lesões Nervosas: Se não houver dano aos nervos que controlam as patas ou as funções excretoras.

Quando a opção é não operar, o foco é permitir que o corpo se recupere naturalmente, o que geralmente leva cerca de 45 dias para que o animal volte a caminhar normalmente.

Riscos e Complicações de Não Operar:

Embora possível, o tratamento conservador exige vigilância. Se uma fratura instável não for operada, o animal pode desenvolver:

Estenose Pélvica: Estreitamento do canal por onde passam fezes e urina, causando constipação crônica.

Dificuldade em Partos: Fêmeas não castradas que tiveram fraturas de bacia tratadas clinicamente podem ter sérias dificuldades para parir devido ao estreitamento ósseo.

Danos Internos: Fragmentos ósseos pontiagudos podem perfurar o intestino ou a uretra se não forem estabilizados. 





14/12/2025

FRATURA PÉLVICA MÚLTIPLA

Nem toda fratura de bacia (pelve) em cães requer intervenção cirúrgica imediata ou obrigatória. A decisão entre o tratamento conservador (clínico) e o cirúrgico depende diretamente da gravidade, da localização da fratura e do impacto na qualidade de vida do animal. 

Quando o tratamento conservador é indicado?

O tratamento sem cirurgia costuma ser recomendado em casos de fraturas leves ou estáveis, onde não há grande deslocamento dos ossos ou comprometimento de funções vitais. As principais condições incluem: 

Fraturas Estáveis: Quando os fragmentos ósseos permanecem alinhados e não comprimem órgãos internos (como o reto ou a uretra).

Capacidade de Apoio: Cães que ainda conseguem suportar o próprio peso em três ou quatro patas podem ser candidatos ao repouso.

Ausência de Lesões Nervosas: Se não houver dano aos nervos que controlam as patas ou as funções excretoras. 

Quando a opção é não operar, o foco é permitir que o corpo se recupere naturalmente, o que geralmente leva cerca de 45 dias para que o animal volte a caminhar normalmente.

Riscos e Complicações de Não Operar:
Embora possível, o tratamento conservador exige vigilância. Se uma fratura instável não for operada, o animal pode desenvolver:
Estenose Pélvica: Estreitamento do canal por onde passam fezes e urina, causando constipação crônica.
Dificuldade em Partos: Fêmeas não castradas que tiveram fraturas de bacia tratadas clinicamente podem ter sérias dificuldades para parir devido ao estreitamento ósseo.
Danos Internos: Fragmentos ósseos pontiagudos podem perfurar o intestino ou a uretra se não forem estabilizados.





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