Psicóloga - Lirian Pereira

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02/04/2026

Você não tem “dedo podre”.
Você tem padrão.
E não , não é inconsciente o tempo todo.
Algum momento você percebe os sinais.
Mas escolhe f**ar.
Não porque não sabe.
Mas porque aquilo te coloca
num lugar que você já conhece:
o de tentar, insistir, provar, merecer.
E sair disso exige abrir mão de quem você aprendeu a ser dentro de uma relação.

Lirian Pereira
CRP 04/50877






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Você não se torna útil por escolha.Se torna porque, em algum momento, só foi vista quando servia.Lirian Pereira CRP 04/5...
01/04/2026

Você não se torna útil por escolha.
Se torna porque, em algum momento, só foi vista quando servia.

Lirian Pereira
CRP 04/50877





31/03/2026

Você não está escolhendo mal por falta de opção.

Você está escolhendo dentro do que o seu psiquismo reconhece como possível.
O problema não é a intensidade do que te oferecem.
É o limite do que você consegue sustentar sem se perder.
Relações estáveis exigem algo que quase ninguém quer encarar: não sentir urgência, não sentir falta, não sentir medo o tempo todo.
E isso, pra quem aprendeu amor na instabilidade,
soa como ausência.
No fim, não é sobre quem aparece.

É sobre o que você ainda chama de vínculo.

Lirian Pereira
CRP 0450877



30/03/2026

Não é sobre ele.
É sobre o padrão que se instala quando a relação te coloca em estado de falta.
O que prende não é a pessoa.
É a experiência interna que se repete.
E quando isso cessa, surge a sensação de vazio.
Não porque havia algo sólido ali.
Mas porque havia movimento psíquico constante.
Nem todo vínculo deixa falta.
Alguns deixam abstinência.

Ausência de caos não é ausência de sentimento.

Se isso te faz pensar, é suficiente.

Lirian Pereira
CRP 04/50877

26/03/2026

Nem todo mundo foge do amor ruim.
Algumas pessoas fogem do lugar onde não precisam mais lutar.
Porque, enquanto existe instabilidade,
existe algo a fazer:
interpretar, ajustar, tentar, sustentar.
Isso ocupa e dá função.
Isso evita um encontro mais difícil.
O encontro consigo.
Quando o outro é constante,
não tem mais o que decifrar, nem o que provar.
E aí sobra uma pergunta que quase ninguém quer encarar:
quem você é
quando não está tentando ser escolhida?
Tem gente que chama isso de “falta de química”.
Mas, muitas vezes, é só o silêncio de um amor
que não ativa a ferida que você aprendeu a confundir com vínculo.

Você já saiu de algo que era bom…
e não soube explicar por quê?

Existe algo pouco falado sobre o sofrimento.Ele também pode oferecer um lugar psíquico.Ser “a que suportou”,“a que resis...
09/03/2026

Existe algo pouco falado sobre o sofrimento.

Ele também pode oferecer um lugar psíquico.

Ser “a que suportou”,
“a que resistiu”,
“a que sobreviveu”.

Essas narrativas muitas vezes organizam a identidade.

Por isso abandonar certas dores pode ser mais difícil do que parece.

Não porque alguém goste de sofrer.

Mas porque, sem essa história, surge uma pergunta difícil de sustentar:

quem eu seria sem ela?

Para todas as mulheres que aprenderam a se reconstruir.As que já duvidaram de si.As que tiveram que ser fortes antes do ...
08/03/2026

Para todas as mulheres que aprenderam a se reconstruir.
As que já duvidaram de si.
As que tiveram que ser fortes antes do tempo.
As que foram subestimadas, silenciadas ou não escolhidas.
Existe uma força silenciosa em continuar caminhando mesmo assim.
Ser mulher, muitas vezes, é aprender a se levantar sozinha
e ainda assim não perder a capacidade de sentir, de amar, de sonhar.
Que a gente nunca esqueça:
nenhuma mulher precisa se diminuir para caber na vida de ninguém.
Que sejamos inteiras.
Mesmo quando o mundo espera que sejamos menores.

Existe uma ferida silenciosa em muitas histórias:a de ter passado a vida esperando receber um amor que nunca chegou da f...
04/03/2026

Existe uma ferida silenciosa em muitas histórias:
a de ter passado a vida esperando receber um amor que nunca chegou da forma que precisava.

E, sem perceber, muitas pessoas seguem repetindo essa espera na vida adulta, buscando no outro o cuidado, a validação e o reconhecimento que faltaram no início da vida.

Mas há um momento em que algo precisa mudar.

Porque quando todo o amor que você sente por si depende de ser escolhido por alguém,
a sua vida emocional f**a sempre nas mãos do outro.

Amar a si mesmo não é um gesto simples de autoestima.
É, muitas vezes, um trabalho profundo de interromper essa repetição.

É aprender a oferecer a si aquilo que um dia faltou:
cuidado, escuta, proteção e reconhecimento.

Não para negar a dor do que não veio.
Mas para que a sua história não continue sendo escrita pela ausência.

11/02/2026

Muitas pessoas aprendem cedo a se orientar pelo desejo do outro.
Ser querida, ser necessária, ser escolhida vira uma forma de garantir lugar no mundo.

Com o tempo, isso pode se confundir com amor, entrega ou intensidade emocional.
Mas, em escuta clínica, frequentemente aparece como dificuldade de sustentar o próprio desejo.

Quando o valor pessoal depende do olhar do outro, qualquer afastamento vira ameaça.
Qualquer silêncio vira rejeição.
Qualquer ausência ganha peso excessivo.

A psicanálise entende que isso não surge do nada.
São formas antigas de manter vínculos que, um dia, foram importantes demais para serem perdidos.

O problema é quando estratégias de sobrevivência continuam operando na vida adulta como se ainda fossem necessárias.

Nem todo sofrimento relacional é falta de amor-próprio.Muitas vezes é falta de contato com o próprio desejo.

E sem desejo próprio, qualquer relação vira tentativa de se encontrar no outro.

Lirian Pereira
CRP 04/50877

29/01/2026

Às vezes, não é amor.
Ficar em relações vazias também cansa e machuca.

PSI Lirian Pereira
CRP 04/50877

27/01/2026

A dor antiga ainda fala.

Lirian Pereira
CRP 04/50877

27/01/2026

Às vezes, quando a gente reage demais, quando a dor vem grande ou o choro aparece sem aviso, não é o adulto falando. É a criança que sofreu muito. É a adolescente que aprendeu cedo que o mundo podia ser cruel.
O trauma não f**a no passado. Ele atravessa o presente quando a ferida não foi cuidada. E aí a gente se cobra maturidade, força, controle, quando o que faltou lá atrás foi acolhimento.
Recuperar a autoestima não é fingir que o mundo é bom. É entender que, mesmo sendo cruel, você é além disso. Você não é o que te fizeram passar. Você é o que sobreviveu.
Tem momentos em que a dor não é de hoje.
É antiga.
É de quando você ainda estava aprendendo a existir no mundo.

Lirian Pereira
CRP 05/50877

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