MAMA-Movimento de Apoio as Mães de Autistas

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Visa ajudar Todos os parentes de autistas a entender, conhecer métodos de tratamento, dar apoio , exemplos, e indicar possíveis caminhos para superar dificuldades.

11/05/2021

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12/12/2019
Esta série está disponivel no canal play kids ou na loja de aplicativos para android. Dá uma olhadinha pra ver.
19/10/2019

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Disponível para dispositivos Android e Apple Disponível para dispositivos Android e Apple Funcionamento Auts, Ana, Davi e Cachorro vão ensinar às crianças como desenhar formas geométricas. É super fácil e muito divertido! E as crianças também podem fazer desenhos livres, escolhendo cor, es...

Isso explica muitos comportamentos que as vezes não entendemos o porque.
19/10/2019

Isso explica muitos comportamentos que as vezes não entendemos o porque.

Qual a causa principal das crises? O que fazer sobre as estereotipias? Veja, entenda, pratique e compartilhe. Somente compreendendo o que é o autismo, podemo...

Uma das formas mais fáceis de conhecer o Autismo  é através da leitura. Alguns deles conseguem abordar o assunto de form...
24/09/2019

Uma das formas mais fáceis de conhecer o Autismo é através da leitura. Alguns deles conseguem abordar o assunto de forma bem simples e muitas vezes até de forma lúdica, para quem dá os primeiros passos na tentativa de entender um pouco do assunto. No mercado existe uma infinidade de livros muito bons vou deixar aqui apenas 6 sugestões.

Um livro diferente - de Anita Brito
Um livrinho curto que pode ser lido por toda família, trabalha a inclusão escolar desde os primeiros anos. A produção conta com historinhas, rimas, para ajudar a criança a entender e lidar com as diferenças.

Meu amigo autista – de Maria Eduarda Loureiro
Conta a história de uma menina chamada Maria que se encanta por seu novo amiguinho de sala, João Pedro, que tem autismo. A publicação ajuda a todos, sobretudo as crianças, a compreenderem as dificuldades dos outros e sentir interesse numa relação com pessoas diferentes delas.

Brilhante – de Kristine Barnett
O livro conta a inspiradora história de uma mãe e seu filho gênio e autista. Jacob Barnett tem QI mais lato do que Einstein, uma prodigiosa memória fotográf**a e aprendeu cálculo matemático sozinho em duas semanas. Com nove anos começou a desenvolver uma teoria original em astrofísica que, para os acadêmicos da área, um dia pode levá-lo ao prêmio Nobel e aos doze tornou-se pesquisador remunerado em física quântica

O Menino Só - de Andrea Viviana Taubman
O livro traz um enfoque maior nas crianças que possuem a síndrome de Asperger, um tipo de autismo. Ele é rico em ilustrações e traz versos que remetem a mundo pouco conhecido das crianças que possuem o transtorno. É voltado para crianças, mas também para os pais, professores e cuidadores.

Meu amigo faz iiiii - de Andréa Werner
Dois amigos de escola: Bia e Nil. A menina começa a perceber que o colega tem um comportamento diferente do seu em algumas situações e é orientada pela professora a observá-lo, para compreender a diversidade como algo natural e positivo e que mesmo assim, eles podem se divertir juntos.

A escova de dente azul - de Marcos Mion
O apresentador de televisão, Marcos Mion é pai de Romeo, que tem autismo e divide com seu público os cuidados e os momentos ao lado do filho. A obra traz relatos da relação familiar, como o amadurecimento do autor com as descobertas sobre o autismo. A história surge a partir do presente que Romeu pediu aos pais no natal.

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Transtorno do Espectro Autista (TEA), o quadro do distúrbio engloba uma série de aspectos do desenvolvimento infantil qu...
20/09/2019

Transtorno do Espectro Autista (TEA), o quadro do distúrbio engloba uma série de aspectos do desenvolvimento infantil que se manifestam em maior ou menor grau de acometimento, por isso, utiliza-se o termo espectro. O diagnóstico de TEA engloba três quadros clínicos principais: Autismo clássico (aquele tipo mais conhecido, em que há um comprometimento nas áreas de interação, comportamento e linguagem, além de relevante déficit cognitivo), o Autismo de Alto funcionamento (ou Síndrome de Asperger: os portadores conseguem se expressar através da fala e são muito inteligentes, acima da média da população) e Distúrbio Global do Desenvolvimento (tem características do TEA, como alteração de interação e comportamento, mas não há um diagnóstico fechado).
As principais alterações no TEA :
Interação social: Pouco ou nenhum contato visual, não interagem espontaneamente com outras pessoas (adultos ou crianças);
Comportamento: Repetitivo(alinhar coisas, horários, caminhos), estereotipado (pular, chacoalhar as mãos ou se balançar). Ter interesse restrito em temas e brinquedos específicos (carros, dinossauros, números, etc).
Linguagem: Ausência ou atraso signif**ativo do desenvolvimento de linguagem oral (compreensão e expressão) e alteração em diversas habilidades linguísticas. Ecolalia (f**a repetindo coisas que ouviu)
Outras características muito comuns são:
1 - a seletividade alimentar com restrições a cores, sabores e texturas de alimentos
2 - transtorno sensorial (hipersensibilidade ou hipossensibilidade a um ou vários estímulos sensoriais auditivos, tais como visual, tátil, paladar, equilíbrio e do próprio corpo). Existem ainda pessoas que estão dentro do Espectro e que tem outros distúrbios associados, como, por ex, déficit cognitivo, Apraxia (distúrbio de planejamento motor da fala), Transtorno de déficit de atenção ou hiperatividade.
Apesar do aumento da população autista, ainda não há uma causa determinada para tal distúrbio . Mas sabe-se que os primeiros sinais de TEA já estão presentes desde o inicio da vida do bebê.
O transtorno é genético e a criança já nasce com ele, mas os sintomas vão aparecendo durante o desenvolvimento da criança e muitas vezes os atrasos são muito sutis, (principalmente quando o Autismo se apresenta de forma leve) que passam despercebidos, mas com o desenvolvimento esses atrasos vão se acumulando e f**ando mais evidente, por isso muitas vezes, o diagnóstico acontece mais tarde. Fique atento ao desenvolvimento das crianças, o diagnóstico e a intervenção precoce são de muita importância para que ela tenha uma vida mais funcional.

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Cronologia do Autismo (Como  vem  evoluindo desde a sua descoberta)1908 – Bleuler usa a palavra autismo para descrever o...
17/09/2019

Cronologia do Autismo
(Como vem evoluindo desde a sua descoberta)

1908 – Bleuler usa a palavra autismo para descrever o comportamento de um paciente esquizofrênico.
1943 – O psiquiatra Leo Kanner publica a obra Distúrbios Autísticos do Contato Afetivo no qual descreve o comportamento de 11 crianças que ele denominou como autistas e fala em autismo infantil precoce.
1944 – O psiquiatra Hans Asperger escreve o artigo A Psicopatia
Autista na Infância, publicado em Alemão e, por isso, somente reconhecido na década de 1980. O autismo descrito foi denominado como Síndrome de Asperger.
1952 – Publicada a primeira edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais que traz características autísticas como sintomas de esquizofrenia infantil.
1960 – A explicação psicanalítica ganha força. Surgem
teorias como a apelidada de “mãe-geladeira”, que fez com que muitas mulheres, mães de autistas, se sentissem culpadas por seus filhos serem autistas. Surgem as primeiras associações de pais de autistas.
1965 – Temple Grandin cria a máquina do abraço, um aparelho que ela mesma usa para se acalmar.
1975 – Lançadas as bases do Modelo Social de Deficiência com a publicação de Fundamental Principles of Disability (Princípios fundamentais da deficiência – em tradução livre) que coloca que é a sociedade que desabilita as pessoas com deficiência física e traz a diferença entre lesão e deficiência. Sendo a deficiência algo imposto sobre a lesão por conta do funcionamento social não adaptado.
1980 – Inclusão do autismo no DSM-III no grupo dos transtornos abrangentes do desenvolvimento, deixando de ser considerado um subgrupo das psicoses infantis.
1981 – Lorna Wing cunha o termo Síndrome de Asperger, em referência à pesquisa de Hans Asperger. A mesma pesquisadora já havia, na década de 1970, colocado o conceito de autismo como um espectro. Também fundou a NAS – National Autistic Society junto com Judith Gold e fundou o Centro Lorna Wing. Seu trabalho teve influência no mundo inteiro.
1988 – Lovaas, psicólogo americano, baseado no conceito de QI (Quoeficiente de Inteligência), coloca a terapia comportamental (ABA) como um tratamento ef**az para autistas, determinando 40 horas semanais de terapia intensiva para normalização de comportamentos. É lançado o filme Rain Man.
Década de 1990 – O surgimento da internet impulsiona o já latente movimento de auto advocacia em que autistas defendem seus pontos de vistas sobre a própria condição. Temple Grandin e Donna Williams são as mais conhecidas. Organizações de pais que buscam a cura para o autismo também aumentam, fazendo da ABA a terapia mais adotada por esse grupo. Os conflitos entre os dois grupos se acirram e continuam intensos nos tempos atuais.
1992 – Autistas dos Estados Unidos e da Austrália criam a
Autism Network International (ANI) que, apesar de contar com a participação de não autistas, tem como princípio que as decisões sejam tomadas apenas por autistas. Seu lema “por autistas para autistas” é acompanhado do “nada sobre nós sem nós” originado nos estudos da deficiência (década de 1960).
1994 – Inclusão da Síndrome de Asperger como um diagnóstico no DSM-IV.
1995 – É fundada a Cure Autism Now, focada em pesquisa biomédica para a cura e prevenção do autismo. Organização duramente criticada pelas organizações de autistas anti-cura e pró-neuro-diversidade.
1999 – A socióloga Judy Singer, ativista pelos direitos das pessoas
autistas, cunha o termo Neuro-diversidade que aponta o surgimento do movimento como fortemente influenciado pelo feminismo que deu maior liberdade e confiança às mães para se livrarem da culpa a elas imputada pelo modelo psicanalítico, pela internet que facilitou as trocas sem mediação dos médicos e pelo crescimento dos movimentos políticos de pessoas com deficiência, de autodefesa, de auto advocacia, destacando-se o movimento de surdos, influenciando a busca pelo reconhecimento de uma identidade autista.
Anos 2000 – Começa-se a falar em cultura autista, tratando-se dos interesses peculiares que ligam autistas tais como stims, determinados objetos, tipos de filmes, habilidades e talentos, todos de expressão típicos de pessoas autistas. Surgem blogs, chats, fóruns, grupos de discussão em que autistas se expressam de acordo com sua identidade autística.
Fala-se em orgulho autista, com o dia 18 de junho sendo reservado para a promoção desse orgulho.
Anos 2010 – Os movimentos de auto advocacia começam a influenciar autistas brasileiros que já vinham construindo um ativismo próprio.
O ativismo de pessoas autista começa a ganhar corpo no Brasil com o aumento da disponibilidade de informações e acesso à internet, seja individual ou coletivamente, iniciam-se ações de conscientização voltadas à identidade e respeito às diferenças. Assim como em outros países, os
conflitos entre ativistas pró neuro-diversidade e pró-cura são intensos.
Apesar das semelhanças com o ativismo construído nos Estados Unidos, nota-se que o ativismo no Brasil tem uma identidade própria estreitamente ligada às demandas e ao contexto locais.
2019 – CID11 une Autista e Asperger num único diagnóstico

Como obter  - Autorização especial para o estacionamento de veículosA autorização especial para o estacionamento de veíc...
13/09/2019

Como obter - Autorização especial para o estacionamento de veículos

A autorização especial para o estacionamento de veículos em via pública e zona azul, em vagas especiais, demarcadas com o símbolo internacional de acesso para pessoas com deficiência de mobilidade, obrigadas ou não a usar cadeira de rodas, aparelhagem ortopédica ou prótese, temporária ou permanente, com deficiência visual e com dificuldade de locomoção.

Atenção!
Estacionar o veículo nas vagas reservadas à pessoa com deficiência, sem o cartão que comprove tal condição, sujeita o motorista à infração gravíssima (7 pontos na CNH), multa e remoção do veículo.

Condições para ter direito
* Pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, condutor ou passageiro de veículos automotores.
* Com deficiência física ambulatória no(s) membro(s) inferior(es) ou;
* Com deficiência física ambulatória autônoma, decorrente de incapacidade mental; (quando o portador não pode assinar, há a necessidade de apresentação de documento de representação legal como: Interdição, Curatela ou Procuração) ou;
* Com mobilidade reduzida temporária, com alto grau de comprometimento ambulatório, inclusive as com deficiência de ambulação - temporária - mediante solicitação médica ou;
* Com deficiência visual e com dificuldade de locomoção.
Domicílio em município que não integre o Sistema Nacional de Trânsito (SNT).
Solicitar o cartão para estacionamento em vaga exclusiva para deficiente físico na unidade de atendimento do município de domicílio.

Onde solicitar
O Detran.SP é responsável pela emissão do Cartão da pessoa com deficiência para quem mora em município NÃO integrado ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT). Nos municípios integrados ao SNT, a responsabilidade é da prefeitura.

Se no seu município o Cartão da pessoa com deficiência deve ser solicitado no Detran.SP, você poderá solicitar o serviço na unidade de atendimento do município de domicílio.

Quem solicita
Pessoa com deficiência.
Procurador legal.

Passo a Passo
1) Se no município que você reside o Cartão da pessoa com deficiência deve ser solicitado no Detran.SP
, vá à unidade de atendimento do município de domicílio com os documentos solicitados.

2) Após verif**ação da documentação, a unidade de atendimento irá produzir e entregar o Cartão da pessoa com deficiência
Documentos e formulários

Você pode ver os formulários necessários no site do Detran
fonte:
http://www.detran.sp.gov.br/wps/portal/portaldetran/cidadao/veiculos/fichaservico/cartaoPessoaDeficiencia

Status especial para os que fazem parte deste time (AUTISMO)
06/09/2019

Status especial para os que fazem parte deste time (AUTISMO)

05/09/2019

Ciência

Cérebro de autistas é mais rápido em certas áreas, e mais lento em outras

Respostas sensoriais são velozes, mas a região ligada ao controle motor opera mais devagar. E essas variações podem ajudar a explicar os sintomas

Por Ingrid Luisa

access_time1 abr 2019, 17h25 - Publicado em 13 fev 2019, 18h49

(Paul Campbel/Getty Images)

O autismo é um transtorno neurológico que atinge cerca de 25 milhões de pessoas no mundo inteiro, segundo dados de 2015. Ele provoca dificuldade de comunicação e interação social, bem como comportamento restrito e repetitivo. Apesar das diversas pesquisas sobre o tema, as causas do autismo ainda não foram identif**adas — a maioria dos estudos indica que se trata da união de fatores genéticos com causas ambientais.

Agora, um estudo desenvolvido por cientistas britânicos e japoneses descobriu que a velocidade neural de algumas áreas do cérebro pode estar ligada aos sintomas cognitivos das pessoas com autismo.

Endereço

São Paulo, SP

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