Dr. Fernando Péchy

Dr. Fernando Péchy Médico formado pela Universidade de Marília.

Membro titular e especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

✨ Natal é tempo de gratidão, esperança e recomeços ✨Neste Natal, quero expressar minha profunda gratidão a cada paciente...
24/12/2025

✨ Natal é tempo de gratidão, esperança e recomeços ✨

Neste Natal, quero expressar minha profunda gratidão a cada paciente que confiou a mim algo tão valioso: sua saúde e sua história.

Cada mensagem recebida, cada relato de superação, cada passo dado após a cirurgia reforça o verdadeiro sentido do meu trabalho. Não são apenas procedimentos, são vidas transformadas, sonhos retomados e novos capítulos escritos com coragem, disciplina e ciência.

Aos pacientes operados e a todos que caminharam comigo ao longo deste ano: obrigado pela confiança, pelo carinho e pelas mensagens tão cheias de significado. Vocês são a razão de tudo.

Que este Natal renove as forças, fortaleça a fé e traga saúde, paz e equilíbrio para você e sua família.
Seguimos juntos, com responsabilidade, conhecimento e humanidade, construindo uma vida mais leve e saudável.

🎄✨ Feliz Natal! ✨🎄

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🤍 Salve este post para lembrar que recomeços são possíveis
📲 Compartilhe com alguém que também vive ou sonha com uma transformação

Dr. Fernando Péchy
Cirurgia do Aparelho Digestivo

✨ A dor é temporária. Mas a coragem… essa muda destinos.Na vida, todos nós enfrentamos batalhas que ninguém vê.Algumas d...
06/12/2025

✨ A dor é temporária. Mas a coragem… essa muda destinos.

Na vida, todos nós enfrentamos batalhas que ninguém vê.
Algumas doem no corpo. Outras, na mente. Outras, na alma.

🔹 A luta contra uma doença.
🔹 A reconstrução depois de um tombo.
🔹 O esforço silencioso de quem decide mudar sua história.
🔹 A disciplina de quem escolhe evoluir no esporte mesmo quando ninguém aplaude.

A verdade é simples e dura: a dor passa. Sempre passa.
Mas desistir deixa marcas que o tempo não apaga.

No esporte, na saúde, no tratamento, no processo de transformação…
Cada passo adiante é um lembrete poderoso de que você é mais forte do que imaginava.
A força não nasce nos dias fáceis , nasce justamente quando tudo parece difícil.

💥 Continue. Nem que seja devagar. Nem que seja com medo.
Porque o mundo é transformado por pessoas que decidiram não parar.

A vida recompensa quem insiste.
E você ainda nem começou a ver o quanto é capaz.

OBESIDADE SAUDÁVEL? MITO QUE PODE CUSTAR SUA VIDA.Quando falamos em obesidade, muitos ainda acreditam que “exames normai...
06/12/2025

OBESIDADE SAUDÁVEL? MITO QUE PODE CUSTAR SUA VIDA.

Quando falamos em obesidade, muitos ainda acreditam que “exames normais” significam saúde. Mas a verdade é dura: o fígado é um dos primeiros órgãos a sofrer e ele nunca grita.
A esteatose hepática (o famoso fígado gorduroso) progride silenciosamente… até ficar tarde demais.

👉 Fígado saudável x fígado com infiltração de gordura exatamente como na imagem acima é a diferença entre um órgão que trabalha em silêncio por você e outro caminhando para falência.

O que a obesidade causa no fígado?

🔸 Esteatose Hepática:
Acúmulo de gordura dentro das células. Na fase inicial, não dói, não dá sintomas… mas já é doença.

🔸 Esteato-Hepatite (NASH):
Quando a gordura começa a inflamar o fígado, inicia-se o processo de fibrose. Aqui, muitos pacientes ainda acreditam estar “bem”. Não estão.

🔸 Cirrose Hepática:
O estágio avançado da lesão. O fígado endurece, perde função, aumenta o risco de hemorragia digestiva, ascite, insuficiência hepática.
❗ Cerca de 40% das esteatoses avançam para cirrose ao longo dos anos.

🔸 Câncer de Fígado:
A obesidade e o fígado gorduroso aumentam significativamente o risco de carcinoma hepatocelular, mesmo sem cirrose.
Sim, você leu certo: o câncer pode surgir mesmo antes da cirrose.

A grande mentira: “Tenho obesidade, mas estou saudável.”

A obesidade é um estado inflamatório crônico.
O fígado sofre, o metabolismo desregula, a resistência à insulina aumenta… e isso tudo acontece anos antes de qualquer exame alterar.

A pergunta que sempre faço aos meus pacientes é:
“Seu corpo aguenta até quando?”

A boa notícia:

Fígado gorduroso tem cura.
Mas exige ação, acompanhamento e, em muitos casos, intervenção metabólica como a cirurgia bariátrica que reduz inflamação, reverte esteatose e devolve qualidade de vida.

Não existe obesidade saudável. Existe diagnóstico atrasado.

Se você tem obesidade, investigue seu fígado.
E se já tem diagnóstico de esteatose, não espere virar cirrose.

📌 Sua saúde não pode esperar.

✨ OBESIDADE NÃO É SÓ UM PROBLEMA ESTÉTICO , É UMA DOENÇA COMPLEXA E SISTÊMICA ✨Quando falamos em obesidade, muita gente ...
05/12/2025

✨ OBESIDADE NÃO É SÓ UM PROBLEMA ESTÉTICO , É UMA DOENÇA COMPLEXA E SISTÊMICA ✨

Quando falamos em obesidade, muita gente ainda pensa apenas na aparência.
Mas a realidade é outra: a obesidade é uma doença crônica, progressiva e que pode atingir praticamente todos os órgãos do corpo.

É por isso que ela está diretamente associada a:

🔥 Apneia do sono
🔥 Hipertensão
🔥 Refluxo
🔥 Doença da vesícula biliar
🔥 Diabetes tipo 2
🔥 Infertilidade masculina e feminina
🔥 Trombose
🔥 Gota
🔥 Incontinência urinária
🔥 Câncer (mama, próstata, intestino, endométrio…)
🔥 Gordura no fígado / esteatose
🔥 Doença arterial
🔥 Insuficiência cardíaca
🔥 Depressão , uma das mais fortes relações bidirecionais com a obesidade

E o mais importante: nada disso acontece por “falta de força de vontade”.
A obesidade envolve genética, hormônios, inflamação crônica, neuroendocrinologia e ambiente e sem julgamento.

Muita gente tenta tratar a obesidade com dietas rápidas, culpa e sofrimento.
Mas tratamento de verdade exige acompanhamento médico, equipe multidisciplinar e, em muitos casos, cirurgia metabólica, que é hoje uma das ferramentas mais eficazes e comprovadas para controlar a doença e reduzir mortalidade.

✨ Tratar obesidade é salvar anos de vida.
✨ É devolver saúde, energia, fertilidade, autoestima e futuro.

Se você luta contra o peso, saiba:
💛 você não está sozinho
💛 você não é culpado
💛 e existe tratamento seguro, científico e eficaz

Hoje tive a honra de participar do Simpósio de Cirurgia Bariátrica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, um dos eventos mais ...
29/11/2025

Hoje tive a honra de participar do Simpósio de Cirurgia Bariátrica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, um dos eventos mais respeitados do país na área de cirurgia metabólica.

Apresentei uma aula sobre um tema que considero fundamental para a boa prática médica:

“Restrição e malabsorção são complicações, e não os mecanismos de ação da cirurgia metabólica.”

Durante anos, acreditou-se que operar o estômago e o intestino significava apenas “reduzir” e “mal absorver”.
Hoje, graças a estudos robustos publicados no NEJM, JAMA e por autores como Mingrone, Schauer, Carel Le Roux e Ricardo Cohen, sabemos que o real impacto da cirurgia vai muito além da anatomia.

Os verdadeiros mecanismos são hormonais, metabólicos e neuroendócrinos, envolvendo incretinas, ácidos biliares, eixo cérebro-intestino, remodelação metabólica e melhora profunda na sensibilidade insulínica processos que explicam, por exemplo, a remissão do diabetes tipo 2 mesmo antes da perda de peso inicial.

Levar esse conhecimento adiante é parte da minha missão:
educar, atualizar e transformar a forma como entendemos e tratamos a obesidade uma doença crônica, progressiva e totalmente influenciada por fatores biológicos.

Agradeço ao Hospital Alemão Oswaldo Cruz pelo convite e pela oportunidade de compartilhar evidências que mudam vidas.
Seguimos juntos, com ciência, ética e propósito.
.oficial

👟 “Doutor… ainda bem que tenho minha mulher pra me ajudar a colocar as meias e calçar os sapatos.”Eu já ouvi muitas fras...
31/10/2025

👟 “Doutor… ainda bem que tenho minha mulher pra me ajudar a colocar as meias e calçar os sapatos.”

Eu já ouvi muitas frases marcantes em consultório.
Mas essa… essa ficou gravada.
Naquele momento, entendi, de verdade, o tamanho da prisão que a obesidade pode representar. Não é só sobre estética. É sobre perder autonomia.

Sobre ter limitações para o que deveria ser simples: escolher uma roupa, cruzar as pernas, caminhar, se abaixar… calçar um sapato.

A obesidade pode impor limites que vão muito além do corpo.
Ela pode afetar a autoestima, o convívio, a esperança.

E, muitas vezes, o que dói mais é o peso da culpa... aquela que a sociedade insiste em colocar sobre quem já está lutando.
Obesidade não é fraqueza. É doença crônica.

E precisa ser tratada com ciência, respeito e empatia.

Meses depois, esse mesmo paciente voltou.
Mas dessa vez, ele não falava sobre dor ou limitação.
Ele me contou, sorrindo, que agora colocava os próprios tênis…
os tênis de corrida.
E com eles, cruzou a linha dos primeiros 5 km da vida. 🏃‍♂️✨

É isso que me inspira. Ver vocês, meus pacientes, voltarem com brilho nos olhos em meu consultório no pós-cirurgia!

✨ A cirurgia bariátrica não é mágica. É coragem. ✨Não existe pó de fada, atalho fácil ou milagre.Existe decisão. Existe ...
25/07/2025

✨ A cirurgia bariátrica não é mágica. É coragem. ✨

Não existe pó de fada, atalho fácil ou milagre.

Existe decisão. Existe medo, sim mas também existe força.
Existe um coração cansado de sofrer calado.
Um corpo que pede socorro.
E uma alma que sonha com liberdade.

A bariátrica é um gesto profundo de autocuidado.
É um “chega” disto com firmeza.
É amor-próprio em forma de atitude.
É abrir mão da culpa e abraçar um recomeço.

Ela não faz mágica.
Mas abre a porta para a verdadeira transformação aquela que vem com disciplina, com acompanhamento, com carinho e com o tempo.

É um grande passo… para grandes mudanças.
E quem dá esse passo, merece aplausos.
Merece respeito.
E merece ser tratado com a ternura que toda jornada de renascimento exige. 💙

Se você chegou até aqui, saiba:
Você é forte.
Você é capaz.
Você está florescendo. 🌱 .oficial

⚠️ Corra, você está sendo enganado! ⚠️Cuidado com o “médico que fala” coisas como:🔸 “Eu acho que isso funciona”🔸 “Nas mi...
17/07/2025

⚠️ Corra, você está sendo enganado! ⚠️

Cuidado com o “médico que fala” coisas como:

🔸 “Eu acho que isso funciona”
🔸 “Nas minhas mãos, sempre dá certo”
🔸 “Eu faço assim há anos”
🔸 “Os meus protocolos são diferentes”

Essas frases, por mais convincentes que pareçam, geralmente escondem um fato preocupante: falta de evidência científica. Medicina séria não se baseia em achismo, ego ou tradição pessoal. Ela se baseia em estudos, ciência e segurança para o paciente.

Desconfie de promessas milagrosas, tratamentos sem respaldo técnico ou explicações que não fazem sentido. Informação de qualidade salva vidas. Pseudociência, não.

🔍 Informe-se. Pergunte. Questione. .oficial

A obesidade e a depressão são dois dos maiores desafios de saúde pública do século XXI. Separadamente, já carregam um pe...
02/06/2025

A obesidade e a depressão são dois dos maiores desafios de saúde pública do século XXI. Separadamente, já carregam um peso emocional, físico e social devastador. Juntas, porém, criam um ciclo silencioso e cruel, onde o corpo e a mente se tornam prisioneiros um do outro. Mais do que números em balanças ou diagnósticos clínicos, estamos falando de vidas em sofrimento, de pessoas que carregam no corpo a dor que muitas vezes não conseguem expressar com palavras.

Estudos mostram que pessoas com obesidade têm maior propensão a desenvolver depressão, e vice-versa. Parece óbvio, mas o impacto emocional da obesidade vai além da estética. O preconceito social, a pressão por um padrão inalcançável de beleza e as dificuldades no cotidiano como não encontrar roupas que sirvam ou sentir-se julgado ao entrar em uma academia corroem lentamente a autoestima. Essa dor se acumula e, muitas vezes, se transforma em depressão. O problema é que, em muitos casos, a depressão também desencadeia comportamentos que agravam a obesidade: compulsão alimentar, sedentarismo, distúrbios no sono, desmotivação para cuidar de si.

Trata-se de um ciclo perverso. Quem está deprimido, muitas vezes, não tem força para se alimentar de forma saudável ou para buscar ajuda. E quem sofre com obesidade sente a dor de ser julgado, muitas vezes sem empatia, como se fosse apenas uma questão de “força de vontade”. A sociedade trata essas condições com superficialidade e preconceito, quando, na verdade, elas exigem compreensão, apoio e políticas públicas sérias.

É hora de encarar a verdade: obesidade e depressão não são fraquezas. São doenças, e como tal, merecem tratamento digno, apoio psicológico e médico, e acima de tudo empatia. Precisamos parar de julgar e começar a ouvir. Atrás de cada corpo fora do “padrão” pode haver uma mente implorando por ajuda.

Enquanto não rompermos esse ciclo com informação, acolhimento e tratamento humanizado, continuaremos perdendo pessoas para o silêncio da dor emocional e física. A obesidade não é só sobre peso. A depressão não é só sobre tristeza. Ambas são sobre sofrimento, invisível a olho nu, mas devastador para quem sente.

A obesidade e a depressão são dois dos maiores desafios de saúde pública do século XXI. Separadamente, já carregam um pe...
02/06/2025

A obesidade e a depressão são dois dos maiores desafios de saúde pública do século XXI. Separadamente, já carregam um peso emocional, físico e social devastador. Juntas, porém, criam um ciclo silencioso e cruel, onde o corpo e a mente se tornam prisioneiros um do outro. Mais do que números em balanças ou diagnósticos clínicos, estamos falando de vidas em sofrimento, de pessoas que carregam no corpo a dor que muitas vezes não conseguem expressar com palavras.

Estudos mostram que pessoas com obesidade têm maior propensão a desenvolver depressão, e vice-versa. Parece óbvio, mas o impacto emocional da obesidade vai além da estética. O preconceito social, a pressão por um padrão inalcançável de beleza e as dificuldades no cotidiano como não encontrar roupas que sirvam ou sentir-se julgado ao entrar em uma academia corroem lentamente a autoestima. Essa dor se acumula e, muitas vezes, se transforma em depressão. O problema é que, em muitos casos, a depressão também desencadeia comportamentos que agravam a obesidade: compulsão alimentar, sedentarismo, distúrbios no sono, desmotivação para cuidar de si.

Trata-se de um ciclo perverso. Quem está deprimido, muitas vezes, não tem força para se alimentar de forma saudável ou para buscar ajuda. E quem sofre com obesidade sente a dor de ser julgado, muitas vezes sem empatia, como se fosse apenas uma questão de “força de vontade”. A sociedade trata essas condições com superficialidade e preconceito, quando, na verdade, elas exigem compreensão, apoio e políticas públicas sérias.

É hora de encarar a verdade: obesidade e depressão não são fraquezas. São doenças, e como tal, merecem tratamento digno, apoio psicológico e médico, e acima de tudo empatia. Precisamos parar de julgar e começar a ouvir. Atrás de cada corpo fora do “padrão” pode haver uma mente implorando por ajuda.

Enquanto não rompermos esse ciclo com informação, acolhimento e tratamento humanizado, continuaremos perdendo pessoas para o silêncio da dor emocional e física. A obesidade não é só sobre peso. A depressão não é só sobre tristeza. Ambas são sobre sofrimento, invisível a olho nu, mas devastador para quem sente.

Por que os médicos parecem frios e calculistas?É uma pergunta comum entre pacientes: por que tantos médicos parecem dist...
31/05/2025

Por que os médicos parecem frios e calculistas?

É uma pergunta comum entre pacientes: por que tantos médicos parecem distantes, frios, quase robóticos? Seriam eles desprovidos de empatia? Ou há algo mais profundo por trás desse comportamento?

A medicina é uma profissão carregada de responsabilidade. Todos os dias, médicos lidam com dor, sofrimento, morte e com isso, vêm decisões difíceis, pressão constante e a necessidade de manter o foco, mesmo diante da tragédia. O distanciamento emocional, que para alguns parece frieza, é muitas vezes um mecanismo de defesa. Se cada perda for sentida profundamente, como suportar uma vida inteira de luto constante?

Além disso, médicos são treinados para agir com lógica e racionalidade. Quando a vida de alguém está em jogo, emoção demais pode atrapalhar. O médico que hesita por empatia, que chora com o paciente, pode falhar em tomar uma decisão crítica a tempo. Por isso, muitos se tornam calculistas: não por maldade, mas por necessidade.

Mas há também outro lado: o sistema. Plantões exaustivos, pouco tempo para cada paciente, burocracias sem fim e cobranças incessantes por produtividade. Nesse cenário, o calor humano é sufocado pela engrenagem da rotina médica. O que sobra, muitas vezes, é um profissional que aprendeu a sobreviver emocionalmente desligando partes de si mesmo.

Isso não significa que médicos não se importam. Muitos sofrem em silêncio, acumulam traumas, vivem com o peso das decisões que precisaram tomar. Só que, para o mundo exterior, tudo isso é encoberto por uma postura fria o único escudo que resta para continuar cuidando dos outros sem se despedaçar por dentro.

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Rua Augusta 1939 , 5º Andar , Conjunto 51 , Bairro Cerqueira César
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