Psi Julia Lainetti

Psi Julia Lainetti Atendimento psicológico online para brasileiros, reflexões sobre saúde mental e vida no exterior. Reflexões sobre saúde mental e vida no exterior.

Refletir é a melhor forma de podermos construir formas de lidar com os desafios da vida.

Nesses últimos dias li o livro do  “Ideias para adiar o fim do mundo” e fiquei pensando sobre como ele nessa virada traz...
31/12/2025

Nesses últimos dias li o livro do “Ideias para adiar o fim do mundo” e fiquei pensando sobre como ele nessa virada traz uma pequena dose de esperança, coragem e alento para enfrentarmos o futuro que está por vir.

Desejar um futuro sem desafios, decepções e dias difíceis é da ordem do impossível, porque se tem uma coisa que sabemos é que existem dias e dias.

Mas se tem uma coisa que podemos - e devemos desejar e muito! - é coragem e esperança para os dias difíceis.

É criatividade para enfrentarmos as mudanças de planos.

É sensibilidade para nos acolhermos quando o cansaço bater.

Pois assim, só assim que poderemos construir um futuro, uma vida, um dia após dias coloridos em meio a névoa, que poderemos nos projetar em paraquedas que nos possibilitam aliviar as quedas, e nos alimentarmos de novos sonhos e novos respiros para recalcularmos as rotas nos possibilitando novos caminhos!

Que possamos construir um ano de muitas possibilidades!

#2026

Quem vai se transforma e nunca mais deixa de viver esses transformações.O mudar tem passagem só de ida ✈️
18/12/2025

Quem vai se transforma e nunca mais deixa de viver esses transformações.
O mudar tem passagem só de ida ✈️

Já podemos começar as retrospectivas ou ainda está muito cedo? 😂Desde que terminei o mestrado se tem uma coisa que eu re...
17/12/2025

Já podemos começar as retrospectivas ou ainda está muito cedo? 😂

Desde que terminei o mestrado se tem uma coisa que eu retomei o hábito e amo é ler.

Ano passado minha meta eram de 12 livros e consegui ler 17 e nesse ano com a pós minha meta eram 15 e eu consegui 31! ( será que aumento nos próximos dias?)

Em um mundo com tantos estímulos e mil informações por segundo quando estamos online, ler é um jeito de desacelerar e ao mesmo tempo manter a mente ativa, espero de verdade continuar mantendo apesar das mudanças da vida.

Dos livros que eu li posso dizer que todos que estão aqui eu gostei mto - por que tem aqueles que eu larguei pq eu sou daquelas que se a leitura não embala, eu simplesmente deixo e sigo a vida 😂

E você é de qual tipo? E quanto as suas leituras como é por aí? Um hábito? Uma tentativa? Tem algum livro que você indica pro meu 2026?

Eu sou daquelas que lê um livro com o lápis na mão, sempre atenta para salvar frases e reflexões importantes possam apar...
15/12/2025

Eu sou daquelas que lê um livro com o lápis na mão, sempre atenta para salvar frases e reflexões importantes possam aparecer.

Com o primeiro livro dessa coleção “Entendendo seu filho”, não foi diferente e essa frase que resolvi trazer pra cá traz em poucas palavras uma reflexão que sem dúvida podemos levar para todas as áreas da nossa vida: como é importante termos coragem para encarar de frentes desafios, problemas, questões e divergências que podem aparecer - e vão - aparecer nas nossas relações.

Como eu sempre digo aos meus pacientes é na relação com os pais que os filhos vão aprender a ser humaninhos para lidar com as suas próprias questões, então nada melhor do que começar desde cedo a ser inserido gentilmente na complexidade de lidar com os sentimentos, seus e daqueles que estão ao seu redor. Pois é a partir e através dessa coragem que os relacionamentos se fortalecem e as relações ficam mais sólidas.

Indico demais essa coleção! De tantos livros sobre que já li, esse já foi pros preferidos sem dúvida!

Final de ano sempre aparecerem questões como as metas do ano que passou que foram ou não alcançadas ou também as metas p...
10/12/2025

Final de ano sempre aparecerem questões como as metas do ano que passou que foram ou não alcançadas ou também as metas para o próximo ano que estão sendo feitas como se a complexidade da nossa vida coubesse em uma lista para darmos check.

Desde antes quando eu trabalhava com RH - em seleção mais especificamente - se tinha uma pergunta que me deixava extremamente desconfortável e normalmente os gestores me faziam fazer era: “Onde você se vê daqui cinco anos? Dez anos?”... Eu sempre pensava, gente, como eu vou saber?

Hoje em dia, depois desses anos na clínica essa pergunta, essa ideia, esse questionamento me deixa ainda mais incomodada. E o mais tenebroso é que eu ouço daqueles que eu atendo essa pergunta vindo deles mesmos, de familiares, de cônjuges, de colegas de trabalho, em entrevistas...

Como desde lá o começo da pandemia eu já dizia, a vida sempre foi imprevisível, mas se esses últimos anos nos mostraram em LETRAS MAIÚSCULAS é que não fazemos ideia do dia de amanhã.

Claro que não estou dizendo que não temos que ter objetivos em nosso horizonte... Objetivos motivam, incentivam.

Mas também podem desmotivar se caem demais no campo dos ideais. Eles também podem apontar para a questão que se só um caminho se faz possível, todas as demais possibilidades se tornam automaticamente ERRADAS.

Talvez possamos pensar nas perguntas e anseios sobre o futuro como algo que nos convide a pensar em quem queremos ser e nos construirmos internamente como pessoas.

Pessoas que se cuidam, que se acolhem, que escolhem se aprimorar, que olham as oportunidades a sua volta, os sentimentos e as contingências e que procuram a todo instante ajustar o GPS que fala do caminho externo para que ele esteja de acordo com o ritmo e os desejos do GPS interno.

Aonde eu me vejo daqui alguns anos? Me vejo me respeitando, me escutando, me cuidando para que eu seja uma pessoa bacana para mim e para os outros.

Aonde eu vou estar? Não sei, se me dissessem onde eu estaria há uns anos atrás eu não acreditaria. Que eu possa estar onde e com quem me faz bem.

Continua ⬇️⬇️

Ter concluído recentemente o primeiro ano do curso de Psicanálise e Parentalidade no  foi sem dúvida a realização de alg...
01/12/2025

Ter concluído recentemente o primeiro ano do curso de Psicanálise e Parentalidade no foi sem dúvida a realização de algo que eu desejei muito e a oportunidade de mergulhar nas obras de autores que eu não tinha tanto o hábito de ler e conhecer profissionais incríveis que puderam contribuir para a ampliação do meu olhar não só para a temática do curso, mas para a minha clínica e porque não dizer, para a minha vida em geral…

Selecionei esse trecho escrito pelo na introdução de um dos livros da obra de Winnicott pois acredito que ele resume bem o desafio na vida, na parentalidade, na clínica.

O quão violento é quando nos cobramos ou nos comparamos. Estamos aprendendo sempre todos os dias. Mas podemos também pensar que o fato de não termos ensaio, não significa que não podemos nos preparar… Ah! A vida e seus paradoxos!

Que venha o segundo ano do curso e os próximos desafios e aprendizados nele e para além dele!

Inspirada no post de hoje da .mochi resolvi tirar da gaveta um texto que até então não tinha encontrado muito espaço aqu...
25/11/2025

Inspirada no post de hoje da .mochi resolvi tirar da gaveta um texto que até então não tinha encontrado muito espaço aqui no insta sobre um tema que me move bastante: a vulnerabilidade das mulheres migrantes.

Convido vocês a lerem o texto completo no meu site Morarfora.com 🖋️

Inspirada no texto da .mochi de hoje sobre a data de hoje, tirei um texto da gaveta que estava guardado ha um bom tempo ...
25/11/2025

Inspirada no texto da .mochi de hoje sobre a data de hoje, tirei um texto da gaveta que estava guardado ha um bom tempo e que não tinha visto muito espaço para compartilhar aqui no insta.

Pensar sobre a vulnerabilidade da mulher migrante é algo que me toma bastante, me faz pensar sobre os limites da escuta, os limites sociais e os desafios de existir em uma sociedade tão desigual.

Te convido a passar la no site Morarfora e ler o texto completo!

Quantas coisas estamos acostumados a olhar do mesmo jeito? Pelo mesmo ângulo? Sempre pelo mesmo viés? Quantas portas dei...
17/11/2025

Quantas coisas estamos acostumados a olhar do mesmo jeito? Pelo mesmo ângulo? Sempre pelo mesmo viés? Quantas portas deixamos de abrir, por que se quer as consideramos?

Construir a possibilidade de olhar a vida por um outro ângulo é algo que talvez na infância tenhamos mais: pela curiosidade, pela vontade de descobrir... E que ao longo da vida talvez acabamos por perder... Afinal são tantas normas, deveres e certos e errados que vamos internalizado... ⠀

O processo de análise vai por aí:⠀
Pelo caminho de nos cutucar - de ser esse reflexo nos óculos - e de fazer com que a gente possa perceber o que mais tem a nossa a volta, e principalmente dentro de nós, para além daquilo que estamos conseguindo, acostumados a ver. ⠀

É um abrir de possibilidades, é uma amplitude do olhar que se permite a ver que tudo é muito mais além... E por ser além permite que tenhamos novas, interessantes e diferentes possibilidades para seguir.

Recentemente em uma aula da Pós ouvi algo que tem muito a ver com a forma como penso meu trabalho como psicanalista: ten...
07/10/2025

Recentemente em uma aula da Pós ouvi algo que tem muito a ver com a forma como penso meu trabalho como psicanalista: tenho como meta promover aqueles que chegam até mim um pouco mais de qualidade de vida.

Para muitos psicanalistas isso pode parecer até uma blasfêmia, pois afinal de contas não devemos querer o bem dos nossos pacientes, pois afinal de contas, o bem é relativo, o bem tem a ver com uma norma e com um ideal. E quanto a isso eu concordo gênero, número e grau.

Acho que nisso alguns acabam indo para o extremo de que não podemos desejar nada, sendo que sabemos bem que é necessário que haja na condução de uma análise o desejo do analista e o meu desejo é que dentro na singularidade de cada vida e cada universo que aqueles que eu escuto possam sofrer menos, possam encontrar formas mais leves de levar a vida, que possam se desprender dos ideais e que possam viver suas vidas permitindo-se ser legítimos, autênticos e acolhendo quem são.

No cantinho uma gravura que amo com algumas das minhas referências teóricas: Freud, Dolto e Lacan 📚

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Esse é o meu décimo ano como psicóloga e estava aqui pensando tudo o que essa profissão me proporcionou ao longo desses ...
27/08/2025

Esse é o meu décimo ano como psicóloga e estava aqui pensando tudo o que essa profissão me proporcionou ao longo desses anos.

Como sou grata por todo esse percurso.

Como sou grata a Julia que depois da primeira faculdade, já se sentindo “velha” com seus 20 poucos anos escutou a voz da Julia pequena que dizia que queria ser psicóloga.

Como sou grata a cada paciente que escutei e tenho escutado, grata a cada um que confiou e tem confiado em mim em todos esses anos.

Grata aos frutos dessa profissão que também me permitiu realizar tantos sonhos, construir a minha vida e também encontrar tanta gente legal.

Grata a minha analista que está na minha vida ao longo dessa década e das outras psis que passaram na minha vida antes dela.

Grata por que não importa o lado que estou no setting cresço, aprendo e mergulho mais na vida e nas nuances e desafios de viver.

Cada dia que passa tenho mais certeza desse ofício que escolhi ❤️

Feliz dia a todos nós que escolhemos essa profissão tão linda e desafiadora!

Impossível falar sobre migrações sem colocar em perspectiva as questões relacionadas ao falar, ao idioma, ao sotaque, as...
25/08/2025

Impossível falar sobre migrações sem colocar em perspectiva as questões relacionadas ao falar, ao idioma, ao sotaque, as diferenças na forma de construir e pensar uma frase, um raciocínio.

Assumir esses desafios, nomeá-los é sem dúvida uma forma de abrir espaço para criar novas formas de lidar com eles.

Como tem sido por aí?

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São Paulo, SP

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Categoria

Saúde mental, vida no exterior e atendimento online

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