Fabiane Mattjie

Fabiane Mattjie Pedagoga/Psicopedagoga- Avaliação Intervenção Cognitiva/ Descomplicando a Educação Especial-AEE

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A rotina pode parecer algo básico no dia a dia, mas para o cérebro infantil ela é essencial. É através da repetição e da...
23/03/2026

A rotina pode parecer algo básico no dia a dia, mas para o cérebro infantil ela é essencial. É através da repetição e da previsibilidade que a criança começa a se sentir segura, entender o que vem depois e organizar melhor suas ações.

Quando existe uma rotina bem estruturada, a criança desenvolve mais confiança para agir sozinha, aprende a lidar melhor com suas emoções e consegue se adaptar com mais facilidade às atividades do dia.

A ausência de rotina, por outro lado, pode gerar ansiedade, desorganização e até dificuldades no comportamento e na aprendizagem. Isso acontece porque o cérebro precisa de referências para se organizar.

Com uma rotina clara, a criança reduz o estresse, melhora a concentração e desenvolve habilidades importantes como autocontrole, independência e disciplina.

E não se trata de rigidez, mas de previsibilidade.

Se você sente que seu filho tem dificuldade com organização, comportamento ou adaptação, a orientação certa pode fazer toda diferença. Me chama no direct para conversar. 💛

16/03/2026

Muitas crianças com dislexia se esforçam muito mais do que parece. Elas tentam acompanhar a leitura, se dedicam às atividades e querem acertar, mas o processo de decodificar palavras e organizar a leitura exige um esforço muito maior do cérebro.

Enquanto outras crianças leem de forma automática, quem tem dislexia precisa gastar mais energia para reconhecer letras, formar palavras e compreender o texto. Isso pode tornar a leitura lenta, cansativa e, muitas vezes, frustrante.

Quando essa dificuldade não é compreendida, surgem rótulos injustos: “não presta atenção”, “não se esforça”, “é preguiçoso”.

Mas o que existe ali não é falta de vontade. É uma forma diferente de processamento da leitura.

Com avaliação adequada, estratégias específicas e apoio correto, crianças com dislexia podem desenvolver habilidades, fortalecer a confiança e construir uma relação mais saudável com o aprender.

👉 Se existem dificuldades persistentes na leitura e na escrita, buscar orientação especializada pode trazer clareza e direcionamento.

13/03/2026

Crianças autistas podem ter dificuldade em perceber nuances da comunicação e das relações sociais. Muitas vezes elas falam de forma direta, sem filtros ou sem considerar como aquilo pode impactar emocionalmente o outro.

Isso não significa falta de empatia.

Na maioria das vezes, significa apenas que a forma de perceber e processar as interações sociais é diferente. A criança pode precisar de explicações mais claras, exemplos concretos e modelos de comportamento para compreender como suas palavras e atitudes afetam as outras pessoas.

Esse aprendizado faz parte do desenvolvimento e pode ser construído com orientação adequada, apoio da família e intervenções especializadas.

Quando o autismo é identificado na primeira infância, existe mais tempo para trabalhar habilidades sociais, comunicação e autonomia. O diagnóstico precoce permite criar estratégias que ajudam a criança a compreender melhor o mundo ao seu redor.

Buscar orientação não é rotular. É abrir caminhos para desenvolvimento, segurança emocional e qualidade de vida.

Se você percebe sinais que geram dúvida, procurar avaliação especializada pode trazer clareza e direcionamento.

neurodiversidade

Nem toda criança com alto QI vai, automaticamente, encontrar seu caminho com facilidade. O QI é apenas um número. Ele ap...
10/03/2026

Nem toda criança com alto QI vai, automaticamente, encontrar seu caminho com facilidade. O QI é apenas um número. Ele aponta possibilidades, mas não define o destino de uma criança.

O que realmente faz diferença é o ambiente.

Quando uma criança superdotada cresce em contextos que não a compreendem, que não estimulam sua curiosidade ou que não acolhem sua intensidade, aquilo que poderia se transformar em criatividade, profundidade e realização muitas vezes se transforma em ansiedade, frustração ou silêncio.

Superdotação não é um dom mágico. É sensibilidade, intensidade, curiosidade e capacidade. E tudo isso precisa de direção.

Por isso, as escolhas ao redor dessa criança importam muito. A escola importa. Os amigos importam. Os adultos de referência importam. E o apoio especializado pode fazer diferença nesse percurso.

Não para cobrar mais desempenho, mas para compreender melhor o funcionamento da criança, orientar o caminho e proteger o desenvolvimento emocional junto com o cognitivo.

Nenhuma criança deveria carregar sozinha o peso do próprio potencial.

Potencial precisa de solo.
Talento precisa de cuidado.
E crianças superdotadas precisam de ambientes que saibam acolher tudo o que elas são. 

O Dia Internacional da Mulher não nasceu como uma data comercial ou apenas de celebração. Ele surgiu de uma história de ...
08/03/2026

O Dia Internacional da Mulher não nasceu como uma data comercial ou apenas de celebração. Ele surgiu de uma história de luta, coragem e reivindicação por direitos básicos.

No início do século XX, mulheres trabalhavam em fábricas com jornadas exaustivas, salários muito menores que os dos homens e condições extremamente precárias. Movimentos organizados começaram a surgir em vários países, exigindo condições dignas de trabalho, direito ao voto, igualdade salarial e reconhecimento na sociedade.

Com o passar dos anos, o 8 de março se consolidou como um símbolo dessa luta. Uma lembrança de que muitos direitos que hoje existem foram conquistados com persistência, mobilização e voz coletiva.

E essa luta continua.

Ainda hoje, mulheres seguem enfrentando desafios para ocupar espaços, para serem respeitadas em ambientes profissionais e para terem suas capacidades reconhecidas.

Para muitas mulheres neurodivergentes, essa batalha pode ser ainda mais complexa. Além das barreiras sociais que muitas mulheres enfrentam, existe também o desafio de serem compreendidas em suas diferenças, respeitadas em seu modo de pensar e incluídas em ambientes que muitas vezes não estão preparados para isso.

O 8 de março não é apenas uma data para flores e homenagens.
É um dia para lembrar da história, da resistência e das conquistas das mulheres, e também para refletir sobre o que ainda precisa mudar.

Que seja um convite para construir uma sociedade mais justa, onde todas as mulheres possam viver com respeito, oportunidades e dignidade.

06/03/2026

O autismo em meninas pode se manifestar de forma diferente do que normalmente se observa em meninos. Muitas meninas conseguem falar, socializar e participar das brincadeiras, mas isso muitas vezes acontece com grande esforço.

Elas costumam desenvolver estratégias de camuflagem ou mascaramento, tentando imitar comportamentos sociais para se adaptar. Esse esforço constante pode gerar uma grande sobrecarga emocional.

Mesmo participando das interações, muitas vezes mantêm interesses muito específicos e podem apresentar dificuldades em construir relações mais profundas.

Por isso, comparar o autismo em meninas com o padrão mais comum observado em meninos pode fazer com que muitos casos passem despercebidos. Olhar atento e avaliação especializada fazem diferença para compreender cada criança.

medianeraira

04/03/2026
Falar sobre inclusão é fácil. Difícil é colocar em prática todos os dias, dentro da sala de aula, com planejamento, estr...
02/03/2026

Falar sobre inclusão é fácil. Difícil é colocar em prática todos os dias, dentro da sala de aula, com planejamento, estratégia e responsabilidade.

Incluir não é apenas aceitar a matrícula.
Não é apenas colocar a criança na mesma carteira.
Não é apenas “ter paciência”.

Inclusão de verdade exige preparo. Exige entender como aquela criança aprende, como ela processa informações, como reage aos estímulos, como organiza o pensamento e como se regula emocionalmente.

Cada criança neurodivergente tem um funcionamento único. Quando a escola não compreende isso, surgem os rótulos: “não acompanha”, “não presta atenção”, “não tem interesse”.

Mas muitas vezes o que falta não é capacidade. É adaptação.

Com orientação adequada, ajustes simples podem transformar completamente a experiência escolar: organização do ambiente, instruções claras, divisão de tarefas, previsibilidade, estratégias de regulação e acompanhamento individualizado.

Aqui eu atuo justamente nessa ponte entre família e escola, ajudando a construir estratégias reais para que a inclusão aconteça com qualidade e segurança.

Se você é mãe, pai ou educador e sente que algo precisa ser ajustado, me chama no direct para conversarmos. Avaliação e orientação fazem diferença no desenvolvimento.

medianeraira

Parece contraditório, mas no TDAH não é sobre falta de capacidade. É sobre excesso de estímulos e dificuldade de regular...
25/02/2026

Parece contraditório, mas no TDAH não é sobre falta de capacidade. É sobre excesso de estímulos e dificuldade de regular a atenção. A criança com TDAH não escolhe se distrair. O cérebro dela capta tudo ao mesmo tempo. Sons, movimentos, pensamentos, ideias… É como se o volume do mundo estivesse sempre alto demais, e quando o ambiente está cheio de estímulos, o foco diminui ainda mais.

Por isso, muitas vezes, o que ajuda não é cobrar mais, é organizar melhor. Um ambiente com menos distrações, orientações claras e objetivas, tarefas divididas em pequenas etapas, intervalos estratégicos e uma rotina previsível fazem diferença real. Quando o ambiente se ajusta, o foco começa a aparecer.

Aqui no consultório eu avalio, oriento e construo estratégias personalizadas para que a criança desenvolva atenção, autonomia e confiança para aprender. Se você percebe que o excesso de estímulos está atrapalhando o desempenho do seu filho, me chama no direct para agendar uma avaliação especializada.

aprendizagem atencao

Quando falamos sobre autismo, ainda existe muita ideia equivocada circulando por aí. E isso machuca, confunde e atrasa i...
23/02/2026

Quando falamos sobre autismo, ainda existe muita ideia equivocada circulando por aí. E isso machuca, confunde e atrasa intervenções importantes.

Na minha prática como psicopedagoga, vejo diariamente o quanto a informação correta muda histórias. Por isso, aqui vão 5 coisas que uma criança autista NÃO É, e que precisam ser ditas com clareza:

1️⃣ Não é mal-educada.
Muitas vezes o que parece “falta de limite” é dificuldade de compreender regras sociais, excesso de estímulos ou dificuldade de autorregulação.

2️⃣ Não é desinteressada.
Ela pode ter interesses intensos e profundos, só não necessariamente nos mesmos assuntos que os outros esperam.

3️⃣ Não é incapaz de aprender.
Ela aprende, sim. Mas pode precisar de estratégias diferentes, adaptações e respeito ao seu ritmo.

4️⃣ Não é fria ou sem afeto.
A forma de expressar emoções pode ser diferente, mas o sentimento está ali.

5️⃣ Não é igual a outra criança autista.
O espectro é amplo. Cada criança tem seu perfil, suas habilidades e seus desafios.

Quando a gente troca julgamento por compreensão, tudo muda. 💛

Aqui eu ajudo famílias a entender o funcionamento da criança, construir estratégias e promover desenvolvimento com respeito à singularidade.

Se esse conteúdo fez sentido para você, visite meu perfil e conheça meu trabalho.
Se precisar de orientação, me chama no direct para agendar uma avaliação.

neuropsicopedagogia

A hora de ir para a escola pode ser um momento de tensão para muitas famílias. Enquanto para alguns é apenas parte da ro...
20/02/2026

A hora de ir para a escola pode ser um momento de tensão para muitas famílias. Enquanto para alguns é apenas parte da rotina, para uma criança neurodivergente pode representar um verdadeiro desafio interno.

O ambiente pode ser barulhento demais. As mudanças de atividade podem acontecer sem aviso. As regras sociais nem sempre são claras. O excesso de estímulos pode gerar sobrecarga. E a separação pode trazer ansiedade intensa.

E é importante reforçar: não é falta de limite. Não é drama. É sobre um cérebro que processa o mundo de forma diferente.

Quando há preparo, adaptação e suporte adequado, a experiência escolar pode se tornar mais leve e mais segura. Antecipação de rotina, comunicação clara, estratégias de regulação emocional e parceria entre família e escola fazem toda a diferença.

Eu ajudo famílias a construir caminhos possíveis, promovendo autonomia, organização emocional e adaptação ao ambiente escolar de forma respeitosa e estratégica. 

Se esse momento tem sido difícil na sua casa, me chame no direct para conversar.

Endereço

NeuroVitta – Centro De Especialidades Rua Santa Catarina, 2190, Edificio Iluminare Work, Sala 201
Sala
85884000

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