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27/08/2024

**🎥 Está pronto para transformar seus estudos?**

Imagine ter a chave para desbloquear o seu potencial máximo nos estudos. Neste vídeo, você descobrirá técnicas poderosas que vão desde a organização do seu ambiente de estudo até estratégias avançadas de memória. Se você está começando do zero ou quer melhorar seu desempenho, este guia completo vai te mostrar como estudar de forma mais eficiente e alcançar seus objetivos.

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Todos os dias, desde sempre. Até a hora que for necessário, sempre sabendo que serão necessárias muito mais horas. Ainda...
21/09/2023

Todos os dias, desde sempre. Até a hora que for necessário, sempre sabendo que serão necessárias muito mais horas. Ainda que ninguém entenda o porquê e mesmo que a razão óbvia só faça sentido para mim: porque é isso que sei fazer e é isso que esperam que eu faça.
Sim, cansa. Sim, desanima. Mas no dia seguinte estarei lá, fazendo tudo de novo. Porque é isso que sei fazer e não vou deixar de lado quem espera que eu o faça.
Todos os dias, desde sempre. Até a hora que for necessário.

Quer saber sobre cursos e outras dicas de ouro para turbinar sua carreira de professor? Segue lá no Instagram!
20/09/2023

Quer saber sobre cursos e outras dicas de ouro para turbinar sua carreira de professor? Segue lá no Instagram!

Post para salvar e compartilhar com os colegas professores!Quer iniciar ou aprimorar suas habilidades no ensino digital?...
14/09/2023

Post para salvar e compartilhar com os colegas professores!
Quer iniciar ou aprimorar suas habilidades no ensino digital? Então confere esses cursos on-line e gratuitos de instituições vinculadas ao Governo Federal! É a chance de turbinar o curriculum com certificados de impacto, realizando cursos de altíssimo nível e sem custos!

1. Design Instrucional para Nativos e Imigrantes Digitais: com apenas 30 horas, este curso da ENAP apresenta fundamentos para o desenho de cursos digitais acessíveis e atraentes ao usuário.

2. Curso de Aperfeiçoamento em Educação e Tecnologia: um guia completo para professores que desejam alinhar seu conteúdo presencial às novas demandas digitais, chancelado pelo próprio MEC e com 180 horas de duração.

3. Mediação do Ensino e Aprendizagem On-line: destinado à formação de tutores para os cursos EAD do Senado Federal, focado no ensino de metodologias ágeis, ativas e imersivas, com 60 horas.

Além de gratuitos, todos os cursos são assíncronos e sem mediação, deixando a cargo do aluno o ritmo de seu aprendizado! Já fez algum desses? O que achou da ideia de ter um certificado de um órgão federal em seu curriculum?

📚💻 Este post é para você que está pensando em fazer um curso on-line, seja ao vivo ou gravado. Antes de mais nada, salva...
13/08/2023

📚💻 Este post é para você que está pensando em fazer um curso on-line, seja ao vivo ou gravado. Antes de mais nada, salva, porque quando o feed rolar, ele some para sempre!

Se você tem um celular em mãos (e eu sei que tem, pois está lendo o posto), tem tudo o que precisa para trabalhar montar seu curso on-line. Esqueça a necessidade de materiais caros, recursos complexos: o ótimo é inimigo do bom e feito é melhor que bem feito! Então vamos às dicas:

1. Canva: o melhor e mais intuitivo app para design gráfico da atualidade. Ele tem formatos, elementos gráficos e sugestões de layout para postagens do instagram, banners, relatórios, slides e até websites mais simples.

2. Miro: o app se define como de visual colaborativo e, por experiência própria, não há um recurso que se pretenda utilizar em uma aula que ele não tenho disponível! É possível usar modelos de mapas mentais, buscas por imagens no Google, desenho à mão-livre, anexação de documentos PDF, integração com calendários... a lista é interminável! Por fim, é integrado com o Meet e Zoom, para compartilhamento de câmera e tela. Ah! Tem uma ferramenta de votação muito interessante para fazer quiz em aulas.

3. CapCut: sabe os vídeos que todos os influenciadores fazem, com transições de imagem, efeitos , legendas, zoom e que parecem ter sido montados em ilhas de edição profissionais? Pois o CapCut faz tudo isso, mesmo na sua versão gratuita. Esse eu aconselho tanto para quem tem ritmo de sala de aula e fala por uma hora sem parar, mas precisa dividir o assunto em módulos menores, quanto para quem está começando agora e se perde no raciocínio ou engasga nas palavras (os cortes das gravações será providencial para dar ritmo ao vídeo).

As ferramentas estão aí. Mas, lembre-se, a finalidade da pá é cavar buracos! O melhor curso, aula ou projeto instrucional pode abrir mão de qualquer recurso visual, desde que o conteúdo seja impactante e relevante, enquanto mesmo o melhor design não é capaz de salvar um curso inexpressivo.

❗️❗️Atenção professor! Salva esse aqui👇Toda vez que iniciamos a criação de um material instrucional (curso, aula, treina...
11/08/2023

❗️❗️Atenção professor! Salva esse aqui👇
Toda vez que iniciamos a criação de um material instrucional (curso, aula, treinamento ou instrução) devemos prestar atenção a três princípios para nortear o nosso trabalho: a seleção de referências, a adaptação da comunicação e a escolha do método.
1. Referências: é preciso estar atento à atualização das fontes selecionadas (um estudo dos anos 90 pode dizer que comer ovo é prejudicial à saúde) e, principalmente, ao seu enviesamento, para que a busca por um alinhamento à determinada ideia não acabe por ocultar fatos relevantes ao aluno.
2. Comunicação: a utilização constante de termos complexos apenas afaga o ego do professor e afasta os questionamentos dos alunos, não por ter abordado completamente o conteúdo, mas, simplesmente, por ter rompido qualquer elo de compreensão que possa haver em seu discurso. Da mesma forma, a linguagem simplista em excesso não saberá diferenciar conceitos aprofundados a um público que já tenha contato prévio com o assunto.
3. Método: existe uma maneira mais eficaz para o ensino de cada habilidade (seja ela cognitiva, afetiva, artística, psicomotora ou o que for) para cada grupo de alunos. Ao professor comprometivo com o ensino, não cabe a mera experimentação, mas a aplicação das práticas que ajudem seus alunos a melhor se desenvolver. A vaidade de inovar precede ao descaso com o possível erro, portanto, somente faça a sala de laboratório se houver tempo para correção de curso e, principalmente, com o consentimento dos envolvidos.

Ajudei? Então compartilha com seus amigos professores e siga o perfil para mais conteúdo sobre aprendizagem, educação e design instrucional!

Nenhum material é capaz de substituir a função de um livro no ensino. Aquele bom e velho livro de papel, com conteúdo se...
07/08/2023

Nenhum material é capaz de substituir a função de um livro no ensino. Aquele bom e velho livro de papel, com conteúdo selecionado por especialistas nas diversas matérias, com assuntos cuidadosamente elencados em sequência didática, abordando conceitos, extrapolando fatos e assuntos correlacionados, com exercícios de fixação de conhecimento em ordem progressiva de dificuldade. Aqueles que usamos marca-texto para destacar conceitos mais relevantes (ou aqueles que o professor disse que cairia na prova), que fazemos orelhas nas páginas que devemos estudar na semana, que colamos post-it para achar a página que nos interessa mais facilmente. Acima de tudo, aqueles livros que, praticamente, se bastam para matérias. Por intermédio deles nos tornamos íntimos de mestres cujo conhecimento era como definitivo: Melhem Adas, Gelson Iezzi, Luiz Koshiba, Ramalho e (tão poucos) outros.
Neles o assunto é completo, não mastigado. Não foca em um mero concurso, uma prova específica, mas em uma compreensão ampla que visa quase esgotar todas as possibilidades conceituais do que se pretender estudar e preparar o raciocínio básico para as questões sejam elas como forem.
Isso não existe nas apostilas (que a definição gramatical do objeto já diria sua função), nos módulos. Não existirá nos e-books montados por secretarias a toque de caixa. Não seriam viáveis em vídeo aulas. Isso é factual.
Mas, ante a tentativas infundadas de inovação que podem contribuir com a redução da qualidade referencial e restrição do repertório de nossos alunos, enquanto agravados por nosso espírito reivindicatório de retomada do "ensino que funciona", convém, também, nos indagar: o que estamos fazendo ao reduzir o conteúdo a slides e listas de exercício que caibam na formatação de um Power Point e sejam carregados no site da escola?

Sempre fui bom com textos, argumentos e compreensões subjetivas. Redações ou seminários nunca me assustaram, mas me colo...
01/08/2023

Sempre fui bom com textos, argumentos e compreensões subjetivas. Redações ou seminários nunca me assustaram, mas me colocavam em um lugar confortável, em que podia expor ideias e uma certa compreensão do mundo. Muito mais confortável que as práticas roteirizadas de matemática, física ou química. Não que fosse mau aluno dessas, mas a abstração, na época de escola, nunca me atraiu e, assim, pareceia fazer muito mais sentido o exercício crítico de compreender o mundo, os humanos e, mais ainda, tentar convencer sobre os pontos de vista.
Sim, eu era idealista. Não me atraía tanto os ofícios ou resultados quanto o impacto real que podia gerar no mundo. Queria ser parte da solução daquilo que lia e via como problemas do mundo, sendo esse o motivo que escolhi servir. Meu conforto e juventude não eram tão importantes quanto a busca por essa mudança.
E, em um dia desses que o destino escolhe para ser nossa inflexão, percebi que, para praticar o ofício que me traria à plenitude desse sentido, teria que seguir a Engenharia. Exatas. Contrariando totalmente o que acreditava ser minha vocação ou, ao menos, inclinação natural pelas humanas. Mas, se era o único jeito e não é de meu feitio fugir, tomei a decisão que iria me obrigar a estudar duas vezes mais, mesmo me entediando com os assuntos e, acima de tudo, aceitar que não teria chances de ser o melhor, talvez nem mesmo fosse bom o suficiente em todos os momentos. Porém, não tinha outro jeito. E assim digo: foi a decisão profissional mais feliz e acertada que tomei. Somente pela engenharia (e depois pela matemática) pude atingir os objetivos que tinha idealizado na minha juventude. Somente me expondo aos cálculos pude compreender que os desafios existem, mas o trabalho duro os supera. Somente aceitando que não teria chances de ser o melhor (ou mesmo bom) acolhi a humildade de reconhecer meus mestres acadêmicos e práticos.
E, por fim, compreendi que a dita vocação não tem a ver com afinidade ou dom inato para realizar algo sem esforço, mas com aquilo que escolhemos por nossa missão de vida, pela qual faremos todo e qualquer sacrifício para cumprir.

21/07/2023

Na busca por engajar alunos no século XXI, adotamos metodologias inovadoras como gamificação e aprendizagem híbrida, adaptando a educação ao contexto social e dinâmica de captação de atenção dos jovens. Mas, enquanto essas abordagens engajam pela ludicidade, surge um dilema: será que estamos preparando os estudantes para encarar os desafios do mundo real?

O ensino moderno busca tornar as aulas mais dinâmicas e participativas, mas será que estamos mostrando a importância do aprendizado mesmo em momentos difíceis? Será que toda a experiência educacional precisa ser lúdica para cativar a atenção dos alunos?

Reconhecemos que o mundo digital oferece uma infinidade de estímulos, e a educação deve se adaptar. No entanto, devemos lembrar que o processo de aprendizagem envolve também perseverança e esforço, habilidades fundamentais para o desenvolvimento cognitivo progressivo.

O grande desafio é equilibrar a ludicidade com a compreensão de que nem tudo será sempre fácil e divertido. Como educadores, cabe a nós mostrar aos alunos que o aprendizado é uma jornada repleta de altos e baixos, mas com propósito e significado.

Não há uma solução simples para esse paradoxo, mas é crucial refletir sobre como podemos nutrir o interesse dos alunos pelo conhecimento ao mesmo tempo que os preparamos para os desafios do mundo real. Vamos buscar um caminho que valorize tanto a motivação intrínseca quanto o valor inestimável do aprendizado em suas vidas futuras.

Diferente das profissões aplicadas, em que a resolução imediata de uma situação apresentada define o valor de cada um, o...
26/05/2023

Diferente das profissões aplicadas, em que a resolução imediata de uma situação apresentada define o valor de cada um, o professor sustenta-se, majoritariamente, naquilo que construiu em sua trajetória. A um médico, não interessa hoje quantos pacientes houver salvo em sua vida, mas a saúde daquele presente. Mesmo tendo construído dezenas de casas, se um engenheiro não encontrar uma solução estrutural instantânea, de nada serve. Não um professor. As aulas criadas permanecem, podendo ser aprimoradas ou personalizadas a um público específico, sessão após sessão. Os exercícios de fixação de matemática se empilham turma após turma, depurados por sua utilizada no processo de ensino, classificados pela dificuldade que os alunos tenham demonstrado em sua resolução. Um livro que tenhamos estudado sobre o assunto que lecionamos não será esquecido após fechado, mas transformado em ensinamento, ainda que apenas uma nota de rodapé em uma apostila ou comentário breve na sala.
Fico inconformado, pois, quando vejo colegas comprando ou vendendo pacotes de aulas ou atividades prontas, tão genéricas quanto ineficientes para o processo de ensino. Ao mesmo tempo que me inconformo, entendo, com isso, parte de nossa derrocada educacional. Se a aula não foi construída e depurada a partir de sua vivência para, depois, ser adaptada a seus alunos, somente pelo esforço individual eles conseguirão algum aprendizado. Não me venha com adjetivos polidos como "facilitador", pois nem isso fizeste, colega! Fosse permitido, seria até mais barato para os pais comprar esse material pronto, sem intermediários, e oferecer a seus filhos, pois cumpriria o mesmo papel.
A profissão do professor é sobre construção: de materiais, sim, de ideias, certamente, mas, sobretudo, de sua reputação. E essa, por sorte, antagônica às carreiras aplicadas, poderá ser definida, sim, pelo cumulativo dos alunos a quem realmente contribuiu ao ensinar.

Antropologicamente, o que garantiu ao ser humano lugar de dominância sobre todos os seres terrestres foi sua capacidade ...
24/05/2023

Antropologicamente, o que garantiu ao ser humano lugar de dominância sobre todos os seres terrestres foi sua capacidade de continuidade de construção do conhecimento a partir de um ponto mesmo anterior à sua existência. Se hoje calculamos uma área de círculo como número Pi, é porque Archimedes calculou seu valor aproximado, mais de duzentos anos antes de Cristo. Não precisamos coexistir com os mestres para, a partir da observação de suas ações, aprender. Desenvolvemos maneiras de codificar esse conhecimento e registrá-lo, para que possa ser acessado por outros, estejamos presentes ou não. No passado, o fazíamos por meio de parábolas, histórias orais que sintetizavam o que deveria ser internalizado. Depois, registramos símbolos, letras, números em papiros, e criamos as bibliotecas. Hoje, retomamos a expressão oral, gravando vídeos, podcasts e o categorizamos por área de conhecimento, por assunto que desejamos ensinar.
Uma regra, entretanto, se mantém: só pode ser ensinado o que é externado. Se não expusermos, da maneira que for, aquilo que construímos como conhecimento, ele jamais poderá ser ensinado. E isso pode ser pela prática, pelo registro, ou pelo ensino. Não interessa o quanto sabemos algum assunto, se isso não for transmitido em favor de outros, não houve valor algum nesse conhecimento. Maior tragédia que o incêndio da biblioteca de Alexandria é pensar em todas as ideias definitivas que jamais foram ensinadas, pois as obras incendiadas podem ter sido acessadas por alguma pessoa que seja, enquanto as ideias retidas se serão conhecidas quando atingirmos, em espírito, a verdade eterna.

Por mais que tenhamos consciência da importância do professor, suas ferramentas e métodos de ensino, não podemos ignorar...
23/05/2023

Por mais que tenhamos consciência da importância do professor, suas ferramentas e métodos de ensino, não podemos ignorar o fato de que o apredizado é um processo individual e interno. Não adianta os melhores livros e mestres, se não temos intenção e ações adequadas para aprender. E, mesmo quando empreendemos corretamente nessa direção, existe um estágio importante em que as ideias estão sendo elaboradas, ganhando forma, os conceitos se concatenando, os processos se ordenando, mas ainda há espaço para erros, incongruências, falhas em percepção.
Esse ponto fundamental do processo de aprendizado, de criação de conceitos, é o momento em que devemos internalizar nossas ideias. Devemos exercer nosso jejum de opiniões. Devemos nos ocupar em estar exilados e apenas ouvir o que nós mesmos estamos dizendo. Sendo nosso primeiro expectador, não temos motivo de nos envergonhar por expor alguma falha de lógica ou argumento, ao mesmo tempo que, sendo o próprio professor, entendemos o quanto precisamos manobrar os pensamentos para atingir o objetivo do argumento.
A sanha e vaidade na geração de informação podem nos atacar de duas formas, então: ou nos revelando meros retransmissores do pensamento de outrem, sobre os quais não temos tempo de analisar criticamente, ou como apresentadores de ideias precoces, que irão gravar na pedra das redes sociais o que deveria permanecer no rascunho de nossas mentes.

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