Dra. Adriana Monteiro • Obstetra • Gestação de alto risco

Dra. Adriana Monteiro •  Obstetra • Gestação de alto risco 🤰🏻Sua gestação segura e respeitosa.
🌷Pré-concepção | Pré-natal
👩🏻‍⚕️Gestação 40+ | Perda gestacional
CRM-BA 19.685/ RQE 10.905

Durante a gestação, não é só o corpo que se transforma. O cérebro da mulher também passa por mudanças profundas e altame...
29/01/2026

Durante a gestação, não é só o corpo que se transforma. O cérebro da mulher também passa por mudanças profundas e altamente organizadas para preparar a maternidade.

Os hormônios da gravidez, especialmente o estrogênio e a progesterona, atingem níveis muito mais altos do que em qualquer outro momento da vida. Esses hormônios atuam diretamente no sistema nervoso e promovem uma reorganização do cérebro. Algumas áreas reduzem volume, enquanto outras se tornam mais eficientes e especializadas. Isso não significa perda. Significa adaptação.

Estudos mostram que regiões ligadas às emoções, à cognição social e à percepção dos sinais do bebê passam por um refinamento. É como se o cérebro eliminasse conexões menos usadas e fortalecesse aquelas essenciais para o cuidado, o vínculo e a proteção. Esse processo ajuda a explicar por que muitas mulheres se tornam mais sensíveis aos estímulos do bebê e mais atentas às necessidades dele.

Esse mesmo mecanismo também ajuda a entender algo muito comum na gravidez e no pós-parto: lapsos de memória, dificuldade de concentração e a famosa “memória de grávida”. Essas alterações não são descuido nem falta de capacidade. Elas fazem parte de um cérebro que está se reorganizando para priorizar o cuidado materno e tendem a melhorar gradualmente com o tempo.

A ciência mostra que muitas dessas mudanças podem persistir por anos, reforçadas pela experiência diária da maternidade. A gestação não prepara apenas o corpo para o parto. Ela prepara o cérebro para maternar.

Entender isso diminui culpa, reduz cobranças e traz mais acolhimento para esse período tão intenso. Cuidar também é explicar, e informação de qualidade também é forma de cuidado.

Esse encontro deixou cheirinho de saudade. ❤️Saudade do tempo da gestação, das conversas, das expectativas e dos sonhos ...
26/01/2026

Esse encontro deixou cheirinho de saudade. ❤️
Saudade do tempo da gestação, das conversas, das expectativas e dos sonhos que antecederam a chegada do Davi.

Que a alegria que ele trouxe siga preenchendo os dias de Ana Paula e Tiago com amor, descobertas e novos começos. Rever essa família é sempre lembrar que algumas histórias continuam muito depois do parto, e que acompanhar esses caminhos é um privilégio enorme. ❤️❤️

Durante muitos anos, falar sobre HIV na gestação foi cercado por medo, silêncio e decisões automáticas. Mas a ciência av...
22/01/2026

Durante muitos anos, falar sobre HIV na gestação foi cercado por medo, silêncio e decisões automáticas. Mas a ciência avançou, e isso muda a forma como precisamos conversar sobre parto e amamentação nesse contexto.
Hoje, é importante afirmar com clareza: o diagnóstico de HIV, por si só, não é indicação de cesariana. Mulheres vivendo com HIV, em uso correto da terapia antirretroviral e com carga viral indetectável, podem ter parto vaginal de forma segura, sem aumento do risco de transmissão vertical. Nesses casos, o parto normal é uma opção possível e respaldada por evidências científicas.

A discussão sobre amamentação exige ainda mais cuidado. Diretrizes internacionais, como as da Organização Mundial da Saúde, reconhecem que, quando a mulher está em tratamento adequado, com carga viral suprimida e acompanhamento rigoroso, o risco de transmissão pelo leite materno é extremamente baixo, inferior a 1%. Por isso, em alguns países, a amamentação passou a ser discutida de forma individualizada, com decisão compartilhada e seguimento clínico próximo.

No Brasil, o Ministério da Saúde ainda recomenda que mulheres vivendo com HIV não amamentem. Essa orientação prioriza a segurança em nível populacional e considera fatores sociais, estruturais e a dificuldade de garantir acompanhamento contínuo para todas as mulheres, não apenas o risco biológico isolado.
Falar sobre isso não é incentivar condutas inadequadas.
É reconhecer que ciência, cuidado e direitos reprodutivos precisam caminhar juntos, com informação clara, escuta qualificada e decisões responsáveis.

A mulher que vive com HIV não precisa de culpa, medo ou silêncio.
Precisa de acolhimento, acompanhamento e escolhas baseadas em evidências.

💬 Esse é um tema que ainda gera muitas dúvidas. Você já tinha ouvido falar sobre essas atualizações ou isso ainda soa como um tabu?

Na rotina da obstetrícia, existem cenas que lembram por que escolhi estar aqui, o  nascimento não é apenas um procedimen...
18/01/2026

Na rotina da obstetrícia, existem cenas que lembram por que escolhi estar aqui, o nascimento não é apenas um procedimento médico. É encontro, é emoção, é cuidado que começa antes do primeiro choro e continua no olhar atento, no silêncio respeitado e na presença que acolhe.

Cada parto carrega uma história única, uma mulher que atravessou medos, expectativas e transformações, um bebê que chega ao mundo. E uma equipe que sustenta esse momento com técnica, responsabilidade e humanidade, estar ao lado, garantir segurança e respeitar o tempo de cada nascimento faz parte do meu compromisso diário como obstetra.

Essa é a minha rotina, cuidar de vidas com ciência, sensibilidade e presença, pois cada nascimento importa. E se essa forma de cuidar faz sentido para você, salve e compartilhe com uma mulher que esteja precisando de um parto com cuidado.

⚠️ Quando o clampeamento imediato pode ser necessário?Em algumas situações específicas, a prioridade é agir rápido para ...
16/01/2026

⚠️ Quando o clampeamento imediato pode ser necessário?
Em algumas situações específicas, a prioridade é agir rápido para garantir a segurança do bebê e da mãe. Exemplos:
• Quando o bebê nasce com dificuldade para respirar e precisa de reanimação imediata
• Em casos de sangramento materno importante após o parto
• Quando há necessidade urgente de avaliação ou intervenção neonatal
• Em situações de emergência obstétrica que exigem conduta rápida
• Quando a condição clínica do bebê não permite esperar a transição natural

Nesses cenários, o clampeamento imediato não é uma escolha arbitrária, mas uma decisão médica baseada em segurança.

✨ Cada parto é único.
E cada decisão é tomada considerando o que é mais seguro naquele momento.

Alguns encontros na obstetrícia não terminam no parto. Eles seguem no tempo, nas histórias que se entrelaçam e nos víncu...
15/01/2026

Alguns encontros na obstetrícia não terminam no parto. Eles seguem no tempo, nas histórias que se entrelaçam e nos vínculos que se constroem com confiança, presença e cuidado. Acompanhar Luana, Rodrigo e a pequena Maria é lembrar, todos os dias, que a obstetrícia vai muito além do nascimento. É sobre caminhar junto, respeitar processos e celebrar cada novo começo que se forma a partir dali.

💖 Não importa quantos partos eu acompanhe, há algo mágico nesses primeiros segundos de vida. Quando olho para um bebê as...
12/01/2026

💖 Não importa quantos partos eu acompanhe, há algo mágico nesses primeiros segundos de vida. Quando olho para um bebê assim, tão pequenino e perfeito, sinto que cada noite de plantão e cada estudo valem a pena. É uma mistura de ciência, delicadeza e um profundo respeito pela força do nascer.

Estar ao lado das famílias nesse momento é o que dá sentido à minha rotina. Ver esse início me lembra, todos os dias, que a obstetrícia é feita de cuidado em cada detalhe.

✨ Se você busca um pré-natal e um parto conduzidos com atenção real, me envie uma mensagem. Vamos caminhar juntas com segurança e acolhimento.

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A nova atualização da ACOG reforça a importância de revisarmos como conversamos sobre indução do trabalho de parto a par...
10/01/2026

A nova atualização da ACOG reforça a importância de revisarmos como conversamos sobre indução do trabalho de parto a partir de 39 semanas em gestantes de baixo risco. O foco não é criar regras fixas, mas qualificar a decisão clínica com base em estudos robustos, como o ARRIVE Trial, e nas evidências que vieram depois dele.

O que essa atualização nos lembra é que indução não deve ser tratada como um atalho, nem como algo a ser evitado automaticamente. Ela precisa ser pensada dentro de um contexto de segurança, estrutura adequada, equipe preparada e, principalmente, diálogo honesto com a gestante.

Escolhas informadas exigem tempo, escuta e transparência. É assim que transformamos dados científicos em cuidado individualizado.

✨ Divas, informação também é uma forma de acolhimento. Salve este post para conversar na consulta e compartilhe com quem está chegando ao final da gestação.

👩🏻‍⚕️ A imunidade na gestação não é apenas uma adaptação do corpo. É um sistema altamente inteligente que equilibra prot...
08/01/2026

👩🏻‍⚕️ A imunidade na gestação não é apenas uma adaptação do corpo. É um sistema altamente inteligente que equilibra proteção e tolerância para permitir que o bebê se desenvolva com segurança. E quando compreendemos esse processo em profundidade, conseguimos prevenir riscos, melhorar o bem-estar materno e criar as condições ideais para um parto e um pós-parto mais tranquilos.

O que muitas mulheres não sabem é que a imunidade também conversa com o humor, com o ritmo do sono, com o metabolismo e até com a saúde emocional da gestante. O corpo envia sinais o tempo inteiro, e interpretar esses sinais com precisão é o que diferencia um pré-natal básico de um pré-natal verdadeiramente individualizado.

Esse cuidado mais atento permite identificar variações sutis que influenciam a vitalidade da gestação: como a qualidade da microbiota, a resposta inflamatória, o impacto do estresse crônico, a eficiência da circulação e a forma como o organismo absorve nutrientes essenciais.

São detalhes que não aparecem apenas em exames, mas que transformam a experiência da gravidez quando são acompanhados de perto Uma gestação saudável começa muito antes de evitar infecções. Ela nasce da compreensão do seu corpo e das necessidades únicas dessa fase.

👉 Se você deseja um acompanhamento que enxergue sua gestação por inteiro, físico, hormonal, emocional e imunológico, entre em contato e agende seu pré-natal individualizado comigo. Seu corpo merece cuidado inteligente.

👩🏻‍⚕️ Nesse olhar para o próprio corpo, existe força, consciência e uma escolha madura por viver a maternidade com propó...
06/01/2026

👩🏻‍⚕️ Nesse olhar para o próprio corpo, existe força, consciência e uma escolha madura por viver a maternidade com propósito.

A gravidez tardia não é sobre idade biológica, é sobre preparo, sobre autoconhecimento hormonal, sobre entender como o corpo responde às mudanças do climatério e sobre criar estratégias para garantir uma gestação segura, estável e emocionalmente tranquila.

Mulheres 40+ costumam ter uma leitura muito fina das próprias sensações e chegam à maternidade com uma clareza rara: sabem o que desejam e sabem exatamente o que não aceitam. Por isso, o acompanhamento precisa ser igualmente preciso, avaliando reserva funcional, metabolismo, saúde cardiovascular, impacto hormonal, risco trombótico e qualidade do sono. Nada é aleatório, tudo é cuidado! Gestar nessa fase é possível, bonito e seguro quando existe ciência, planejamento e acolhimento.

✨ Se você está vivendo ou planejando viver a maternidade após os 40, envie uma mensagem. Vamos construir seu caminho com segurança, presença e individualidade.

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O ultrassom morfológico de segundo trimestre é, sem dúvida, um dos exames mais aguardados da gestação, ele representa um...
04/01/2026

O ultrassom morfológico de segundo trimestre é, sem dúvida, um dos exames mais aguardados da gestação, ele representa um marco no pré-natal, onde ciência, emoção e tecnologia se encontram para garantir o acompanhamento mais seguro possível da saúde materna e fetal.

Durante essa fase, o corpo da mulher e o do bebê estão em plena expansão. Por isso, o morfológico nos permite compreender como a placenta está funcionando, se o crescimento fetal está adequado e se todos os órgãos estão se desenvolvendo conforme o esperado. É um exame que oferece respostas detalhadas e, muitas vezes, tranquiliza corações ansiosos.

Além da avaliação anatômica, o morfológico também nos ajuda a identificar precocemente condições que podem se beneficiar de acompanhamento especializado, como alterações no fluxo sanguíneo, restrições de crescimento ou malformações sutis. Esse olhar atento e antecipado é o que permite um cuidado realmente individualizado.

Para mim, cada ultrassom morfológico é uma oportunidade de reforçar um dos princípios mais importantes da obstetrícia: informação gera segurança. Quando a mulher entende o que está sendo avaliado e por que cada etapa é importante, ela participa ativamente do cuidado, e isso faz toda a diferença.

✨ Salve este post para lembrar o período ideal de realização do exame (entre 20 e 24 semanas) e compartilhe com outra gestante que precisa saber da importância desse momento.

Janeiro Branco é um convite para falarmos sobre saúde mental com mais cuidado e menos silêncio.E, para você que está ges...
01/01/2026

Janeiro Branco é um convite para falarmos sobre saúde mental com mais cuidado e menos silêncio.
E, para você que está gestando, esse convite é ainda mais importante.
A gravidez transforma o corpo, mas também atravessa pensamentos, emoções e expectativas. Em alguns dias, você pode se sentir confiante e tranquila. Em outros, sensível, cansada ou com medo do que ainda nem aconteceu. Tudo isso faz parte.

Você não precisa estar bem o tempo todo.
Você não precisa sustentar uma força que machuca por dentro.
E você não precisa atravessar essa fase sozinha.
Cuidar da saúde mental durante a gestação também é cuidado obstétrico. É reconhecer limites, acolher sentimentos e entender que pedir ajuda é um gesto de responsabilidade com você e com o bebê.

No Janeiro Branco, eu quero te lembrar que cuidar da mente não te torna frágil. Te torna humana.
Se em algum momento o medo, a ansiedade ou a tristeza ocuparem espaço demais, fale. Com seu obstetra, com alguém de confiança, com quem possa te escutar com respeito.

✨ Você merece um cuidado que acolha corpo, mente e emoções.
Com carinho,
Dra. Adriana Monteiro

foto:

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