10/08/2021
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Desde 1974, todas as estações de tratamento no país são obrigadas por lei a adicionar flúor (em torno de 0,7 partes por milhão - ppm) na água com o intuito de ajudar a combater cáries na população. Mas, será que essa quantidade é segura? Pois, além disso, é importante lembrar que ainda temos o flúor em cremes dentais e enxaguantes bucais. Essa questão vem sendo discutida por muitos médicos e um estudo publicado na revista científica The Lancet, em 2014, acirrou ainda mais o debate. Ele indicou que o flúor pode ter efeito neurotóxico e estar relacionado a uma deficiência no desenvolvimento neurológico, podendo estar associado com o autismo, déficit de atenção, hiperatividade e dislexia.
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Estima-se que uma unidade de flúor (1 ppm) já poderia causar algumas reações, como cólicas, aftas, perda de apetite, náuseas e fraqueza. Entre as doenças mais graves estariam alterações no sistema imunológico, osteoporose, e até danos cromossômicos - um estudo da década de 70, realizado em ratos, indicou que a mesma exposição a 1 ppm de flúor inibiria em 50% a ação das enzimas de reparação do DNA, o que poderia levar a problemas genéticos. Além disso, por se acumular em nosso organismo, ele pode competir com o iodo da tireoide, o que pode favorecer o hipotireoidismo. Na década de 90, inclusive, a cientista Jennifer Luke descobriu que ele se acumula em altos níveis na glândula pineal, podendo causar diminuição da melatonina, entre outros efeitos.
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Por isso, pergunto, será que a fluoretação da água, uma diretriz de 1974, ainda faz sentido nos dias de hoje em que todos estão bem conscientes sobre a importância de se escovar os dentes? Estima-se que sua eficácia seja de 26% a menos de cáries em dentes permanentes. Será que essa porcentagem vale esse risco, mesmo com o avanço dos níveis de informação da população? Você usa pasta de dentes com flúor? Conta pra mim nos comentários!
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