05/08/2022
De acordo com o infectologista Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), ainda não há muitas informações sobre os impactos da varíola dos macacos em relação às mulheres grávidas. “Em geral, na varíola comum, eram os grupos mais afetados, assim como idosos e imunocomprometidos. Aqui também imagina-se que deva ser um grupo mais vulnerável, sim”, enfatizou.
O Ministério da Saúde também reconhece que ainda são poucos os estudos que investigam o impacto que a monkeypox pode trazer para a saúde da mãe e do bebê. Na nota técnica, o governo reúne estudos que apontam para um maior risco de ab**to espontâneo, parto prematuro e mortalidade materna e perinatal.
“Também não conhecemos aspectos da infecção congênita, ou seja, se a grávida adquire na gestação, [não sabemos ainda] se há risco para o feto ou não. Na catapora e na rubéola, por exemplo, há síndromes congênitas, mas com a varíola dos macacos a gente ainda não sabe”, acrescentou o infectologista.
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