Psico Marta Regina

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Na minha prática clínica, o luto por um rompimento amoroso costuma ser profundamente mobilizador. Não se trata apenas do...
04/03/2026

Na minha prática clínica, o luto por um rompimento amoroso costuma ser profundamente mobilizador. Não se trata apenas do término, mas da ruptura de um vínculo que foi construído com expectativas, planos e projetos de vida em comum.

Nesse tipo de luto, o que se perde não é só a pessoa, mas o futuro imaginado. Há uma quebra de referências, de sentido e, muitas vezes, da própria identidade.

A dor pode se intensif**ar porque a pessoa segue viva, presente no mundo e nas lembranças recentes. Isso exige um trabalho contínuo de reorganização emocional, aprender a viver sem aquilo que existiu e sem aquilo que poderia ter sido.

Quando um vínculo se rompe, não é apenas uma relação que termina. É uma forma de existir que precisa ser reconstruída.

Se esse texto toca um luto que você vive, me conta nos comentários.👇🏻

Com carinho,💔
Marta Regina M.S.

Pra quem me conhece sabe o quanto amo spinning.🚲Hoje resolvi sair da zona de conforto e encarar 5 km de corrida.Foi desa...
01/03/2026

Pra quem me conhece sabe o quanto amo spinning.🚲
Hoje resolvi sair da zona de conforto e encarar 5 km de corrida.
Foi desafiador e incrível.
Grata ao meu personal e ao meu nutrólogo .brunotakatsu por todo o suporte.🤍🏃🏼‍♀️

Esse desafio me lembrou que a atividade física vai muito além do corpo, fortalece a mente, ajuda a regular as emoções, amplia a presença e nos lembra, na prática, da nossa capacidade de ir além. Cuidar do movimento é também cuidar da saúde como um todo. 😉

Na minha prática clínica, percebo que o luto não mexe apenas com a ausência de quem morreu.Ele pode abalar a fé e as cre...
24/02/2026

Na minha prática clínica, percebo que o luto não mexe apenas com a ausência de quem morreu.
Ele pode abalar a fé e as crenças que sustentavam a vida até então.😞

Depois de uma perda, é comum que certezas se rompam.
Algumas pessoas se afastam da fé, outras a questionam, e há quem encontre nela um novo sentido.

Nem sempre a fé se perde.
Às vezes, ela se transforma.
Em outros momentos, se fortalece de um jeito diferente do que era antes.

Na terapia, não se trata de consertar a fé nem de dizer no que acreditar.
Trata-se de abrir espaço para compreender o que mudou e o que permanece.

O luto transforma.

Você já percebeu sua fé ou suas crenças mudarem depois de uma perda?👇🏻

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Recentemente, li o livro O Rumo Inesperado, de Emma Willis. Logo no início, ela relata uma consulta em que o médico info...
20/02/2026

Recentemente, li o livro O Rumo Inesperado, de Emma Willis. Logo no início, ela relata uma consulta em que o médico informou o diagnóstico de Bruce Willis de forma fria e pouco cuidadosa e o quanto isso mobilizou não só a ela, mas toda a família. A falta de explicações e de acolhimento amplia o impacto emocional da notícia. Não é só o diagnóstico que marca, mas a forma como ele é dito.

Receber um diagnóstico não afeta apenas o corpo. Ele atravessa a vida, os vínculos, os planos e a forma como a pessoa passa a se perceber no mundo.

Na clínica, escuto com frequência que o mais difícil não foi a notícia em si, mas tudo o que veio depois: o medo, a insegurança, a sensação de perda de controle e um luto silencioso pela vida que existia antes.

Um diagnóstico costuma marcar uma ruptura. Há um antes e um depois. E nem sempre esse depois é fácil de nomear.

Reconhecer o impacto emocional de um diagnóstico não é exagero.
É compreender que mudanças profundas também produzem lutos.
E que cuidar da saúde emocional faz parte do processo de cuidado.

Se você conhece alguém que esteja passando por esse momento, compartilhe.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

O direito de não estar bem não é desistir da vida.É reconhecer que existem momentos em que o corpo, a mente e o emociona...
19/02/2026

O direito de não estar bem não é desistir da vida.
É reconhecer que existem momentos em que o corpo, a mente e o emocional não dão conta do que é exigido.

Não estar bem não signif**a fraqueza, ingratidão ou falta de esforço.
Signif**a que algo precisa ser olhado, respeitado, cuidado.

Vivemos em uma cultura que valoriza produtividade, rapidez e superação constante.
Nesse contexto, admitir que não se está bem costuma gerar culpa, vergonha ou silêncio.

Para quem está em luto, esse direito é ainda mais frequentemente negado.
Espera-se retomada, força, normalidade. Enquanto por dentro a vida segue profundamente atravessada pela perda.

Ninguém atravessa perdas concretas ou simbólicas sem sentir.
Isso vale para quem está enlutado e também para quem não está.

O direito de não estar bem é o direito de parar.
De não responder.
De não performar equilíbrio.
De existir sem se explicar o tempo todo.

Reconhecer esse direito não resolve tudo.
Mas abre espaço para que o cuidado comece.
Deixo essa reflexão…💭

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

O luto é uma resposta natural à perda de um vínculo signif**ativo. Ainda assim, muitas pessoas chegam à terapia com rece...
18/02/2026

O luto é uma resposta natural à perda de um vínculo signif**ativo. Ainda assim, muitas pessoas chegam à terapia com receio de falar sobre a própria dor ou com a sensação de não saber nomear o que sentem.

Um espaço terapêutico seguro é aquele em que o luto não é tratado como fraqueza, exagero ou algo que precisa ser “superado” rapidamente. O sofrimento não é comparado, apressado ou submetido a expectativas sobre como a pessoa deveria estar emocionalmente.

Na psicoterapia, o luto pode ser compreendido como um processo. É comum que existam oscilações emocionais, cansaço, culpa, sentimentos ambivalentes e mudanças na forma de se perceber e de se relacionar com o mundo. Entender essas reações ajuda a reduzir a autocobrança e a sensação de inadequação tão frequentes em pessoas enlutadas.

A função da terapia não é eliminar a dor da perda, mas oferecer sustentação para que ela possa ser vivida e integrada à história de quem ficou. Aos poucos, esse espaço pode se tornar um lugar de cuidado, reconhecimento e menos solidão diante da ausência.

Se esse texto fez sentido para você, talvez valha salvar ou compartilhar com alguém que esteja vivendo o luto.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Essa frase pode aparecer com frequência no luto. Às vezes vem do outro. Pode vir da própria pessoa enlutada.Existe a ide...
11/02/2026

Essa frase pode aparecer com frequência no luto. Às vezes vem do outro. Pode vir da própria pessoa enlutada.

Existe a ideia de que a dor deveria diminuir com o tempo, como se o luto tivesse um ritmo esperado. Mas o luto não funciona assim.

Quem perdeu alguém importante não “supera”. Aprende a viver com a ausência e com as mudanças que ela provoca.

O que costuma adoecer não é a dor em si, mas a exigência de estar bem, de não falar mais no assunto, de não incomodar.

Sentir saudade depois de meses ou anos não é sinal de fraqueza. É sinal de vínculo.

Cada luto tem seu tempo, sua forma e sua história. E não cabe comparação, cobrança ou pressa.

Para refletir💭

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Falar sobre morte digna é falar sobre respeito ao final de uma vida. É garantir que a pessoa possa viver seus últimos mo...
10/02/2026

Falar sobre morte digna é falar sobre respeito ao final de uma vida. É garantir que a pessoa possa viver seus últimos momentos com conforto, cuidado e autonomia, sem sofrimento desnecessário.

No Brasil, é importante dizer com clareza que a eutanásia e a morte assistida não são permitidas por lei. Por isso, morte digna não tem a ver com apressar o fim, mas com a forma como se vive quando a cura já não é mais possível.

Trata-se de assegurar qualidade de vida até o último momento, respeitando desejos, limites e valores de quem está vivendo esse processo. É cuidado, é presença, é escuta. É permitir que a pessoa seja tratada com dignidade, e não apenas com procedimentos.

A essência da morte digna está na humanidade que se preserva até o fim. Na possibilidade de viver o tempo que resta com menos dor, mais conforto e respeito à própria história.

É um tema importante, que merece atenção e cuidado.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Talvez você tenha percebido um cansaço diferente depois da perda.🧐Não é só físico e nem passa com descanso.A fadiga que ...
03/02/2026

Talvez você tenha percebido um cansaço diferente depois da perda.🧐
Não é só físico e nem passa com descanso.

A fadiga que aparece depois de uma perda não é preguiça, falta de força ou desinteresse pela vida.
É uma resposta do organismo ao impacto do luto.

O luto exige adaptação constante, emocional, física e mental.
O cérebro tenta reorganizar a vida sem quem se foi, enquanto o corpo segue em estado de alerta, de esforço contínuo.

Por isso, muitas pessoas relatam exaustão, dificuldade de concentração, irritação, esquecimento e sensação de peso para realizar tarefas simples.

Essa fadiga não indica fraqueza.
Indica o impacto real de uma perda signif**ativa e o esforço contínuo de seguir vivendo sem ela.🥺

Reconhecer esse cansaço como parte do luto é um passo importante para cuidar de si, sem cobranças excessivas ou comparações com o ritmo dos outros.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Às vezes não é o dia, nem a semana.É você!!Pode ser uma falta de disposição, uma irritação fora do habitual, dificuldade...
01/02/2026

Às vezes não é o dia, nem a semana.
É você!!

Pode ser uma falta de disposição, uma irritação fora do habitual, dificuldade de se concentrar ou vontade de se afastar um pouco. Nada dramático, mas insistente.

Quando algo em você pede pausa, é um sinal de limite.
De que seguir no mesmo ritmo não está funcionando agora.

Pausa não signif**a parar tudo.
Pode ser diminuir a exigência, adiar decisões, respeitar o próprio tempo.

Hoje, independentemente de ser domingo, talvez seja só sobre escutar esse pedido interno sem julgamento.😉

O que em você está pedindo pausa?👇🏻

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Na escuta clínica, a saudade não é só dor, nem apenas lembrança, ela aparece como presença, no pensamento que insiste, n...
30/01/2026

Na escuta clínica, a saudade não é só dor, nem apenas lembrança, ela aparece como presença, no pensamento que insiste, no gesto que se repete, no afeto que permanece.

Não é algo a ser “superado”.
É um sinal de que aquela relação teve peso, lugar, importância.

Quando alguém sente saudade, não está preso ao passado, está tentando encontrar um jeito possível de seguir vivendo sem romper com aquilo que foi vivido.

A saudade fala do amor, do amor que f**a, e cada pessoa encontra a sua própria forma de conviver com ela.

Que lugar a saudade ocupa hoje na sua vida?👇🏻

Saudades mãezinha🥺.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

O primeiro “sem” pesa.O primeiro aniversário sem. O primeiro domingo sem. O primeiro final de ano sem.Esses momentos che...
29/01/2026

O primeiro “sem” pesa.
O primeiro aniversário sem. O primeiro domingo sem. O primeiro final de ano sem.

Esses momentos chegam com uma força que, muitas vezes, a gente nem sabe nomear.

É quando a ausência deixa de ser só uma ideia e passa a ser sentida no corpo, na rotina, no silêncio da casa.

E não importa quanto tempo tenha passado desde a partida, a primeira vez sempre mexe de um jeito diferente.

É comum sentir um aperto maior, f**ar mais sensível sem saber exatamente por quê, ou até querer evitar certas datas.

Não é exagero.
Não é fraqueza.
É o processo natural de adaptação à falta.

Às vezes, o que ajuda é reconhecer que esse “primeiro sem” tem mesmo outro peso, e que cada pessoa lida com isso do seu jeito.

Porque o “sem” não é só sobre a ausência de alguém, mas sobre aprender a existir num mundo que mudou com a partida de quem se foi.

Não existe uma forma certa.
Existe o que é possível agora.

Lembre-se disso.🥺

Com carrinho,🤍
Marta Regina M.S.

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Sorocaba, SP

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