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Talvez você tenha percebido um cansaço diferente depois da perda.🧐Não é só físico e nem passa com descanso.A fadiga que ...
03/02/2026

Talvez você tenha percebido um cansaço diferente depois da perda.🧐
Não é só físico e nem passa com descanso.

A fadiga que aparece depois de uma perda não é preguiça, falta de força ou desinteresse pela vida.
É uma resposta do organismo ao impacto do luto.

O luto exige adaptação constante, emocional, física e mental.
O cérebro tenta reorganizar a vida sem quem se foi, enquanto o corpo segue em estado de alerta, de esforço contínuo.

Por isso, muitas pessoas relatam exaustão, dificuldade de concentração, irritação, esquecimento e sensação de peso para realizar tarefas simples.

Essa fadiga não indica fraqueza.
Indica o impacto real de uma perda signif**ativa e o esforço contínuo de seguir vivendo sem ela.🥺

Reconhecer esse cansaço como parte do luto é um passo importante para cuidar de si, sem cobranças excessivas ou comparações com o ritmo dos outros.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Às vezes não é o dia, nem a semana.É você!!Pode ser uma falta de disposição, uma irritação fora do habitual, dificuldade...
01/02/2026

Às vezes não é o dia, nem a semana.
É você!!

Pode ser uma falta de disposição, uma irritação fora do habitual, dificuldade de se concentrar ou vontade de se afastar um pouco. Nada dramático, mas insistente.

Quando algo em você pede pausa, é um sinal de limite.
De que seguir no mesmo ritmo não está funcionando agora.

Pausa não signif**a parar tudo.
Pode ser diminuir a exigência, adiar decisões, respeitar o próprio tempo.

Hoje, independentemente de ser domingo, talvez seja só sobre escutar esse pedido interno sem julgamento.😉

O que em você está pedindo pausa?👇🏻

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Na escuta clínica, a saudade não é só dor, nem apenas lembrança, ela aparece como presença, no pensamento que insiste, n...
30/01/2026

Na escuta clínica, a saudade não é só dor, nem apenas lembrança, ela aparece como presença, no pensamento que insiste, no gesto que se repete, no afeto que permanece.

Não é algo a ser “superado”.
É um sinal de que aquela relação teve peso, lugar, importância.

Quando alguém sente saudade, não está preso ao passado, está tentando encontrar um jeito possível de seguir vivendo sem romper com aquilo que foi vivido.

A saudade fala do amor, do amor que f**a, e cada pessoa encontra a sua própria forma de conviver com ela.

Que lugar a saudade ocupa hoje na sua vida?👇🏻

Saudades mãezinha🥺.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

O primeiro “sem” pesa.O primeiro aniversário sem. O primeiro domingo sem. O primeiro final de ano sem.Esses momentos che...
29/01/2026

O primeiro “sem” pesa.
O primeiro aniversário sem. O primeiro domingo sem. O primeiro final de ano sem.

Esses momentos chegam com uma força que, muitas vezes, a gente nem sabe nomear.

É quando a ausência deixa de ser só uma ideia e passa a ser sentida no corpo, na rotina, no silêncio da casa.

E não importa quanto tempo tenha passado desde a partida, a primeira vez sempre mexe de um jeito diferente.

É comum sentir um aperto maior, f**ar mais sensível sem saber exatamente por quê, ou até querer evitar certas datas.

Não é exagero.
Não é fraqueza.
É o processo natural de adaptação à falta.

Às vezes, o que ajuda é reconhecer que esse “primeiro sem” tem mesmo outro peso, e que cada pessoa lida com isso do seu jeito.

Porque o “sem” não é só sobre a ausência de alguém, mas sobre aprender a existir num mundo que mudou com a partida de quem se foi.

Não existe uma forma certa.
Existe o que é possível agora.

Lembre-se disso.🥺

Com carrinho,🤍
Marta Regina M.S.

Percebo, na minha experiência clínica, que nem todo luto pede ajuda logo no início.Muitas vezes, ele pede tempo e respei...
28/01/2026

Percebo, na minha experiência clínica, que nem todo luto pede ajuda logo no início.
Muitas vezes, ele pede tempo e respeito ao ritmo de quem perdeu, e tudo bem!

Mas também percebo que há momentos em que a pessoa já não consegue sustentar a dor sozinha.

Isso aparece quando a dor segue muito presente e difícil de sustentar, quando a vida f**a muito limitada, quando dormir, trabalhar ou se relacionar começa a exigir um esforço excessivo.

O luto pede ajuda quando ser forte virou regra, quando falar da perda parece sempre pesado demais, quando a culpa, a raiva ou a tristeza ocupam quase todo o espaço interno.

Buscar ajuda não é acelerar o luto nem apagar a dor, é ter um lugar para falar, dar sentido ao que está sendo vivido e não precisar atravessar tudo em silêncio.

Nem todo luto precisa de terapia, mas, alguns precisam, sim, de cuidado, escuta e acompanhamento.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Estou lendo o livro , O Rumo Inesperado, da Emma Heming Willis, esposa de Bruce Willis. Em muitos momentos, ela fala sob...
27/01/2026

Estou lendo o livro , O Rumo Inesperado, da Emma Heming Willis, esposa de Bruce Willis. Em muitos momentos, ela fala sobre algo que nem sempre sabemos nomear, a perda ambígua.🥺

A pessoa continua ali, mas, já não é mais a mesma. E isso dói de um jeito difícil de explicar.

Não é uma perda que acontece de uma vez, ela vai chegando aos poucos, nos detalhes, nas conversas que já não acontecem do mesmo jeito, nos encontros que mudam de forma.

É um luto sem despedida, sem ritual, sem autorização social para sofrer, porque “a pessoa ainda está viva”.

Mas quem vive essa experiência sabe, algo se perde, sim. E junto vem a confusão, a saudade do que ainda está perto, o amor misturado com cansaço, culpa, medo.

A perda ambígua não pede força.
Pede cuidado, pede que a dor seja reconhecida, sem comparação, sem explicação.

Porque estar entre a presença e a ausência também é um lugar de luto.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Essa é uma pergunta que muitas pessoas enlutadas se fazem, mesmo que não consigam colocá-la em palavras.Porque o luto nã...
22/01/2026

Essa é uma pergunta que muitas pessoas enlutadas se fazem, mesmo que não consigam colocá-la em palavras.

Porque o luto não traz apenas a ausência de alguém, ele traz também um estranhamento consigo mesmo.

O jeito de sentir muda, a forma de estar no mundo também e aquilo que antes parecia definido já não se sustenta do mesmo modo.

Não é que a pessoa deixe de ser quem era, é que o luto atravessa a identidade
e vai reorganizando tudo aos poucos.

Há um antes e um depois e entre eles, um tempo em que nada parece muito claro.

Aos poucos, uma nova forma de ser vai se construindo, incluindo a perda, sem que ela apague a história, os vínculos nem a própria vida.

Se sentir diferente faz parte, não é fraqueza, é parte do caminho.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Estava pensando, tem uma fase do luto que quase ninguém vê.No começo, as pessoas perguntam.Mandam mensagens. Querem sabe...
20/01/2026

Estava pensando, tem uma fase do luto que quase ninguém vê.

No começo, as pessoas perguntam.
Mandam mensagens. Querem saber como você está.

Depois, isso vai diminuindo.

E isso é natural.
Esperado, até.
A vida segue para quem está de fora.

Para quem vive o luto, não.

É quando a dor continua, mas já não encontra tanta escuta.
Quando chorar parece exagero.
Quando falar cansa mais do que f**ar em silêncio.

Na clínica, esse momento aparece muito.
Não como crise, mas como solidão.

O luto segue ali, acontecendo por dentro,
sem plateia, sem perguntas, sem colo.

E talvez seja essa uma das partes mais difíceis, seguir sentindo quando ninguém mais pergunta.

Algumas dores não precisam de solução.
Precisam de presença.

Com carinho, 🤍
Marta Regina M.S.

Janeiro costuma trazer muitas conversas sobre saúde mental.E isso é importante.🤔Mas, na clínica, a gente aprende rápido ...
19/01/2026

Janeiro costuma trazer muitas conversas sobre saúde mental.
E isso é importante.🤔

Mas, na clínica, a gente aprende rápido que cuidar da saúde mental nem sempre tem a ver com se sentir bem.
Às vezes, tem mais a ver com poder sentir o que está aí, do jeito que dá.

Tem dias de cansaço, de confusão, de dor.
E isso, por si só, não quer dizer que algo esteja errado.
Muitas vezes, é só o jeito possível de responder a um momento difícil.

O problema começa quando a gente acredita que estar bem deveria ser o normal.
Que melhorar rápido é obrigação.
Que dar conta é sinal de saúde.

Aí, quem não está bem começa a se esconder.
Evita falar.
Evita pedir ajuda.

Cuidar da saúde mental também é ter um espaço onde não é preciso estar bem.
Onde não existe pressa para entender, rotular ou resolver.

Talvez o Janeiro Branco possa ser isso,
menos cobrança, mais presença.
Menos expectativa, mais escuta.

Não para clarear tudo.
Mas para sustentar o que ainda está em processo.

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Assinar a TAG Inéditos me deu a possibilidade de ser surpreendida por histórias que talvez eu não escolheria sozinha.E f...
14/01/2026

Assinar a TAG Inéditos me deu a possibilidade de ser surpreendida por histórias que talvez eu não escolheria sozinha.
E foi exatamente o que aconteceu com este livro, Quando os pássaros voam para o sul, uma grata surpresa.
Eu achei tão fantástico que não dava pra não virar um feed.

O livro traz uma narrativa sensível sobre o tempo, o amor e as perdas que não chegam de uma vez, mas vão se instalando aos poucos. A história acompanha Bo, um homem idoso que vive no campo e enfrenta as limitações do corpo, a ausência da esposa e o medo de perder aquilo que ainda dá sentido aos seus dias.

O livro se constrói nos detalhes, nos pequenos gestos, nas lembranças, na relação com a natureza e nos vínculos que resistem mesmo quando tudo começa a mudar.

É uma leitura delicada, que pede tempo e presença. Um livro que acolhe, convida à pausa e respeita o ritmo das despedidas. Daqueles que permanecem depois do fim.

Gostou dessa dica? Me conta nos comentários se você quer mais indicações assim. 😉

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Janeiro pode chegar cheio de promessas.Palavras como recomeço, virada, metas, vida nova aparecem por todos os lados.Mas,...
13/01/2026

Janeiro pode chegar cheio de promessas.
Palavras como recomeço, virada, metas, vida nova aparecem por todos os lados.

Mas, para quem está em luto, janeiro pode não ser nada disso.🥺

Às vezes ele chega pesado.
Com a ausência ainda muito presente, com o corpo cansado de ter atravessado datas difíceis, com a sensação de que o ano mudou no calendário, mas por dentro quase nada saiu do lugar.💔

E está tudo bem.

Nem todo janeiro é começo.
Alguns são continuação do que doeu.
Outros são apenas um esforço silencioso para se manter de pé.

O luto não obedece ao calendário.
Ele não vira a página porque o ano virou.
Ele precisa de tempo, de pausas, de respeito ao ritmo possível.

Talvez, neste janeiro, o que exista não seja um recomeço, mas um cuidado.
Um dia vivido de cada vez.
Uma forma nova, ainda frágil de seguir existindo.

E isso já é muito.😉

Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

O luto não vira a página quando o ano muda. Ele segue presente. E, muitas vezes, tudo o que é possível é caminhar no rit...
02/01/2026

O luto não vira a página quando o ano muda. Ele segue presente. E, muitas vezes, tudo o que é possível é caminhar no ritmo que o corpo permite.

Há dias em que o caminho parece longo, silencioso, até solitário. Em outros, algo se acomoda. Não porque a dor tenha ido embora, mas porque se aprende, pouco a pouco, a caminhar com ela.

Seguir não é esquecer.
É integrar a ausência à vida que continua acontecendo.

Novos caminhos não pedem entusiasmo nem decisões grandiosas. Eles começam quando não se para por completo. Um passo. Depois outro. E outro….

Que 2026 seja isso:
menos cobrança,
menos pressa,
mais respeito pelo próprio tempo.

Seguir, quando for possível.

Feliz Ano Novo✨
Com carinho,🤍
Marta Regina M.S.

Endereço

Sorocaba, SP

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