18/03/2019
Mamães e papais, mantenham-se atentos aos conteúdos que seus filhos tem acesso no YouTube e, quando possível, migram para o Netflix (mais seguro e fácil de controlar).
Se essa personagem parece assustadora aos olhos de um adulto, imagine de uma criança.
É muito importante criar um canal de comunicação direta com a criança, estabelecendo o vínculo de confiança e proteção de que ela precisa para lidar com as sensações que vídeos como esse podem causar.
Não se desespere e não saia bombardeando a criança de perguntas, mas não deixe de abordar o assunto.
Você pode dizer que tem algumas pessoas que colocam vídeos ou falam coisas ruins para as crianças, ou que ensinam elas a se machucarem e que isso não é legal e, então, perguntar se ela já viu alguma coisa estranha no meio de um desenho/vídeo que estava assistindo.
Crie esse canal de comunicação com ela e peça para que te chame caso isso aconteça novamente. Diga que está ali para protege-la e ela pode te contar sempre!
Mas o alerta é importante é deve chegar ao maior número de pais/mães que vc conhece! 😉
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Ana Paula Mêda
Psicóloga CRP: 05/40890
www.crescerpsicoterapia.com
Professora relata à CRESCER como descobriu que sua filha teve acesso ao boneco assustador enquanto assistia a alguns de seus vídeos favoritos no aplicativo