31/01/2026
Fome emocional não é falta de força de vontade.
Na maioria das vezes é um corpo desorganizado pedindo socorro do jeito que consegue.
Quando hormônios como insulina, leptina, grelina e cortisol estão em desequilíbrio,
o cérebro passa a mandar sinais confusos.
Você sente vontade de comer o tempo todo, principalmente em momentos de estresse, cansaço ou frustração.
A sensação é de fracasso.
Você pensa que o problema é só falta de disciplina.
Mas, na prática, tem um componente fisiológico muito forte por trás.
É por isso que não adianta apenas ouvir
“basta fechar a boca”.
Se o corpo não está regulado, o impulso de buscar comida como alívio emocional f**a muito mais intenso.
No consultório, eu olho para os dois lados.
A parte hormonal e metabólica, com exames bem feitos.
E a parte comportamental, entendendo seus gatilhos, sua rotina e a forma como você se relaciona com a comida.
Fome emocional não é frescura.
Mas também não é sentença.
Quando você organiza o corpo por dentro, o cérebro volta a entender melhor o que é fome e o que é escape emocional.
Se você sente que vive em guerra com a comida, pode ser hora de investigar a fundo o que está por trás dessa fome que não passa.
Dra. Priscila Scatena | CRM/MS 7936 • RQE 4591
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