Psicóloga Ana Aquino

Psicóloga Ana Aquino Psicóloga
Terapia Cognitivo Comportamental

27/01/2026

O que aconteceu com o cachorro Orelha nos choca.
Mas a violência não nasce do nada.

Adolescentes aprendem sobre empatia, limites e respeito observando o mundo adulto.
Aprendem pelo que veem, pelo que ouvem e, principalmente, pelo que é permitido.

Esse não é um post para apontar culpados.
É um convite à responsabilidade emocional.

Que valores estamos ensinando, mesmo sem perceber?

Se você é pai ou mãe de adolescente, esse vídeo é um chamado ao cuidado, à presença e ao exemplo.

Educar é também ensinar a reconhecer a dor do outro.

Se esse conteúdo fez sentido pra você, compartilhe com outros pais.





21/01/2026

Às vezes, o que seu adolescente mais precisa não é de correção, é de presença sem cobrança.

Desfrutar da presença é uma forma silenciosa de dizer:
“Eu gosto de estar com você.”

Isso constrói vínculo.
Isso constrói conexão.
Isso constrói relação.




11/01/2026

A adolescência pode, sim, trazer afastamento.
E em muitos casos, a conexão retorna.

Mas isso não é uma regra.

O vínculo que volta é aquele que conseguiu
sobreviver aos conflitos, aos limites e às dores dessa fase.

Por isso, a adolescência não é só espera.
É construção de vínculo.
É uma janela preciosa e possível.



09/01/2026

Muitos pais de adolescentes acreditam que respeito se conquista no grito, na rigidez e no medo.
Mas isso não é firmeza é reatividade.

Educar com firmeza e gentileza não tira autoridade.
Tira o peso desnecessário, o desgaste emocional
e as batalhas que não precisam existir.

Leveza é:
✔️ colocar limites sem gritar
✔️ corrigir sem humilhar
✔️ conversar sem ironia
✔️ pausar antes de reagir no impulso

Quando o ambiente f**a mais leve, o vínculo cresce.
E é o vínculo que sustenta o limite, o respeito e a admiração ao longo do tempo.

💬 Se isso fez sentido pra você, salva esse vídeo e compartilha com outros pais de adolescentes.



05/12/2025

Ser pai ou mãe de adolescente não é simples.
Às vezes dói. Às vezes é exaustivo. Às vezes parece que nada funciona.

Mas uma coisa eu preciso te lembrar hoje: seu adolescente ainda precisa de você.
Mesmo quando ele se afasta, mesmo quando rebela, mesmo quando parece não merecer a sua entrega.

Adolescentes não são adultos.
Eles estão se formando, tentando entender quem são, tentando lidar com emoções que nem eles compreendem.

E é justamente nessa fase que a sua presença importa mais do que nunca.
O limite importa.
O amor importa.
A constância importa.

Não desista.
Porque por trás de cada comportamento difícil, existe um pedido silencioso:
“Mãe, pai… não solta a minha mão.”

Você é o adulto da relação.
E o seu olhar, o seu afeto, o seu limite e o seu amor podem transformar caminhos.

👉 Compartilhe este vídeo com um pai ou mãe que precisa ouvir isso hoje.
👉 Me marque para que mais famílias sejam alcançadas.
👉 Salve para lembrar nos dias mais difíceis.



“Mãe, ele pegou meu brinquedo!”E você corre, resolve, distribui justiça.Mas enquanto você faz isso, ele perde a aula mai...
01/12/2025

“Mãe, ele pegou meu brinquedo!”
E você corre, resolve, distribui justiça.
Mas enquanto você faz isso, ele perde a aula mais importante da vida: aprender a resolver conflitos sozinho.

Conflito entre irmãos não é problema. É treino. Negociação, frustração, limite, reparação. Tudo que ele vai precisar quando você não tiver por perto.

Mas você só deixa ele aprender se sair de cena.
A questão não é SE intervir. É QUANDO.
Porque a maioria dos pais intervém rápido demais e rouba do filho a chance de desenvolver o músculo da negociação.

Então: deixa rolar em disputa verbal sem xingamento, briga por coisa sem violência, tom alterado mas controlado.

Mas entre sempre em violência física, humilhação, desequilíbrio de poder ou sofrimento real.
E quando entrar? Não seja juiz. Seja mediador. Não pergunte “quem começou”. Pergunte “como vocês resolvem isso juntos?”
Você não tá ali pra resolver O conflito. Tá ali pra ensinar A RESOLVER.

💙 Salva pra saber quando entrar e quando deixar rolar.

Precisa de ajuda. Me chama. 📩





28/11/2025

Você não herda só DNA.
Herdamos jeitos de sentir, reagir, silenciar.
E sem perceber, passamos isso adiante.
Se na sua casa ninguém chorava, você aprendeu a engolir a tristeza.
Se gritavam pra resolver, aprendeu que raiva se solta no volume.
Mas dá pra quebrar esse ciclo.
Porque seu filho aprende mais com o que você faz…
do que com o que você diz. 💙

Quer reconstruir a cultura emocional da sua família? Me chama no direct.

Toda família tem rituais. A questão é: vocês percebem?Ritual não é só Natal e aniversário. É o café da manhã juntos no s...
27/11/2025

Toda família tem rituais. A questão é: vocês percebem?
Ritual não é só Natal e aniversário. É o café da manhã juntos no sábado, a pizza de sexta, o filme que assistem toda semana, o “como foi seu dia?” antes de dormir. São essas pequenas repetições que criam previsibilidade, pertencimento, memória e identidade familiar.
O problema? A maioria das famílias vive rituais sem perceber. E quando você não percebe, não protege. Aí a rotina engole, o trabalho invade, o celular interrompe, e o ritual morre sem ninguém notar.
Seu filho não vai lembrar das regras. Vai lembrar dos rituais.
💙

25/11/2025

Lar não é feito somente de regras.

É feito de rituais que a gente escolhe repetir.

Regra é: ‘Jantar às 19h porque EU mandei.’
Cultura é: ‘Jantamos juntos porque é nosso momento.’

Com a regra, seu filho adolescente te obedece por medo de consequência!
Com uma Cultura Familiar, ele sente vontade de pertencer.

Regra se impõe.
Cultura se constrói juntos, todo dia, nas pequenas escolhas.✨

Seu filho pode até lembrar das regras que você criou. Mas vai realmente lembrar dos momentos em que ele sentiu: ‘Aqui é onde eu pertenço.’♥️

Qual cultura familiar você tá construindo? Comenta aqui em baixo 👇🏼

Quer saber mais sobre educação parental? Então já segue o perfil!

Seu filho não vai lembrar do grito.Mas vai lembrar da frase que grudou."Tá vendo? Eu avisei" vira: melhor não arriscar, ...
24/11/2025

Seu filho não vai lembrar do grito.Mas vai lembrar da frase que grudou.

"Tá vendo? Eu avisei" vira: melhor não arriscar, se eu errar vou ouvir isso pra sempre.

"Pelo menos você tentou" vira: esperam tão pouco de mim que só tentar já é vitória.

"Todo mundo consegue, só você não" vira: não é que eu não tento. É que EU sou o defeito.

Essas frases não machucam porque você grita. Machucam porque viram a voz interna dele. Aquela que fala quando você não tá por perto. Quando ele erra. Quando se olha no espelho. Quando precisa decidir se vale a pena tentar.

Você não tá construindo só memórias. Tá construindo o narrador dele. A voz que vai dizer se ele é capaz ou defeituoso. Suficiente ou problemático. Pertencente ou estranho.

E essa voz? Você escolhe ela. Todo dia.

💙 Salva pra lembrar: suas palavras viram a voz dele.

Pais, querem reprogramar essa comunicação antes que elas virem cicatrizes? Me chamem na DM.

Endereço

Uberlândia, MG

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