Dr Henrique da Mota, MD

Dr Henrique da Mota, MD Clinica do Dr Henrique da Mota é um centro de referência nacional no tratamento de doenças da coluna e articulações.
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Especializada em técnicas minimamente invasivas e intervencionistas.

03/07/2025

EM FORTALEZA, UMA REFERÊNCIA NOS TRATAMENTOS DAS DOENÇAS DA COLUNA VERTEBRAL

Centro Médico da Coluna Vertebral
Consultório: Torre de Saúde São Mateus
Av. Santos Dumont, 5753, sala 206
Fortaleza - Ceará - Brasil 🇧🇷
Telefones: 55 (85) 3265 8300
WhatsApp: 85 99689 4852
www.drhenriquedamota.com.br

CONHEÇA SEU MÉDICO: Dr Henrique da Mota, MD, AFSA
•Diplomado em Ortopedia e Traumatologia pela Université de Lyon – França.🇫🇷
•Residência em Ortopedia no Hôpital Edouard Herriot - Lyon – França.🇫🇷
•Residência em Cirurgia da Coluna Vertebral - Hôpital des Massues – Lyon – França.🇫🇷
•Membro da Sociedade Francesa de Ortopedia e Traumatologia - SOFCOT.🇫🇷
•Aperfeiçoamento em Cirurgias Mini-invasivas – Université de Bordeaux - França.🇫🇷
•Aperfeiçoamento em Intervencionismo da Coluna Vertebral – Université de Strasbourg – França.🇫🇷
•Aperfeiçoamento em Clínica da Dor – Université de Paris – França.🇫🇷
•Aperfeiçoamento em Doenças Degenerativas da Coluna – Hôpital Cochin - Université de Paris – França.🇫🇷

29/05/2025

O Perigo da Abertura de Cursos Médicos Sem Estrutura Clínica Adequada: uma reflexão à luz da Epistemologia Genética

Nas últimas décadas, o Brasil tem assistido a uma expansão significativa no número de cursos de medicina. Embora o aumento da oferta possa ser interpretado como um avanço no acesso à formação médica, é preciso ponderar criticamente sobre as consequências de se abrir cursos sem que haja uma infraestrutura clínica adequada, que garanta aos estudantes contato efetivo e variado com casos médicos reais.

Sob a perspectiva da Epistemologia Genética, proposta por Jean Piaget, a aprendizagem ocorre a partir de um processo construtivo, sequencial e progressivo, no qual o sujeito interage com o meio, assimila novas informações e acomoda seu conhecimento prévio, atingindo níveis cada vez mais elevados de desenvolvimento cognitivo e moral. Essa concepção tem profunda ressonância com as necessidades específicas do ensino médico.

O aprendizado da medicina não se limita à aquisição teórica de conceitos, mas exige a vivência concreta de situações clínicas reais, em ambientes diversos e complexos. Cada paciente, com suas particularidades, representa um estímulo à reorganização do conhecimento, forçando o estudante a sair do conforto das regras gerais e a aplicar seu raciocínio a situações novas, muitas vezes imprevisíveis. É justamente essa diversidade que alimenta o desenvolvimento da competência clínica, da tomada de decisão ética e da autonomia profissional — aspectos centrais da formação médica.

Ao se abrir cursos médicos em instituições que não oferecem um hospital de ensino com ampla casuística, corre-se o risco de limitar a formação a modelos superficiais e mecanicistas. O estudante se vê privado da experiência essencial de confronto com a complexidade da prática médica, restringindo-se a exercícios teóricos ou simulações que, embora úteis, jamais poderão substituir a vivência concreta com pacientes reais.

Esse cenário promove uma formação empobrecida, na qual o raciocínio clínico torna-se frágil e a habilidade prática insuficiente. A ausência de uma ampla exposição clínica impede a plena realização do processo de assimilação e acomodação descrito por Piaget, condenando o estudante a um estágio de desenvolvimento incompleto, incapaz de lidar com as exigências da prática médica contemporânea.

Mais grave ainda é o prejuízo ao desenvolvimento moral e ético. A Epistemologia Genética destaca que o crescimento intelectual está intrinsecamente associado ao desenvolvimento social e moral. No ensino médico, isso significa aprender a lidar com o sofrimento humano, compreender as angústias dos pacientes e tomar decisões que vão além da técnica, incorporando valores éticos, responsabilidade e empatia. Sem o contato direto com essas realidades, o futuro médico corre o risco de se formar tecnicamente despreparado e humanamente insensível.

Além disso, a restrição no contato com a diversidade de casos clínicos compromete a construção da autonomia profissional. O pleno desenvolvimento do pensamento operatório formal, caracterizado pela capacidade de abstração, formulação de hipóteses e tomada de decisões em contextos incertos, depende da prática reiterada em situações reais, sob supervisão qualificada. A ausência desse processo compromete não apenas a competência técnica, mas a segurança do paciente, pilar fundamental do cuidado em saúde.

Portanto, à luz da Epistemologia Genética, a expansão indiscriminada de cursos médicos, desprovida de uma estrutura clínica robusta, não apenas fere princípios pedagógicos fundamentais, mas ameaça a qualidade da formação médica e, em última instância, coloca em risco a segurança e a dignidade do atendimento prestado à população.

A formação de médicos exige tempo, recursos e, sobretudo, um ambiente propício à interação ativa com a prática clínica. Sem isso, corremos o risco de formar profissionais incompletos, incapazes de responder de forma adequada aos complexos desafios que a medicina exige.

É urgente que as políticas educacionais considerem não apenas a quantidade, mas sobretudo a qualidade e a integralidade da formação médica, garantindo que a construção do saber médico se realize, como propõe Piaget, através de uma interação rica e progressiva com o mundo real, em benefício dos estudantes, dos pacientes e da sociedade.

A dor na coluna não deve ser aceita como parte da rotina.No Centro Médico da Coluna Vertebral, unimos tecnologia de pont...
20/04/2025

A dor na coluna não deve ser aceita como parte da rotina.

No Centro Médico da Coluna Vertebral, unimos tecnologia de ponta, diagnóstico preciso e técnicas minimamente invasivas para oferecer um tratamento seguro, eficaz e personalizado para cada paciente.

Nossa abordagem começa com escuta atenta, passa por exames de alta definição e segue com procedimentos guiados por imagem que respeitam o corpo e aceleram a recuperação.

Excelência é nosso compromisso diário com quem busca mais do que alívio: busca confiança.

📍 Fortaleza – CE
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Dr. Henrique da Mota
Medicina Intervencionista da Coluna
Aperfeiçoamentos na França | Diretor do Centro Médico da Coluna Vertebral

16/04/2025
09/04/2025

EM FORTALEZA, UMA REFERÊNCIA NOS TRATAMENTOS DAS DOENÇAS DA COLUNA VERTEBRAL

Centro Médico da Coluna Vertebral
Consultório: Torre de Saúde São Mateus
Av. Santos Dumont, 5753, sala 206
Fortaleza - Ceará - Brasil 🇧🇷
Telefones: 55 (85) 3265 8300
WhatsApp: 85 99689 4852
www.drhenriquedamota.com.br

CONHEÇA SEU MÉDICO: Dr Henrique da Mota, MD, AFSA
•Diplomado em Ortopedia e Traumatologia pela Université de Lyon – França.🇫🇷
•Residência em Ortopedia no Hôpital Edouard Herriot - Lyon – França.🇫🇷
•Residência em Cirurgia da Coluna Vertebral - Hôpital des Massues – Lyon – França.🇫🇷
•Membro da Sociedade Francesa de Ortopedia e Traumatologia - SOFCOT.🇫🇷
•Aperfeiçoamento em Cirurgias Mini-invasivas – Université de Bordeaux - França.🇫🇷
•Aperfeiçoamento em Intervencionismo da Coluna Vertebral – Université de Strasbourg – França.🇫🇷
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•Aperfeiçoamento em Doenças Degenerativas da Coluna – Hôpital Cochin - Université de Paris – França.🇫🇷

04/04/2025

Resultados Clínicos da Fusão Lombar Revisional na População Idosa

A fusão lombar é um procedimento cirúrgico amplamente utilizado para tratar doenças degenerativas da coluna, especialmente em pacientes que sofrem com dor lombar crônica e instabilidade vertebral. No entanto, em alguns casos, a necessidade de uma fusão lombar revisional surge devido a complicações como falha da fusão, dor persistente ou progressão da doença.

Com o envelhecimento da população, um número crescente de pacientes com mais de 75 anos vem sendo considerado para esse tipo de cirurgia revisional. Historicamente, houve preocupações sobre a segurança e a eficácia desse procedimento em idosos, devido ao aumento do risco cirúrgico e às comorbidades associadas ao envelhecimento. No entanto, estudos recentes têm demonstrado que pacientes idosos podem se beneficiar tanto quanto seus pares mais jovens, sem um aumento significativo no risco de complicações pós-operatórias, readmissões hospitalares ou reoperações.

Segurança e Efetividade da Fusão Lombar Revisional em Idosos

A segurança de qualquer intervenção cirúrgica na população idosa é uma preocupação fundamental, especialmente quando se trata de procedimentos invasivos como a fusão lombar revisional. Estudos recentes analisaram a incidência de complicações pós-operatórias, incluindo infecções, falhas na fusão, trombose venosa profunda e complicações pulmonares ou cardiovasculares. Os resultados indicam que não há uma diferença estatisticamente significativa no índice de complicações entre pacientes com mais de 75 anos e pacientes mais jovens.

Em relação à eficácia, muitos pacientes idosos experimentam melhora significativa na dor lombar e na qualidade de vida após a cirurgia. Os índices de satisfação são comparáveis àqueles de pacientes mais jovens, e a fusão bem-sucedida contribui para a redução do uso de analgesia crônica e melhora da mobilidade.

Comparativo entre Idosos e Pacientes Mais Jovens

Quando se compara os desfechos entre pacientes com 75 anos ou mais e aqueles mais jovens, observa-se que:

Os benefícios em termos de alívio da dor e melhora funcional são semelhantes entre os dois grupos.

Não há aumento significativo na taxa de visitações ao pronto-socorro ou readmissões hospitalares.

A taxa de reoperação não é estatisticamente maior em idosos, indicando que o procedimento é sustentável a longo prazo.

O tempo de recuperação pode ser levemente mais longo em idosos, mas isso não afeta negativamente os desfechos finais.

Fatores a Serem Considerados na Indicação Cirúrgica

Embora a idade por si só não deva ser um fator determinante para contraindicar a cirurgia, é fundamental avaliar outros fatores que possam influenciar a recuperação e o prognóstico do paciente. Entre os principais fatores a serem analisados estão:

Estado de saúde geral: Presença de comorbidades como doenças cardiovasculares, diabetes ou doenças pulmonares crônicas.

Mobilidade prévia: Pacientes que já possuem mobilidade reduzida podem apresentar desafios na reabilitação.

Densidade óssea: A osteoporose pode comprometer a estabilidade da fixação cirúrgica, aumentando o risco de falha na fusão.

Suporte social e acesso à reabilitação: Pacientes com apoio familiar e acesso a programas de fisioterapia apresentam melhores resultados pós-operatórios.

Conclusão

A fusão lombar revisional é uma opção viável e eficaz para pacientes com 75 anos ou mais, proporcionando alívio significativo da dor e melhora na qualidade de vida, sem aumento substancial dos riscos cirúrgicos. A decisão de realizar a cirurgia deve ser baseada em uma avaliação clínica completa, considerando fatores individuais de cada paciente, e não apenas na idade cronológica.

Clínicos e cirurgiões devem reconhecer que a revisão da fusão lombar pode oferecer benefícios substanciais para pacientes idosos, e que a seleção criteriosa dos candidatos é essencial para otimizar os resultados.

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Endereço

Avenida Santos Dumont 5753, Sala 206
Fortaleza, CE
60175047

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00
Sábado 08:00 - 12:00

Telefone

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