Dra. Diana Ruaro

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Quando a pessoa com demência “se recusa” a tomar medicação, nem sempre é teimosia. Pode ser dificuldade de compreender, ...
11/04/2026

Quando a pessoa com demência “se recusa” a tomar medicação, nem sempre é teimosia. Pode ser dificuldade de compreender, medo, alteração do paladar, desconforto ao engolir ou até efeito colateral que a pessoa não consegue explicar.

Antes de insistir, vale ajustar a abordagem: rotina mais previsível, explicação simples, um passo por vez, ambiente calmo e checar com a equipe de saúde se existe forma alternativa, horário melhor ou necessidade de revisar a prescrição. Cuidado técnico também é cuidado humano.

Dra. Diana Ruaro | Geriatria e Medicina Interna
CRM-RS 34542 | RQE 26156

10/04/2026

Na demência, a forma como você fala pode ser tão importante quanto o que você fala. Comunicação eficaz reduz agitação, melhora a cooperação e preserva dignidade — principalmente em tarefas do dia a dia.

➡️ Use frases curtas e um comando por vez.
➡️ Dê tempo para a resposta (sem “apressar”).
➡️ Evite discutir: valide a emoção e redirecione.
➡️ Prefira perguntas fechadas (“você quer água ou chá?”).

Qual situação de comunicação é mais difícil na sua rotina de cuidado?

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Cuidar de um idoso exige presença constante, e isso pode desgastar mental e emocionalmente mesmo quando existe amor e in...
29/03/2026

Cuidar de um idoso exige presença constante, e isso pode desgastar mental e emocionalmente mesmo quando existe amor e intenção de fazer o melhor. 💛

👉 Algumas estratégias práticas que fazem diferença:
➡️ Estabeleça pausas reais ao longo do dia, mesmo que curtas.
➡️ Divida responsabilidades sempre que possível (família ou equipe).
➡️ Tenha um momento só seu diariamente — nem que sejam 15 minutos.
➡️ Cuide do sono e evite ficar em estado de alerta 24h.

Lembre-se: quem cuida também precisa ser cuidado. Quando você protege sua saúde mental, melhora não só sua vida, mas também o cuidado que oferece. 🌿

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Muita gente só procura o geriatra quando “algo já deu errado”. Mas a geriatria é justamente a especialidade que ajuda a ...
26/03/2026

Muita gente só procura o geriatra quando “algo já deu errado”. Mas a geriatria é justamente a especialidade que ajuda a prevenir perdas de autonomia antes que elas apareçam de forma evidente. ✅

A avaliação não olha apenas exames: ela integra medicações, sono, memória, equilíbrio, nutrição, humor e o que realmente impacta a qualidade de vida ao longo dos anos.

Cuidar cedo é o que faz envelhecer melhor.
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22/03/2026

Se você é cuidador de idosos, fique ligadinho no meu feed que eu vou trazer uma novidade imperdível para você — que vai transformar o seu jeito de estudar, melhorar e aprimorar seus conhecimentos! 🔔

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21/03/2026

Existem hábitos simples do dia a dia que quem convive com diabetes pratica sem perceber — e que podem impactar silenciosamente a qualidade de vida. Te conto neste vídeo!

Sempre busque acompanhamento médico. O tratamento qualificado faz toda diferença!

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Doenças autoimunes em pessoas idosas exigem atenção redobrada, especialmente porque seus sintomas podem se confundir com...
18/03/2026

Doenças autoimunes em pessoas idosas exigem atenção redobrada, especialmente porque seus sintomas podem se confundir com outras condições comuns nessa fase da vida.

💊 A falta de monitoramento pode levar a ajustes inadequados de medicação ou mascarar reações adversas.

Para evitar que os sintomas interfiram no tratamento de outras condições, o cuidador deve:
➡️ Manter registro diário de sinais e queixas do idoso.
➡️ Observar possíveis interações medicamentosas (muitos imunossupressores alteram glicemia e pressão arterial).
➡️ Garantir adesão correta aos horários e doses prescritas.
➡️ Comunicar rapidamente qualquer mudança ao médico responsável.

O acompanhamento integrado entre especialistas e atenção constante aos detalhes fazem toda a diferença na estabilidade clínica do idoso. Um cuidado atento não apenas controla a doença autoimune, mas preserva qualidade de vida e segurança no tratamento como um todo. 🧠✨

Sempre busque acompanhamento médico. O tratamento qualificado faz toda diferença!

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DOR não é a mesma coisa que DESCONFORTO — e entender essa diferença é essencial para quem cuida de idosos. 🔎 ➡️  A dor g...
17/03/2026

DOR não é a mesma coisa que DESCONFORTO — e entender essa diferença é essencial para quem cuida de idosos. 🔎

➡️ A dor geralmente está associada a uma causa específica (lesão, inflamação, doença) e costuma gerar sinais mais claros, como expressão facial de sofrimento, proteção de uma área do corpo, gemidos ou recusa ao toque.

➡️ Já o desconforto pode estar relacionado a fatores como posição inadequada no leito, fralda suja, roupa apertada, temperatura do ambiente, fome, sede ou até necessidade de ir ao banheiro.

⚠️ Nem todo idoso que está inquieto ou irritado está, de fato, com dor.

Antes de administrar qualquer medicação “para conforto”, é fundamental investigar.
👉 Pergunte (se possível), observe mudanças comportamentais e avalie o ambiente.
➡️ Ele está há muito tempo na mesma posição?
➡️ Está com retenção urinária ou constipação?
➡️ O ambiente está muito quente ou frio?

O uso desnecessário de analgésicos pode mascarar sintomas importantes e trazer riscos, especialmente nessa população que já faz múltiplas medicações.

Cuidar bem também é saber observar com atenção e agir com critério. 💙

Sempre busque acompanhamento médico. O tratamento qualificado faz toda diferença!

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Pequenas atitudes no dia a dia ajudam (e muito) a estimular a cognição do idoso. 💛Algumas ideias simples:- manter uma ro...
16/03/2026

Pequenas atitudes no dia a dia ajudam (e muito) a estimular a cognição do idoso. 💛

Algumas ideias simples:

- manter uma rotina com horários
- conversar e relembrar histórias
- incentivar leitura, música e jogos
- estimular autonomia em tarefas seguras
- caminhada e atividade física leve

O cérebro também precisa de exercício.

✅ Salve este post para consultar depois.

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Idosos evitam automedicação prolongada para prevenir riscos graves como quedas, dependência e toxicidade renal! ⚠️➡️ Ben...
16/03/2026

Idosos evitam automedicação prolongada para prevenir riscos graves como quedas, dependência e toxicidade renal! ⚠️

➡️ Benzodiazepínicos (ex.: clonazepam/Rivotril, diazepam, lorazepam/Lorax): Causa sedação excessiva, confusão mental, quedas e dependência em uso crônico – evite sem supervisão médica rigorosa.

➡️ Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) (ex.: ibuprofeno, piroxicam): Aumenta hemorragia gastrointestinal e problemas renais, especialmente crônicos ou em >75 anos.

➡️ Anticolinérgicos (ex.: difenidramina): Provoca boca seca, confusão, constipação e piora cognitiva – contraindicado em idosos frágeis.

➡️ Digoxina (doses >0,125mg/dia): Tóxica para rins alterados, comum em idosos, causando arritmias fatais sem monitoramento.

Consulte sempre um Médico para revisão periódica via Critérios de Beers, que listam esses e outros fármacos inapropriados. Seu médico ajusta doses e promove alternativas seguras!

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Nem toda perda de memória é demência — e nem toda demência começa com “esquecer coisas”. Alterações de humor, apatia, co...
15/03/2026

Nem toda perda de memória é demência — e nem toda demência começa com “esquecer coisas”. Alterações de humor, apatia, confusão, dificuldade para organizar tarefas e mudanças no sono podem ser os primeiros sinais de que algo neurológico (ou metabólico) merece investigação. ⚠️

➡️ O ponto prático é não adivinhar: avalie o tempo de evolução, o impacto na autonomia e procure causas reversíveis (deficiências vitamínicas, medicamentos, depressão, problemas de tireoide). Quando você percebeu a mudança pela primeira vez: foi algo gradual ou aconteceu de forma mais rápida?

Sempre busque acompanhamento médico. O tratamento qualificado faz toda diferença!

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Muitos cuidadores, sem perceber, adotam hábitos que intensificam a depressão e ansiedade em idosos, como isolamento emoc...
14/03/2026

Muitos cuidadores, sem perceber, adotam hábitos que intensificam a depressão e ansiedade em idosos, como isolamento emocional e excesso de proteção. Identificar esses padrões é o primeiro passo para cuidados mais eficazes e empáticos!

👉 Falta de comunicação aberta: Ignorar ou interromper o idoso durante conversas gera frustração e solidão profunda, alimentando sentimentos de inutilidade que agravam depressão.

👉 Negligenciar apoio emocional: Deixar o idoso isolado, sem interações sociais ou escuta empática, acelera ansiedade e apatia.

👉 Limitar a autonomia excessivamente: Tomar todas as decisões "por proteção" transmite desvalorização, gerando resistência e baixa autoestima que pioram quadros mentais. Envolva-o em escolhas simples, como refeições ou rotinas, respeitando sua independência.

➡️ Falta de estímulos cognitivos e sociais: Rotinas monótonas sem jogos, leituras ou saídas enfraquecem a mente e isolam, intensificando declínio emocional.

Esses erros criam um ciclo vicioso, mas ajustes simples revertem o quadro, elevando a qualidade de vida do idoso!!

Dra. Diana Ruaro | Geriatria e Medicina Interna
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Venâncio Aires, RS
95800-000

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