Dra Ariadne Bassetti

Dra Ariadne Bassetti Dra. Ariadne Bassetti
* Médica Angiologista
* Cirurgiã Vascular
* Medicina Integrativa

O envelhecimento costuma ser tratado como um processo passivo, mas a ciência moderna demonstra que a qualidade de vida n...
03/04/2026

O envelhecimento costuma ser tratado como um processo passivo, mas a ciência moderna demonstra que a qualidade de vida nas décadas tardias depende da estratégia e da construção de reserva fisiológica. 🧬🩺

Para garantir a longevidade funcional, o olhar deve ir além do óbvio. O primeiro grande desafio é o Inflammaging. Essa inflamação silenciosa, crônica e de baixo grau oxida as células e acelera o desgaste tecidual. O combate efetivo envolve estabilidade glicêmica rigorosa, pois a insulina cronicamente alta sinaliza um envelhecimento celular precoce.

A massa muscular é outro ponto inegociável. Longe de ser uma questão estética, o músculo atua como um órgão endócrino potente. A liberação de miocinas protege o cérebro contra o declínio cognitivo e o sistema cardiovascular contra doenças obstrutivas. A ausência de força muscular é o principal fator de perda de independência na velhice.

O sono e a reserva cognitiva completam o alicerce. Durante o repouso profundo, o sistema glinfático realiza a remoção de detritos metabólicos associados a doenças neurodegenerativas. Somar anos à vida é um processo biológico; conferir vitalidade a esses anos é uma decisão técnica baseada em evidências e consistência.

O objetivo é a construção de uma estrutura biológica sólida onde o tempo atue apenas como um marcador cronológico, sem limitar a liberdade de movimento e o raciocínio.

Quais desses pilares recebem menos atenção na rotina atual? 👇

Você sabia que a osteoporose é considerada a segunda maior ameaça à saúde pública mundial? Para mulheres na pós-menopaus...
01/04/2026

Você sabia que a osteoporose é considerada a segunda maior ameaça à saúde pública mundial?

Para mulheres na pós-menopausa, o risco de sofrer uma fratura ao longo da vida pode chegar a 40%. É um número alto demais para ignorarmos. Mas a grande notícia que trago hoje vem de uma revisão científica fresquinha, publicada por Zheng em setembro de 2025: o exercício físico não é apenas um "complemento", é uma estratégia de reabilitação de precisão.

Muitas pacientes focam apenas na suplementação de cálcio e vitamina D, mas o osso é um tecido vivo que precisa de estímulo mecânico para se renovar. Sem o impacto e a carga corretos, o corpo não entende que precisa fortalecer aquela estrutura.

O que a ciência atual recomenda? As diretrizes reforçam o combo de 150 minutos semanais divididos entre atividades aeróbicas e musculação. O segredo está na sinergia: o exercício atua em nível molecular, sinalizando para o seu corpo que ele precisa aumentar a densidade mineral óssea.

No entanto, não existe "receita de bolo". Se você tem comorbidades como diabetes ou obesidade, seu osso precisa de uma prescrição ainda mais cuidadosa. O foco deve ser a progressão gradual e o acompanhamento profissional para garantir que o treino seja seguro e eficaz.

O exercício é, hoje, a sua melhor estratégia não farmacológica para proteger seu futuro e sua independência.

Já incluiu os 150 minutos de movimento na sua rotina semanal?

Se você já teve medo de comer arroz por causa da dieta, este post é para você (e para o seu intestino)! 🍚✨Muitas vezes v...
27/03/2026

Se você já teve medo de comer arroz por causa da dieta, este post é para você (e para o seu intestino)! 🍚✨

Muitas vezes vilanizado, o arroz é, na verdade, um dos alimentos mais hipoalergênicos e gentis que existem para o nosso trato digestivo. Mas o benefício vai muito além de ser “leve”.

O grande trunfo está no que chamamos de amido resistente. Quando consumido de forma estratégica, o arroz atua como um prebiótico, alimentando as bactérias benéficas que garantem nossa imunidade e saúde mental. Além disso, ele ajuda na produção de butirato, o combustível preferido das células do intestino para se manterem regeneradas.

Seja o integral pelas suas fibras, ou o branco pela sua alta digestibilidade em momentos de sensibilidade, o arroz merece um lugar no seu prato. O segredo não está em excluir, mas em saber preparar e combinar.

Você não é uma planta, mas se não “se regar”, você murcha, por dentro e por fora!Muita gente acha que beber água é só pa...
22/03/2026

Você não é uma planta, mas se não “se regar”, você murcha, por dentro e por fora!

Muita gente acha que beber água é só para matar a sede. Mas a verdade é que, sem ela, você está operando em modo de economia de energia.

Sabe aquele cansaço no meio da tarde, a digestão lenta ou a cabeça pesada? Muitas vezes, não é falta de café, é falta de fluidez.

💧 Na digestão: Ela é a chave que abre a porta dos nutrientes.
🩸 Na circulação: É o que limpa as vias e dá ritmo ao coração.
💪 Nos músculos: É a estrutura que evita a fadiga precoce.
🧠 No cérebro: É o “cooler” que impede o superaquecimento e a névoa mental.

Neste Dia Mundial da Água, o meu convite é simples: pare de tratar a água como um opcional. Ela é o sistema operacional de tudo o que você faz.

Trate o seu corpo como a máquina de alta performance que ele é. Abasteça agora.

O ponto mais fascinante? Enquanto quem apenas “fechou a boca” continuou lutando contra a ansiedade, quem mudou o comport...
20/03/2026

O ponto mais fascinante?

Enquanto quem apenas “fechou a boca” continuou lutando contra a ansiedade, quem mudou o comportamento viu os sintomas de depressão diminuírem e a autocompaixão crescer.

A perda de gordura corporal foi real e significativa, mas o ganho em saúde mental foi o verdadeiro diferencial.

Por que isso importa para você? Porque confirma que o estresse de contar cada grama de comida pode, na verdade, estar sabotando sua saúde.

O emagrecimento sustentável exige que olhemos para o sono, para os sentimentos e, principalmente, para a autonomia. Você deve ser a dona das suas escolhas, não uma escrava da calculadora.

O foco não deve ser a restrição, mas o acolhimento. Se o seu método atual te deixa ansiosa e frustrada, talvez o problema não seja você, mas a estratégia que você está usando.

Você ainda acredita que emagrecer é só matemática ou sente que suas emoções mandam mais no seu prato do que as calorias? Vamos debater aqui embaixo! 👇

Você já sentiu que suas pernas são “pesadas”, doem ao toque ou não emagrecem mesmo com dieta rigorosa? Você pode fazer p...
17/03/2026

Você já sentiu que suas pernas são “pesadas”, doem ao toque ou não emagrecem mesmo com dieta rigorosa? Você pode fazer parte dos 12% de brasileiras que sofrem com o Lipedema. 🧬

Por muito tempo, o diagnóstico dessa condição foi puramente clínico, o que gerava muitas dúvidas e tratamentos errados. Mas a ciência deu um passo gigante! Um novo estudo brasileiro estabeleceu critérios claros para o diagnóstico por imagem, trazendo a objetividade que faltava para os consultórios.

| O que o estudo revela?
Agora, através de exames como o ultrassom de alta frequência, médicos podem identificar padrões específicos do tecido adiposo do lipedema, diferenciando-o da gordura comum. Isso significa:
✅ Menos “tentativa e erro” no tratamento.
✅ Validação médica de que a dor é real e tem causa física.
✅ Melhores estratégias de intervenção (seja clínica ou cirúrgica).

O lipedema não é culpa sua e não é falta de força de vontade. É uma condição médica que merece atenção e cuidado especializado.

Gostou dessa notícia? Salve para não esquecer e envie para uma amiga, irmã ou colega. Informação salva vidas e autoestima! 🌸

Por muito tempo, o LDL (o famoso “colesterol ruim”) foi o protagonista isolado nas discussões sobre infarto e AVC. No en...
12/03/2026

Por muito tempo, o LDL (o famoso “colesterol ruim”) foi o protagonista isolado nas discussões sobre infarto e AVC.

No entanto, a ciência médica acaba de oficializar a ascensão de um novo e perigoso vilão: a Lipoproteína(a) ou Lp(a).

Diferente de outros marcadores, ela deixou de ser um detalhe nos exames para se tornar protagonista no diagnóstico de risco cardiovascular.

O que torna a Lp(a) tão impressionante e preocupante, é a sua natureza. Ela está presente em cerca de 25% da população e, ao contrário do colesterol comum, os seus níveis são determinados quase inteiramente pela genética. Isso significa que, por mais rigorosa que seja a dieta ou intensa que seja a atividade física, os valores de Lp(a) permanecem praticamente inalterados ao longo da vida.

Em níveis elevados, ela atua de forma agressiva, acelerando a aterosclerose e aumentando o risco de doenças como a estenose aórtica e obstruções periféricas.

Diante de um paciente com Lp(a) elevada, a estratégia clínica muda. Como ainda não dispomos de um fármaco específico para reduzi-la diretamente (embora estudos promissores como o HORIZON estejam em curso), o foco passa a ser o controle absoluto de todos os outros fatores.

Se o “inimigo genético” já está presente, a pressão arterial, o peso, o equilíbrio emocional e os níveis de açúcar precisam estar em níveis de excelência para compensar esse risco adicional.

A dosagem da Lp(a) deve, portanto, integrar a rotina de exames laboratoriais de excelência, especialmente em jovens e pessoas com histórico familiar de doenças cardiovasculares precoces.

Conhecer esse número não é um motivo para pânico, mas um chamado para uma prevenção muito mais assertiva e personalizada.

Afinal, na medicina de precisão, a informação é a nossa primeira e mais forte linha de defesa.

O mundo exige muito, mas a sua história diz mais. Ser mulher é ser muitas em uma só, sem nunca deixar de lado a própria ...
08/03/2026

O mundo exige muito, mas a sua história diz mais. Ser mulher é ser muitas em uma só, sem nunca deixar de lado a própria verdade.

Hoje, minha homenagem vai para você, que conduz a vida com uma garra admirável e uma delicadeza necessária. Que você se orgulhe da sua caminhada tanto quanto o mundo se inspira nela.

Feliz Dia Internacional da Mulher! 🥂

Clinicamente, a obesidade é classificada como uma inflamação de baixo grau que afeta silenciosamente cada vaso sanguíneo...
04/03/2026

Clinicamente, a obesidade é classificada como uma inflamação de baixo grau que afeta silenciosamente cada vaso sanguíneo do corpo.

O tecido adiposo em excesso funciona como uma “usina” de substâncias pró-inflamatórias que, ao circularem livremente, agridem a parede interna das artérias, acelerando processos degenerativos que poderiam ser evitados.

O impacto vascular da obesidade manifesta-se de duas formas: através da sobrecarga hemodinâmica, que eleva a pressão arterial, e através do comprometimento metabólico, que altera os níveis de colesterol e glicose.

Essa combinação cria o ambiente perfeito para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares precoces. Além disso, a saúde periférica também é afetada, uma vez que o sistema venoso encontra maior resistência para realizar o retorno sanguíneo, resultando em inchaços crônicos e risco aumentado de tromboses.

A abordagem clínica da obesidade deve ser pautada na ciência e na individualidade. O objetivo principal do tratamento não é atingir um padrão visual, mas sim reduzir a carga inflamatória sistêmica e proteger o coração e os vasos.

Quando o peso é gerenciado com foco na saúde metabólica, o organismo recupera sua eficiência e os riscos clínicos despencam. Investir no controle da obesidade é, acima de tudo, um compromisso com a própria longevidade e com a manutenção de um sistema circulatório resiliente e saudável.

O hábito de retirar os sapatos ao entrar em casa ganhou um embasamento científico sólido em estudos recentes. Pesquisado...
24/02/2026

O hábito de retirar os sapatos ao entrar em casa ganhou um embasamento científico sólido em estudos recentes.

Pesquisadores da Universidade do Arizona revelaram que mais de 90% das bactérias e contaminantes presentes nas solas dos calçados são transferidos diretamente para o piso da residência no momento em que se atravessa a porta. No entanto, o risco biológico é apenas a ponta do iceberg, uma vez que o calçado funciona como um vetor de transporte para substâncias químicas que agridem silenciosamente o organismo.

Além dos microrganismos e resíduos fecais, o que se carrega para dentro do ambiente doméstico é um coquetel de metais pesados, pesticidas e herbicidas que podem persistir no ambiente por longos períodos.

De acordo com a Agência de Proteção Ambiental (EPA), esses compostos são classificados como disruptores endócrinos e estão associados a prejuízos no sistema imunológico e a um risco elevado para o desenvolvimento de neoplasias. Um exemplo crítico são os PFAS, conhecidos como “substâncias químicas eternas” devido à sua incapacidade de se decompor, acumulando-se no pó da casa e sendo facilmente inalados ou absorvidos pelos moradores.

A presença de agrotóxicos e metais pesados no solo urbano significa que, mesmo uma semana após a aplicação de um defensivo agrícola em um jardim externo, os resíduos ainda podem ser levados para o interior do lar através do caminhar. Para crianças que brincam no chão e animais de estimação, o risco de exposição é ainda mais acentuado. Portanto, a medicina preventiva moderna defende a criação de zonas livres de calçados externos como uma barreira física essencial.

Interromper essa cadeia de transporte de toxinas é uma medida de baixo custo e alto impacto para preservar a integridade biológica da família e garantir que a casa seja, de fato, um santuário de saúde.

Para a maioria de nós, o dia só começa depois da primeira xícara. A boa notícia é que a ciência está do nosso lado: gran...
21/02/2026

Para a maioria de nós, o dia só começa depois da primeira xícara. A boa notícia é que a ciência está do nosso lado: grandes estudos recentes mostram que o consumo moderado de café pode reduzir o risco de mortalidade em até 30%.

O segredo está na altíssima concentração de antioxidantes, que ajudam a proteger nossas células contra o envelhecimento precoce e doenças degenerativas.

No entanto, os benefícios do café não são automáticos. Eles dependem diretamente de como você prepara e o que você adiciona à sua xícara.

O café filtrado é a opção mais segura para a saúde cardiovascular. Isso ocorre porque o filtro de papel é capaz de reter os diterpenos, substâncias naturais do grão que podem elevar os níveis de colesterol LDL.

Além do preparo, os acompanhamentos desempenham um papel decisivo no desfecho metabólico. A adição excessiva de açúcares, adoçantes artificiais e cremes processados (muitas vezes ricos em óleos vegetais) pode anular as propriedades protetoras dos antioxidantes.

O consumo do café em sua forma mais pura, ou com adições mínimas e naturais, preserva a integridade dos mecanismos biológicos observados nos estudos de longevidade, evitando picos glicêmicos e processos inflamatórios desnecessários.

A ingestão de café no período da tarde pode reduzir significativamente a produção de melatonina, comprometendo a qualidade do sono profundo e, consequentemente, a recuperação imunológica e sistêmica.

Portanto, a estratégia ideal para integrar o café a um estilo de vida saudável envolve a moderação, a preferência pelo método filtrado e a atenção ao relógio biológico, garantindo que a bebida atue como um verdadeiro suporte à saúde vascular e celular.

Se pudéssemos sintetizar um hábito que estimula quase todas as áreas do cérebro ao mesmo tempo, esse hábito seria a danç...
18/02/2026

Se pudéssemos sintetizar um hábito que estimula quase todas as áreas do cérebro ao mesmo tempo, esse hábito seria a dança.

Muito além do lazer, a ciência tem olhado para a dança como uma das estratégias mais poderosas na prevenção de demências e no retardamento do declínio cognitivo.

Diferente de uma caminhada linear, a dança exige multitarefa neurocognitiva. Enquanto você se move, seu cérebro está:

👂Processando o ritmo: Ativando o cerebelo e o córtex auditivo.
🧠 Memorizando passos: Estimulando o hipocampo (o centro da memória).
👁️ Ajustando o espaço: Trabalhando a percepção visual e o equilíbrio.

Do ponto de vista fisiológico, esse esforço cria o que chamamos de reserva cognitiva. É como se estivéssemos construindo “estradas secundárias” de comunicação entre os neurônios.

Se uma via principal é afetada pelo envelhecimento, o cérebro que dança tem caminhos alternativos para manter a funcionalidade.

Além disso, a dança é um excelente exercício aeróbico, o que melhora a saúde vascular, garantindo que o cérebro receba um fluxo constante de oxigênio e nutrientes.

Não podemos esquecer o fator social e emocional. A solidão é um dos maiores fatores de risco para doenças neurodegenerativas.

A dança, por ser frequentemente coletiva, libera ocitocina e endorfina, reduzindo o cortisol (o hormônio do estresse) que, em excesso, é tóxico para os neurônios.

Dançar é, portanto, um investimento em longevidade. É dar ao cérebro um desafio constante enquanto se celebra a saúde do corpo.

Nunca é tarde para começar a construir sua proteção cerebral através do movimento.

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