Organização Mundial da Saúde - OMS Cabo Verde

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06/03/2026
03/03/2026

🎧 𝐃𝐢𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐝𝐢𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐀𝐮𝐝𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 | 𝟑 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨 🎧

Hoje assinalamos o 𝐃𝐢𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐝𝐢𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐀𝐮𝐝𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨, uma data que nos convida a reforçar a importância de 𝐜𝐮𝐢𝐝𝐚𝐫 𝐝𝐚 𝐬𝐚𝐮́𝐝𝐞 𝐚𝐮𝐝𝐢𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐚, garantindo que todas as crianças possam aprender, comunicar e prosperar sem barreiras evitáveis.

📌 𝐓𝐞𝐦𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔: “𝐷𝑎𝑠 𝑐𝑜𝑚𝑢𝑛𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑠 𝑎̀𝑠 𝑠𝑎𝑙𝑎𝑠 𝑑𝑒 𝑎𝑢𝑙𝑎: 𝑐𝑢𝑖𝑑𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑎𝑢𝑑𝑖𝑡𝑖𝑣𝑜𝑠 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑡𝑜𝑑𝑎𝑠 𝑎𝑠 𝑐𝑟𝑖𝑎𝑛𝑐̧𝑎𝑠”.

No seu discurso por ocasião desta data, o 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐭𝐨𝐫 𝐑𝐞𝐠𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐎𝐌𝐒 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐀́𝐟𝐫𝐢𝐜𝐚, 𝐃𝐫. 𝐌𝐨𝐡𝐚𝐦𝐞𝐝 𝐘𝐚𝐤𝐮𝐛 𝐉𝐚𝐧𝐚𝐛𝐢, destacou que a perda auditiva continua a ser um 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐬𝐚𝐮́𝐝𝐞 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚, afetando de forma desproporcionada os países de baixo e médio rendimento, onde o acesso à prevenção, deteção precoce e cuidados adequados ainda é limitado. Sublinhou ainda que a base para uma vida saudável e com oportunidades começa na infância.

👂A audição é fundamental para o desenvolvimento da fala e da linguagem, para a aprendizagem e para a interação social. Muitas crianças com dificuldades auditivas permanecem sem diagnóstico e apoio, o que pode comprometer o seu desempenho escolar e levar à exclusão social.

✅ A boa notícia é que 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟔𝟎% 𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐚 𝐚𝐮𝐝𝐢𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐧𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐩𝐫𝐞𝐯𝐞𝐧𝐢𝐝𝐚 através de medidas simples e eficazes, como a prevenção e tratamento de infeções do ouvido, o rastreio auditivo precoce e a integração dos cuidados auditivos nos serviços de saúde primários e na saúde escolar.

✅Como salientou o Diretor Regional, as escolas e as comunidades são espaços estratégicos para identificar precocemente problemas de audição e garantir que nenhuma criança fique para trás por causas evitáveis.

👉 𝐀𝐠𝐢𝐫 𝐚𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐞́ 𝐢𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐫 𝐧𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨.
Cuidar da audição das crianças é promover inclusão, aprendizagem e bem‑estar ao longo da vida.

A OMS, em parceria continua empenhada em fortalecer os cuidados otológicos e auditivos, como parte essencial dos sistemas de saúde e das Escolas Promotoras de Saúde, nos Estados Membros.



́deauditiva

📢 𝐑𝐞𝐟𝐨𝐫ç𝐚𝐫 𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐩𝐚𝐫𝐚çã𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐚í𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐞𝐦𝐞𝐫𝐠ê𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐬𝐚ú𝐝𝐞 𝐩ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚O Ministério da Saúde, em parceria com a Organização Mu...
25/02/2026

📢 𝐑𝐞𝐟𝐨𝐫ç𝐚𝐫 𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐩𝐚𝐫𝐚çã𝐨 𝐝𝐨 𝐩𝐚í𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐞𝐦𝐞𝐫𝐠ê𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐬𝐚ú𝐝𝐞 𝐩ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚
O Ministério da Saúde, em parceria com a Organização Mundial da Saúde - OMS Cabo Verde, está a realizar um Workshop para a Elaboração do Relatório Anual de Autoavaliação do Regulamento Sanitário Internacional (RSI), um exercício fundamental para fortalecer as capacidades nacionais de resposta às emergências de saúde pública.

🗓 24 a 26 de fevereiro de 2026

Durante três dias, pontos focais do RSI e representantes dos setores da 𝐬𝐚ú𝐝𝐞 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧𝐚, 𝐚𝐧𝐢𝐦𝐚𝐥 𝐞 𝐚𝐦𝐛𝐢𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥, bem como outros parceiros, vão trabalhar juntos na avaliação dos progressos do país, utilizando o instrumento de autoavaliação 𝑺𝑷𝑨𝑹, e na identificação de ações prioritárias para 2026.

Este processo contribui para que 🇨🇻 esteja cada vez mais preparado para detetar, avaliar e responder a riscos de saúde pública que podem ultrapassar fronteiras.

🤝 Uma abordagem multissetorial para uma 𝐦𝐚𝐢𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧ç𝐚 𝐬𝐚𝐧𝐢𝐭á𝐫𝐢𝐚.

́depublica
Ministério da Saúde

04/02/2026

4 𝙙𝙚 𝙁𝙚𝙫𝙚𝙧𝙚𝙞𝙧𝙤 2026 – 𝘿𝙞𝙖 𝙈𝙪𝙣𝙙𝙞𝙖𝙡 𝙙𝙤 𝘾𝘼𝙉𝘾𝙍𝙊

📍Até quatro em cada dez casos de cancro no mundo poderiam ser prevenidos, segundo uma nova análise da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Agência Internacional de Investigação sobre o Cancro (IARC). O estudo examina 30 causas evitáveis, incluindo: tabaco, álcool, sobrepeso, sedentarismo, poluição do ar, radiação ultravioleta e - pela primeira vez - nove infeções causadoras de cancro.

𝘊𝘰𝘯𝘧𝘪𝘳𝘢 𝘯𝘢 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘨𝘳𝘢 𝘢 𝘮𝘦𝘯𝘴𝘢𝘨𝘦𝘮 𝘥𝘰 𝘋𝘪𝘳𝘦𝘵𝘰𝘳 𝘙𝘦𝘨𝘪𝘰𝘯𝘢𝘭 𝘥𝘢 𝘖𝘔𝘚 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘢 𝘈́𝘧𝘳𝘪𝘤𝘢, 𝘋𝘳. 𝘔𝘰𝘩𝘢𝘮𝘦𝘥 𝘑𝘢𝘯𝘢𝘣𝘪:

"O cancro deixou de ser uma crise silenciosa em África. Trata-se de uma emergência de saúde pública crescente que exige uma ação urgente, equitativa e sustentada.
Hoje, no Dia Mundial do Cancro, a Organização Mundial da Saúde junta‑se aos governos, parceiros e comunidades de todo o continente para reafirmar um compromisso inequívoco: o cancro pode ser prevenido, detetado precocemente e tratado de forma mais eficaz — e cada vida salva conta.

Na Região Africana da OMS, o cancro está a tornar-se uma das principais causas de morte prematura. Todos os anos, mais de 1 milhão de pessoas recebem um novo diagnóstico e cerca de 1 milhão perdem a vida devido à doença. Por detrás destes números estão mães, pais, crianças e jovens cujas vidas são encurtadas não porque não existam soluções, mas porque o acesso a essas soluções continua a ser desigual.
O cancro não é apenas um problema de saúde. É também um desafio para o desenvolvimento. Esta situação sobrecarrega as famílias, enfraquece os sistemas de saúde e compromete o progresso económico. O fardo recai de forma desproporcionada sobre aqueles que têm menos acesso à deteção precoce, ao tratamento atempado e à proteção financeira.

O ano transato demonstrou o que pode ser alcançado quando o controlo do cancro é assumido como prioridade nacional. Os Estados-Membros da Região alargaram a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV), reforçaram os serviços de rastreio do cancro do colo do útero, melhoraram o acesso aos cuidados oncológicos infantis e começaram a integrar os cuidados paliativos nos serviços de saúde de rotina. Estes são alicerces essenciais para melhorar a sobrevivência a longo prazo.
Contudo, persistem grandes lacunas. O diagnóstico tardio continua a ser frequente. As interrupções de serviço perturbam a continuidade dos cuidados. Os profissionais de saúde especializados são escassos. O acesso à radioterapia, à patologia e aos medicamentos essenciais contra o cancro continua a ser extremamente limitado em muitos locais.

Para muitas famílias, o custo dos cuidados de saúde é catastrófico.
• Muitas das vezes, uma mulher é rastreada, mas nunca tratada.
• Muitas das vezes, uma criança é diagnosticada muito tarde.
• Muitas das vezes, as famílias têm de escolher entre procurar cuidados e satisfazer as suas necessidades básicas.
Isto não é aceitável.

A OMS continuará a apoiar os países africanos através de iniciativas mundiais e regionais baseadas em dados concretos, incluindo a Estratégia Mundial para a Eliminação do Cancro do Colo do Útero, a Iniciativa Mundial contra o Cancro da Mama, a Iniciativa Mundial contra o Cancro Infantil, a Plataforma Mundial para o Acesso a Medicamentos contra o Cancro Infantil e os Serviços Integrados de Oncologia para Mulheres.
Mas estas iniciativas só serão bem-sucedidas se forem plenamente integradas nos sistemas nacionais de saúde, financiadas de forma sustentável e traduzidas em serviços concretos ao nível dos cuidados de saúde primários.

Temos de investir no que funciona: Vacinação contra o HPV; te**es de rastreio de alto desempenho; tratamento descentralizado de lesões pré-cancerosas; reforço da capacidade cirúrgica, radioterapêutica e patológica; acesso fiável a medicamentos essenciais contra o cancro; e integração de cuidados paliativos desde o momento do diagnóstico.
Temos de medir os progressos não por estratégias escritas, mas por raparigas vacinadas, cancros detetados precocemente, doentes tratados atempadamente, dificuldades financeiras reduzidas e vidas salvas.

Neste Dia Mundial do Cancro, apelo a uma ação decisiva a todos os níveis:
• Os governos devem fazer do controlo do cancro uma prioridade de desenvolvimento, integrando a prevenção, a deteção precoce, o tratamento e os cuidados paliativos nos orçamentos nacionais, nas reformas da cobertura universal de saúde e nos sistemas de cuidados de saúde primários.
• Os parceiros e os doadores devem investir em programas de grande impacto, integrados e sustentáveis.
• Os profissionais de saúde devem continuar a liderar com competência e compaixão, garantindo a aproximação dos serviços às comunidades e reforçando os mecanismos de confiança no sistema de cuidados
• As pessoas que vivem com cancro, bem como os sobreviventes, devem continuar a ocupar uma posição central nas respostas nacionais, atuando não só enquanto beneficiários dos cuidados, mas igualmente como intervenientes-chave e parceiros na condução das transformações necessárias.

África pode mudar a trajetória do cancro. Para isso será necessária uma vontade política sustentada, um investimento interno mais forte, sistemas de saúde resistentes e um empenhamento inabalável na equidade e na responsabilização.

Passemos dos compromissos aos resultados mensuráveis, das estratégias aos serviços, e asseguremos que ninguém em África seja deixado para trás na luta contra o cancro.

𝗝𝘂𝗻𝘁𝗼𝘀, 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗴𝗮𝗿𝗮𝗻𝘁𝗶𝗿 𝘂𝗺 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗼𝗱𝗮𝘀 𝗮𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝘁𝗲𝗻𝗵𝗮𝗺 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗮 𝗽𝗿𝗲𝘃𝗲𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗱𝗶𝗮𝗴𝗻𝗼́𝘀𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗼𝗰𝗲, 𝘁𝗿𝗮𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝗰𝘂𝗶𝗱𝗮𝗱𝗼𝘀 𝗱𝗶𝗴𝗻𝗼𝘀".

🌐 Saiba mais em:
https://www.afro.who.int/health-topics/cancer
https://www.who.int/publications/i/item/9789240014107
https://www.who.int/initiatives/global-breast-cancer-initiative

“Proximidade e Qualidade – o Caminho para a Resiliência da Saúde em Cabo Verde” foi o lema escolhido para o 𝙄 𝙀𝙣𝙘𝙤𝙣𝙩𝙧𝙤 𝙉...
04/02/2026

“Proximidade e Qualidade – o Caminho para a Resiliência da Saúde em Cabo Verde” foi o lema escolhido para o 𝙄 𝙀𝙣𝙘𝙤𝙣𝙩𝙧𝙤 𝙉𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙡 𝙙𝙖 𝙎𝙖𝙪́𝙙𝙚 que arrancou hoje, dia 03 de Fevereiro, na Ilha do Sal.

Durante o Encontro serão debatidos temas como:
➡️ A evolução do setor da saúde nos 50 anos após a independência
➡️ A sustentabilidade financeira do sistema de saúde
➡️ A resiliência do sistema de saúde face às emergências
➡️ A nova Política Nacional de Saúde
➡️ Qualidade em saúde: modelos para a integração de cuidados e parcerias estratégicas
➡️ Inovação digital como motor de uma liderança transformadora
➡️ Os desafios das doenças não transmissíveis e as estratégias de prevenção, controlo e fortalecimento das respostas

Ainda durante as sessões serão apresentados Boas Práticas das estruturas de saúde.

01/02/2026
30/01/2026

30 𝒅𝒆 𝑱𝒂𝒏𝒆𝒊𝒓𝒐 - 𝑫𝒊𝒂 𝑴𝒖𝒏𝒅𝒊𝒂𝒍 𝒅𝒂𝒔 𝑫𝒐𝒆𝒏𝒄̧𝒂𝒔 𝑻𝒓𝒐𝒑𝒊𝒄𝒊𝒂𝒔 𝑵𝒆𝒈𝒍𝒊𝒈𝒆𝒏𝒄𝒊𝒂𝒅𝒂𝒔 -

📌Confira na integra a mensagem do Dr. Mohamed Janabi, Diretor Regional da OMS para a Região Africana:

Hoje, ao assinalarmos o Dia Mundial das Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) com o tema 𝘜𝘯𝘪𝘳, 𝘈𝘨𝘪𝘳, 𝘌𝘭𝘪𝘮𝘪𝘯𝘢𝘳, recordamo-nos que as doenças tropicais negligenciadas não são inevitáveis. Não persistem porque faltam soluções, mas porque persistem desigualdades.

Mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo ainda estão em risco de contrair doenças tropicais negligenciadas – doenças evitáveis, tratáveis e, cada vez mais, em vias de eliminação. Em África, continuam a afectar as comunidades mais pobres e marginalizadas, reforçando os ciclos de pobreza, a incapacidade e o estigma, e limitando as oportunidades ao longo das gerações.

As doenças tropicais negligenciadas não são apenas uma preocupação para a saúde. São uma medida da desigualdade. Prosperam onde o acesso a água potável, ao saneamento, à educação e aos serviços básicos de saúde é mais fraco. Privam as crianças da aprendizagem, os adultos da sua capacidade de produção e as comunidades da dignidade e do desenvolvimento que merecem.

No entanto, existe um fundamento real para ser confiante. Em toda a Região Africana, os países têm demonstrado que a eliminação dessas doenças é possível quando o empenho, as parcerias e o envolvimento das comunidades se conjugam. Em Dezembro de 2025, 22 países tinham eliminado pelo menos uma das doenças tropicais negligenciadas. No ano passado, o Níger também se tornou no primeiro país da Região Africana a ser certificado pela OMS pela eliminação da oncocercose, uma conquista histórica para o continente.

Foram igualmente realizados fortes progressos na luta contra o tracoma, a filariose linfática e outras doenças tropicais negligenciadas, enquanto a dracunculose encontra-se agora no seu nível mais baixo já registado, com uma redução de mais de 99,9% nos casos desde o início dos esforços de erradicação.

Estas conquistas são importantes. Traduzem-se em crianças que podem frequentar a escola sem dor ou deficiência, adultos que podem trabalhar e apoiar as suas famílias, e comunidades que se podem concentrar no crescimento em vez de sobreviver. Mostram que um futuro livre de doenças tropicais negligenciadas não é apenas uma aspiração longínqua.

Ao mesmo tempo, os progressos permanecem desiguais e o tempo é curto. O Roteiro da OMS para as DTN 2021–2030 estabelece metas ambiciosas, mas alcançáveis, incluindo uma redução de 90% no número de pessoas que necessitam de intervenções para as doenças tropicais negligenciadas, e a eliminação de pelo menos uma doença tropical negligenciada em 100 países. Com 2030 a aproximar-se rapidamente, cada ano de atraso corre o risco de abrandar a dinâmica e deixar milhões para trás.

É encorajador que vários Estados-Membros estejam no bom caminho para atingir os marcos de eliminação em 2026 e posteriormente. O sucesso dos Estados-Membros, e o da Região Africana no seu conjunto, dependerá das escolhas feitas agora: proteger os ganhos arduamente obtidos, manter o investimento interno, reforçar os cuidados de saúde primários e chegar às comunidades que continuam a ser mal servidas devido à sua geografia, pobreza ou fragilidade.

Acabar com as doenças tropicais negligenciadas requer uma acção colectiva. Os governos, os deputados, os profissionais de saúde, os voluntários comunitários, a sociedade civil, os doadores, o sector privado, os jovens e as pessoas afectadas pelas doenças tropicais negligenciadas têm todos papéis essenciais a desempenhar. Os progressos aceleram quando as comunidades são capacitadas e quando a liderança nacional é complementada por parcerias internacionais sustentadas.

Neste Dia Mundial das doenças tropicais negligenciadas, apelo a todos os parceiros para que:
• mantenham o apoio aos países que já atingiram a eliminação para garantir que os ganhos são protegidos;
• apoiem os países que se aproximam da eliminação em 2026 para garantir que o sucesso não é atrasado;
• intensifiquem os esforços nos países onde as doenças tropicais negligenciadas ainda prejudicam a saúde, a dignidade e as oportunidades, não deixando nenhuma comunidade para trás.

Temos as ferramentas, os dados factuais e um roteiro claro. O que é necessário agora é uma vontade política sustentada, um financiamento adequado e uma ação decisiva.

Um futuro sem doenças tropicais negligenciadas é um futuro em que a equidade é real, as oportunidades são partilhadas e o pleno potencial de África pode ser realizado.

Vamos agir com urgência - não tarde demais, não eventualmente, mas agora.

Saiba mais em: 👇
https://www.who.int/news-room/questions-and-answers/item/neglected-tropical-diseases

https://www.who.int/teams/control-of-neglected-tropical-diseases/global-report-on-neglected-tropical-diseases-2025

https://www.who.int/news/item/22-05-2025-african-nations-unite-to-eliminate--visceral-leishmaniasis-and-boost-cross-border-collaboration

https://www.who.int/publications/i/item/9789240010352

https://www.who.int/news/item/30-01-2025-who-verifies-niger-as-the-first-country-in-the-african-region-to-eliminate-onchocerciasis

🇨🇻 𝐂𝐚𝐛𝐨 𝐕𝐞𝐫𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐭𝐞𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐬 𝐯𝐚𝐜𝐢𝐧𝐚𝐬 💉✨Mais 3 novas vacinas foram introduzidas no Calendá...
26/01/2026

🇨🇻 𝐂𝐚𝐛𝐨 𝐕𝐞𝐫𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐭𝐞𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐬 𝐯𝐚𝐜𝐢𝐧𝐚𝐬 💉✨

Mais 3 novas vacinas foram introduzidas no Calendário Nacional de Vacinação, fortalecendo ainda mais o sistema de saúde, a saber:
✅ Vacina contra o Rotavírus
✅ Vacina Pneumocócica
✅ Vacina Hexavalente

Para a Representante da Organização Mundial da Saúde - OMS Cabo Verde, Ann Lindstrand, estas vacinas representam um avanço significativo na prevenção de doenças graves e evitáveis.

Como principais ganhos para a saúde podem-se destacar:

💉 𝑽𝒂𝒄𝒊𝒏𝒂 𝒄𝒐𝒏𝒕𝒓𝒂 𝒐 𝑹𝒐𝒕𝒂𝒗𝒊́𝒓𝒖𝒔
Protege contra uma das principais causas de diarreia grave em crianças menores de 5 anos.
🔹 Reduz hospitalizações em até 80%
🔹 Diminui mortes associadas à diarreia em até 36%
➡️ Benefícios também para as famílias e para o sistema de saúde, com menos custos e mais qualidade de vida.

💉 𝑽𝒂𝒄𝒊𝒏𝒂 𝑷𝒏𝒆𝒖𝒎𝒐𝒄𝒐́𝒄𝒊𝒄𝒂 (𝑷𝑪𝑽)
Ajuda a prevenir pneumonia, meningite e septicemia.
🔹 Pode reduzir a doença pneumocócica em até 74% em crianças menores de 5 anos
➡️ Menos hospitalizações, menos antibióticos e mais proteção para toda a comunidade.

💉 𝑽𝒂𝒄𝒊𝒏𝒂 𝑯𝒆𝒙𝒂𝒗𝒂𝒍𝒆𝒏𝒕𝒆
Protege contra 6 doenças numa única dose:
difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, Haemophilus influenzae tipo B e poliomielite
➡️️ Menos injeções, mais conforto, melhor adesão à vacinação e maior eficiência do sistema de saúde.

💙 No final da sua intervenção realçou ''Em nome da Nações Unidas Cabo Verde / United Nations Cabo Verde, Organização Mundial da Saúde, e Unicef felicito Cabo Verde pela sua liderança e reafirmo o nosso apoio contínuo para sustentar estes ganhos e alcançar resultados de saúde ainda maiores. Celebremos esta conquista e continuemos a trabalhar juntos para garantir que cada criança, em todos os cantos de Cabo Verde, receba a proteção completa das vacinas''.

̧ãoinfantil

Tolerância Zero para o Abuso, Assédio e Exploração Sexual 🖐️🚫
10/12/2025

Tolerância Zero para o Abuso, Assédio e Exploração Sexual 🖐️🚫

𝗛𝗼𝗷𝗲 𝗲́ 𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝗗𝗶𝗿𝗲𝗶𝘁𝗼𝘀 𝗛𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼𝘀. Os sistemas de saúde devem proteger todas as pessoas com dignidade, segurança e respeito...
10/12/2025

𝗛𝗼𝗷𝗲 𝗲́ 𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝗗𝗶𝗿𝗲𝗶𝘁𝗼𝘀 𝗛𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼𝘀.

Os sistemas de saúde devem proteger todas as pessoas com dignidade, segurança e respeito.

Em matéria de saúde, tens direito a:
✅ cuidados seguros e de qualidade, sem qualquer discriminação.
✅ privacidade e confidencialidade das suas informações de saúde.
✅ informações sobre o seu tratamento e consentimento informado.
✅autonomia e integridade corporal.

Defender cuidados seguros e de qualidade para si e para os outros aproxima-nos do ́deParaTodos

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