Conversas de Luz

Conversas de Luz Envio de reiki, meditações para conversar com guias, anjos e entes queridos. Terapia
Mesa radionica

31/05/2026

Boa tarde pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Partilho este pensamento convosco sem qualquer imagem, para que o pensamento seja o importante.
Quase sempre damos atenção a algo através de uma imagem.
E por vezes f**amos com a imagem na mente e não com a mensagem do pensamento.
Vamos ver qual é a vossa opinião sem imagem.

Muitas vezes deixamos de ser protagonistas da nossa própria vida quando começamos a viver mais em função das expectativas, necessidades ou julgamentos dos outros do que dos nossos próprios valores e escolhas.
Isso acontece, quase sempre, de forma gradual. Dizemos "sim" para evitar conflitos, adiamos sonhos por receio de falhar, deixamos que a rotina substitua a intenção e passamos a reagir aos acontecimentos em vez de os dirigir. Sem nos apercebermos, vamos entregando a outros o poder de decidir quem somos e para onde caminhamos.
Mas nem sempre deixamos o palco por completo. Muitas vezes, o protagonista delega as suas funções a um ator secundário. Pode ser um parceiro, um familiar, um amigo, um chefe ou até uma versão mais acomodada de si próprio. A delegação parece temporária, necessária ou até um gesto de confiança, mas, com o passar do tempo, o papel secundário ganha influência sobre o rumo da história.
O problema não está em partilhar responsabilidades, mas em abdicar da autoria da própria vida. Um protagonista pode contar com outros personagens, ouvir conselhos e aceitar ajuda, mas não deveria renunciar ao poder de escolher o caminho que deseja seguir.
Talvez a verdadeira questão não seja quando deixamos de ser protagonistas, mas quando percebemos que podemos voltar a sê-lo. Porque deixamos de ocupar o papel principal não quando alguém entra em cena, mas quando deixamos de decidir o rumo da narrativa e permitimos que outros o façam por nós.
Enquanto houver consciência, vontade e capacidade de escolha, a história continua a pertencer ao protagonista. E há sempre um momento em que ele pode voltar a assumir a direção do enredo e recuperar a autoria da sua própria vida.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

28/05/2026

Muitas pessoas se questionam: Como é que eu vou encontrar a minha paz?
A paz não se encontra.
A paz cultiva-se naquilo que escolhes ignorar, no que deixas de alimentar e no que paras de dar força.
Porque, muitas vezes, a paz não está em encontrar algo novo, mas em libertar-te daquilo que te rouba o silêncio da alma.

Boa tarde pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Sejam leves não carreguem o que não é vosso.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Energia para amanhã: lembra-te de que quem quer, arranja tempo; q...
25/05/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Energia para amanhã: lembra-te de que quem quer, arranja tempo; quem não quer, arranja desculpas. Vai com calma, mas segue em frente.
E, acima de tudo, pára de inventar razões para justif**ar quem não quer estar contigo. Interesse demonstra-se, presença sente-se e reciprocidade não devia ser dúvida. Quem quer f**ar, f**a.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo. Quantos de vós estão sentindo esta necessidade de silêncio???Silêncio.Escolhe...
24/05/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo.
Quantos de vós estão sentindo esta necessidade de silêncio???

Silêncio.
Escolher o silêncio é deixar falar as ações.
O silêncio, às vezes, não é ausência é posição.
Quando alguém escolhe o silêncio, deixa de disputar no ruído e entrega às ações a responsabilidade de explicar quem é, o que sente e o que pretende.
É nele que escutamos os gritos silenciados da mente e do coração.
Porque no silêncio não há distrações suficientes para abafar o que a mente pensa nem o que o coração sente.
No barulho do silêncio, reparamos como todo o nosso som é, tantas vezes, unicamente vozes sem sentido.
Palavras lançadas ao vento, respostas automáticas, conversas que apenas preenchem espaços sem tocar verdadeiramente a alma.
Mas quando o silêncio é verdadeiro, existe nele uma vontade profunda de mostrar de onde vem tudo aquilo que impede o palrear das palavras.
Como se a alma, cansada do ruído, procurasse finalmente revelar o que sempre esteve escondido atrás das frases incompletas e dos sentimentos adiados.
E é quando o silêncio finalmente se instala que conseguimos entender o barulho dos que muito falam mas nada dizem.
Revelando assim a sua casa externa, pois a interna ainda não conseguiu alcançar as palavras que saem de uma boca sem profundidade e de uma língua sem qualquer textura.
Porque há vozes que ocupam espaço, mas não carregam essência.
E há silêncios que, sem pronunciar uma única palavra, revelam mundos inteiros.
Haja silêncio.
Faça-se uso do silêncio.
Num mundo onde a palavra deixou de ter importância e passou a ter poder, o silêncio torna-se resistência.
Porque já não se fala para construir entendimento, mas para dominar, convencer, ferir ou ocupar espaço.
As palavras perderam peso quando deixaram de nascer da verdade.
Hoje multiplicam-se vozes, opiniões e discursos, mas rareiam presença, escuta e profundidade.
Talvez por isso o silêncio seja tão necessário.
Porque nele ainda existe espaço para sentir antes de responder, compreender antes de atacar e pensar antes de falar.
Haja silêncio não como fuga, mas como consciência.
Porque, às vezes, o único lugar onde a verdade ainda consegue respirar… é no silêncio.
O silêncio não tem peso,
mas entrega a leveza.
Não exige espaço, não disputa atenção, não força presença apenas existe.
E, na sua quietude, despeja sobre nós aquilo que o excesso de ruído nos rouba: clareza, descanso e verdade.
Há silêncios que aliviam mais do que mil palavras.
Porque aquilo que vem da profundidade não precisa gritar para ser sentido.
O silêncio não pesa.
Pesa, muitas vezes, tudo aquilo que usamos para fugir dele.

Célia Pereira
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Boa tarde pontinhos de luz deste universo maravilhoso  Ser luz.Quando compreendermos que não viemos aqui para procurar a...
23/05/2026

Boa tarde pontinhos de luz deste universo maravilhoso

Ser luz.

Quando compreendermos que não viemos aqui para procurar a luz, mas sim para sermos luz, teremos então encontrado aquilo que muitos chamam de sentido da vida.
Passamos grande parte da existência procurando algo que nos complete. Procuramos respostas, direção, paz, reconhecimento. Acreditamos que em algum momento a vida irá finalmente nos entregar uma luz capaz de dissipar todas as dúvidas e medos. Mas talvez o maior engano seja pensar que a luz existe apenas fora de nós.
Há pessoas que atravessam o mundo inteiro em busca de sentido, sem perceber que o verdadeiro propósito começa quando decidimos iluminar o caminho ao nosso redor.
Mas ser luz não signif**a ser perfeito.
Muitas pessoas pensam que, para sermos luz, precisamos estar sempre sorrindo, ser constantemente fortes, amáveis, prestativos e positivos. Como se iluminar o mundo signif**asse nunca sentir tristeza, raiva, cansaço ou dúvida. Mas essa é uma visão irreal da própria humanidade.
Ser luz não é viver numa felicidade permanente. É continuar escolhendo a verdade, a consciência e o amor mesmo nos dias difíceis. É saber acolher a própria dor sem permitir que ela se transforme em amargura. É reconhecer as próprias sombras sem se perder dentro delas.
Porque ser luz também é aceitar as próprias sombras. É compreender que ninguém brilha o tempo todo, que existem feridas, medos, quedas e noites interiores. A verdadeira luz não pertence aos que nunca falham, mas aos que aprendem a atravessar a escuridão sem perder a própria essência.
E, às vezes, o coração endurece. Mas isso não signif**a que ele se transformou numa pedra fria. Muitas vezes, signif**a apenas que ele cansou de sangrar em silêncio.
Existem dores que nos tornam mais fechados, perdas que nos deixam em alerta, decepções que nos ensinam a criar defesas. E há uma diferença entre um coração frio e um coração ferido. O frio deixa de sentir; o ferido ainda sente demais.
Haverá momentos em que estaremos cansados, confusos, distantes de nós mesmos. E tudo bem. A luz verdadeira não desaparece por causa de um inverno interior. Ela apenas se recolhe por um tempo para sobreviver.
O mundo já possui escuridão suficiente. O que transforma vidas são pequenos gestos: uma palavra que acolhe, uma mão estendida, um silêncio que compreende, uma presença que inspira esperança. É nisso que a luz se revela.
Porque ninguém ilumina verdadeiramente o mundo fingindo uma perfeição que não existe. A luz mais bonita não vem de pessoas impecáveis, mas de pessoas reais. Pessoas que choram, caem, se perdem, mas ainda assim escolhem não endurecer completamente o coração.
Talvez o sentido da vida não esteja em encontrar algo grandioso escondido no destino, mas em tornar-se alguém capaz de deixar o mundo um pouco melhor por onde passa.
Porque, no fim, a verdadeira luz não é a que admiramos à distância, mas a que nasce dentro de nós e alcança outras vidas.
E talvez seja justamente nas nossas sombras que a nossa luz aprende a existir. Afinal, até as estrelas só podem ser vistas na noite.

Célia Pereira .
Todos os Direitos reservados

19/05/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Hoje partilho com convosco uma pequenina meditação.
Simples.
Algumas pessoas já a fizeram e dormiram muito melhor .

É algo que devemos fazer todos os dias.
Trazer de volta a nossa energia, o nosso equilíbrio.

Esta pequena meditação é exclusiva desta página e tem os Direitos reservados.

Podem a guardar mas não é permitido o seu uso para fins lucrativos.
Eu estou partilhando gratuitamente.

No fim da meditação devem colocar as mãos no chão para descarregar qualquer excesso de energia.

Bom trabalho

Célia Pereira .
Todos os Direitos reservados

17/05/2026

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Dormir.

É a orientação de hoje.
O universo, maravilhoso como é, está atento ao gasto energético que estamos atravessando.
E sabe que nós, humanos, temos sempre aquela "reserva" de força que continuamente vamos buscar para terminar ou realizar mais uma tarefa.
Energia essa que, sem darmos conta ou até mesmo dando, lentamente está desgastando a nossa força vital.
Neste dia que deveria ser de descanso e imersão, muitos de nós andámos trabalhando, arrumando a casa, limpando o carro, organizando mil e uma coisas.
A vida tornou-se tão agitada que literalmente quase não deixa tempo para sequer respirar.
E com isso surge o estado de um permanente cansaço.
Um ponto extremamente importante e que se realça, é de como sentimos uma espécie de sentimento de culpa se não realizarmos tudooooo o que vemos que (precisa) ser feito.
É quase um pequeno general que constantemente berra ao nosso ouvido; levanta-te e vai fazer, e nós surdamente obedecemos.
E, na verdade, esse pequeno general é o nosso ego.
Que está sempre dizendo que está tudo bem, que somos capazes de tudo, que temos que ser fortes, que somos fortes.
Com isso estamos ignorando os sinais que sentimos e vemos.
Mas a verdade chega como uma onda que, quando alcança a praia, descarrega toda a sua força e derruba o que estiver no seu caminho.
A orientação deste dia é para que se durma, nem que seja por uma ou duas horas, para que as forças do universo possam trabalhar em nós.
Para que o corpo alivie o peso.
Para que a mente silencie um pouco esse pequeno general.
Para que a alma consiga respirar sem cobrança, sem pressa e sem culpa.
Há momentos em que descansar não é desistir.
É permitir que a vida reorganize dentro de nós aquilo que o excesso, o cansaço e a agitação desalinharam.
Nem sempre precisamos continuar lutando contra nós mesmos.
Às vezes, a maior força está justamente em parar.
Porque o mundo espiritual e o mundo terreno são forças que se combinam.
Um precisa do outro para existir em equilíbrio.
Porque descansar não é só dormir.
É voltar a alinhar esses dois mundos.

Célia Pereira.
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O perdão e o amorHoje falei com uma filha que trouxe uma pergunta muito profunda: “Será que o meu ente querido me perdoo...
14/05/2026

O perdão e o amor

Hoje falei com uma filha que trouxe uma pergunta muito profunda: “Será que o meu ente querido me perdoou?”

Enquanto ela falava, algo parecia silenciosamente presente nas suas palavras. No fundo, era visível que talvez ela estivesse procurando também o próprio perdão.

E, em muitos casos, é isso que acontece.

Às vezes acreditamos que procuramos uma resposta no outro, quando, na verdade, estamos diante de um encontro com a nossa própria consciência. Carregamos culpas, lembranças, palavras que gostaríamos de ter dito e gestos que desejávamos ter feito de outra forma.

O Espiritismo ensina que o perdão não nasce apenas de uma necessidade ou de uma questão a ser resolvida; ele nasce do ato de amar.

Mesmo quando, durante a vida corpórea, um relacionamento não tenha sido o mais saudável, o amor jamais perde o seu valor. Após o desencarne, os gestos, as palavras e as vibrações sinceras de carinho tornam-se verdadeiros bálsamos para o espírito recém-desencarnado.

Essas manifestações de amor podem auxiliá-lo no seu processo de compreensão, trazendo conforto e favorecendo o desligamento de emoções mais densas.

Todos queremos saber se eles estão bem, se estão em paz. Talvez por isso usemos tantas vezes a expressão: “Que descanse em paz.”

Mas, muitas vezes, a paz que tanto procuramos para eles é a paz que nós mesmos precisamos encontrar.

Quantas vezes deitamos a cabeça na almofada e os pensamentos avançam como cavalos desgovernados? Recordações, culpas, dúvidas e perguntas que percorrem a mente sem descanso.

Esquecemo-nos de que tudo isso gera vibrações e energias que, pouco a pouco, sem nos apercebermos, podem transformar-se em pedras que carregamos no coração.

E essas pedras tornam-se pesos silenciosos, fechando portas ao amor e à libertação.

No Espiritismo aprendemos que a culpa é algo que corrói a alma. E uma alma corroída dificilmente encontra paz.

Então, o que fazer?

Orar.

Orar e libertar-se das correntes da culpa.

Orar pedindo a Deus que coloque, tanto no novo caminho do espírito recém-desencarnado como no nosso próprio caminho, as ajudas necessárias para nos amparar, esclarecer e ajudar a compreender que cada um fez aquilo que estava dentro das suas capacidades naquele momento.

Porque, mesmo quando ouvimos: “Fulano não soube amar”, talvez seja preciso recordar algo importante: aquela era a capacidade de amar que aquela pessoa possuía.

Todos estamos em aprendizagem. Todos estamos a crescer. E Deus conhece as batalhas, as dores e os limites que muitas vezes os outros não conseguem ver.

Então, como podemos dizer o que é o perdão?

Talvez o perdão seja muito mais do que esquecer uma dor ou apagar uma lembrança. Talvez o perdão seja um ato de amor que compreende, acolhe e liberta.

Perdoar não é dizer que nada aconteceu. Não é negar as feridas, nem fingir que a dor não existiu. Perdoar é deixar de carregar correntes que pesam na alma.

É permitir que o coração deixe de viver preso ao passado para voltar a respirar em paz.

E, muitas vezes, o perdão mais difícil não é o que oferecemos aos outros. É aquele que precisamos oferecer a nós mesmos.

O importante é que nunca nos esqueçamos de amar.

Mesmo quando ouvimos: “Não merece o teu amor.”

Jesus amou até aqueles que o condenaram e deixou-nos uma das maiores lições de amor e compreensão.

O amor verdadeiro não nasce da exigência, não impõe correntes, não aprisiona e não obriga ninguém a amar de volta.

Ao contrário, ele liberta.

Liberta quem dá e, muitas vezes, toca profundamente quem recebe.

Jesus mostrou-nos que amar não é negar a dor, esquecer as feridas ou aceitar tudo em silêncio. Amar é escolher não alimentar o ódio e não permitir que a culpa e o ressentimento criem raízes no coração.

Porque quando o amor permanece vivo dentro de nós, a alma encontra espaço para respirar, compreender, perdoar e seguir em paz.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Célia Pereira. Todos os Direitos reservados
13/05/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Célia Pereira.
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Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. E como é maravilhoso o universo. Os laços familiares não são apen...
10/05/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

E como é maravilhoso o universo.
Os laços familiares não são apenas feitos de sangue.
A verdadeira família é feita de amor.
E, é um laço que nunca se desfaz.

Mesmo vivendo nos planos espirituais estes país, pedindo permissão a deus vieram trazer á filha a mensagem que ela estava percisando.
E a netinha também foi abençoada.

Família é assim cuidam mas também libertam.

Com a devida permissão eu partilho aqui convosco este miminho que nos aquece o coração.

Como o devido respeito ao pedido de privacidade a identif**ação das pessoas foi removida.

Mensagem.
Olá querida filha, venho por este meio dizer-te o que tu precisas ouvir e que há já muito tempo devia ter falado.
Tu sabes que te amamos, assim como amamos os teus irmãos, mas cada um tem o seu próprio caminho. Hoje não falamos de destino, pois ao longo desse caminho, o destino vai mudando conforme o que cada um quer e escolhe fazer.
Olha, desde muito cedo que notamos em ti uma forte personalidade de precisares de que tudo esteja um pouco sob o teu controlo. Tu não gostas de ouvir isso, nem nunca gostaste e nem nunca admitiste que te dissessem isso. Mas agora é necessário que alguém te diga.
O teu coração sente o peso dessa escolha e tu sabes. Por vezes, tens medo de ter algum problema de coração, mas não dizes nada a ninguém e também não queres admitir que é para falares a ti mesma: chega de controlo.
Mas por que motivo continuas tu a julgar os atos alheios? Não sentes a dor que isso te causa? Não sentes que com isso estás cada vez mais longe da tua própria família? Só fechada nesses pensamentos que te corroem e queimam a alma?
Qual achas que é a razão do teu peito estar tão cheio de porcaria? Tu engoles a porcaria dos outros como fonte de força para falares de como erraram?
Filha, o amor de Deus não condena, mas tu estavas condenando.
A tua mãe e eu sabemos que tu quiseste assumir a integridade da família, a boa aparência, mas isso não é trabalho teu, sempre foi nosso. E hoje nós viemos libertar-te dessa carga que tu quiseste nos livrar. Algo que nunca devíamos ter permitido.
A educação da família pertence aos pais, até os filhos se tornarem adultos. Após isso, são os próprios que assumem os seus atos.
Pára de envenenares o teu corpo e achares que estás a fazer o certo.
Como teus pais, somos muito gratos de tudo o que por nós fizeste, mas agora já chega. Deixa que sejamos nós agora a fazer o nosso papel. Tu és filha, não és matriarca. Esse era o nosso lugar.
E a ti, neta , minha doce menina, quantas vezes ao tocar no teu cabelo e no teu rosto eu te abençoei para seguires a tua vida.
Então, também a ti, eu e a tua avó te libertamos do fardo de cuidares do outro. Vai fazer a tua vida e segue o teu destino, que é seres feliz no que fazes.
Ainda sinto o teu suave toque nos meus pés e com esse mesmo toque eu abençoo os teus próprios pés. Que sejam firmes no caminhar, leves no andar e fortes de raízes de construção.
A família é assim: cuidam, mas também libertam. Cada um ocupa o seu devido lugar, e todos serão muito mais saudáveis e unidos.

Célia Pereira .
Todos os Direitos reservados

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Quakenbrück

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Montag 09:00 - 17:00
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