11/01/2026
Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
Atenção que esta é apenas a minha visão.
Sobre mexer nos objetos de alguém que desencarnou sem permissão: uma visão energética e espiritual.
Quando uma pessoa desencarna, a morte física não signif**a, necessariamente, um desligamento imediato de todos os vínculos energéticos. Em muitas tradições espirituais, compreende-se que existe um período de transição, no qual a consciência ainda se ajusta à nova condição.
Os objetos pessoais de alguém que partiu não são apenas matéria. Ao longo do tempo, eles absorvem impressões energéticas, memórias emocionais, hábitos e intenções do seu antigo dono. Quanto mais íntimo for o objeto como roupas, joias, cama, documentos ou fotografias mais intensa tende a ser essa ligação vibratória. Por isso, esses objetos funcionam como âncoras energéticas, especialmente nos momentos próximos ao desencarne.
Mexer, retirar ou apropriar-se desses bens sem permissão seja ela familiar, moral ou espiritual não é um ato neutro do ponto de vista energético. Ainda que não exista uma intenção consciente de prejudicar, ocorre uma interferência no campo energético envolvido.
Energeticamente, esse ato pode representar uma invasão de espaço vibracional. Mesmo após a morte, permanece um campo residual de identidade ligado à pessoa. Ao tocar nesse campo sem consentimento, pode surgir um desequilíbrio que se manifesta de forma subtil ou intensa, como cansaço inexplicável, inquietação emocional, sonhos perturbadores, sensação de peso ou desconforto interno.
Além disso, há uma troca energética inevitável entre quem toca o objeto e a energia que nele permanece. Se o gesto foi motivado por curiosidade, interesse material, impulso emocional ou apropriação indevida, essa troca tende a ser desarmônica.
O resultado não é punição, mas ressonância: o campo energético responde à intenção por trás do ato.
Em alguns casos, especialmente quando o desencarne foi recente ou traumático, o espírito ainda pode manter apego aos seus pertences. Mexer nesses objetos sem permissão pode gerar confusão, dificultar o processo de desligamento e criar laços energéticos involuntários entre o desencarnado e quem mexeu nos bens.
Quando há má intenção clara de ganância, desrespeito consciente ou quebra deliberada de limites o impacto energético é mais profundo.
Isso pode manifestar-se como bloqueios, repetição de conflitos, perdas simbólicas ou necessidade posterior de reparação. Não se trata de castigo: o universo não pune, ele educa por espelhamento.
Se a pessoa que mexeu nos objetos não tinha consciência do que fazia, os efeitos tendem a ser mais brandos. A intenção continua a ser o fator determinante. Ainda assim, algum nível de desconforto energético pode surgir, como um convite à tomada de consciência.
Felizmente, todo desequilíbrio pode ser harmonizado. O primeiro passo é o reconhecimento interno, mesmo que silencioso, assumindo que se tocou no que não pertencia. Esse simples ato já reorganiza o campo energético. Sempre que possível, a devolução do objeto ou a sua organização com respeito e intenção de honra ajuda a dissolver vínculos desnecessários.
Uma prece sincera ou uma intenção consciente também são suficientes. Não é necessário um ritual complexo apenas verdade interior. Pedir que a energia do objeto seja libertada, que a alma siga em paz e que qualquer ligação indevida seja dissolvida é, energeticamente, muito poderoso.
Práticas simples de limpeza energética, como oração, silêncio consciente, contato com a natureza ou banhos suaves com ervas tranquilizadoras, auxiliam na restauração do equilíbrio.
É importante compreender que os efeitos nem sempre são imediatos. Às vezes, manifestam-se meses depois, como inquietação inexplicável ou repetição de padrões. Isso não deve ser visto como medo, mas como um chamado à consciência e ao ajuste interior.
Em síntese, mexer nos bens de alguém que desencarnou sem permissão pode gerar interferência energética e laços desarmônicos, cuja intensidade depende diretamente da intenção envolvida. Contudo, tudo pode ser harmonizado quando há respeito.
reconhecimento e consciência.
O universo não castiga.
Ele reorganiza.
Célia Pereira
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