Conversas de Luz

Conversas de Luz Envio de reiki, meditações para conversar com guias, anjos e entes queridos. Terapia
Mesa radionica

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Atenção que esta é apenas a minha visão. Sobre mexer nos objetos ...
11/01/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
Atenção que esta é apenas a minha visão.

Sobre mexer nos objetos de alguém que desencarnou sem permissão: uma visão energética e espiritual.

Quando uma pessoa desencarna, a morte física não signif**a, necessariamente, um desligamento imediato de todos os vínculos energéticos. Em muitas tradições espirituais, compreende-se que existe um período de transição, no qual a consciência ainda se ajusta à nova condição.

Os objetos pessoais de alguém que partiu não são apenas matéria. Ao longo do tempo, eles absorvem impressões energéticas, memórias emocionais, hábitos e intenções do seu antigo dono. Quanto mais íntimo for o objeto como roupas, joias, cama, documentos ou fotografias mais intensa tende a ser essa ligação vibratória. Por isso, esses objetos funcionam como âncoras energéticas, especialmente nos momentos próximos ao desencarne.

Mexer, retirar ou apropriar-se desses bens sem permissão seja ela familiar, moral ou espiritual não é um ato neutro do ponto de vista energético. Ainda que não exista uma intenção consciente de prejudicar, ocorre uma interferência no campo energético envolvido.
Energeticamente, esse ato pode representar uma invasão de espaço vibracional. Mesmo após a morte, permanece um campo residual de identidade ligado à pessoa. Ao tocar nesse campo sem consentimento, pode surgir um desequilíbrio que se manifesta de forma subtil ou intensa, como cansaço inexplicável, inquietação emocional, sonhos perturbadores, sensação de peso ou desconforto interno.
Além disso, há uma troca energética inevitável entre quem toca o objeto e a energia que nele permanece. Se o gesto foi motivado por curiosidade, interesse material, impulso emocional ou apropriação indevida, essa troca tende a ser desarmônica.

O resultado não é punição, mas ressonância: o campo energético responde à intenção por trás do ato.
Em alguns casos, especialmente quando o desencarne foi recente ou traumático, o espírito ainda pode manter apego aos seus pertences. Mexer nesses objetos sem permissão pode gerar confusão, dificultar o processo de desligamento e criar laços energéticos involuntários entre o desencarnado e quem mexeu nos bens.
Quando há má intenção clara de ganância, desrespeito consciente ou quebra deliberada de limites o impacto energético é mais profundo.

Isso pode manifestar-se como bloqueios, repetição de conflitos, perdas simbólicas ou necessidade posterior de reparação. Não se trata de castigo: o universo não pune, ele educa por espelhamento.

Se a pessoa que mexeu nos objetos não tinha consciência do que fazia, os efeitos tendem a ser mais brandos. A intenção continua a ser o fator determinante. Ainda assim, algum nível de desconforto energético pode surgir, como um convite à tomada de consciência.

Felizmente, todo desequilíbrio pode ser harmonizado. O primeiro passo é o reconhecimento interno, mesmo que silencioso, assumindo que se tocou no que não pertencia. Esse simples ato já reorganiza o campo energético. Sempre que possível, a devolução do objeto ou a sua organização com respeito e intenção de honra ajuda a dissolver vínculos desnecessários.

Uma prece sincera ou uma intenção consciente também são suficientes. Não é necessário um ritual complexo apenas verdade interior. Pedir que a energia do objeto seja libertada, que a alma siga em paz e que qualquer ligação indevida seja dissolvida é, energeticamente, muito poderoso.
Práticas simples de limpeza energética, como oração, silêncio consciente, contato com a natureza ou banhos suaves com ervas tranquilizadoras, auxiliam na restauração do equilíbrio.

É importante compreender que os efeitos nem sempre são imediatos. Às vezes, manifestam-se meses depois, como inquietação inexplicável ou repetição de padrões. Isso não deve ser visto como medo, mas como um chamado à consciência e ao ajuste interior.

Em síntese, mexer nos bens de alguém que desencarnou sem permissão pode gerar interferência energética e laços desarmônicos, cuja intensidade depende diretamente da intenção envolvida. Contudo, tudo pode ser harmonizado quando há respeito.
reconhecimento e consciência.

O universo não castiga.
Ele reorganiza.

Célia Pereira
Todos os Direitos reservados

Ritual para retirar toda a má energia e densidadeAntes de qualquer ritual, é essencial lembrarmo-nos de algo fundamental...
09/01/2026

Ritual para retirar toda a má energia e densidade

Antes de qualquer ritual, é essencial lembrarmo-nos de algo fundamental: os nossos pensamentos e ações precisam ser analisados com honestidade.
Cerca de 90% da densidade que carregamos nasce das nossas próprias atitudes. Ainda assim, é sempre mais fácil apontar o dedo ao outro.

Durante séculos, a humanidade cultivou o hábito de condenar o próximo como forma de “limpar” a própria consciência. Justif**amos as nossas ações com argumentos plausíveis, convencendo-nos de que tudo tem um motivo aceitável. Assim, apontar erros alheios tornou-se algo corriqueiro.

Olhar para o próprio ato, porém, exige coragem: é pôr uma mão na consciência e outra na palmatória. Para muitos, o peso da consciência é algo difícil de suportar.
Este processo só funciona se estivermos preparados para aceitar uma verdade simples e libertadora: temos, sim, culpa no cartório. Reconhecer isso não é fraqueza é libertação.

1. Conversa com a mente e o coração

Começa por criar tempo de qualidade contigo.
Em silêncio, diz à tua mente:

“Não vou mais justif**ar. Quero que me mostres o que tens sobre esta situação.”

(Menciona claramente a situação que te inquieta.)

Permite que a consciência fale. O cérebro tentará criar justif**ações ele é especialista em iludir. Mas o coração não permite ilusões. Escuta-o.

2. Banho de limpeza energética

(Não recomendado para crianças)

Este banho atua tanto no campo energético como no emocional, ajudando a libertar pesos internos, culpas inconscientes e pensamentos densos.

Ingredientes e o que cada um faz

Sal grosso
É um poderoso purif**ador energético. Ajuda a descarregar energias densas, cortar ligações negativas e limpar o campo energético. Atua como um imã que puxa o excesso de carga emocional e espiritual. Deve ser usado com consciência, pois faz uma limpeza profunda.

Manjericão
Erva de elevação espiritual e clareza mental. Ajuda a acalmar pensamentos repetitivos, harmoniza emoções e abre caminhos para decisões mais alinhadas com o coração. Também oferece proteção suave e equilíbrio interior.

Boldo
Trabalha energeticamente a culpa, o peso emocional e a auto-cobrança. Ajuda a libertar sentimentos de arrependimento, remorso e mágoas acumuladas. Está ligado ao perdão, sobretudo ao perdão a si próprio.

Alecrim
Fortalece a energia pessoal e a consciência. Auxilia na recuperação da autoestima, da coragem e da lucidez. Excelente para cortar confusão mental e trazer firmeza após processos de limpeza profunda.

Alfazema (lavanda)
Erva de harmonização, paz e acolhimento. Suaviza emoções, acalma o coração e ajuda a integrar a limpeza feita pelas outras ervas, trazendo serenidade e leveza.

Água
É o veículo da intenção. Absorve a energia das ervas e da consciência colocada no ritual. Quanto mais presença e sinceridade houver no momento, mais profundo será o efeito do banho.

Preparação

Ferver 2 litros de água com as ervas

Deixar repousar

Coar a água

Fazer sempre um teste alérgico

Como tomar

1. Tomar primeiro o banho de higiene normal.

2. Em seguida, com plena consciência do ato, despejar o banho do pescoço para baixo.

3. Durante o banho, fazer uma oração da sua fé ou conversar com o universo, sempre com a intenção de cortar toda e qualquer densidade, agradecendo pela oportunidade de crescimento.

⚠️ Após este banho, evitar sair de casa.

3. Libertação simbólica

Este passo serve para materializar e libertar aquilo que ainda permanece no campo mental e emocional.

Com as próprias mãos, rasgar um pedaço de papel sem linhas. O ato de rasgar simboliza a quebra de padrões antigos.

Escrever no papel:

“Aqui eu me liberto de qualquer resquício de densidade que ainda exista em mim.”

Se, durante a escrita, surgirem pensamentos, memórias ou sentimentos persistentes, devem ser escritos também, sem censura.

Quando sentir que tudo foi colocado no papel, queimá-lo com consciência, observando o fogo transformar aquilo que já não serve.

Em seguida, soprar as cinzas para fora de casa, simbolizando a libertação definitiva.

4. Purif**ação do espaço

Este passo limpa o ambiente onde o corpo e a mente descansam, especialmente o campo energético criado pelos pensamentos repetidos.

Na mesa de cabeceira, colocar um copo com água.

Colocar a mão dominante sobre o copo e dizer em voz alta ou mentalmente:

“Que esta água filtre e purifique toda a energia deste espaço, onde tantas vezes descarreguei pensamentos densos e desequilibrados.”

A água f**ará durante a noite a absorver essas energias.

Na manhã seguinte, despejar essa água na sanita, permitindo que tudo seja levado embora.

5. Encerramento

Fazer uma conversa sincera com Deus, à sua maneira.
Depois, observar não fora, mas dentro de si a diferença que se instala.

Este ritual não serve apenas para limpar, mas para encerrar ciclos internos, libertar culpas e abrir espaço para mais consciência e leveza.

Célia Pereira.
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Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Peço desculpa pelo silêncio mas de vez em quando é necessário. Te...
08/01/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Peço desculpa pelo silêncio mas de vez em quando é necessário.

Temos que nos escutar para não nos perdermos.

Tenho a orientação de vos dizer que, esta noite, coloquem dois copos de água ao vosso lado, entregando essa água à nossa Mãe Sagrada.
Esta orientação vem do sentir dela, pois muitas vezes as mães colocam a si próprias a questão se fizeram o correto na criação dos filhos.
Não estou a dizer que seja o vosso caso, mas algures no caminho todas nós já fizemos essa pergunta.

A Mãe Sagrada vem para aliviar essa carga.
Num dos copos, coloquem todos os vossos receios, dúvidas e tudo aquilo que sentirem.
No outro, entreguem a água à Mãe Sagrada, pedindo que seja fluidif**ada com o esclarecimento e o alívio que cada uma necessita.

Amanhã, a água do copo das dúvidas pode ser deitada na terra, com o devido agradecimento.
A outra deverá ser a vossa primeira água ao acordarem.

Célia Pereira
Todos os Direitos reservados

✨ Conversas de Luz ✨Saberes antigos que continuam a cuidar .Hoje quero partilhar uma receita tradicional que atravessou ...
05/01/2026

✨ Conversas de Luz ✨

Saberes antigos que continuam a cuidar .

Hoje quero partilhar uma receita tradicional que atravessou gerações e que sempre vi ser usada com respeito e simplicidade. É conhecida como o álcool da avó , uma preparação antiga, feita com plantas e especiarias, usada externamente para aliviar desconfortos do dia a dia.
Não partilho isto como milagre, mas como memória, cuidado e sabedoria popular.

Como preparo o álcool da avó (uso externo):
• 1 litro de álcool comum.
• Um punhado de cravos-da-índia.
• 6 paus de canela.
• Gengibre picado.
• 3 galhos de alecrim.
• 3 galhos de arruda.

Coloco todos os ingredientes num frasco de vidro (ou na própria garrafa do álcool).
Guardo num local escuro durante 15 dias, mexendo de vez em quando.
Com o tempo, a mistura escurece devido às plantas o que é normal.
Após esse período, utilizo apenas externamente, em fricções, massagens ou compressas.

🚫 Não ingerir. Uso exclusivamente externo.
⚠️ Cuidados importantes:
• Manter sempre fora do alcance das crianças.
• Antes de qualquer utilização, faço um teste de alergia, aplicando uma pequena quantidade na pele e aguardando algumas horas.
• Em caso de reação, suspender o uso.

Acredito que cuidar também é ter consciência e responsabilidade. Em Conversas de Luz, partilho o que aprendi, honrando o passado e respeitando o presente.
Se esta partilha fez sentido para ti, guarda, comenta ou partilha com quem valoriza a sabedoria natural

Conversas de Luz
memória, cuidado e presença.

O trabalho de cada ingrediente.

(uso externo – saber tradicional)

Álcool.
É o veículo de extração.
Ajuda a retirar os princípios ativos das plantas e especiarias e facilita a aplicação na pele. Também provoca sensação de frescura imediata, útil em fricções e massagens.

Cravo-da-índia.
Tradicionalmente usado como:
Analgésico natural
Antisséptico
Estimulante da circulação
É muito associado ao alívio de dores musculares, articulares e tensões localizadas.

Canela (paus)
Conhecida por:
Aquecer o corpo
Estimular a circulação sanguínea
Ajudar em rigidez e desconfortos musculares
É especialmente valorizada em massagens para zonas frias ou tensas.

Gengibre
Muito usado na medicina tradicional por:
Ação anti-inflamatória
Sensação de calor terapêutico
Alívio de dores profundas
Ajuda a “despertar” os tecidos e a aliviar inflamações locais.

Alecrim
Planta clássica do cuidado corporal:
Estimula a circulação
Ajuda em dores musculares e articulares
Associada à clareza e revitalização
Também traz um aroma que ajuda a aliviar tensão e cansaço.

Arruda
Usada com respeito na tradição popular:
Relaxante muscular
Alívio de dores e contusões
Associada à proteção energética
É uma planta forte, por isso o teste de alergia é essencial.

⚠️ Lembrete importante
Este preparado pertence à sabedoria popular, não substitui aconselhamento médico e deve ser usado com consciência:
Apenas uso externo
Teste de alergia antes de usar
Manter fora do alcance das crianças.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados .

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Começando este maravilhoso ano de 2026 honrando aqueles que foram...
02/01/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Começando este maravilhoso ano de 2026 honrando aqueles que foram e são a base da família.
Tal como qualquer ser humano tiveram as suas falhas e dificuldades , mas deram o empurrão para que hoje muitos de nós os recordarmos com aquele calorzinho no coração.

Aos meus avós um grande beijinho até às colónias espirituais.

Obrigada por tudo.

Aos nossos avós.
Há saudades que não gritam. Ficam quietas no peito, apertam devagar e aparecem nos momentos mais simples.

Esta mensagem nasce dessas saudades. Nasce do amor que ficou, mesmo quando vocês já não estão aqui.
O colo de um avô, o abraço de uma avó… eram o nosso primeiro refúgio. Ali o mundo não assustava, o tempo desacelerava e o coração encontrava paz. Vocês foram casa quando ainda não sabíamos o que era lar. Foram presença firme, mesmo quando tudo parecia incerto.

Obrigado por nos amarem de um jeito único, sem pressa e sem medidas. Obrigado por cada gesto pequeno que hoje percebemos ser enorme: as mãos dadas, os olhares atentos, os silêncios cheios de cuidado. Obrigado por nos ensinarem a amar sem pedir nada em troca.
Hoje, muitos de vocês vivem apenas na memória, mas que memória bonita deixaram.

Vivem nas histórias que contamos, nos valores que seguimos, na forma como cuidamos uns dos outros. Vivem nas saudades que doem, mas que também aquecem, porque só sente saudade quem foi profundamente amado.

Fazem-nos falta. Uma falta que não passa. Falta do colo, da voz, do cheiro, do riso tranquilo. Falta de um amor que não se explica, apenas se sente. Mas mesmo na ausência, continuam a proteger-nos. Continuam a caminhar connosco, invisíveis, mas presentes.

Esta mensagem é para dizer que nunca vos esquecemos. Que tudo o que somos tem um pouco de vocês. Que o vosso amor atravessou o tempo e ficou gravado em nós para sempre.
Onde quer que estejam, recebam o nosso abraço cheio de saudade.

Continuam a ser o nosso porto seguro.
Com amor eterno,
de todos os netos que sentem, todos os dias, a falta dos seus avós.

Célia Pereira
Todos os Direitos reservados

Texto protegido pelos direitos de autor.

Em reta final de 2025, somos chamados ao silêncio e à reflexão.Foi um ano que tocou a todos de formas diferentes  alguns...
31/12/2025

Em reta final de 2025, somos chamados ao silêncio e à reflexão.

Foi um ano que tocou a todos de formas diferentes alguns com intensidade, outros com suavidade mas ninguém passou por ele sem transformação. Um ano revelador.
Quem duvidava da própria capacidade de mudança aprendeu que resistir cansa, e confiar cura.

Quem questionava a própria força descobriu que foi sustentado mesmo nos dias em que pensou não conseguir.
Muitos perceberam que nem toda presença é permanência.

Algumas torres caíram, mas os alicerces firmados na fé permaneceram.
Sonhos foram reavivados.

2025 abriu pequenas janelas para que agora possamos deixá-las abertas, permitindo que o sopro divino renove o que precisa ser curado.
Cada recomeço nos aproxima da nossa verdade. Olhar para si com amor, reconhecer o tempo como bênção e compreender que envelhecer é graça pois ainda há propósito, aprendizado e missão a cumprir.

Não é a vida que passa por nós; é Deus que, através das experiências, nos molda com mais humanidade e consciência.
Gratidão, 2025, por tudo o que foi encerrado e por tudo o que foi preparado. Pessoas vieram, outras partiram, mas cada encontro teve um propósito.

Mesmo com o cansaço do caminho, seguimos em frente. Soltamos o que já não cabe e confiamos que Deus está trabalhando em silêncio, alinhando o novo ciclo com aquilo que nossa alma precisa viver.

Que 2026 chegue sem travões, guiado pela fé, pela coragem e pela esperança.
Gratidão pelo que foi.
Confiança no que virá.
Bem-vindo, novo tempo.

Célia Pereira
Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Nem sempre é facil aprender a viver.Caminhamos pelas sombras em b...
30/12/2025

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Nem sempre é facil aprender a viver.

Caminhamos pelas sombras em busca de quem somos.
Caminhar é descer à nossa necessidade
e subir a nossa própria vontade.

Em cada despedida existe uma sepultura para a qual não mais voltamos.
Mas esse é o preço de viver.

Hoje estamos aqui e o amanhã não existe.
Pois esse amanhã é sempre um salto de fé.
Acreditando no amanhã que hoje construímos.
Somos a vida numa roda que não estagna.
Nesta roda ninguém vence e ninguém perde.
Somos milagres que fomos e seremos.

Caminhar pela luz abraçando as muitas versões da nossa própria verdade.
Descobrindo que em nenhuma perdemos o fio condutor
que liga a essência ao Caminhar.

Somos a luz que atravessa nossos corpos
e inunda o universo.
Caminhamos pelas sombras em busca de quem somos.
Mas esse é o preço de viver.

Explicação do texto.

Caminhar pelas sombras em busca de quem somos é reconhecer que o autoconhecimento não começa na clareza, mas naquilo que evitamos ver. As sombras representam nossos medos, conflitos internos, memórias e condicionamentos. Psicologicamente, é o encontro com o inconsciente; espiritualmente, é o início do despertar.

Em cada despedida existe uma sepultura para a qual não mais voltamos porque toda perda encerra um ciclo interno. Não voltamos a ser quem éramos antes daquela despedida. Há um luto necessário, e aceitá-lo é parte do amadurecimento emocional e espiritual. Viver exige deixar morrer versões antigas de nós mesmos e esse é o preço de viver.

Quando o texto diz que somos a luz que atravessa nossos corpos e inunda o universo, afirma que não somos apenas identidade, história ou dor. Somos consciência em movimento. O corpo é passagem, não limite. Essa luz é a capacidade de perceber, de amar, de dar sentido aquilo que, mesmo ferido, continua vivo.

Acreditar no amanhã que hoje construímos revela um equilíbrio entre responsabilidade psicológica e fé espiritual. O amanhã não é promessa externa, mas consequência das escolhas feitas agora. Ainda assim, ele nunca é garantido. Por isso, o amanhã é sempre um salto de fé: agimos sem certeza, confiando.

A vida como uma roda que não estagna mostra que tudo está em processo. Emoções sobem e descem, vontades nos elevam e necessidades nos puxam para a realidade. Subir a própria vontade é exercer liberdade; descer à necessidade é aceitar limites. Saúde psíquica e maturidade espiritual surgem quando conseguimos habitar os dois movimentos sem negar nenhum.

Nesta roda ninguém vence e ninguém perde porque viver não é competição. Não há linha de chegada, apenas travessia. Comparar-se é perder o sentido do próprio caminho.

Caminhar pela luz abraçando as muitas versões da nossa própria verdade é integrar quem fomos, quem somos e quem ainda estamos a nos tornar. Psicologicamente, é aceitar a complexidade do eu; espiritualmente, é reconhecer que a verdade não é fixa, mas viva.

Descobrir que em nenhuma dessas versões perdemos o fio condutor que liga a essência ao caminhar é compreender que, apesar das mudanças, algo permanece: a consciência que experiencia, aprende e segue. A essência não está no destino, mas no movimento contínuo de existir.

E, no fim, retorna-se à aceitação: esse é o preço de viver. Não como punição, mas como verdade. Viver custa despedidas, incertezas e travessias mas oferece sentido, luz e transformação.

Célia Pereira
Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Se faz sentido para ti, guarda, partilha, permite que outros tamb...
28/12/2025

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Se faz sentido para ti, guarda, partilha, permite que outros também se sintam em paz.

Perdoar-se é um ato de cura.

Não signif**a esquecer o que foi vivido, nem minimizar a dor que ficou. Signif**a acolher a própria história com mais consciência e menos julgamento. É reconhecer que cada escolha foi feita a partir do nível de compreensão, recursos emocionais e maturidade disponíveis naquele momento.
Quando nos recusamos o perdão, a culpa permanece ativa no corpo e envenenando a mente . Ela se transforma em tensão, autocobrança e padrões repetitivos de dor. A energia f**a fragmentada, como se partes de nós f**assem presas no passado, tentando corrigir o que já não pode ser mudado.

O perdão a si mesmo devolve presença. Ele permite que a experiência seja integrada e compreendida em vez de rejeitada. Ao invés de lutar contra quem fomos, aprendemos a escutar essa versão antiga com compaixão. E é nesse encontro interno que a cura começa.
Sob uma visão espiritual, perdoar-se é alinhar-se com o fluxo da vida. É aceitar a imperfeição como parte do caminho evolutivo da alma. Nada foi em vão: cada dor trouxe um chamado, cada erro revelou um limite, cada queda abriu espaço para um despertar maior.
Quando o autojulgamento é solto, o coração suaviza, o sistema nervoso encontra descanso e a energia volta a circular com mais clareza. A paz não vem da negação do passado, mas da capacidade de permanecer no presente sem carregar pesos desnecessários.

Perdoar-se é um retorno à inteireza.
É lembrar que tu não és o que erraste, mas o que aprendeste.
E que a vida continua disponível para ser vivida com mais verdade, gentileza e amor.

Afirmação terapêutica e espiritual.

Eu me perdoo com consciência e compaixão.
Libero a culpa, integro minha história
e escolho seguir em frente em paz comigo.

Despeço-me de quem fui em 2025 com gratidão e perdão.

Não com arrependimento, mas com consciência. Honro cada versão minha que tentou, caiu, resistiu e continuou mesmo quando doeu. Hoje escolho não levar para o novo ciclo os pesos que já cumpriram o seu propósito.

Perdoo-me pelas escolhas feitas no limite, pelas palavras não ditas, pelas vezes em que me abandonei tentando agradar ou sobreviver. Tudo foi aprendizado.

Tudo contribuiu para o nível de consciência que agora habita em mim.
Encerrar este ano é um gesto terapêutico e espiritual. Solto a culpa que ainda ecoa no corpo, libero padrões que não me representam mais e devolvo ao passado aquilo que não precisa caminhar comigo.

O velho eu pode descansar. Ele fez o melhor que pôde.
Ao abrir espaço, acolho o novo eu de 2026.
Chego mais presente, mais inteiro, mais alinhado com a minha verdade. Trago comigo a sabedoria adquirida, mas deixo para trás a autocobrança, o medo e a rigidez que já não sustentam minha evolução.

Que o novo ciclo me encontre com o coração mais leve, o sistema interno em equilíbrio e a energia disponível para criar uma vida com mais coerência, amor e clareza. Não preciso ser perfeito apenas verdadeiro.
Finalizo 2025 em paz comigo.
Inicio 2026 em reconexão com quem estou me tornando.

Afirmação de transição.

Eu me despeço do que fui com amor.
Integro minhas experiências e avanço com consciência.
Em 2026, escolho viver alinhado com minha essência,
em leveza, presença e confiança.

Célia Pereira
Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Um excelente ano novo. Do Encerramento ao Renascimento.2025 – Ano...
27/12/2025

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
Um excelente ano novo.

Do Encerramento ao Renascimento.

2025 – Ano 9 | 2026 – Ano 1, Cavalo de Fogo.

Encerramento de 2025 Ano 9.

O Fim de uma Etapa de Nove anos muito desafiadores.
O ano de 2025 se encerra como o ato final de um ciclo de nove anos.
Na numerologia, o Ano 9 representa conclusão, desapego e fechamento cármico.
Ele chega pesado porque sua missão é profunda: limpar o terreno da alma.
Os últimos nove anos foram intensos, exigentes e, muitas vezes, dolorosos.
Foram anos de provas emocionais, rupturas necessárias, perdas simbólicas e reais, confrontos internos e amadurecimento forçado.
Nada foi leve porque nada podia mais ser adiado.

Tudo o que não estava alinhado à verdade precisou ser visto.
Tudo o que era ilusão precisou cair.
Tudo o que era apego precisou ser questionado.

O Que Deixar Para Trás.

Ao fechar 2025, a alma é chamada a não carregar o passado como bagagem para o futuro.
Este é o momento de soltar:
Padrões repetitivos de sofrimento
Relações baseadas em dependência, culpa ou medo
A necessidade de aprovação externa
Autossabotagem e autocobrança excessiva
Medos antigos que já não fazem sentido
Histórias que continuam apenas por hábito
Desapegar não é esquecer.
É honrar o que foi e seguir mais leve.

O Que Não Voltar a Repetir.

O encerramento do ciclo pede responsabilidade espiritual.
Não voltar a repetir:
Escolhas feitas para agradar ou evitar conflitos
Silenciar a própria verdade para manter vínculos
Permanecer onde não há crescimento nem reciprocidade
Ignorar a intuição
Adiar a própria vida esperando segurança absoluta
O Ano 9 ensina com firmeza:
o que não é aprendido retorna como repetição.

A Mensagem Final de 2025.

2025 não pede culpa.
Pede perdão.
Perdão a si mesmo, perdão ao outro, perdão à vida.
Nada precisa ser levado além do aprendizado.
O que se encerra agora não deve mais ser reaberto.
O ciclo se fecha em silêncio,
limpando o solo,
preparando o espaço para o novo.

2026 — Ano 1
O Início Absoluto.

Do vazio deixado pelo encerramento nasce 2026.
Na numerologia, ele vibra como Ano 1 o início de um novo ciclo de nove anos.
É o tempo da semente, da identidade, da decisão consciente de quem escolho ser a partir de agora.
Nada neste ano pede repetição.
Tudo pede origem.

O Ano 1 não exige resultados imediatos.
Exige clareza, intenção e responsabilidade.
As escolhas feitas agora moldarão os próximos anos.
Este é o ano de começar certo,
não perfeito,
mas verdadeiro.

2026 Ano do Cavalo de Fogo.

O Espírito em Movimento
Sobre o Ano 1 galopa o Cavalo de Fogo.
Ele chega trazendo ação, coragem e liberdade espiritual.
O Cavalo não aceita prisões emocionais.
O Fogo não tolera estagnação.
Juntos, eles anunciam um tempo de despertar ativo.

O fogo deste ano não vem destruir por fúria,
mas purif**ar.
Queima ilusões, relações vazias, promessas não cumpridas consigo mesmo.
Ilumina o caminho de quem escolhe a verdade.
O Cavalo de Fogo ensina que espiritualidade também é movimento.

Que fé sem ação se apaga.
Que a alma precisa avançar.

Orientações Espirituais para 2026.

Começa apenas o que estás disposto a sustentar
Escolhe caminhos que expandam, não que diminuam.
Aje com coragem, mas evita a impulsividade
Alinha pensamento, emoção e ação
Honra a tua liberdade sem ferir a dos outros
Movimenta o corpo para canalizar a energia do fogo
Este não é um ano para carregar pesos antigos.
É um ano para andar mais leve e mais consciente.

Conselho Final
2026 não pede pressa,
pede direção.
Não é sobre correr sem rumo,
mas sobre avançar com propósito.
Quem atravessa o portal do Ano 1 guiado pelo Cavalo de Fogo não vive apenas um novo ano
vive um renascimento espiritual.

O passado foi encerrado.
A lição foi integrada.
O caminho está aberto.
Agora, é tempo de dar o primeiro passo.
E uma vez dado, não há retorno
apenas caminho, verdade e movimento.

Célia Pereira
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Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Ano de 2026Pensa bem, observa, reflete e analisa:essa pessoa que ...
26/12/2025

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Ano de 2026
Pensa bem, observa, reflete e analisa:
essa pessoa que te pede ajuda quer realmente ser ajudada ou apenas procura uma almofada onde possa descarregar todo o seu cansaço?

Há momentos em que ajudar exige mais silêncio e observação do que ação. Nem todo pedido de ajuda nasce do desejo de mudar; alguns nascem apenas da necessidade de aliviar o peso por alguns instantes. Por isso, é preciso atenção: escutar não só as palavras, mas também as atitudes, os ciclos que se repetem, as queixas que nunca se transformam em movimento.
Quem realmente quer ser ajudado aceita desconforto, questiona-se, tenta caminhos novos. Quem apenas procura uma almofada quer repouso temporário, não transformação. E quando assumimos esse papel sem perceber, acabamos absorvendo cansaços que não são nossos, confundindo empatia com autoabandono.
Ajudar não deve signif**ar esvaziar-se. Cuidar do outro não pode custar a própria paz. Às vezes, o maior gesto de maturidade é reconhecer limites e compreender que nem toda dor nos pertence, nem todo pedido nos cabe atender.
A metáfora da “almofada” é especialmente forte: ela representa o lugar passivo que absorve peso, cansaço e frustrações, sem jamais ser aliviado. Quando alguém apenas descarrega, não há troca, nem crescimento, apenas repetição do sofrimento. Já quem realmente quer ser ajudado demonstra abertura à mudança, à escuta ativa e à responsabilidade pelo próprio processo.
Assim, a reflexão aponta para a importância de limites saudáveis. Ajudar não é se anular, nem carregar o que não é nosso. É caminhar junto quando há disposição de ambos, e reconhecer quando o cuidado com o outro começa a custar o nosso próprio cuidado.

Célia Pereira
Todos os Direitos reservados

Sou médium sensitiva, e essa é uma condição que se manifesta em mim de várias formas.Tenho percepções que vão além do qu...
25/12/2025

Sou médium sensitiva, e essa é uma condição que se manifesta em mim de várias formas.
Tenho percepções que vão além do que é dito. Muitas vezes sei quando alguém não está sendo verdadeiro ou quando algo não está alinhado, mesmo sem fatos concretos. Minhas intuições são fortes e se apresentam como avisos internos, sensações claras de “sim” ou “não”. Nem sempre consigo explicar racionalmente, mas sinto com profundidade quando algo não deve ser feito ou quando um caminho não é o correto.

Ambientes com muitas pessoas costumam me afetar. Em multidões, sinto uma sobrecarga energética intensa, como se eu absorvesse emoções, pensamentos e estados espirituais diversos ao mesmo tempo. Isso pode gerar confusão interna, cansaço e necessidade de recolhimento para me reequilibrar.

Como médium sensitiva, tenho facilidade em absorver as energias das pessoas ao meu redor. Quando essas energias são leves e positivas, sinto bem-estar. Porém, quando estão carregadas de dor, tristeza ou sofrimento, isso me afeta profundamente.

Tenho uma compaixão natural que me faz sentir a dor do outro como se fosse minha.
Também percebo com clareza o estado emocional, físico e espiritual das pessoas que amo. Quando estão tristes, magoadas ou doentes, sinto reflexos disso em mim, inclusive no corpo, como se houvesse uma ligação energética que ultrapassa a distância e o silêncio.

Por sentir tanto, precisei e ainda preciso aprender a cuidar da minha energia. Em alguns momentos busquei formas de descarregar o excesso absorvido, e reconheço a importância de estar atenta para que essas válvulas de escape não se transformem em desequilíbrios. O autoconhecimento e a disciplina espiritual são essenciais para quem vive essa sensibilidade.

Muitos desses sinais são vividos em silêncio. Ainda existe preconceito e incompreensão em relação à mediunidade sensitiva, o que leva muitos a esconderem suas dores e percepções para evitar julgamentos. Mas negar o que se é não traz cura.

Reconhecer minha mediunidade sensitiva é um ato de aceitação, responsabilidade e cuidado comigo mesma. É aprender a lidar com esse dom com consciência, proteção e respeito.

Célia Pereira
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