Conversas de Luz

Conversas de Luz Envio de reiki, meditações para conversar com guias, anjos e entes queridos. Terapia
Mesa radionica

Boa noite, pontinhos de luz deste universo maravilhoso.Digam-me uma coisa: sou só eu ou vocês também andam todos moídos ...
09/04/2026

Boa noite, pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Digam-me uma coisa: sou só eu ou vocês também andam todos moídos e arreados de cansaço???

Esta semana tem sido uma história interminável.
Cada dia parece que tem dois.
Pernas pesadas.
Pesos nas costas.
Um dormir muito inquieto.
Já para não falar que o cérebro parece que meteu férias e nem avisou.

Segundo os bons espíritos, estamos atravessando a semana da consciência.
Ou seja, após a crucif**ação de Jesus, durante a semana seguinte a população que o condenou tomou consciência do ato cometido.
Então, estamos tendo essa consciencialização e o convite a mudarmos as nossas atitudes e ações não só em relação ao outro, mas também conosco.
Mas, claro, o universo maravilhoso, como é, nunca nos deixa sem a devida ajuda para cada situação.

Vamos relaxar e cuidar de nós???
Um escalda-pés com camomila, alecrim e sal grosso é uma combinação clássica para relaxamento, alívio do cansaço e até para dar uma limpeza energética. Aqui vai como fazer e para que serve:

Benefícios dos ingredientes.

Camomila: calmante, ajuda a relaxar e aliviar o estresse.

Alecrim: estimulante, melhora a circulação e dá sensação de renovação.

Sal grosso: ajuda a reduzir o inchaço e é muito usado para “descarregar” tensões.

Como preparar.
Ferva cerca de 1 a 2 litros de água.
Adicione:
1 punhado de camomila (flores secas ou em saquinho de chá)
1 punhado de alecrim (fresco ou seco)
Deixe em infusão por 5 a 10 minutos.
Coe (opcional) e despeje em uma bacia.
Acrescente 1 a 2 colheres de sal grosso.
Complete com água fria até f**ar numa temperatura confortável.

Como usar.
Deixe os pés de molho por 15 a 20 minutos.
Respire fundo e tente relaxar durante o processo.
Se quiser, finalize com um creme hidratante.

Dicas extras
Pode fazer à noite para ajudar no sono.
Colocar algumas gotas de óleo essencial (lavanda, por exemplo) potencializa o efeito.
Evite se tiver feridas abertas nos pés (por causa do sal).
Nunca esquecer de fazer um teste alérgico.

Célia Pereira
Todos os direitos reservados.

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Hoje vi uma frase de grande importância.... Perdoa-te por não sab...
07/04/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
Hoje vi uma frase de grande importância.... Perdoa-te por não saberes antes o que só o tempo poderia ensinar.

Essa frase é simples, mas carrega uma profundidade enorme.

“Perdoa-te por não saberes antes o que só o tempo poderia ensinar” fala sobre algo muito humano: a tendência de olhar para o passado com o conhecimento que temos hoje e nos culpar por não termos agido diferente. Mas isso é uma ilusão porque, naquele momento, tu só podias agir com o nível de consciência, maturidade e informação que tinhas.

O tempo não ensina só fatos… ele ensina através de experiências, erros, dores e vivências que não dá pra antecipar. Algumas coisas simplesmente não podem ser entendidas antes de serem vividas.

Perdoar-se, nesse caso, não é “passar pano” nos erros é reconhecer que estavas em outro estágio da tua própria história.

Se essa frase te marcou, talvez seja um sinal de que tu está num momento de olhar para trás com mais compreensão do que julgamento.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados.

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Uma tranquila e sagrada Páscoa para todos. Partilho convosco a mi...
04/04/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Uma tranquila e sagrada Páscoa para todos.

Partilho convosco a minha visão de Páscoa.
Com todo o respeito.

E se Jesus não tivesse morrido por nós, mas vivido por nós?

E se, por um instante, mudássemos o olhar?
E se, em vez de focarmos apenas no momento da cruz, escolhêssemos contemplar todo o caminho até ela? Cada passo dado com intenção, cada encontro transformador, cada palavra que atravessou o tempo?
E se Jesus não tivesse vindo apenas para morrer por nós…
mas, antes de tudo, para nos mostrar como viver?

Viver com amor, quando o mundo tantas vezes endurece o coração.
Viver com perdão, quando tudo dentro de nós insiste em lembrar a dor.
Viver com compaixão, mesmo quando é mais fácil virar o rosto.
Talvez a maior mensagem não esteja apenas no fim da sua história, mas em tudo o que veio antes na vida que ele escolheu viver, dia após dia, diante de todos.

No olhar que observava quem ninguém mais via.
Na mesa aberta, onde cabiam os rejeitados e imperfeitos.
Na forma como tocava vidas sem pressa, sem julgamento.
Na coragem de dizer a verdade com mansidão e firmeza ao mesmo tempo.
E se o verdadeiro milagre não fosse apenas aquilo que ele fez…
mas aquilo que ele nos ensinou a ser?
Porque curar, acolher, perdoar tudo isso não eram apenas gestos isolados.

Eram sinais de um caminho. Um convite silencioso, mas constante.
Um convite a viver com mais verdade.
A amar sem medida.
A olhar o outro como irmão.
Porque morrer por alguém é um ato imenso.
Mas viver todos os dias ensinando o amor…
isso transforma não apenas uma vida, mas muitas, ao longo do tempo.
Talvez ele tenha morrido, sim.

Mas antes disso e talvez de forma ainda mais profunda
ele viveu.
E viveu de um jeito que ainda hoje ecoa.
Que ainda hoje inquieta.
Que ainda hoje convida.
Convida-nos a sair da teoria e entrar na prática.
A sair do medo e escolher o amor.
A sair da indiferença e aproximar-nos do outro.
Porque talvez a verdadeira pergunta não seja apenas o que ele fez por nós…
mas o que fazemos nós com aquilo que ele nos ensinou.

E se, no fundo, a sua vida não foi apenas um sacrifício…
mas um exemplo?
Um exemplo vivo, pulsante, que atravessa gerações e chega até nós
não como uma lembrança distante,
mas como um chamado presente.
Não apenas para acreditar.
Mas para viver também.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados.

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Vamos fazer uma história simples, mas que pode ter bastante impac...
01/04/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Vamos fazer uma história simples, mas que pode ter bastante impacto. Algo que mostre o que realmente a raiva faz.
Vamos imaginar porque todos temos uma imaginação muito fértil,dois gatos.

Esses dois gatos estão diante de um único prato. E nesse prato é colocado um peixe, um alimento.
Os dois gatos aproximam-se. Um deles, com raiva, abocanha o alimento e f**a segurando na ponta do peixe, rosnando para o outro gato, tentando intimidá-lo para que ele não se chegue perto.

O outro gato apenas o olha calmamente. Sem reagir à provocação, pega na outra ponta do mesmo peixe e começa a comer.
E vai comendo.
Sem ligar. Sem dar atenção absolutamente nenhuma ao rosnar do outro gato, que cada vez mostrava mais raiva e segurava cada vez mais firme a ponta do alimento que tinha na boca.

O gato calmo simplesmente continuou. Foi comendo, comendo, comendo… até que chegou perto da boca do outro gato e parou.
Lambeu as patas, limpou o focinho e seguiu o seu caminho.
Calmo. Confiante. E de barriguinha cheia.
Enquanto isso, o outro gato continuava ali, segurando naquela ponta do alimento pois foi a única coisa que lhe restou.

Continuava a rosnar, olhando para o outro.
E rosnava cada vez mais.
Com mais raiva… mas também com fome.
E a raiva é isso que nos faz.
Procuramos tanto atingir o outro, que acabamos por perder tudo aquilo que temos nas nossas mãos, à nossa volta.
Enquanto aquele que queremos atingir f**a calmo e tranquilo, alimenta-se, continua a viver…
E nós, feitos idiotas, é que perdemos a vida no tempo que passamos presos à raiva.

Porque a raiva é como brasas acessas nas nossas mãos.
Queima .

Célia Pereira Todos os Direitos reservados

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Faz sentido para ti?????Hoje acordei com um sussurro ao ouvido  sua...
31/03/2026

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Faz sentido para ti?????

Hoje acordei com um sussurro ao ouvido suave, mas impossível de ignorar:
“Não és invisível para o mundo… apenas ainda não olhaste para ti com toda a tua capacidade de existência.”
E essa frase ficou.

Quantas vezes sentimos que passamos despercebidos? Que o mundo segue sem notar a nossa presença, como se fôssemos pequenos demais para importar. Mas talvez essa invisibilidade não venha de fora. Talvez ela comece no silêncio com que nos tratamos, na forma como evitamos reconhecer a nossa própria luz.

Olhares para ti com toda a capacidade de existência é mais do que se ver ao espelho. É reconhecer a própria força, mesmo nas fragilidades. É aceitar que há um lugar no mundo que só pode ser ocupado por nós e por mais ninguém.

Não somos invisíveis. Nunca fomos.
Apenas ainda estamos aprendendo a nos ver sem filtros, sem medo, sem nos diminuir.
E talvez, no dia em que esse olhar finalmente acontecer, o mundo não parecerá mais o mesmo…
porque nós também não seremos.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

A minha visão. Sem ofender as diferenças ou outras opiniões. Há uma forma de olhar para a Semana Santa que não passa por...
30/03/2026

A minha visão.
Sem ofender as diferenças ou outras opiniões.

Há uma forma de olhar para a Semana Santa que não passa por igrejas, nem por doutrinas, nem por rituais. Passa pelo espelho.
Não pelo espelho do corpo mas pelo espelho da consciência.

O chamado “Domingo de Ramos” pode ser entendido como o momento em que algo verdadeiro entra dentro de nós. Pode ser uma verdade incómoda, uma consciência mais desperta, uma lucidez que não dá mais para ignorar. E quando isso entra, nós celebramos. Sentimo-nos elevados, tocados, quase iluminados. Estendemos “palmas” no caminho ou seja, criamos um ambiente interno de aceitação, de abertura, de entusiasmo.
Mas essa abertura, muitas vezes, é superficial.
Porque poucos dias depois, aquilo que entrou para nos transformar começa a confrontar-nos. Começa a mexer nas nossas certezas, nas nossas máscaras, nas narrativas que construímos sobre nós mesmos. E é aí que acontece a viragem: o mesmo “povo interno” que celebrou… rejeita.

Não porque a verdade tenha mudado.
Mas porque ela começou a doer.
E então surge a tal “guerra” não entre pessoas, mas dentro de cada um.
A guerra entre aquilo que somos… e aquilo que percebemos que precisamos de deixar de ser.
Essa é a verdadeira Semana das Dores.
Não é apenas a dor de uma mãe a ver um filho sofrer.

É a dor de qualquer ser humano quando começa a ver, com clareza, as próprias incoerências.
É a dor de reconhecer onde falhámos, onde ferimos, onde nos enganamos e onde continuamos a insistir no erro por conforto ou medo.
E é também a dor do ego a perder espaço.
Porque perdoar aquele perdão que foi dito mesmo no meio da dor extrema não é um gesto emocional. É um estado de consciência. É quando já não há necessidade de acusar, de separar, de julgar, porque se compreende profundamente a ignorância humana.

“Perdoa-lhes” não é fraqueza.
É lucidez.
E aqui surge uma pergunta essencial:
Que dor é a nossa?
Muitas vezes dizemos que sofremos, mas o que dói não é o coração é a resistência.
Não é a ferida é o apego à identidade construída em torno dela.
Não é o acontecimento é a interpretação que fazemos dele.

E por isso comparamos dores. Competimos em sofrimento. Defendemos a nossa dor como se fosse um território. Mas no momento em que verdadeiramente entramos na experiência do outro, algo quebra dentro de nós: a certeza de que somos o centro.
Porque a dor, no fundo, é universal.
O que muda é a forma como cada um a vive, a interpreta e a transforma.

E talvez seja aqui que a história dos “ladrões” ganha um signif**ado ainda mais profundo:
não importa o passado, não importa o rótulo importa o estado de consciência naquele instante.
Há mais verdade num momento de reconhecimento sincero do que em anos de exaltação vazia.
Por isso, quem tem mais “valor”?
Aquele que nunca caiu… ou aquele que caiu, viu, e transformou-se?

A resposta não está na moral.
Está na consciência.
E talvez seja esse o verdadeiro convite desta semana:
Não celebrar uma história.
Mas vivê-la internamente.
Observar onde, dentro de nós, ainda aplaudimos aquilo que depois rejeitamos.
Onde dizemos “sim” com a boca, mas “não” com as ações.

Onde queremos transformação… mas apenas se ela não nos obrigar a mudar.
Porque deixar “entrar” não é um momento.
É um processo.
E sustentar essa presença seja ela verdade, consciência ou amor exige coragem.
Exige atravessar a dor sem fugir dela.
Exige abdicar do controlo.
Exige humildade.
No fim, não se trata de religião.
Trata-se de honestidade interior.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados.
Uma abençoa semana pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. No final de um exaustivo dia de trabalho os nossos pés merecem um...
26/03/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

No final de um exaustivo dia de trabalho os nossos pés merecem um bom tratamento.
Que tal mimares-te com um relaxante Escalda-pés????
Mereces

Escalda-pés relaxante com lavanda e limão.

Ingredientes:
Água morna (suficiente para cobrir os pés)
2 colheres de sopa de sal grosso ou sal de Epsom
4–5 gotas de óleo essencial de lavanda (relaxante)
2 rodelas de limão (refrescante)
Pétalas de flores (opcional, para um toque bonito)
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio (suaviza a pele)

Como preparar:
Enche uma bacia com água morna (não muito quente).
Adiciona o sal, o bicarbonato e mistura bem.
Junta as gotas de lavanda e as rodelas de limão.
Coloca pétalas por cima para um efeito especial.
Deixa os pés de molho durante 15–20 minutos.

Toque extra (faz toda a diferença!)
Depois, seca os pés e faz uma massagem com creme hidratante.
Se quiseres usa uma toalha quentinha.
Podes acompanhar com música calma e uma chávena de chá .

Ideia de apresentação
Transforma isto num mini “spa em casa”:
Velas aromáticas
Luz suave

(Não esqueças de verif**ar que não tens alergia a nenhum dos ingredientes)
Célia Pereira Todos os Direitos reservados

Quando uma mulher trás ao mundo uma nova luz.Desde que a vida começou a existir no planeta terra, a força feminina está ...
23/03/2026

Quando uma mulher trás ao mundo uma nova luz.

Desde que a vida começou a existir no planeta terra, a força feminina está presente.
O portal de vida chamado de útero é o caminho sagrado que se oferece por amor à vida para que a vida aconteça.

Esse amor que a fêmea carrega no sangue faz com que a dor do parir não seja maior que a vontade de amar essa vida que está a chegar.
Acreditavam que durante o parto a mulher atravessava os mundos para trazer ao mundo o filho que carregava no ventre.
Nesse momento, os véus entre os mundos tornam-se mais finos.
O corpo torna-se ponte.
O espírito torna-se caminho.
O parto é algo tão profundo que antigamente as mulheres na hora do nascimento eram apoiadas pelas ancestrais que carregavam em suas mãos todo o conhecimento passado de geração em geração.

As presenças eram sentidas.
A sabedoria era viva.
Uma mulher grávida era uma deusa na terra.
Aquela que deu seu corpo para que a vida fosse gerada.
Nas antigas culturas havia um local sagrado para que a mulher desse à luz.
Ervas , fumos, forças da natureza, simbolos sagrados, tudo era preparado para aquele momento.
O espaço tornava-se sagrado.
Um templo entre mundos.
Eram chamadas as energias das mulheres anciãs que já tinha feito a sua passagem para que a parideira fosse acolhida em força e sabedoria.

Pois parir é sabedoria.
O nascimento era visto como um acto espiritual, onde alma e corpo se encontravam e onde a vida atravessava os véus para se manifestar na terra.
A criança era recebida com cantares antigos e danças de honra.
A mulher acabada de parir era lavada com ervas especiais para evitar infecção e ajudar a recuperar.
Durante 7 dias ela não saia do seu local sagrado.

Esse acto era para que a mulher recuperasse a sua energia vital e espiritual.
Nesse tempo, ela integrava o mistério vivido.
Regressava ao seu centro.
Parir, um acto de amor que o próprio universo respeita.
A mulher é um acto de coragem que oferece de si para que outra vida possa existir.
Respeito a todas as mulheres que do mais sagrado dos portais geram a mais pura das luzes.

Pelo amor gerada pela dor forjada.
Mulher , deusa de luz , abençoada seja.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados.

Hoje a energia convida ao silêncio consciente, não como ausência, mas como presença inteira.Há uma leveza no ar, quase i...
23/03/2026

Hoje a energia convida ao silêncio consciente, não como ausência, mas como presença inteira.
Há uma leveza no ar, quase imperceptível, como se o dia respirasse mais devagar e contigo, pedisse o mesmo. Não é um dia de correr atrás, mas de observar o que se aproxima sem esforço.
E, ainda assim, existe um ponto sensível. Um teste subtil.

Não vem em forma de conflito evidente, mas sim disfarçado em encontros, pensamentos ou pequenas situações que tocam algo interno.
Hoje, o desafio não é reagir é escolher.
Escolher o que merece a tua energia.
Escolher o que merece a tua atenção.
Escolher, sobretudo, o signif**ado que dás ao que acontece.
Nem tudo o que chega até ti precisa de ser segurado.

Nem tudo o que te toca precisa de f**ar.
A vibração do dia pede consciência emocional:
perceber quando algo é realmente importante…
e quando é apenas um eco de algo antigo dentro de ti.
Há poder na calma, mas ainda mais poder na lucidez.
Hoje, mais do que agir, sente.
Mais do que responder, entende.
Mais do que dar importância, questiona-a.
Porque a verdadeira transformação não está no que acontece
mas na forma como escolhes viver isso.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados.

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Hoje, quarta-feira, dia 18, traz uma energia muito especial: é como...
18/03/2026

Bom dia pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Hoje, quarta-feira, dia 18, traz uma energia muito especial: é como se o universo estivesse a sussurrar com firmeza já sabes o que tens de fazer. O que falta não é clareza… é coragem e determinação.
Muitas pessoas encontram-se neste ponto: entre o saber e o agir. Entre o desejo de mudança e o medo do desconhecido. E está tudo bem reconhecer isso mas não podemos f**ar presos aí.

Mensagem do dia – Coragem e Determinação.

Hoje o universo lembra-te que a coragem não é a ausência de medo é a decisão de avançar apesar dele.
Aquela escolha que tens evitado… já vive dentro de ti há algum tempo. Não é dúvida, é resistência.
Confia: não precisas de ter tudo resolvido para dar o primeiro passo.
Precisas apenas de decidir.
A determinação vem depois constrói-se no caminho, na consistência dos pequenos passos, na fidelidade àquilo que sentes ser certo para ti.
Liberta-te da espera pelo “momento perfeito”. Ele não chega.
O momento é agora.
Escolhe-te.
Honra a tua verdade.
E segue com coragem o universo ajusta-se a quem decide avançar.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Sei que vai fazer muito sentido a alguns de vocês. Hoje falamos d...
16/03/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
Sei que vai fazer muito sentido a alguns de vocês.

Hoje falamos de desânimo.

Mas atenção: o universo compreende a razão do desânimo.
Ele acolhe essa sensação e mostra que não condena.
O universo, na sua essência maravilhosa, não condena ninguém.
O desânimo é apenas um momento de pausa da alma, um instante em que o coração parece esquecer a força que sempre carregou.
Por isso, quando ele surge, não é para vos afastar da vida, mas para vos convidar a voltar a olhar para ela com mais profundidade.
Hoje convidamos-vos a recordar a vida de Jesus.

Não a tragédia, nem as feridas, e muito menos as acusações.
Recordem a força do amor que ele sempre carregou dentro de si.
Jesus amou.
Mas não falamos apenas do amor que se prega ao próximo.
Esse amor nós, das altas instâncias, sabemos que existe pois se não existisse, a humanidade não se ajudaria mutuamente nos momentos em que a dor a faz duvidar dele.
Falamos do amor interno.
O amor que vos dá força para viver.
Esse amor pela vida.
Pela vossa vida.

Esse amor existe em cada ser humano como uma chama silenciosa.
Mesmo quando parece pequena ou escondida, ela nunca se apaga completamente.
A vida protege essa chama, porque ela é a ligação entre a alma e o milagre de existir.
Hoje, reunidos, desejamos, se cada um permitir, ajudar-vos a relembrar esse amor.
Observem como tudo se renova a cada dia.
Como a força da vida renasce após cada morte.
O nascer do sol que regressa todas as manhãs.

A semente que rompe a terra para voltar a crescer.
O coração que continua a bater mesmo depois das noites mais difíceis.
A vida está sempre a ensinar-vos a recomeçar.
A chama que muitos de vocês sentem apagada precisa apenas de algo simples:
lembrar e afirmar “eu amo a minha vida”.
Digam isso dentro de vocês.
Mesmo que no início pareça apenas uma pequena centelha.
Mesmo que o coração ainda esteja cansado.
Porque cada vez que afirmam esse amor, a vida responde.

Jesus amou e ama a vida, em cada detalhe e em cada situação.
Pois ele nunca se colocou acima da vida.
Ele caminhou com ela.
Respeitou-a em cada ser, em cada encontro, em cada momento simples.
Então perguntamos:
por que deixam que outros se coloquem acima das vossas vidas?
Essa é a nossa pergunta.
A vida que habita em vocês não pertence ao medo, nem ao julgamento, nem ao poder de outros.

Ela pertence à força profunda que vos foi dada para existir, aprender e amar.
Ninguém tem poder sobre a vida.
E quem acredita ter, acabará por receber de volta aquilo que impôs aos outros.
Filhas, confiem.
Vocês podem chamar de volta a força do vosso viver
e retomar o comando da vossa própria vida.
Podem voltar a olhar para dentro e reconhecer que ainda existe luz.

Podem escolher novamente caminhar com a vida em vez de se afastarem dela.
Mas, para isso, o coração precisa acreditar que viver realmente importa.
E quando esse reconhecimento acontece, mesmo que seja apenas por um instante, a chama reacende.

Porque amar a vida não signif**a que tudo é fácil.
Signif**a reconhecer que, apesar de tudo, viver continua a ser um milagre.
E esse milagre também vive dentro de vocês.

Ativação do Amor pela Vida
Agora, se desejarem, fechem por um instante os olhos.
Respirem com calma.
Permitam que o ar entre devagar e saia devagar.
Sintam que, a cada respiração, a vida está presente dentro de vocês.
Coloquem a atenção no coração.
Não é preciso fazer nada difícil. Apenas sentir.
Dentro do vosso coração existe uma chama.
Talvez pequena, talvez silenciosa…
mas ela está viva.
Essa chama é o amor pela vida.
Agora, digam dentro de vocês, com suavidade:
Eu amo a minha vida.
Eu permito que a força da vida volte a crescer dentro de mim.
Eu aceito a vida que vive em mim.
Respirem novamente.
Sintam que, a cada respiração, essa chama recebe mais espaço.
Mais luz.
Mais presença.
Não precisam de forçar nada.
A vida sabe crescer quando é acolhida.
E a partir deste momento, cada pequeno gesto, cada pequeno passo, pode tornar-se um reencontro com esse amor.
Confiem.
A vida nunca abandona quem decide voltar a amá-la.

Mensagem envia das altas esferas celestes.
Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

Então é assim: eu levei toda a noite a receber orientações dos guias universais para partilhar, para comunicar, para que...
15/03/2026

Então é assim: eu levei toda a noite a receber orientações dos guias universais para partilhar, para comunicar, para que as pessoas não saiam da cama e metam imediatamente os pés no chão frio.

Não só a nível de saúde, mas também porque a Terra, neste momento, está internamente, entre aspas, gelada.

Porque, devido a toda a transição que está a acontecer, a quaresma, as guerras que estão a acontecer, o desgaste que a Terra energeticamente está a ter e isso tudo, a Terra não está a conseguir dar aquele calor energético que as nossas raízes energéticas precisam.

Por isso é que muitas pessoas sentem aquela sensação de frio que não conseguem explicar, os pés gelados, por mais que calcem meias, por mais que peçam força à Terra, não conseguem aquecer.

Sentem-se desconectadas, porque estão a pedir à Terra, porque fomos ensinados para isso, para colocar as nossas raízes na Terra, para ir ao centro da Terra, ir buscar a força e aquilo tudo mais, mas neste momento a Terra não está a conseguir fazer isso.

Porque energeticamente a Terra está a passar por uma transição que ela própria agora tem que estar, novamente entre aspas, sossegada, e nós não estamos a conseguir entender isso.

Então os guias universais e os guias espirituais pedem para que se faça um texto acerca disso, a falar que neste momento somos nós que temos que dar essa força, essa energia, esse calor à Terra.

Porque tal como nesta altura da quaresma, tal como Jesus passou os ditos 40 dias no deserto a enfrentar os seus próprios pensamentos, a compreender as suas emoções, e que ele precisou deste tempo, a Terra neste momento também está a precisar desse tempo.

Também está a precisar de ser acolhida. Não é a Terra que nos acolha a nós.

Neste momento temos que ser nós que acolhemos a Terra. Temos que dar esse amor à Terra, temos que a compreender, temos que a ajudar, temos que lhe dar o colo que temos o hábito de ser sempre pedir que a Terra que seja ela nos dar a nós.

Então neste momento é exatamente o contrário, devido a todas as guerras que estão a acontecer, o alinhamento, a lua de sangue, a quaresma, o mercúrio retrógrado, tudo é muita coisa junta.

E as pessoas pedem, pedem, pedem, pedem, mas não estão a compreender que a Terra neste momento ela própria está a tentar alinhar-se com a sua energia central novamente.

Então neste momento o papel inverte-se aqui um pouco.

Em vez de ser a Terra a nos dar a nós, temos que ser nós a dar à Terra.

Célia Pereira.
Todos os Direitos reservados

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