Escola Mulher Sistêmica

Escola Mulher Sistêmica Um espaço de transformação: a Escola Mulher Sistêmica desperta o feminino através de estudos, retiros e práticas que revelam o verdadeiro papel da mulher.

21/03/2026

Hoje foi dia de celebrar os encontros da vida!

Cada uma dessas mulheres lindas e incríveis, cruzaram a minha vida com uma história específica.

Cada uma delas, pertence a uma das turmas dessa Escola de Mulheres Sistêmicas.

Mas todas elas se uniram num propósito muito maior, o de transformar-se.
E assim, caminham pelo mundo também transformando o destino feminino.

Esse encontro entre alunas, algumas delas sem nunca ter se visto antes, com a afinidade que foi, com as risadas, as partilhas, a irmandade, é a prova de que sim, nós mulheres somos unidas, não precisamos competir, não precisamos nos temer e podemos honrar nossos destinos com contextos diferentes.

E essa é a energia que eu desejo para nossa escola. Uma energia de mulheres que possam confiar, que possam se sentir pertencentes, que possam ser quem são e que possam contar com a força de uma egrégora, com uma real irmandade e sororidade.

Honro todas vocês, meus amores!
Gratidão por estarem aqui hoje!

E a todas que se sentem parte mas não puderam estar aqui, não se preocupem que teremos mais e vocês serão sempre bem vindas!

Feliz equinócio! Que venha a primavera e muita outros encontros e reencontros!

Amor, , gratidão pela parceria hoje e sempre. Te amo!

18/03/2026

Essa imagem, a princípio, pode causar em você um certo horror.
Foi exatamente isso que eu senti há muitos anos, quando vi uma imagem de Sheela na gig pela primeira vez, ao consultar o Oráculo da Deusa, de Amy Sophia Marashinsky.

Hoje, vivendo aqui na Irlanda, compreendo ainda mais a importância e o impacto dessa figura para o imaginário simbólico irlandês e celta. Sheela na gig aparece em esculturas medievais, muitas vezes sobre portas e aberturas de igrejas, castelos e outros edifícios sagrados ou protegidos, e uma das interpretações associadas a essas imagens é justamente a de proteção e travessia simbólica.

Para mim, ela anuncia um portal.
Como se dissesse: ao entrar, você entra em si.
Você entra no seu interior.
Você atravessa a sua própria v***a simbólica.
Você encontra aquilo que foi ocultado, reprimido, esquecido.

Há muito tempo, trabalhando com o transgeracional, com as transferências entre gerações e com os acessos de memórias uterinas, eu percebo com ainda mais profundidade a força dessa imagem.

Dentro de nós, realmente acessamos sombras.
E precisamos nos abrir para isso.

Muitas verdades sobre nós, sobre o nosso destino, sobre aquilo que sentimos, ainda permanecem como um mistério que a maioria das mulheres evita olhar.
Porque dói.
Porque assusta.
Porque, às vezes, pode parecer horroroso.

Mas Sheela na gig nos relembra justamente disso:
que voltar-se para os aspectos internos que parecem feios, duros ou sombrios não é um castigo.
É caminho de sabedoria.
É caminho de consciência.
É caminho de transformação.

E talvez seja exatamente aí que comece a possibilidade de vivermos, de verdade, um destino mais leve como mulheres.

Neste 18 de março, depois do dia de São Patrício, eu honro essa lembrança simbólica do feminino que não teme a verdade.

Feliz Sheela na Gig Day.
Que possamos estar abertas a nos conhecer de verdade.

18/03/2026

Essa imagem, a princípio, pode causar em você um certo horror.
Foi exatamente isso que eu senti há muitos anos, quando vi uma imagem de Sheela na gig pela primeira vez, ao consultar o Oráculo da Deusa, de Amy Sophia Marashinsky.

Hoje, vivendo aqui na Irlanda, compreendo ainda mais a importância e o impacto dessa figura para o imaginário simbólico irlandês e celta. Sheela na gig aparece em esculturas medievais, muitas vezes sobre portas e aberturas de igrejas, castelos e outros edifícios sagrados ou protegidos, e uma das interpretações associadas a essas imagens é justamente a de proteção e travessia simbólica.

Para mim, ela anuncia um portal.
Como se dissesse: ao entrar, você entra em si.
Você entra no seu interior.
Você atravessa a sua própria v***a simbólica.
Você encontra aquilo que foi ocultado, reprimido, esquecido.

Há muito tempo, trabalhando com o transgeracional, com as transferências entre gerações e com os acessos de memórias uterinas, eu percebo com ainda mais profundidade a força dessa imagem.

Dentro de nós, realmente acessamos sombras.
E precisamos nos abrir para isso.

Muitas verdades sobre nós, sobre o nosso destino, sobre aquilo que sentimos, ainda permanecem como um mistério que a maioria das mulheres evita olhar.
Porque dói.
Porque assusta.
Porque, às vezes, pode parecer horroroso.

Mas Sheela na gig nos relembra justamente disso:
que voltar-se para os aspectos internos que parecem feios, duros ou sombrios não é um castigo.
É caminho de sabedoria.
É caminho de consciência.
É caminho de transformação.

E talvez seja exatamente aí que comece a possibilidade de vivermos, de verdade, um destino mais leve como mulheres.

Neste 18 de março, depois do dia de São Patrício, eu honro essa lembrança simbólica do feminino que não teme a verdade.

Feliz Sheela na Gig Day.
Que possamos estar abertas a nos conhecer de verdade.

Você conhecia essa história?

FemininoComConsciência Irlanda ArquétiposFemininos

17/03/2026

Que existem muitas mulheres perdidas nos dias de hoje, qualquer terapeuta sabe!

Mas por que será apenas agora tantas mulheres estejam se sentindo assim?

Será isso mesmo uma novidade? Na verdade, a novidade é poder expressar tudo isso e isso já uma conquista para o feminino.

Mas você sabe o que fez com que as mulheres do passado e atual se sintam tão perdidas? E mais, COMO fazer para mudar essa realidade?

Esse é um trecho daquelas aulas que você não pode perder! Me siga pelo YouTube e assista a todas as nossas aulas sistêmicas com conteúdos de consciência feminina e da vida de uma mulher muito além da terapia!

Seja aluna mulher sistêmica e viva uma transformação em você e no coletivo feminino!

Gratidão

Ju

16/03/2026

Era uma vez um menino que fugiu de sua terra Natal, a Síria, durante a perseguição muçulmana aos católicos. Ele tinha apenas 13 anos e foi o único que conseguiu fugir de sua família. Ele fez muitas viagens até chegar ao Brasil e, a partir dali, dentre muitas idas e vindas, sempre na esperança de encontrar alguém que havia ficado para trás, ele construiu sua própria família, teve filhos, netos e bisnetos, recomeçando a vida bem longe do seu lar.
Uma de suas trinetas é a minha filha Lia, que se não fosse esse trisavô não seria exatamente quem é.

Nesse trecho dessa série “uma nova mulher” que indicou muito a todas vocês, conseguimos compreender o que Lia tem a ver com aquelas que vieram antes dela.

E que certamente, muitas escolhas que julgamos erradas ou inadequadas para hoje, possam ter acontecido, não é mesmo?

Mas todos esses erros e acertos trouxeram a vida até a Lia e ela a tem nas mãos para construir suas próprias escolhas e caminhos.

Nunca será sobre perdão, mas sempre ACEITAÇÃO!

Você tem uma história assim para partilhar?

Gratidão
Ju

13/03/2026

A identidade social ou o conceito da “persona” foi desenvolvido por Carl Jung para nos demonstrar aquilo que desenvolvemos para pertencer e viver socialmente. Todavia, algo acontece quando essa “persona” está muito distante de que somos na alma.
Para mulheres, esse abismo que separa o papel social do feminino é ainda mais desafiador.

Percebermos o quão distante estamos de nós mesmas é algo urgente para nossa transformação.

Convido vc a viver a riqueza das percepções arquetípicas através da percepção das histórias mitológicas de deusas antigas e a conexão com as nossas histórias contemporâneas em nossa Jornada Deusas Sistêmicas.

Começaremos já na próxima quarta, dia 18 as inscrições terminam nesse domingo.

Boa sexta!

Ao longo da vida, cada pessoa constrói uma forma de existir no mundo.Uma forma de se apresentar, de se adaptar e de corr...
12/03/2026

Ao longo da vida, cada pessoa constrói uma forma de existir no mundo.
Uma forma de se apresentar, de se adaptar e de corresponder ao que é esperado.
Na psicologia analítica de Carl Jung, esse fenômeno foi observado como a construção de uma identidade social,uma espécie de papel que aprendemos a desempenhar para sermos aceitas, compreendidas e reconhecidas no coletivo.
Essa camada não é necessariamente um problema.
Ela nos permite viver em sociedade.
O desafio começa quando essa identidade construída se distancia demais daquilo que somos em essência.
Quando, aos poucos, deixamos de distinguir o que nasce de dentro de nós e o que foi moldado pelas expectativas externas.
Esse movimento de retorno ao que é autêntico foi chamado por Jung de processo de individuação, um caminho de reconexão com a própria verdade.
Para muitas mulheres, esse processo se torna ainda mais complexo.
Porque, ao longo da história, o feminino foi atravessado por narrativas, papéis e expectativas muito específicas sobre como uma mulher deveria ser, sentir e agir.
E é justamente por isso que os arquétipos femininos presentes nos mitos e nas antigas histórias da humanidade se tornam tão reveladores.
Nas deusas da mitologia encontramos representações simbólicas de forças, papéis e movimentos que acompanharam o feminino através dos tempos.
E ao olhar para essas histórias, muitas vezes começamos também a reconhecer algo de nós mesmas.
Quem somos.
Que forças vivem em nós.
Em que momento do ciclo da vida estamos.
E como a nossa própria história se entrelaça com a história das mulheres que vieram antes de nós.
Foi com essa base que nasceu a Jornada Deusas Sistêmicas.
Uma jornada baseada nos arquétipos femininos, nos ciclos da vida de uma mulher e na leitura sistêmica das histórias que atravessam o nosso destino.
Tudo isso dentro da abordagem da Mulher Sistêmica, desenvolvida na Escola Mulher Sistêmica.
As inscrições estão abertas até domingo, dia 15
Início da jornada: 18 de março
Se esse chamado fizer sentido para você, todas as informações e inscrições estão no link da bio.

Poucos sabem mas “Lia” foi a apelido de minha mãe na família de origem dela. E esse foi o nome que escolhi para minha fi...
10/03/2026

Poucos sabem mas “Lia” foi a apelido de minha mãe na família de origem dela. E esse foi o nome que escolhi para minha filha.

E muito embora eu veja muito da minha mãe em minha filha, elas não são a mesma pessoa. Na realidade, quero dizer que não vivem o mesmo destino. Parece óbvio isso né?

Mas a resposta não é óbvia. Quer saber o por quê? Porque tive tempo de transformar muito em mim, caso contrário, a probabilidade de teremos mesmos destinos seria imensa.

Tomei uma consciência sobre destinos, padrões de repetição, lealdades, crenças herdadas e todo esse universo ancestral de forma muito profunda.

Todavia, o que está garantindo que nós 3 possamos ter destinos conscientemente diferentes é a prática de tudo que estudei.
E, claro, trabalhar nisso em tempo real, “quando o fato acontece” 😅

E o que isso quer dizer? Que são os contextos e dinâmicas do dia a dia que me dirão se eu repito ou não a minha mãe. Ao educar, ensinar, ao acolher de uma forma ou outra, a estar presente ou não, a falar ou não algumas coisas.

Cada dia é um e eu busco sempre observar por dentro e por fora esse movimentos. Mas sabe o que eu faço de mais importante?

Eu ensino tudo para a minha filha. Repasso da forma que ela aos 7 anos consegue entender todos esses movimentos.

E você pode pensar, mas é cedo demais para isso não? Não, passar consciência sobre o destino de uma mulher, em especial percebendo e considerando a própria história da linhagem é algo que transforma o futuro.

Essa consciência não é difícil de assimilar para uma menina de 7 anos, sabe por quê? Porque é instintiva, é natural, na realidade é só aguçar e relembrar uma sabedoria interna que sempre virá de fábrica.

Lia é Lia + a mãe dela + a Lia avó dela, dentre tantas outras. E isso + uma consciência do destino feminino = resulta num ser único, capaz de fazer escolhas e ser, de verdade, livre!

E eu sou ponte e portal, o velho e o novo e prometo ser matriz de sabedoria ancestral e sistêmica para minha filha. De longe, essa será minha maior herança pra ela.

E esse é um dos principais motivos para “trabalhar” com mulheres de forma tão apaixonada.

08/03/2026

Hoje é Dia das Mulheres.
E para mim e para nós na Escola Mulher Sistêmica este dia é antes de tudo um marco de reconhecimento e inclusão.

Durante muito tempo, o destino feminino e a própria energia feminina foram excluídos da história, do pensamento e até dos caminhos de cura da humanidade.

Por isso, hoje eu escolho honrar e dar lugar a uma mulher que está na base de tudo aquilo que entrego através dos movimentos sistêmicos que compreendem as constelações familiares:

Thea Schönfelder.

Que possamos seguir trazendo consciência, restaurando lugar e reconhecendo as mulheres que vieram antes de nós.

Feliz Dia das Mulheres.
Que sejamos, cada vez mais, livres para viver o nosso destino aqui neste plano, no grande ciclo da vida.

Ju

Nem toda mulher precisa estar na Jornada Deusas Sistêmicas.Mas algumas mulheres sabem que chegou o momento de olhar para...
07/03/2026

Nem toda mulher precisa estar na Jornada Deusas Sistêmicas.

Mas algumas mulheres sabem que chegou o momento de olhar para si com mais profundidade.

Essa jornada foi criada para mulheres que desejam compreender:

• em qual fase da vida estão
• quais forças femininas estão tentando emergir
• quais histórias familiares ainda influenciam suas escolhas
• e qual é o seu lugar no ciclo da vida

Se você sente que está em transição, cansada de sustentar tudo ou percebendo padrões se repetindo…

talvez essa jornada seja importante agora.

📅 Início: 18 de março
✨ Inscrições abertas apenas até dia 15 de março
6 encontros entre mulheres sempre às quartas telepresenciais finalizando em 22 de abril.

Link na bio para conhecer nossa jornada e para se inscrever!

Gratidão
Ju

Address

Ballynalug
Clonaslee
R32T2C8

Alerts

Be the first to know and let us send you an email when Escola Mulher Sistêmica posts news and promotions. Your email address will not be used for any other purpose, and you can unsubscribe at any time.

Share

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Category