A Costela de Lilith

A Costela de Lilith Participe nesta experiência inspiradora e faça parte da mudança! "A Costela de Lilith" actual tem o seu epicentro da Ilha das Flores, no arquipélago dos Açores.

Descubra o poder transformador do projecto "A Costela de Lilith": uma jornada, através do teatro e da comunidade, que empodera, dá voz e aumenta a auto-estima das Mulheres. "A Costela de Lilith" é uma iniciativa artística que visa explorar e celebrar a identidade feminina através do teatro e da comunidade. Inspirado no mito de Lilith e enriquecido pelas histórias individuais das mulheres, este pro

jecto tem como objectivo promover a participação das mulheres na cultura, abordando questões relevantes como saúde mental, igualdade de género e inclusão social. Através de laboratórios de dramaturgia, encenação, voz e corpo, as participantes terão a oportunidade de expressar as suas experiências, fortalecer a sua voz e criar uma obra teatral colectiva que reflicta a diversidade e a riqueza da feminilidade. No final, o projecto culminará em apresentações públicas, proporcionando um espaço de diálogo e reflexão sobre as questões abordadas. No futuro, pretendemos expandir o alcance do projecto, alcançando mais mulheres em diferentes comunidades e regiões. Queremos fortalecer as parcerias locais e colaborar com outras organizações para ampliar os recursos disponíveis e aumentar o impacto do projecto. Além disso, estamos comprometidas em continuar a aprimorar e diversificar as actividades oferecidas, adaptando-as às necessidades e interesses das participantes. Através de novas iniciativas, workshops e apresentações, criamos um espaço cada vez mais inclusivo e inspirador para as mulheres expressarem as suas vozes, partilharem as suas histórias e fortalecerem o seu papel na sociedade.

09/04/2026

Transformar a curta-metragem "Domingo a Domingo – As Mulheres do Espírito Santo da Calheta" num documentário de longa duração é o objectivo do projecto “A Costela de Lilith”.
Para que este objectivo seja possível, está a decorrer uma campanha de angariação de fundos até ao dia 10 de Abril, 6ª feira. Este documentário pretende dar voz, rosto e memória a estas mulheres que geralmente actuam nos bastidores desta festa religiosa.

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📌Podem tirar print e enviar-nos por mensagem privada o comprovativo. E seremos nós, a equipa, a recolher os donativos e a colocar directamente na plataforma.
Equipa:
Liliana Janeiro MBWAY 918485731
Janete Chaves MBWAY 924377131
Joana Silva MBWAY 914243474
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Entrevista de Liliana Janeiro ao Complexo N, onde fala sobre o projecto A Costela de Lilith e suas iniciativas passadas,...
09/04/2026

Entrevista de Liliana Janeiro ao Complexo N, onde fala sobre o projecto A Costela de Lilith e suas iniciativas passadas, presentes e futuras.

Ajude-nos a realizar o nosso sonho: um documentário sobre o papel das mulheres na preparação das festas do Divino Espírito Santo da Calheta de São Jorge.

⚠️Atenção⚠️
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𝗘𝗡𝗧𝗥𝗘𝗩𝗜𝗦𝗧𝗔 – 𝗟𝗜𝗟𝗜𝗔𝗡𝗔 𝗝𝗔𝗡𝗘𝗜𝗥𝗢
𝗙𝘂𝗻𝗱𝗮𝗱𝗼𝗿𝗮 𝗲 𝗱𝗶𝗿𝗲𝗰𝘁𝗼𝗿𝗮 𝗮𝗿𝘁𝗶́𝘀𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗷𝗲𝗰𝘁𝗼 𝗔 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗲𝗹𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝗹𝗶𝘁𝗵

«Domingo a Domingo: As Mulheres do Espírito Santo da Calheta» é o título da curta-metragem de homenagem ao papel “invisível” das mulheres numa das maiores marcas identitárias dos Açores. Estreou em Novembro, em São Jorge, pelas mãos de Liliana Janeiro, criadora do projecto A Costela de Lilith, e o seu impacto e relevância cultural encorajaram agora o desenvolvimento de um documentário de longa duração. Para tal, responsáveis e comunidade envidam esforços para angariar fundos que se tornam cruciais para a execução do projecto. Decorre até ao próximo dia 10 de Abril uma campanha de crowdfunding, para a qual qualquer ajuda é bem-vinda, afirma Liliana Janeiro. A mentora do projecto reconhece o desafio, mas está confiante na solidariedade do povo açoriano para conseguir imortalizar a força, muitas vezes ignorada, das mulheres nesta tradição secular.

𝗔 𝗲𝘅𝗶𝗯𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗰𝘂𝗿𝘁𝗮-𝗺𝗲𝘁𝗿𝗮𝗴𝗲𝗺 «𝗗𝗼𝗺𝗶𝗻𝗴𝗼 𝗮 𝗗𝗼𝗺𝗶𝗻𝗴𝗼» 𝗱𝗲𝗰𝗼𝗿𝗿𝗲𝘂 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗻𝘂𝗺𝗮 𝗶𝗹𝗵𝗮. 𝗣𝗼𝗿𝗾𝘂𝗲̂?
Sim, foi só exibida em São Jorge. A proposta da Câmara Municipal da Calheta tinha sido apoiar-nos para fazermos uma cobertura das Festas do Espírito Santo. Como A Costela de Lilith está ligada às questões das mulheres, decidimos investigar o seu papel social nestas celebrações. Começámos, assim, a descobrir algumas coisas muito interessantes, como o facto de as mulheres não poderem ser mordomas ou organizar as festas.
Em certas zonas, algumas mulheres mais rebeldes organizaram listas, à revelia dos homens, e conseguiram ganhar. Portanto, foram assim moldando um pouco o papel que tinham nas Festas do Espírito Santo.
Só conseguimos realizar 12 minutos de curta-metragem, por uma questão financeira e pelo enorme trabalho que implica. Achámos pouco para tantas histórias.
Na altura, fizemos uma digressão pelo concelho da Calheta, percorremos oito freguesias, e registámos, de domingo a domingo, como são organizadas as festas. Foi muito interessante ver o apelo das pessoas para que alongássemos o documentário. Começaram espontaneamente a contar-nos mais histórias – de onde é que vinha o jantarinho das meninas, a história mesmo preliminar; qual foi a primeira mulher a rezar o terço sozinha, pois eram os homens que o faziam, etc.
Assim sendo, ao longo dessa digressão fomos fazendo um mapeamento e levantamento de ainda mais histórias. Temos bastante trabalho pela frente. Queremos ser honestas, fiéis e leais à comunidade e apresentar-lhes um documentário maior, em que elas se revejam ainda mais, por forma a legitimar todo o esforço que estas mulheres fizeram ao longo de anos.
Acho que o que acontece em São Jorge é um pequeno reflexo do que acontece no mundo inteiro, com a evolução do papel social da mulher.

𝗘́, 𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝗻𝘁𝗼, 𝘂𝗺 𝘁𝗲𝗺𝗮 𝗽𝗲𝗿𝗳𝗲𝗶𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲𝗻𝗾𝘂𝗮𝗱𝗿𝗮́𝘃𝗲𝗹 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗲𝗶𝘁𝗼 “𝗳𝗲𝗺𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗮” 𝗱𝗲 𝗔 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗲𝗹𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝗹𝗶𝘁𝗵…
Este projecto é especificamente ligado à mulher. O intuito é empoderá-la, fortalecê-la através das artes e colocar em palco as suas histórias que ficaram só na oralidade. Queremos dar visibilidade e voz a essas histórias, que são nossas, vindas de ilhas “desconhecidas”. Vale, sem dúvida, a pena estarem escritas numa peça de teatro acessível a todos. O intuito é relembrar à comunidade o poder e esforço das mulheres das ilhas.

𝗤𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝘀𝗲 𝗶𝗻𝗶𝗰𝗶𝗮 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗷𝗲𝗰𝘁𝗼 𝗔 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗲𝗹𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝗹𝗶𝘁𝗵?
Em 2021. Foi muito engraçado, pois este foi o meu projecto de tese. Tenho mestrado em Teatro Comunitário. Na altura, percorri São Miguel, Faial e Flores e estive a fazer um workshop de dez horas de criação prática com mulheres. Através do teatro, conseguimos também passar a ideia para o papel. Os poemas que daí resultaram estão catalogados no livro com o mesmo nome, «A Costela de Lilith», que é o resumo de tudo o que aconteceu nesses workshops. São cerca de 26 poemas.

𝗔 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗲𝗹𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝗹𝗶𝘁𝗵 𝗲́, 𝗮𝘀𝘀𝗶𝗺, 𝘂𝗺 𝗽𝗿𝗼𝗷𝗲𝗰𝘁𝗼 𝗺𝘂𝗹𝘁𝗶𝗱𝗶𝘀𝗰𝗶𝗽𝗹𝗶𝗻𝗮𝗿 𝗲 𝗱𝗶𝗿𝗶𝗴𝗶𝗱𝗼 𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗮𝘀 𝗮𝘀 𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀, 𝗯𝗮𝘀𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗲𝗷𝗮𝗺 𝗺𝘂𝗹𝗵𝗲𝗿𝗲𝘀…
Sim, mas também temos homens que participam. Nas Flores, em 2023, recebemos um apoio do programa Iberescena que nos permitiu ir para o palco. Fizemos o teatro comunitário com a participação de 40 mulheres, locais e emigrantes, de bandas filarmónicas, de coros da zona, do serviço de desenvolvimento agrário, etc.
O foco e o tema são sempre dentro do universo da mulher. Mas tivemos homens que se disponibilizaram para ajudar, com as luzes e o som, por exemplo, bem como maridos de senhoras de 80 anos, que nunca tinham participado em nada. Ensaiaram a semana inteira, e quem as levava eram os maridos.

𝗘́ 𝘂𝗺 𝘁𝗶𝗽𝗼 𝗱𝗲 𝗮𝗰𝘁𝗶𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝘁𝗶𝗿𝗮 𝗮𝘀 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗰𝗮𝘀𝗮 𝗲 𝗳𝗮́-𝗹𝗮𝘀 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘃𝗶𝘃𝗮𝘀...
Sim, é esse o objectivo. A Costela de Lilith funciona também muito pelos fundos que recebe. A primeira questão é fazer o teatro comunitário, mas agora surgiu a oportunidade do audiovisual, através do documentário.
Encontro-me envolvida em imensas candidaturas. Fiz uma para um programa de saúde mental dedicado às mulheres, em São Jorge, porque é uma ilha em que é difícil viver – nem têm hospital. São coisas que não imaginamos em São Miguel, por isso, as realidades das ilhas mais pequenas e longínquas são muito interessantes e diferentes.
Como referia, há um eixo de saúde mental, mas queremos também incluir um de Direitos Humanos das mulheres, de igualdade de direitos entre homens e mulheres, e outros géneros. Aos poucos, queremos chegar a outras áreas, pelas quais passam uma possível parceria com a Get Art, de modo a organizarmos um pequeno festival Lilith, com cantoras e artistas femininas.
Esta é uma possível solução, porque o grande objectivo é enaltecer e potencializar as qualidades que cada mulher traz, tanto ao teatro comunitário como à equipa em si. Não tenho experiência em festivais de música, por isso, procuro uma pessoa boa no que faz, e que é mulher.
Friso ainda que a nossa equipa também é composta por mulheres de todos os sítios. Sou de São Miguel, a encenadora é do Brasil, a dramaturga é espanhola, a cenógrafa é do Uruguai, a directora de fotografia é da Finlândia, a sonoplasta também é espanhola, e temos uma nova aquisição na área da música, mais especificamente no canto e voz.

𝗔 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗲𝗹𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝗹𝗶𝘁𝗵, 𝗽𝗼𝗿 𝘀𝘂𝗮 𝘃𝗲𝘇, 𝗲́ 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗴𝗿𝗮𝗱𝗮 𝗻𝗮 𝗮𝘀𝘀𝗼𝗰𝗶𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝟵’𝗖𝗶𝗿𝗰𝗼𝘀…
Sim. A Costela de Lilith é um projecto meu, mas eles oferecem-nos apoio administrativo para concorrer a fundos. Já o festival de música que planeamos estará dentro da Get Art. A Costela de Lilith é uma marca que funciona com várias associações.

𝗦𝗲 𝗻𝗮̃𝗼 𝗳𝗼𝗿 𝗮𝘁𝗶𝗻𝗴𝗶𝗱𝗮 𝗮 𝗺𝗲𝘁𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗰𝗿𝗼𝘄𝗱𝗳𝘂𝗻𝗱𝗶𝗻𝗴, 𝗮𝗿𝗿𝗶𝘀𝗰𝗮𝗺-𝘀𝗲 𝗮 𝗽𝗲𝗿𝗱𝗲𝗿 𝗼 𝗮𝗽𝗼𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝗜𝗯𝗲𝗿𝗲𝘀𝗰𝗲𝗻𝗮?
Não o perdemos, mas não conseguindo os fundos suficientes será difícil concretizar o projecto.
O que estamos a fazer é, através de produtoras e pessoas incríveis de São Jorge, abordar juntas de freguesia e outras entidades. Já conseguimos financiamento por parte da Câmara da Calheta, que foram espectaculares. Além do apoio monetário, vão ajudar-nos com o alojamento para as artistas. Temos também o apoio de algumas juntas, e veremos se com o crowdfunding conseguimos a quantia exacta para fazermos o documentário. A Direcção Regional das Comunidades deu-nos 700€. Por sua vez, a Direcção Regional para a Promoção da Igualdade e Inclusão Social recusou o nosso projecto. É algo que me deixa frustradíssima, precisamente pela pasta que têm.

𝗔 𝗰𝗮𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗮 𝗱𝗲 𝗰𝗿𝗼𝘄𝗱𝗳𝘂𝗻𝗱𝗶𝗻𝗴 𝘁𝗲𝗿𝗺𝗶𝗻𝗮 𝗱𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝘁𝗿𝗲̂𝘀 𝗱𝗶𝗮𝘀. 𝗘𝘀𝘁𝗮́ 𝗰𝗼𝗻𝗳𝗶𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗾𝘂𝗲 𝗲́ 𝗽𝗼𝘀𝘀𝗶́𝘃𝗲𝗹 𝗮𝗻𝗴𝗮𝗿𝗶𝗮𝗿 𝗼𝘀 𝟰𝟬% 𝗱𝗼 𝘃𝗮𝗹𝗼𝗿 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗲𝗺 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮?
Estamos a fazer de tudo para conseguirmos os 3000€. Caso não seja possível, agradecemos imenso a todos os que nos ajudaram até agora, mas vamos seguir em frente.
Estamos conscientes de que talvez não seja possível trabalhar durante o tempo que pretendíamos, ou que seremos forçados a reduzir a duração do documentário, o que nunca é bom.
Contudo, concorri à Direcção-Geral das Artes (DGArtes), à Fundação Calouste Gulbenkian para a criação e estou a preparar um concurso internacional. Além disso, estamos a abordar os privados. Mesmo pequenas quantias ajudam. Por exemplo, uma viagem da SATA seria uma ajuda.
O espírito é o de que vamos conseguir. Se faltar alguma coisa vamos arranjar solução, nem que seja pelo mecenato ou a vender livros e sacos de A Costela de Lilith. Somos muito positivas, uma equipa bastante grande e lutadora, com bastante energia. Por isso, eu acredito!

𝗤𝘂𝗲 𝗼𝘂𝘁𝗿𝗼𝘀 𝗽𝗮𝘀𝘀𝗼𝘀 𝘀𝗲 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗲𝗺 𝗮𝘁𝗲́ 𝗮̀ 𝗰𝗼𝗻𝗰𝗹𝘂𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗱𝗼𝗰𝘂𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮́𝗿𝗶𝗼?
Antes de mais, estou a planear uma ida a São Jorge já em Maio, com a Kukka Harvilahti, directora de fotografia, para estarmos com as produtoras locais e os jorgenses, pois assim é muito mais fácil chegar aos sítios por elas. Vamos recolher as imagens que ainda faltam, realizar entrevistas com as pessoas que falaram connosco na digressão, e assim recolher o resto das histórias.
Em Outubro, volto para fazer o teatro comunitário e, se faltar algo, conclui-lo-ei nessa altura. A partir daí, passamos à fase de edição. Quanto ao lançamento, está previsto para as próximas Festas do Espírito Santo, em Maio ou Junho de 2027.

𝗣𝗼𝗱𝗲𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝘃𝗲𝗿 𝗮𝗹𝗴𝘂𝗺 𝗱𝗶𝗮 𝘂𝗺 𝗽𝗿𝗼𝗷𝗲𝗰𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗲𝗹𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝗹𝗶𝘁𝗵 𝗲𝗺 𝗦𝗮̃𝗼 𝗠𝗶𝗴𝘂𝗲𝗹?
Já me fizeram tantas vezes essa pergunta. Em alguma altura pretendo que o projecto também seja feito em São Miguel. Porém, este é um projecto que me é muito “rente ao coração” – é muito emocional. As ilhas Terceira, Faial e São Miguel já têm coisas a acontecer artisticamente. Interessa-me descentralizar, abordar e dar a conhecer o que se faz nas outras ilhas. Afinal de contas, o teatro comunitário vive é das histórias das pessoas do local. A descentralização, para mim, simboliza também o empoderamento da própria Região Autónoma dos Açores, ou das mulheres da região.

𝗦𝗔𝗜𝗕𝗔 𝗖𝗢𝗠𝗢 𝗣𝗔𝗥𝗧𝗜𝗖𝗜𝗣𝗔𝗥 𝗡𝗔 𝗖𝗔𝗠𝗣𝗔𝗡𝗛𝗔 𝗗𝗘 𝗖𝗥𝗢𝗪𝗗𝗙𝗨𝗡𝗗𝗜𝗡𝗚 𝗘𝗠 𝗟𝗜𝗡𝗞 𝗡𝗢𝗦 𝗖𝗢𝗠𝗘𝗡𝗧𝗔́𝗥𝗜𝗢𝗦.

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A mentora do projecto "A Costela de Lilith" - uma iniciativa da 9'Circos - Associação de Artes Circenses dos Açores, Liliana Janeiro, esteve presente na 7.ª Gala do Planeta Mulher, na ilha Terceira, realizada no passado sábado. ✊🍎

A gala visou homenagear mulheres de diversas áreas pela sua contribuição para a igualdade de género. ❤️

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27/03/2026

🎭 Hoje celebra-se o Dia Mundial do Teatro 🎭
E, para assinalar a data, recordamos a nossa peça de teatro comunitário realizada na ilha das Flores: “E Depois da Bruma”. 🪽🌫️

P.S. Continuamos a sonhar com a criação de uma peça de teatro comunitário na ilha de São Jorge, dedicada às suas mulheres.
Ajuda-nos a tornar esse sonho realidade — nem que seja com 5€!

💛 Formas de apoiar:
➡️ Plataforma PPL:
https://ppl.pt/espiritosanto

➡️ Via MBWay (enviando comprovativo por mensagem privada):

Liliana Janeiro — 918485731

Janete Chaves — 924377131

Joana Silva — 914243474

🎥 Poderá assistir à peça “E Depois da Bruma”, resultado da nossa residência artística na ilha das Flores, em Setembro de 2024, aqui:

👇

Depois da Bruma - A Costela de LilithProjeto de Teatro ComunitárioMuseu das Lajes, Flores, 27 a 29 de Setembro𝐅𝐢𝐜𝐡𝐚 𝐓𝐞́𝐜𝐧𝐢𝐜𝐚 do Projeto𝗔𝘂𝘁𝗼𝗿...

🙋🏽‍♀️Este é um pedido URGENTE de participação no nosso crowdfunding- ANGARIAÇÃO DE FUNDOS - para transformar a curta-met...
27/03/2026

🙋🏽‍♀️Este é um pedido URGENTE de participação no nosso crowdfunding- ANGARIAÇÃO DE FUNDOS - para transformar a curta-metragem de 12 minutos sobre o Papel das Mulheres no Espírito Santo, numa longa metragem sobre as Mulheres de São Jorge!!!

⚠️Atenção⚠️
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📌Podem tirar print e enviar-nos por mensagem privada o comprovativo. E seremos nós, a equipa, a recolher os donativos e a colocar directamente na plataforma.

Equipa:
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👉🏽Para isso precisamos que contribuam pelo menos com 5€, têm mais informações no link: https://ppl.pt/espiritosanto

🫶🏽Por favor, partilhem com a vossa família e amigos e vamos trazer isto para a ilha de São Jorge, já a partir de Outubro deste ano!
*quem quiser contribuir mais é sempre bem-vindo!!!! Temos apenas 15 dias para terminar esta campanha! 🙏

«“Foi a própria comunidade que nos lançou o desafio de continuar. Percebemos que havia muitas histórias por contar e que era importante aprofundar este trabalho, prosseguindo com a valorização do papel social das mulheres”, sublinhou à Lusa a realizadora.
Além do documentário, o projecto prevê a criação de uma peça de teatro comunitário, a recolha de sons da ilha para compor a banda sonora e a organização de iniciativas culturais, como um festival dedicado à saúde mental e um minifestival de artistas locais».

O projeto ‘A Costela de Lilith’, da associação 9’Circos, lançou uma campanha de angariação de 3.000 euros para transformar a curta-metragem “Domingo a Domingo” num documentário de longa duração sobre o papel das mulheres nas festas do Espírito Santo. A curta-metragem, que teve exi...

26/03/2026

Há histórias que moldam comunidades… mas que raramente são ouvidas.

Este documentário nasce para dar voz às mulheres do Espírito Santo — mulheres que, geração após geração, sustentaram tradições, famílias e comunidades, muitas vezes em silêncio.

A partir do projecto A Costela de Lilith, vamos escutar testemunhos reais sobre aquilo que mudou — e aquilo que permanece — no papel social das mulheres: na fé, no trabalho, na família e no lugar que ocupam no mundo.
São histórias de força, de transformação e de identidade.
Histórias que não podem ficar por contar.
Ao apoiar esta campanha, estás a ajudar a preservar memórias vivas e a criar um documento essencial para o futuro — sensível, humano e profundamente necessário.

Este filme será apresentado nas Festas do Espírito Santo de 2027, devolvendo estas vozes à comunidade que lhes deu origem.

👉 ppl.pt/espiritosanto ✨ Apoia. Partilha. Faz parte desta memória colectiva.

Porque dar voz é também um acto de justiça.

P.S. Podem enviar mensagem à mentora do projecto, Liliana Janeiro, para mais informações e outras formas de doação, assim como a Azoreangoldenquill Janete Chaves Viana, uma das nossas mandatárias em São Jorge.

https://ppl.pt/espiritosanto⚠️Atenção⚠️ A pedido de várias pessoas é possível agora fazerem as vossas doações para nós, ...
23/03/2026

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*quem quiser contribuir mais é sempre bem-vindo!!!! Temos apenas 19 dias para terminar esta campanha!

Teaser do filme documental Domingo a Domingo – As Mulheres do Espírito Santo, que conta a história das mulheres da ilha de São Jorge, que organizam todos os ...

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