Rute Correia Azevedo - Psicologia & Psicoterapia

Rute Correia Azevedo - Psicologia & Psicoterapia Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Rute Correia Azevedo - Psicologia & Psicoterapia, Serviço de saúde mental, Bombarral, Bombarral.

Psicóloga Clínica e da Saúde
(Jovens e Adultos | Consultas Presenciais e Online)

Formadora com especialização em Igualdade de Género

Membro da Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica (em formação)

Técnica de Apoio à Vítima

09/12/2025
09/12/2025

Nesta edição do Podcast O2, s𝐞𝐧𝐭𝐚́𝐦𝐨-𝐧𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐑𝐮𝐭𝐞 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐚 𝐀𝐳𝐞𝐯𝐞𝐝𝐨 — 𝐩𝐬𝐢𝐜𝐨́𝐥𝐨𝐠𝐚 𝐞 𝐭𝐞́𝐜𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐬𝐮𝐩𝐞𝐫𝐢𝐨𝐫 𝐝𝐚 𝐂𝐈𝐆 — para uma conversa genuína sobre saúde mental, pertença, teletrabalho, expectativas, vínculos familiares e o valor das coletividades.

Entre memórias da infância, escolhas de vida e reflexões sobre o futuro coletivo, Rute convida-nos a pensar como o envolvimento na comunidade pode ser um antídoto para o isolamento, o cansaço e a desesperança.

👉 Vê o episódio completo no canal de YouTube da Oeste Respira! Link na bio 🔝

Hoje recebi este presente que tem um sabor especial ...Além da Revista Análise Associativa em formato impresso (adoro li...
07/12/2025

Hoje recebi este presente que tem um sabor especial ...

Além da Revista Análise Associativa em formato impresso (adoro livros em papel), produzido pela Confederação Portuguesa de Coletividades de Cultura Recreio e Desporto, esta edição tem um artigo que resulta de uma mesa redonda na qual tive o privilégio de participar com a Conceição Brazão Correia como coordenadoras do projeto do Observatório do Associativismo Popular chamado Escola do Associativismo sobre a participação de crianças e jovens no MAP.

Podem ler este e outros artigos em :
https://www.cpccrd.pt/centro-documentacao-e-informacao/analise-assiociativa/

Obrigada ❤️

"Nas confusas redes do seu pensamentoPrendem—se obscuras medusasEla é medusaA vítima que toda a gente acusaE de quem a v...
23/11/2025

"Nas confusas redes do seu pensamento
Prendem—se obscuras medusas
Ela é medusa
A vítima que toda a gente acusa
E de quem a vida abusa
Ela é Medusa e recua e recusa
E resiste, ele insiste e arranca—lha a blusa e usa
Escusa, ela acua, sozinha na rua
Semi—nua
Semi—sua
Semi—morta
Porque mais ninguém se importa
Ela é Medusa
O corpo pra que toda a gente aponta
Que posta, não gosta
Faz troça, desmonta
Comenta, ali exposta na montra
De fita métrica pronta
Examina—se a carne
E critica—se a coisa
O resto não conta
É uma sombra
É uma sombra
É uma sombra (...)"
(Medusa, música de , 2015)

Assim começamos juntas a pensar sobre a violência doméstica, os seus lugares em nós e nas vítimas. Podemos pensar o que f**a, o que falta, o que se perde e como se transforma.

A Violência Doméstica é um fenómeno social e político complexo com repercussões a vários níveis, sendo a dimensão emocional e psicológica uma das mais expressivas e ao mesmo tempo a menos visível.

Foi um enorme privilégio ter passado a tarde, deste domingo, num espaço tão acolhedor, tão rico e do qual sai regada de esperança para continuar os caminhos de mudança. Obrigada MDM Lisboa e obrigada querida Mariana Branco.

Termino como comecei...

"E tu tás pronto, honey?
Estarás pronto para ver
Como é que a cor da batida f**a na mulher

Ela não é santa
Só um santo para o ser
Como é que esses argumentos servem pra bater

Cala esses demónios
Já te podes perdoar
Não levantes essa mão se não for pra lutar (...)"
(Mulher Batida, , 2022)

Próximo Domingo, em Lisboa.Venham 😊
17/11/2025

Próximo Domingo, em Lisboa.

Venham 😊

Conversa sobre Saúde Mental e Violência!

🗓️ 23 de novembro (domingo)
📍 Sede Nacional MDM

O agravar da precariedade no trabalho e nos acessos aos serviços de saúde básicos têm culminado num aumento exponencial da violência psicológica contra as trabalhadoras. A saúde mental das mulheres e o tabu à sua volta cria vítimas reais no trabalho, na família e na vivência de mulheres e raparigas em Portugal.

O aumento da violência doméstica, violência no namoro e dos movimentos contra a emancipação da Mulher permitem o crescimento de forças reacionárias.

Para termos um debate sobre saúde mental e violência convidamos a Rute Correia Azevedo. Psicóloga clínica que trabalha diretamente com vítimas de violência doméstica, jovens e adultas. Profundamente ligada à eliminação de todas as formas de violência contra mulheres e raparigas, a Rute traz uma visão de experiência e foque nas mulheres trabalhadoras.

Vem conversar connosco!
Juntas não somos demais! Junta-te a nós nesta conversa e adere ao MDM!

Psicanálise, Política e Poder um Encontro no Alentejo, numa outra casa que é a Universidade de Évora para reencontros co...
15/11/2025

Psicanálise, Política e Poder um Encontro no Alentejo, numa outra casa que é a Universidade de Évora para reencontros com muitas pessoas bonitas, amigos/as.

Mas também foi lugar de novos encontros, novas ligações e sobretudo um espaço privilegiado de expansão de pensamento, de vanguarda, de resistência, de conexão, de resistência e de esperança.

A Psicanálise é um lugar de esperança, de transformação e de futuro que vai muito para além do consultório e que são política, que poderão ser poder, mas sobretudo que têm de se afirmar com contracorrente.

Parabéns PsiRelacional 🤩❤️

A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género  é a minha casa "mãe", o local de trabalho por  inteiro, e não sendo o...
04/11/2025

A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género é a minha casa "mãe", o local de trabalho por inteiro, e não sendo o único, ocupa um espaço signif**ativo no meu dia.

A CIG é o lugar onde os valores que defendo se materializam em missão institucional no sentido de garantir a igualdade entre mulheres e homens e combater todas as formas de violência de género, em particular a Violência Doméstica.

É a casa que representa o compromisso nacional e internacional do estado Português para transformar a sociedade num lugar seguro, de igualdade de oportunidades, sem violência nem discriminação.

Aqui, tenho podido aprender muito e crescer.
Mesmo com todas as dores de crescimento e inquietações é nos lugares de encontro e partilha que me mantenho à tona, a respirar e a sonhar.

É um privilégio ter um trabalho onde conheço tantas pessoas maravilhosas, ter a oportunidade para pensar com as equipas que no terreno protegem diariamente vítimas, os constrangimentos à sua intervenção.

É duro mas espetacular, ser convocada para lugares de sentir difíceis onde navegamos sem soluções nem respostas e onde em conjunto descobrimos se aguentamos a incerteza e a vulnerabilidade.

É muito bom sentir que perante as propostas e os desafios a encontros mais agregadores e participativos às pessoas aderem, vão e estão por inteiro. Estes momentos são a evidência de que criando a oportunidade para parar e pensar, é possível promover saúde, qualidade nas respostas prestadas, mas sobretudo é possível reforçar os vínculos e encontrar suporte e esperança para continuar a fazer a diferença.

Estes momentos aqui partilhados dizem ainda assim pouco para o muito que me dizem. São oxigénio, são amparo e são esperança.

Hoje tive a oportunidade de participar numa sessão dirigida pelo Dr. George Bermudez Psicólogo e Psicanalista sobre Soci...
01/11/2025

Hoje tive a oportunidade de participar numa sessão dirigida pelo Dr. George Bermudez Psicólogo e Psicanalista sobre Social Dreaming Matrix and Large Group Experience.

Esta sessão faz parte do curso online Expanding Psychoanalytic Practice in Community (EPPIC) que procura convidar psicanalistas e profissionais de saúde de várias partes do mundo a pensar a sua prática e explorar abordagens transformaforas que possam responder às cada vez mais urgentes necessidades sociais.

Pensar a psicanálise na comunidade com o compromisso de explorar o sofrimento coletivo assim como formas de intervir na diversidade de contextos, comunidades e problemáticas.

Este curso é promovido pela International Psychoanalytical Association (IPA) e a American Psychoanalytic Association (APsA) e tem sido uma muito interessante experiência e oportunidade.

Partilho a minha comunicação de abertura, muito pessoal e cheia de esperança no potencial transformador dos coletivos, n...
27/10/2025

Partilho a minha comunicação de abertura, muito pessoal e cheia de esperança no potencial transformador dos coletivos, nas pessoas e no futuro.

"Boa tarde a todas as pessoas presentes, é com profundo entusiasmo que vos dou as boas-vindas à conferência da primeira edição de Olhares Psicanalíticos sobre saúde mental com o tema “Artificial – Inteligência, Vínculos e Futuro”.

Esta iniciativa organizada no âmbito do Dia Mundial da Saúde Mental, 10 de outubro, teve como principal objetivo a criação espaços na comunidade para aprofundar o conhecimento e a reflexão sobre os problemas de saúde mental. Momentos que fossem em simultâneo uma oportunidade de trazer a Psicanálise para a comunidade, e a comunidade para a discussão.
Não foi privilegiado um determinado tipo de público-alvo, mas sim o encontro entre diferentes públicos e a possibilidade de partilha de olhares e linguagens, contribuindo assim para um pensamento partilhado sobre os desafios à nossa saúde mental, impostos pelos avanços tecnológicos e as atuais condições políticas e sociais. Em conjunto espero que possamos sonhar o futuro, mas sobretudo construí-lo, porque isto é futuro.

Permitam-me falar-vos um pouco de mim, nasci numa pequena aldeia onde o sabor a casa se estendia para além das paredes da casa dos meus pais, as ruas que eram um bocadinho minhas era sítios onde me movia livremente, os cafés eram outras salas de estar além da minha casa, e o campo ou o salão da coletividade eram os meus espaços de brincar que se prolongavam para o outro lado da estrada. A mercearia, que ainda é a mesma desde que me lembro de existir, era a dispensa que os meus pais nunca tiveram e era, aliás ainda é o ponto de encontro de amigos e vizinhas.
Crescer numa aldeia deu-me contexto, aconchego, envolvência. As pessoas conhecem-se, mas já conheciam os meus avós, sabem quem são os meus pais e até sabem as histórias da família.

Também cresci numa família grande, embora eu seja filha única, à minha mãe não faltaram irmãos e irmãs. Como todas as famílias, a minha está cheia de histórias e dramas, mas há um certo sentido de tribo que se impõe acima de tudo. Sabemos do que somos feitos, sabemos o que nos liga e estamos lá quando é preciso.

Fui percebendo com os meus pais que a vida se fazia fazendo coisas com as pessoas e por elas e que isso podia ser prazeroso. Não tardou que eu me juntasse a eles nas suas múltiplas tarefas para mais tarde fazer o movimento de escolher os coletivos e as causas onde iria investir. Juntei-me a movimentos, associações, projetos, aprendi muitas coisas sobre trabalhar em equipa, intervir, organizar. Essas experiências organizaram-me e enriqueceram-me. Vi prazer em fazer coisas em conjunto.

Acredito que tudo isto contribuiu para um certo sentido de pertença, um amor à minha casa que é a minha terra, um orgulho na minha identidade, que é também o lugar de onde venho, os muitos lugares de onde venho. Sou muitas coisas, e sou muitas coisas que f**am na margem, sou ruralidade, sou classe trabalhadora, sou mulher.

Esses lugares da minha história fossam fazendo crescer em mim um apreço especial por pessoas, por grupos de pessoas, há um certo entusiasmo com a ideia de quebrar barreiras e criar pontes, facilitar aproximações, promover momentos de diálogo, de encontro.

Nas várias esferas da minha vida, é um pouco assim que me apresento, desafiante, criativa, conciliadora, de relações humanas e de inquietações constantes que nunca me imobilizam, antes compelem a agir. Quando integrei a Associação Portuguesa de Psicanalise e Psicoterapia Psicanalítica não foi diferente. As coisas entranham-se em nós com tempo e nós podemos também entranhar-nos nelas, fazer parte, construir, transformar.

Há quem se espante por ter abordagem psicanalítica no contexto clínico, eu estou habituada a que se espantem com as minhas convicções, mas muitas vezes isso vem de um lugar de desconhecimento que pode ser desmistif**ado.

A verdade é que a Psicanalise é uma experiência de relação, é um caminho de transformação profundo, onde o que está escondido, o que dói ou o que não foi vivido, pode finalmente ganhar voz, ser pensado, elaborado e transformado numa história que poderá finalmente ser contada. Como refere António Coimbra de Matos, a psicanálise é muito mais do que uma técnica ou uma teoria que considera os aspetos inconscientes do funcionamento humanos, a psicanálise é uma experiência relacional, de escuta, integração e descoberta.

Em psicanalise ou em psicoterapia psicanalítica as pessoas podem sentar-se frente a frente, ou deitar-se no divã, a periodicidade pode ser semanal, mais do que uma vez por semana ou eventualmente quinzenal. Mas há um compromisso, uma consistência, uma regularidade que deve ser cumprida, e compreendida.

A psicanálise é profundidade, é questionamento e é liberdade. Em psicoterapia há uma recusa da pressa, do imediatismo e da superficialidade. E também por essa razão, a psicanalise é hoje resistência.

Não há lugar onde goste mais de estar se não num lugar que se opõe a pressões sobre o ser.

Partilho isto para vos dizer, que estar aqui, é também fruto da minha história, dos caminhos que fui fazendo e das relações que vou criando. Eu gosto de lugares de diversidade, de expansão do pensamento, lugares onde cabe o silêncio, o impasse, a discordância, mas também onde entra a espontaneidade, a liberdade e a curiosidade. Gosto de espaços apropriados pelas pessoas, que sejam delas e para elas. Espaços onde haja lugar para todos e todas, não importando se toda a gente consegue articular as palavras da mesma forma ou se domina os mesmos conceitos. Há uma certa beleza na simplicidade das interações.

É por isso que aqui estamos, a conversa sobre saúde mental não é só para profissionais de saúde, e não deve ser reduzida a momentos que se tornam aulas dadas de um lugar de saber. É preciso partilhar conhecimento científico e ouvir o conhecimento popular, saber o que sentem as pessoas, o que elas temem, o que fazem e o que não querem fazer.

Quando pensei a possibilidade de nos trazer aqui, ninguém me bloqueou, e acreditem que já tive dias em que gostava que alguém o tivesse feito. Mas houve um apoio imediato. Houve muitos contributos e incentivos no processo, as pessoas queriam genuinamente que corresse bem e ao mesmo tempo acreditavam que assim seria. É assim o coletivo, é força e alegria.

E aqui estamos nós. Que possa ser o início de qualquer coisa que não termine hoje, que nos encha de coragem, de força e de esperança para transformar o medo, a dor e a inquietação em sonho, em alegria, em saúde e em futuro.

Para terminar queriam deixar 3 questões para pensar durante a tarde de hoje, as mesmas 3 que me trouxeram a este tema.
Que lugar ocupa a Inteligência Artificial e Novas Tecnologias nas nossas relações e no nosso adoecimento?

O que é a Psicanálise e que lugar ocupa hoje?

Porque incluir o Movimento Associativo no cuidado da nossa saúde mental?

É sobre isso que hoje nos propomos a refletir hoje.

Que possamos resistir, acordar, viver e transformar, em clínica, na comunidade e na vida.

Vamos conectar-nos e desfrutar deste momento.

Que este encontro nos ajude a imaginar, juntos, um futuro mais consciente, mais sensível e verdadeiramente humano.

Muito obrigada.

Rute Correia Azevedo"

25 de Outubro de 2025

Ainda sobre o encontro de dia 25 de Outubro no Bombarral, mas agora pelo olhar da querida amiga Margarida Silva  ❤️Obrig...
27/10/2025

Ainda sobre o encontro de dia 25 de Outubro no Bombarral, mas agora pelo olhar da querida amiga Margarida Silva ❤️

Obrigada!

Aproveito para agradecer:
Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalitica
Climepsi, Editores
Clube Recreativo Delgadense
Grupi de Teatro Amador "Os Lendários" especialmente ao Diogo pela música
Delmira Rafael pelo maravilhoso serviço de Coffe-Break e pela ainda melhor amizade Modartt pelos conselhos de imagem e pelos acessórios
Licor frutos pela ginja e doce de pêra rocha
Quinta do Sanguinhal pelo vinho
Teatro Eduardo Brazão pelo espaço e apoio
Cláudia Rafael Florista pelas flores
Ana Bráulio pelo banco do nosso cenário musical
Cristiana Domingos pelo apoio em tudo
Ilda Correia pelas bonitas plantas e os arranjos da mesa
Óptica Bombarral pelo cenário disponibilizado
Daniel Azevedo pela imagem gráf**a e condução do evento
Ana Catarina Correia
Rodrigo Correia
Mara Cordeiro, Dário Rafael e Mónica Tomás pelo apoio em todo o evento
Sport Clube Escolar Bombarralense pela disponibilidade para emprestar o pupito
Paulo Coelho e Margarida Silva Photo

As pessoas juntas transformam o mundo, promovem saúde e sonham o futuro ❤️

A sessão de cinema de 24 de Outubro foi um momento especial, o filme Lars e o Verdadeiro Amor abriu espaço para uma long...
27/10/2025

A sessão de cinema de 24 de Outubro foi um momento especial, o filme Lars e o Verdadeiro Amor abriu espaço para uma longa conversa onde as ideias foram partilhadas em voz alta no calor de uma casa cheia.

As coletividades são casas de cultura para todos/as, são espaços plurais e de diversidade. São motores da transformação social.

Obrigada Clube Recreativo Delgadense

Obrigada Hernani Caroço

E Obrigada Paulo Coelho pelas fotos!

Endereço

Bombarral
Bombarral
2540-110

Telefone

+351965537694

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