Psicologia das Emoções

Psicologia das Emoções *Psicóloga DraSusanaMelo(CédulaOPP022821)
*Psicoterapias, EMDR, TCC
*Sono Adulto/Sono Idade Pediátrica
* Amamentação

10/05/2026
10/05/2026

O medo do abandono muitas vezes nos faz agir de forma hostil, empurrando as pessoas para longe só para testar se elas vão lutar para ficar. É um pedido desesperado de socorro de uma criança interna que ainda não se sente digna de amor e precisa de provas constantes de lealdade.

O problema é que essa "montanha-russa" emocional desgasta os vínculos e afasta justamente quem queremos por perto. O amor cresce na segurança da presença, não no caos dos te**es. Faz sentido para você?

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25/04/2026

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Sabe quando alguém que te fez mal desaparece por um tempo… e depois reaparece do nada, falando com saudade, arrependido, dizendo que mudou ou que “nunca esqueceu você”? Parece reconciliação. Mas muitas vezes, é uma tática emocional usada por pessoas manipuladoras para puxar você de volta pra dentro de uma relação tóxica, mesmo depois de você ter se afastado. Isso tem um nome, hoovering.

O nome vem da marca de aspiradores “Hoover”, porque o objetivo é exatamente esse: sugar você de volta. E o pior é que isso não costuma parecer um ataque. Pelo contrário: vem disfarçado de carinho, afeto, sensibilidade, promessas e memórias. Mas o que está por trás é ter de volta o controle sobre você.

Quem faz hoovering não quer recomeçar uma relação saudável. Quer recuperar o poder emocional que tinha sobre você. E, principalmente, quer impedir que você siga em frente. Porque quando você se afasta, se cura ou começa a se fortalecer, a pessoa sente que está perdendo o controle…. e é aí que volta com tudo.

Talvez venha dizendo que está doente, que “nunca amou ninguém como você”, que sonhou com vocês dois juntos, ou até pedindo desculpas. Mas tudo isso é pensado para ativar os pontos mais sensíveis da sua mente: culpa, nostalgia, empatia, dúvida. O objetivo é desestabilizar sua clareza.

E funciona. Porque você começa a pensar: “E se ele tiver mudado?”, “Será que fui dura demais?”, “E se for verdade?”. Mas esse é o jogo. O hoovering não precisa te convencer totalmente. Basta fazer você hesitar. Basta plantar a dúvida. E, com isso, a pessoa volta a ter espaço para te manipular.

Por isso, reconhecer o hoovering é fundamental para quebrar o ciclo. Se alguém some quando você mais precisa e volta só quando percebe que perdeu acesso à sua vida, isso é ego ferido.

Você não precisa se justificar por se proteger. Você não está sendo radical e nem insensível. Está apenas fazendo o que precisa ser feito para não cair de novo no mesmo padrão.

Dizer “não” é, muitas vezes, o ato mais profundo de amor-próprio que você pode ter.

18/03/2026

🟢 Programa “Estou Aqui Adultos” - idosa localizada e entregue à família

A PSP - Comando Distrital de Castelo Branco, localizou uma idosa, portadora da pulseira do Programa Estou Aqui Adultos.
A idosa havia sido atropelada por um comboio, e após receber todos os cuidados médicos no local do atropelamento, foi encaminhada para o Hospital de Amato Lusitano, para melhor avaliação.
A idosa não possuía qualquer identificação consigo, mas os policias verificaram que a mesma possuía a pulseira do programa da PSP.
Graças à pulseira, do Programa Estou Aqui Adultos, foi possível ler o código único e contactar imediatamente um familiar.
Após diligências, foi possível contatar a cuidadora da idosa que ficou ciente do que havia acontecido e do local onde a idosa se encontrava.

A pulseira é gratuita, resistente e pode fazer toda a diferença num momento de desorientação.
Se tem um familiar idoso ou com Alzheimer/demência, não espere pelo imprevisto.
Peça já a pulseira em 👉 https://estouaquiadultos.mai.gov.pt
Juntos, protegemos quem mais amamos.

14/02/2026

Em 1980, Mark DeFriest tinha apenas 19 anos quando foi preso para cumprir uma pena que deveria durar quatro anos. Seu “crime” foi retirar ferramentas que seu pai falecido havia lhe deixado em testamento — ato considerado tecnicamente roubo, já que o inventário ainda não havia sido concluído.

O que parecia uma punição curta acabou se transformando em um pesadelo que se estenderia por mais de três décadas.

Autista e dono de uma habilidade mecânica fora do comum, Mark ficou conhecido como o “Houdini da Flórida”. Ele era capaz de observar uma chave uma única vez, memorizá-la e depois recriá-la usando sabão, papel-alumínio ou pequenos pedaços de metal.

Ao longo dos anos, tentou fugir treze vezes — e conseguiu em sete delas. Mas cada fuga bem-sucedida trazia uma consequência: mais anos atrás das grades. Assim, a sentença inicial de quatro anos acabou se transformando em 34.

Sua trajetória revelou falhas profundas no sistema prisional. Em vez de compreender sua condição neurológica e canalizar suas habilidades de forma produtiva, o sistema respondeu com punições cada vez mais rígidas.

Mark DeFriest acabou se tornando um símbolo da genialidade incompreendida — e também um alerta poderoso sobre o que pode acontecer quando a justiça perde sua capacidade de agir com humanidade.

04/02/2026
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12/01/2026

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Autismo pode ser fruto da evolução biológica do cérebro humano, dizem cientistas

A compreensão científica sobre o transtorno do espectro autista (TEA) passa por uma reavaliação importante. Por décadas, o autismo foi interpretado predominantemente como um conjunto de alterações neurológicas associadas a dificuldades de interação social e comunicação. No entanto, pesquisas recentes sugerem que o TEA pode estar ligado a processos evolutivos do cérebro humano, sendo mantido — e possivelmente favorecido — pela seleção natural.

Estudos nas áreas da Psicologia Evolucionista e da Genética de Populações indicam que características associadas ao autismo, como alta capacidade de sistematização, foco intenso e reconhecimento de padrões, podem ter desempenhado papéis relevantes no desenvolvimento da cognição humana. Apesar das dificuldades sensoriais e sociais frequentemente presentes, essas habilidades seriam vantajosas em determinados contextos históricos e tecnológicos.

Essa hipótese foi reforçada por uma pesquisa conduzida por Starr e Fraser, da Universidade de Stanford, publicada na revista científica Molecular Biology and Evolution. O estudo analisou neurônios excitatórios do neocórtex — região essencial para funções cognitivas complexas — e constatou que essas células evoluíram de forma acelerada na linhagem humana quando comparadas a outros primatas.

Os pesquisadores observaram ainda que essa evolução rápida coincidiu com a redução da expressão de genes cuja baixa atividade está estatisticamente associada a um maior risco de diagnóstico de TEA. Para os cientistas, o achado sugere que traços hoje classificados dentro do espectro autista podem estar diretamente ligados à própria evolução do cérebro humano.

Especialistas ressaltam que a nova abordagem não elimina a necessidade de apoio, inclusão e políticas públicas para pessoas com TEA, mas amplia o debate ao reconhecer o autismo como parte da diversidade neurológica humana, e não apenas como uma condição patológica.

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