Inês Pereira Costa - Psicóloga

Inês Pereira Costa - Psicóloga 👧🏻👦🏼Intervenção com crianças e adolescentes
👩🏼‍🤝‍👨🏻Aconselhamento parental
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Muitas vezes olhamos para o comportamento das crianças como algo que precisa de ser corrigido... quando, na verdade, pre...
14/04/2026

Muitas vezes olhamos para o comportamento das crianças como algo que precisa de ser corrigido... quando, na verdade, precisa é de ser compreendido.

A fome, a sede e o cansaço têm um impacto direto na forma como a criança reage, sente e se regula. Um corpo em desequilíbrio dificilmente consegue ter um comportamento equilibrado.

Antes de corrigir, vale a pena parar e pensar: será que esta criança está com as suas necessidades básicas asseguradas?

Pequenos cuidados fazem uma grande diferença no dia a dia - e evitam muitos momentos de tensão desnecessários. 💛

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês

Há algumas semanas, vi uma publicação muito pertinente da  em que os jogadores entraram em campo com algumas frases em m...
10/04/2026

Há algumas semanas, vi uma publicação muito pertinente da em que os jogadores entraram em campo com algumas frases em mãos. Frases essas que me fizeram refletir.

Há uma coisa que precisamos de nos lembrar quando vamos ver os nossos filhos jogar: o jogo é deles, não é nosso. Eles sabem quando erram. Sentem-no no corpo, no olhar, no silêncio no balneário. Não precisam que a bancada transforme um erro numa sentença.

Precisam de segurança, de incentivo e de um lugar onde falhar seja permitido.
Quando gritamos com o árbitro, discutimos com outros pais ou insultamos os adversários, não estamos a "defender", nem a "proteger" os nossos. Estamos a ensinar-lhes como é que lidamos com a frustração, o conflito e a competição.
E as crianças aprendem mais com o que fazemos do que com o que dizemos.
Os outros jogadores não são inimigos. São crianças como as nossas.

O treinador é quem orienta o jogo. O árbitro é quem toma as decisões. E os pais...? Os pais educam pelo exemplo.

Que as bancadas sejam um espaço de apoio, respeito e fair-play. Porque, no fim do dia, mais importante do que o resultado, é o tipo de adulto que estamos a ajudar a construir.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês

Errar faz parte do desenvolvimento. É através dos erros que as crianças experimentam, ajustam estratégias e constroem co...
08/04/2026

Errar faz parte do desenvolvimento. É através dos erros que as crianças experimentam, ajustam estratégias e constroem confiança.

O problema não está no erro, está na forma como reagimos. Quando há críticas, pressão ou vergonha, a criança pode começar a evitar desafios por medo de falhar.

Mas quando o erro é acolhido com curiosidade e apoio, transforma-se numa poderosa oportunidade de aprendizagem.

Mais do que corrigir imediatamente, podemos ajudar a criança a refletir: o que aconteceu, o que pode fazer diferente e como tentar novamente.

Aprender não é acertar sempre. É ter espaço para errar, pensar e voltar a tentar.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês

😅Hoje é Dia das Mentiras… e estas são algumas das frases que mais ouço no gabinete. 🌪Quem vive com crianças e adolescent...
01/04/2026

😅Hoje é Dia das Mentiras… e estas são algumas das frases que mais ouço no gabinete.

🌪Quem vive com crianças e adolescentes provavelmente já ouviu várias destas. Mas a verdade é que, muitas vezes, estas “mentiras” não nascem da vontade de enganar. Surgem para evitar uma bronca, esconder vergonha, proteger a autoestima ou porque ainda não sabem bem como explicar o que sentem.

🌻Por isso, mais importante do que apanhar a mentira é perceber o que está por trás dela. Quando a relação é segura, as crianças aprendem que podem dizer a verdade - mesmo quando erram.

💛E isso vale muito mais do que qualquer resposta perfeita.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês

Entre horários, tarefas e atividades, o brincar livre é muitas vezes o primeiro a desaparecer. Mas é precisamente a brin...
23/03/2026

Entre horários, tarefas e atividades, o brincar livre é muitas vezes o primeiro a desaparecer. Mas é precisamente a brincadeira livre que ajuda a criança a regular as emoções, a aliviar tensões e a integrar as aprendizagens.

Antes da escola, prepara. Depois da escola, regula.

💛Brincar não é um extra. É uma necessidade do desenvolvimento infantil.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês


Discussões entre irmãos fazem parte do crescimento. Não significam que algo está errado - significam que estão a aprende...
17/03/2026

Discussões entre irmãos fazem parte do crescimento. Não significam que algo está errado - significam que estão a aprender a partilhar espaço, emoções e necessidades.

O nosso impulso é intervir logo, decidir quem tem razão e “resolver”. Mas, muitas vezes, o mais importante não é resolver por eles - é ensiná-los a resolver.

Algumas estratégias que ajudam:

✨ Mantém a calma antes de intervir - parar e regulares-te primeiro é o mais importante (não se resolve nada com gritos);
✨ Evita rótulos (“o mais velho é sempre assim…”);
✨ Dá espaço para cada um falar - ouve os dois lados sem tomar partido;
✨ Ajuda a identificar e a nomear emoções ("ok e quando ele fez isso, tu ficaste zangada");
✨ Pergunta: “Como podemos resolver isto?”;
✨ Incentiva soluções propostas por eles em conjunto.

Nem todos os conflitos precisam de um juiz. Precisam de um adulto que modele respeito, escuta e negociação.

💛 Ensinar a resolver conflitos é dar ferramentas para a vida toda. E isso vale muito mais do que silenciar uma discussão momentânea.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês

🙋‍♂️Perder a paciência não te torna um mau pai ou uma má mãe. Torna-te humano.🧐Educar é exigente. Cansa. Sobrecarrega. E...
09/03/2026

🙋‍♂️Perder a paciência não te torna um mau pai ou uma má mãe. Torna-te humano.

🧐Educar é exigente. Cansa. Sobrecarrega. E há dias em que chegamos ao limite. Perder a paciência não define quem és enquanto pai ou mãe - define apenas que, naquele momento, estavas no teu máximo.

🌻O que realmente faz a diferença não é nunca errar. É reconhecer, parar e reparar.

🌿Pedir desculpa também educa. Ensina responsabilidade emocional, mostra humanidade e fortalece a relação. As crianças não precisam de pais perfeitos: precisam de adultos disponíveis para reparar quando algo não corre bem.

💛A parentalidade real é feita de falhas, aprendizagens e recomeços constantes. E isso é mais do que suficiente.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês

Muitos pais têm dificuldade em pedir desculpa aos filhos. Acham que perdem autoridade. Que ficam “por baixo”. Que a cria...
03/03/2026

Muitos pais têm dificuldade em pedir desculpa aos filhos. Acham que perdem autoridade. Que ficam “por baixo”. Que a criança vai deixar de os respeitar.

Mas acontece exatamente o contrário. Quando pedes desculpa ao teu filho, estás a ensinar:

✨ responsabilidade emocional;
✨ humildade;
✨ reparação;
✨ respeito.

Estás a mostrar que errar é humano - e que assumir o erro é sinal de maturidade.

Pedir desculpa não é dizer “sou um péssimo pai/mãe”. É dizer: “Ontem exagerei. Não devia ter falado assim. Desculpa. Vou tentar fazer melhor.”

E isto é profundamente regulador para uma criança. Porque ela aprende que a relação é segura. Que mesmo quando algo corre mal, pode ser reparado.

As crianças não precisam de pais perfeitos. Precisam de pais conscientes e disponíveis para reconstruir.

E isto, sim, fortalece a autoridade - uma autoridade baseada no vínculo e no respeito. 💛

✍🏻 Com carinho,

Psicóloga Inês



🌪️As recentes tempestades não trouxeram só danos materiais. Trouxeram medo, insegurança e um forte impacto emocional em ...
10/02/2026

🌪️As recentes tempestades não trouxeram só danos materiais. Trouxeram medo, insegurança e um forte impacto emocional em muitas crianças, jovens e famílias.

✨É natural que, após situações intensas e imprevisíveis, surjam reações como medo, ansiedade, alterações no sono, maior irritabilidade, necessidade acrescida de proximidade ou algumas regressões comportamentais. Estas respostas não são sinais de fragilidade - são formas normais do corpo e da mente tentarem recuperar a sensação de segurança.

💛Nas crianças e jovens, estas reações são sinais de que o corpo e a mente estão a tentar recuperar o sentido de segurança. E nos pais, o cansaço emocional também pesa - porque cuidar enquanto se está preocupado não é fácil. Cuidar no meio da imprevisibilidade não é fácil. Dar conforto e segurança no meio do medo e das dúvidas, não é fácil.

Mas, mais do que nunca, é importante:
✨ validar emoções;
✨ explicar o que aconteceu de forma simples e honesta;
✨ manter rotinas sempre que possível;
✨ oferecer presença e previsibilidade (dentro do possível).

🤍E lembrar: pedir apoio psicológico não é sinal de fraqueza. É um ato de cuidado. Aos que estão a atravessar este momento difícil: não estão sozinhos.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês


🍀Lidar com frustrações não “estraga” a auto-estima - fortalece-a. É nas pequenas dificuldades do dia a dia que a criança...
26/01/2026

🍀Lidar com frustrações não “estraga” a auto-estima - fortalece-a. É nas pequenas dificuldades do dia a dia que a criança aprende a persistir, a pensar, a esperar e a lidar com o desconforto.

✨ O segredo não está em evitar a frustração, mas sim em não deixar a criança sozinha com ela. Apoio, validação e espaço para tentar são os maiores presentes que podes dar ao desenvolvimento emocional do teu filho.

💛Quando acolhes a emoção, dás segurança. Quando dás espaço para tentar, dás autonomia. Quando elogias o esforço, dás confiança.

🌻E é assim, com presença, não com perfeição, que a auto-estima cresce.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês

✨ Quando uma criança diz “tenho medo”, não está a ser dramática. Está a comunicar que algo dentro dela precisa de segura...
22/01/2026

✨ Quando uma criança diz “tenho medo”, não está a ser dramática. Está a comunicar que algo dentro dela precisa de segurança.

😶O medo não desaparece com frases rápidas ou comparações. Desaparece (ou diminui) quando é ouvido, validado e acompanhado.

Algumas ideias que ajudam:
✨ acolher antes de explicar;
✨ nomear a emoção;
✨ ouvir com calma;
✨ oferecer presença e previsibilidade.

💛Lembra-te: para uma criança, sentir-se segura com um adulto é o primeiro passo para ganhar coragem.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês

🪞Muitos pais perguntam: “Como ensino o meu filho a ter empatia?” A resposta raramente passa por explicar… e quase sempre...
15/01/2026

🪞Muitos pais perguntam: “Como ensino o meu filho a ter empatia?” A resposta raramente passa por explicar… e quase sempre por viver.

🤝A empatia aprende-se quando a criança:
- se sente compreendida;
- vê adultos a validar emoções;
- observa gestos de cuidado no dia a dia;
- é convidada a reparar no outro.

💛Não é sobre grandes conversas. É sobre pequenos momentos repetidos. E é aí que o desenvolvimento emocional acontece.

✍🏻 Com carinho,
Psicóloga Inês


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