23/12/2022
Como é que a música ajuda a trabalhar os fatores psicomotores? Nesta publicação vamos dar alguns exemplos.
Tonicidade: através de diferentes estilos musicais conseguimos proporcionar às crianças diferentes formas de estar com o seu corpo - relaxado/contraído
Equilíbrio: utilização de músicas que impliquem movimentos de equilíbrio (estátua, pé-coxinho, imitação de posturas, etc.)
Lateralidade: utilização de músicas que façam referência à esquerda/direito, para além de que quando dançamos estamos a estimular os dois lados do corpo.
Noção do corpo: músicas para identificar partes do corpo, realização de movimentos com partes do corpo específicas.
Estruturação espaciotemporal: dançar ao ritmo da música, músicas que falem sobre diferentes posições espaciais (para a frente, trás, para cima, baixo, lados, dançar apenas num determinado espaço).
Praxia global: todo o movimento que se faz enquanto se dança, coordenação motora global e tudo o que está englobado nos fatores psicomotores anteriores.
Praxia fina: tocar instrumentos musicais de percutir (tocar pandeireta, triângulo, maracas, etc., fazer ritmos com os mãos, com os dedos, etc..
Para além destas vantagens todas, estudos referem que a música ativa áreas emocionais, motoras, cognitivas e sensoriais em simultâneo potencializando a formação de sinapses e a plasticidade cerebral.