Maria Antonieta da Silva

Maria Antonieta da Silva "O terapeuta biodinâmico é, como na antiguidade grega. aquele que coloca a sua força física, emo Problemas emocionais e de relacionamentos.

As pessoas que procuram acompanhamento terapêutico são das pessoas mais corajosas que há. Ultrapassam o medo de se sentirem diferentes, o estereótipo que ainda existe de serem malucas e arriscam pedir ajuda para entrar na sua força, na sua fragilidade e reconhecer que o caminho a partir daí é rico e transformador. Procuram sempre aceitação para a sua diferença e exigem ser respeitadas desse modo, em tempos que exigem a normalização e a adaptação à maioria. Por isso, em parte são mais saudáveis e lúcidos dos que os outros que desistiram de parte de si em nome da aceitação ou do medo. O terapeuta também não é nenhum sábio ou iluminado, é antes alguém, que já passou pelo mesmo percurso, pela sua formação, aprendeu a viver com as suas inquietações e feridas e transformá-las em bons recursos. Está apenas dois passinhos à vossa frente....E cura também as suas dores quando se entrega ao grupo ou ao indivíduo na sessão individual. Trabalha com Trauma de Nascimento e outros (acidentes, choques emocionais), Doenças Crónicas e Stress. Problemas de ligação espiritual e existencial. Coordeno a formação profissional em Massagem Biodinâmica e os programas terapêuticos e de desenvolvimento pessoal do Coletivo da Enxara. Avaliação e proposta de plano terapêutico na 1ª consulta. As sessões podem durar entre 1h e 2h, consoante for de massagem biodinâmica ou de psicoterapia corporal ou regressiva. Metodologia usada nas sessões individuais /grupo:

- psicoterapia corporal e consciência corporal
- massagem biodinâmica
- terapia regressiva e de vidas passadas : método Roger Woolger
- bioenergética
- vegetoterapia
- gestalt
- constelações familiares
- meditação

faço parcerias com projetos educativos, terapêuticos e empresariais, contacte-me se fizer sentido pedir a minha colaboração.

16/05/2018

O psiquiatra esteve em Viseu e conversou com o Jornal do Centro

15/05/2018

Mo Gawdat, ex-executivo da Google X, esteve em Portugal no final da semana passada para apresentar o seu livro “Equação da Felicidade”. Em entrevista ao Link to Leaders falou do que entende ser a felicidade e de como esta é a melhor ferramenta para ajudar as empresas a chegarem ao sucesso. Du...

14/05/2018

Narcissists are those sneaky monsters who won’t ask for a permission to get under your skin and suck all your blood leaving an empty dark space… And they'll do it until you stop them. People who

12/05/2018
12/05/2018

As "ovelhas negras" da família.

As chamadas "ovelhas negras" da família são, na verdade, caçadores natos de caminhos de libertação para a árvore genealógica.
Os membros de uma árvore que não se adaptam às normas ou tradições do sistema familiar, aqueles que desde pequenos procuravam constantemente revolucionar as crenças, indo em contravía dos caminhos marcados pelas tradições familiares, aqueles criticados, julgados e mesmo rejeitados, esses, geralmente são os chamados a libertar a árvore de histórias repetitivas que frustram gerações inteiras.

As "ovelhas negras", as que não se adaptam, as que gritam rebeldia, cumprem um papel básico dentro de cada sistema familiar, elas reparam, apanham e criam o novo e desabrocham ramos na árvore genealógica.

Graças a estes membros, as nossas árvores renovam as suas raízes. Sua rebeldia é terra fértil, sua loucura é água que nutre, sua teimosia é novo ar, sua paixão é fogo que volta a acender o coração dos ancestrais.
Incontáveis desejos reprimidos, sonhos não realizados, talentos frustrados de nossos ancestrais se manifestam na rebeldia dessas ovelhas negras procurando realizar-se. A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas ovelhas um trabalho difícil e conflituoso.

No entanto, quem traria novas flores para a nossa árvore se não fosse por elas? Quem criaria novos ramos? Sem elas, os sonhos não realizados daqueles que sustentam a árvore gerações atrás, morreriam enterrados sob as suas próprias raízes.

Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua"raridade" como a flor mais preciosa da tua árvore. Tu és o sonho de todos os teus antepassados.

~ Bert Hellinger

12/05/2018

Know your responsibilities.

09/05/2018

SomaticSomatic Experiencing® O trauma está no sistema nervoso e não no evento Posted Maio 8, 2018Maio 8, 2018 Marlene Barroso “O trauma está no sistema nervoso e não no evento” (P. Levine, 1997) A Somatic Experiencing® (SE) é uma prática terapêutica desenvolvida por Peter A. Levine, PhD...

07/05/2018
19/04/2018
14/04/2018

For coaches, healers, mind/body pros, and anybody who want to learn about deep-level, neuroplastic healing.

05/04/2018

Three little words can change your life, but when a narcissist says “I love you,” those words take on an entirely different

Via Deva Avani EstelaDecreto da autorresponsabilidadeEscolho não colocar o peso de meu abandono infantil em meu relacion...
29/03/2018

Via Deva Avani Estela

Decreto da autorresponsabilidade

Escolho não colocar o peso de meu abandono infantil em meu relacionamento afetivo. Escolho não deixar a rejeição cortante da infância desfazer o laço do amor.
Se a relação está feliz ou triste, vou lidar com meu lado adulto, são coisas da vida. Minha criança ferida não chorará suas lágrimas por cima de meu bem. Chorará em meu colo de acolhimento em momentos apropriados.

Escolho não ser dominada pela ganância faminta de minha criança no momento de usar o dinheiro que ganho com meu trabalho. Já sei que essa fome não cessa, que não há medida de satisfação. Aprendi que dinheiro é minha colheita e é sagrado, e não desvalorizo mais o valor do que dou ao mundo com meu serviço e ofício. Criança não trabalha e não lida com dinheiro.

Escolho não deixar nas mãos de minha criança ferida a decisão do que e quando comer, me alimentar. Sei que ela sente que açúcar, alcool e glúten vão finalmente preencher seu vazio de não ter sido vista, ouvida e considerada. Já compreendi que o que alimenta esse buraco é sentir plenamente minha dor, tomando essa responsabilidade em minhas mãos, com pulso firme e de forma amorosa. No entanto, escolho comer com prazer, desde que seja comer sabores para comer sabores, e não para entorpecer o desespero da solidão.

Escolho não fazer s**o e dar meu corpo para receber segurança de qualquer tipo, atenção ou aprovação. Essas são as necessidades infantis não satisfeitas, e não são razão para fazer s**o. Compreendi que criança não faz s**o e escolho fazê-lo para compartilhar de mim e de meu prazer, sem trocas escusas e camufladas. S**o é poder, energia vital e felicidade. Eu dou, sou, estou e, assim também recebo de quem tem o mesmo tamanho que eu.

Dou quando escolho dar, recebo quando me abro, determino e ponho em ação o meu ser objetivamente no mundo.

Escolho parar de reclamar e dar de mim para a vida. E o passo fundamental é a autorresponsabilidades que tomo pelas minhas faltas e meus ais. Admito que já recebi tudo de meus pais, e o que ainda me falta, eu mesma vou buscar. O que é de meu pai e o que é de minha mãe, deixo com eles. Fico com o que é meu. Essa é a valiosa tarefa de discernir.

Vou para a Vida de mãos dadas com minha criança e sou a melhor mãe que ela poderia ter. Aceito as dificuldades da vida e escolho crescer com elas. Assim é.

Agradecendo aos ensinos, aos professores e à Vida, sigo.

Texto: Andrea Quirino de Luca

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