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Institutos politécnicos em Portugal: confira o guia completo sobre elesCom tantos brasileiros interessados em ingressar ...
22/06/2021

Institutos politécnicos em Portugal: confira o guia completo sobre eles

Com tantos brasileiros interessados em ingressar no ensino superior em terras lusitanas, os Institutos Politécnicos em Portugal se tornaram bastante atraentes por ter um direcionamento mais voltado para a parte prática e menos teoria.

Neste artigo, vou te explicar como funcionam os Politécnicos em Portugal, qual a diferença deles para as universidades, quanto custam e muito mais. Vamos lá!

Índice do artigo

O que são os Institutos Politécnicos em Portugal?
Como é o ensino superior politécnico em Portugal
Melhores institutos politécnicos de Portugal
Condições de acesso aos Politécnicos em Portugal
Quanto custa estudar nos institutos politécnicos?
É possível conseguir bolsas nos institutos politécnicos
Vale a pena estudar nos institutos politécnicos em Portugal?
O que são os Institutos Politécnicos em Portugal?
Os Institutos Politécnicos em Portugal são similares ao IFET – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia que temos em todo o Brasil. Portanto, trata-se de instituições de ensino superior em que as grades curriculares são voltadas para a prática profissionalizante e não necessariamente apenas a teoria e pesquisa, como geralmente acontece nas universidades.

Como é o ensino superior politécnico em Portugal
O ensino superior dos Institutos Politécnicos em Portugal visa formar alunos com uma visão mais ampla do mercado de trabalho que os espera. Contudo, os alunos não deixam de ter aulas teóricas, pelo contrário, a diferença é que eles aprendem a teoria utilizando a prática.

Além disso, aqueles que desejam seguir para a profissão acadêmica, podem ainda, participar de projetos de iniciação científ**a e, posteriormente, seguir para a pós-graduação, mestrado e doutorado (são poucas as instituições politécnicas que oferecem o nível acadêmico). Assim, eles podem ser uma alternativa para quem deseja estudar em Portugal.

A Yara Reis realizou um curso no Politécnico de Coimbra e contou um pouco da experiência. “Enquanto estive no Politécnico em Portugal, desenvolvi um trabalho de iniciação, inclusive sob supervisão de uma matéria denominada metodologias da investigação. Não são todas as faculdades brasileiras que oferecem aulas com esse foco na pesquisa, por exemplo. E o Instituto Politécnico, apesar de ter o cunho mais prático, me proporcionou essa experiência acadêmica”, conta.

Qual a diferença entre as universidades e politécnicos em Portugal?
Ambas oferecem a formação superior de qualidade e as mesmas condições para os alunos. A diferença real está na metodologia de ensino. Já que nas universidades “tradicionais” a grade curricular é voltada para a parte teórica e nos politécnicos para a aplicação prática.

Veja as principais diferenças:

Universidades Politécnicos
Ensino mais teórico Ensino mais prático
Cursos exclusivos que os Politécnicos não oferecem como Medicina. Não são todos os cursos disponíveis
Há mais vagas para concorrer Há menos vagas para concorrer
Médias mais altas para ingressar Médias mais baixas para ingressar
Melhores institutos politécnicos de Portugal
De acordo com a UniRank, os 10 melhores Institutos Politécnicos de Portugal são:

Instituto Politécnico de Porto;
Instituto Politécnico de Leiria;
Instituto Politécnico de Bragança;
Instituto Politécnico de Viseu;
Instituto Politécnico de Lisboa;
Instituto Politécnico de Santarém;
Instituto Politécnico de Castelo Branco;
Instituto Politécnico de Setúbal;
Instituto Politécnico de Beja;
Instituto Politécnico de Tomar.
Dentre os 10, os Institutos Politécnicos de Portugal que estão sempre ocupando as melhores posições rankings nacionais e internacionais são o do Porto e de Bragança.

Melhores cursos politécnicos
O melhor curso vai depender do que você está buscando, pois, os Institutos Politécnicos de Portugal oferecem dezenas de cursos nas mais variadas áreas. No entanto, no contexto do atual mercado de trabalho em Portugal, os melhores cursos seriam aqueles voltados para as seguintes áreas:

Engenharias;
Tecnologia e Gestão;
Saúde;
Hotelaria e Turismo.
Condições de acesso aos Politécnicos em Portugal
As condições de acesso aos Institutos Politécnicos em Portugal variam de acordo com cada instituição. O ideal é você entrar no site de cada uma para conferir os cursos disponíveis, verif**ar a grade curricular e os documentos necessários para se candidatar.

Para ser considerado estudante internacional, os pontos muito importantes a se ressaltar, são: você tem que ser detentor da nacionalidade brasileira, não ser familiar de nacionais de estado-membro da União Europeia, não estar residindo em Portugal há mais de dois anos de forma ininterrupta e não ser beneficiário do Estatuto de Igualdade de Direitos e Deveres, tratado internacional entre o Portugal e o Brasil.

Candidatar à licenciatura
Tendo como exemplo o Politécnico de Coimbra, algumas das condições de ingresso para as licenciaturas, determinadas por eles, são:

Deve apresentar uma declaração de conclusão do ensino médio;
Deve satisfazer os pré-requisitos da instituição e curso que concorre. Para saber detalhadamente, condições de acesso e ingresso, acesse a página do concurso para estudantes internacionais.
A utilização da nota do ENEM nos Politécnicos em Portugal
Desde 2014, diversas instituições portuguesas aceitam a nota do ENEM para ingresso dos estudantes brasileiros nas licenciaturas em Portugal. Novamente, a forma de utilização da nota vai depender dos critérios de cada instituição.

Ainda usando como exemplo o politécnico de Lisboa, eles exigem uma nota de corte mínima de 500 pontos na redação, e 475 pontos nas outras provas que compõe o ENEM. Lembrando que você só pode usar o ENEM do respectivo ano, ou até no máximo, dos 3 anos anteriores.

Quando as escolas superiores e universidades começaram a aderir ao ENEM para ingresso, aumentou consideravelmente a quantidade de alunos brasileiros em Portugal. É uma ótima oportunidade, principalmente se colocar na ponta do lápis o custo de vida, o valor da anuidade, segurança e qualidade de vida, quando comparado ao Brasil.

Fonte: EURODICAS

ATENÇÃO!! Ótimas notícias!! 🙏🏻💕🇵🇹 “Novas alterações na Lei da Nacionalidade Portuguesa: saiba o que vai mudarBoas notíci...
30/10/2020

ATENÇÃO!! Ótimas notícias!! 🙏🏻💕🇵🇹

“Novas alterações na Lei da Nacionalidade Portuguesa: saiba o que vai mudar

Boas notícias para os interessados em obter a cidadania portuguesa! Depois das alterações na Lei de Nacionalidade Portuguesa aprovadas em 2018, a Lei foi recentemente revista pelo parlamento do país. Esteve em discussão não apenas a simplif**ação de requisitos para netos, cônjuges e companheiros de portugueses, mas também para crianças nascidas em Portugal.

Alterações na Lei de Nacionalidade portuguesa: como é hoje e o que vai mudar

Após meses de discussão, a Proposta de Alteração foi encaminhada pelo Parlamento para
análise do Presidente da República, o qual vetou parcialmente as mudanças até então
sugeridas, devolvendo ao Parlamento para reapreciação, especialmente quanto aos requisitos para obtenção de nacionalidade pelo casamento e união estável.

Após alguns ajustes por parte dos Grupos Parlamentares, houve a reformulação do texto,
sendo que no último dia 02 de outubro, finalmente, foi aprovada a Nona Alteração à Lei da
Nacionalidade Portuguesa pelo Parlamento, a qual detalharemos mais abaixo.

Mas calma, as novas regras ainda não estão em vigor.

Agora o texto segue novamente para promulgação por parte do Presidente da República e, caso não haja novo veto, as alterações aprovadas, deverão ser regulamentadas pelo Governo num prazo de 90 dias, a contar da data da sua publicação.

De qualquer forma, vale a pena conhecer em mais detalhes as principais mudanças que provavelmente entrarão em vigor muito em breve!

1. Cidadania para netos de portugueses

Como é hoje?

Dentre os principais requisitos para que possam obter a cidadania, os netos de portugueses devem comprovar vínculos efetivos com Portugal. Sem dúvidas que hoje esta exigência é a principal responsável pela grande maioria dos indeferimentos de pedidos de cidadania por netos de portugueses.

Isto porque a lei trata de maneira subjetiva a forma como tais vínculos devem ser analisados: sendo de competência do Governo de Portugal a avaliação da relevância de tais laços, que incluem o conhecimento suficiente da língua portuguesa e contatos regulares com o território nacional.

Apesar da lei elencar algumas situações que indicam estes vínculos, como, por exemplo, a residência legal no país, a propriedade de imóveis em Portugal por pelo menos três anos ou o vínculo à associações portuguesas no estrangeiro, f**a ao critério final do julgador a avaliação da relevância destes vínculos.

O que mudará?

Embora a lei siga exigindo comprovação de vínculo efetivo com a comunidade portuguesa, a nova versão inova ao explicitar apenas o domínio da língua portuguesa como comprovante destes vínculos. Inclusive, foi suprimida a menção aos contatos regulares com o território português para este efeito.

Logo, assim que estiver valendo, serão considerados como requisitos essenciais para
atribuição da nacionalidade a netos de portugueses o domínio da língua portuguesa e que
estes não tenham nos seus antecedentes condenação superior a três anos ou suspeitas de
ligações a atos terroristas que possam representar um perigo à comunidade nacional.

Portanto, para brasileiros, ou nativos de países de língua oficial portuguesa, com certeza esta alteração vem a facilitar signif**ativamente a probabilidade de aprovação do seu pedido de cidadania portuguesa.

2. Cidadania para Cônjuges ou Companheiros de Portugueses

Como é hoje?

São apenas elegíveis à cidadania cônjuges ou companheiros de cidadãos portugueses envolvidos em um relacionamento há pelo menos três anos, seja casamento seja união estável, conhecida em Portugal como “união de facto”.

No caso dos cônjuges, o casamento deve também ser previamente reconhecido em Portugal. Relativamente aos companheiros, a união estável precisa ser comprovada através de sentença judicial portuguesa, o que dificulta ainda mais o processo.

Adicionalmente, em ambas as hipóteses é necessário ainda comprovar os vínculos efetivos com a comunidade portuguesa, sob pena de indeferimento do pedido de cidadania.

Neste sentido, a lei prevê algumas hipóteses objetivas em que se presumem estes vínculos, tais como 5 anos de casamento ou união estável com português originário, ou ainda a presença de filhos portugueses originários decorrentes destes relacionamentos, sendo necessário que o requerente seja natural e nacional de país de língua portuguesa ou fluente em português.

O que mudará?

Neste campo, a ideia do Parlamento Português era de também de simplif**ar os requisitos
da cidadania para cônjuges e companheiros de portugueses, contudo, as mudanças inicialmente propostas foram vetadas pelo Presidente da República.

A partir de agora, os casais que possuem filhos com nacionalidade portuguesa equiparam-
se aos casais que não possuem esta condição para fins de obtenção da nacionalidade,
permanecendo inalteradas as demais exigências, quais sejam:

1. Tempo mínimo de três anos de união para requerer a nacionalidade portuguesa;

2. Obrigatoriedade do reconhecimento prévio da relação em Portugal (averbação do
casamento ou reconhecimento judicial da união estável);

3. Comprovação dos vínculos pelo cônjuge/companheiro com a Comunidade Portuguesa.

Por fim, seja para cônjuges como para companheiros, não será necessária a
comprovação de vínculos efetivos com Portugal quando o relacionamento decorra há mais de 6 anos. Nesta hipótese os vínculos são presumidos, isto é, reconhecidos automaticamente pelo Governo Português.

Estas alterações, apesar de acabarem com a discriminação que a Lei fazia entre casais sem filhos ou com filhos já nascidos em Portugal, acaba por dificultar a aquisição da cidadania portuguesa, quer seja pelo casamento quer seja pela união estável, especialmente para recém casados.

3. Cidadania para filhos de imigrantes nascidos em Portugal

Como é hoje?

Somente é facultada a nacionalidade portuguesa originária às crianças nascidas em Portugal que tenham, pelo menos, um dos pais como residente legal no país há pelo menos 2 anos.

Relativamente à nacionalidade por naturalização (derivada), é possível ainda a sua obtenção aos nascidos em Portugal nas seguintes hipóteses:

Caso um dos seus pais seja residente, legal ou ilegal, em Portugal há mais de 5 anos; ou
Caso o menor tenha concluído, pelo menos, um ciclo do ensino básico ou o ensino secundário em Portugal.

O que mudará?

Primeiramente, os filhos de estrangeiros nascidos em Portugal terão direito à cidadania portuguesa originária desde que, no momento do seu nascimento, um dos progenitores resida legalmente no território português, ou resida no país independentemente do título, há pelo menos 1 ano.

Esta alteração reduzirá o período temporal que se exigia anteriormente, refletindo o critério temporal de um ano que é usado tanto pelas Nações Unidas quando pela União Europeia para distinguir imigração de outros movimentos temporários de pessoas e turistas.

Adicionalmente, a referida alteração também abre espaço para que nascidos em Portugal, filhos de imigrantes, sem residência legal no país, mas aqui ali viviam há pelo menos 1 ano, possam também tornar-se portugueses. O que não era possível anteriormente por esta via originária, tornando mais fácil o acesso à nacionalidade pelos filhos de estrangeiros residentes em Portugal, mesmo que se encontrem ilegais.

Relativamente à possibilidade de cidadania por naturalização (derivada), houve uma ampliação das possibilidades dos nascidos em Portugal tornarem-se portugueses por esta via, nomeadamente:

• Caso um dos seus pais sejam residentes, legais ou ilegais, em Portugal há mais de 5 anos, ou;

• Caso um dos progenitores tenha residência legal em Portugal, independentemente do tempo,ou;

• Caso o menor tenha concluído, pelo menos, um ano da educação pré-escolar ou ensino básico, secundário ou profissional no país.

4. Cidadania para descendentes de judeus sefarditas

Como é hoje?

O Governo pode conceder a nacionalidade portuguesa, por naturalização, aos descendentes de judeus sefarditas portugueses mediante a demonstração da tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objetivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência direta ou colateral.

Para tanto, o principal requisito a ser apresentado é um Certif**ado, emitido pela Comunidade Judaica do Porto ou de Lisboa, que ateste a origem sefardita do requerente.

O que mudará?

Infelizmente o texto de alteração legal aprovado não prevê a facilitação dos requisitos para esta categoria de interessados, ao contrário.

Apesar da possibilidade de concessão de cidadania aos descendentes de judeus sefarditas portugueses se manter, há uma determinação para que se regulamente melhor esta situação com vista a garantir, no momento do pedido da cidadania, o cumprimento efetivo de requisitos objetivos comprovados de ligação a Portugal.

Portanto, ainda que não haja uma previsão clara sobre como comprovar estes requisitos objetivos, o que se espera é um aumento no rigor para a concessão da cidadania para descendentes de judeus sefarditas portugueses.

5. Outra novidade

Outra alteração aprovada pelo Parlamento foi a de alargamento do acesso à naturalização de pessoas nascidas em Portugal entre 25 de abril de 1974 e 1981 (ano em que foi promulgada a atual Lei da Nacionalidade Portuguesa). Isso visa resolver um problema histórico vinculado à independência das ex-colônias portuguesas, ajustando a situação de pessoas que em 1974 se viram privadas da sua nacionalidade portuguesa por residirem no país a menos de 5 anos.

Conforme referido, estas mudanças ainda não estão em vigor, mas se espera que sejam definitivamente aprovadas muito em breve, uma vez que a redação final da Nona Alteração à Lei nº 37/81, de 3 de outubro – Lei da Nacionalidade já foi encaminhada novamente para sanção Presidencial.

Sem dúvidas que as mudanças serão de grande valia, especialmente para os netos de
portugueses, e crianças nascidas em Portugal, filhas de imigrantes residentes em Portugal.”

Fontes: Eurodicas, Panrotas(imagem)

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16/07/2020

IMIGRANTES BRASILEIROS NA EUROPA: A importância de se mudar legalmente

Ter mais qualidade de vida, fugir da violência, viver em uma sociedade menos desigual, ganhar fluência em outro idioma, poder viajar para outros países europeus com facilidade. Cada vez mais o sonho da emigração conquista os brasileiros. Neste artigo, vamos falar sobre os imigrantes brasileiros na Europa no cenário atual e a necessidade de a mudança ser feita sempre dentro da legalidade. Acompanhe.

Imigrantes brasileiros na Europa: quantos são?

Descobrir quantos são os brasileiros que vivem em outro país não é tarefa fácil. A primeira razão é que todos os números serão sempre estimativas e não dados concretos.

Isto porque há dados oficiais sobre aqueles brasileiros que deixaram o país de maneira legal. Mas há também os brasileiros que se aventuraram errônea e ilegalmente, convencidos por um sonho de “facilidade” que, muitas vezes, se revela um pesadelo, como falaremos mais adiante. Estes, ninguém sabe ao certo quantos são.

Mais de 3,5 milhões pelo mundo

Para descobrir o dado mais confiável do total de brasileiros no exterior, recorremos ao Itamaraty. De acordo com resposta obtida via e-mail do Departamento de Comunicação, são 3.580.250 brasileiros vivendo em outros países.

Destes, 987.788 vivem no continente europeu. De acordo com os dados fornecidos pelo Itamaraty, alguns países se destacam pela presença de brasileiros:

*Reino Unido: 140 mil imigrantes brasileiros;
*Espanha: 137,041 mil imigrantes brasileiros;
*Portugal: 111,060 imigrantes brasileiros;
*França: 110 mil imigrantes brasileiros;
*Suíça: 102 mil imigrantes brasileiros;
*Alemanha: 102 mil imigrantes brasileiros;
*Itália: 85,786 mil imigrantes brasileiros;
*Países Baixos: 75 mil imigrantes brasileiros.

No entanto, o Itamaraty ressalta na mensagem que trabalha com números referentes a 2018 e que “não conta com dados sobre os brasileiros indocumentados no exterior”. Em Portugal, por exemplo, sabe-se que já há mais de 151 mil brasileiros vivendo legalmente.

Imigrante ilegal x irregular

Apesar de o governo desconhecer quantos são os brasileiros que vivem irregularmente ou ilegalmente em outros países, sabe-se que o contingente é enorme. Em determinados destinos, o total de ilegais e irregulares estimado chega a se igualar ao montante de imigrantes legais, caso de Londres.

Mas vale fazer uma diferenciação entre o que é estar ilegal e irregular.

Os ilegais entraram no país sem que a sua chegada fosse notif**ada. Não passaram pela alfândega, não se hospedaram em hotéis ou apartamentos locados (como pelo Airbnb), por exemplo, que comunicam a chegada de todos os estrangeiros ao governo, e decidiram f**ar no país mesmo sem ter visto. Ou seja, o governo do país em que se encontram nem tem conhecimento de que eles estão ali.

Já os irregulares são aqueles que estão com visto vencido, postergando a renovação por falta de documentação ou justif**ativa. Ou aqueles que chegaram com visto de turista e resolveram f**ar.

Este último caso é muito comum na Europa. Você vai para o velho continente com a autorização de permanência por 90 dias sem necessidade de visto, gosta do que vê e decide f**ar, incentivado, em grande parte, por amigos e outros brasileiros que fizeram a mesma coisa e “garantem” que “dá tudo certo”.

Não caia neste erro. A melhor maneira de migrar para outro país é pela via legal, com todos os seus deveres cumpridos e os seus direitos garantidos.

A pandemia de Covid-19 expôs ao mundo o quanto a imigração ilegal ou irregular é prejudicial.

Imigrantes brasileiros na Europa: irregulares e ilegais na pandemia

Uma das principais razões de não viver ilegalmente ou irregularmente em outro país é garantir o acesso à rede pública de saúde. Neste período atual de pandemia, muitos brasileiros imigrantes sentiram isto na pele.

Sem ter o visto correto, imigrantes podem não ter acesso ao sistema público de saúde na Europa ou ter de pagar preços de turista sempre que precisam de atendimento médico.

Imigrantes brasileiros na Europa: desvantagens de ser ilegal ou irregular

Além do acesso à saúde, os ilegais e irregulares acabam tendo que se submeter a subempregos. Além de pegarem apenas os trabalhos menos desejados, aqueles que os nativos rejeitam, podem também ser vítimas de golpes.

Como não são registrados, muitos podem realizar o trabalho e não ver a cor do dinheiro no final do mês. Neste caso, você nem tem a quem recorrer. Não tem direitos a serem exigidos.

Com a pandemia, os subempregados também foram os primeiros a serem dispensados. E não tiveram qualquer auxílio dos governos. Afinal, para estes governos, eles não estão ali.

Imigrantes ilegais ou irregulares f**am ainda mais susceptíveis a momentos de crise e quem se mudou para a Europa sem o planejamento correto tem enfrentado condições complicadas para se sustentar, como mostra essa matéria de O Globo, que mostra brasileiros que foram morar nas ruas em Portugal.

Em reportagem da BBC Brasil, a Casa do Brasil, organização não-governamental (ONG) de apoio a brasileiros no Reino Unido, revelou que os pedidos de socorro dos imigrantes aumentou de quatro a seis vezes durante a pandemia.

“A IMENSA MAIORIA DAS PESSOAS QUE NOS PROCURA ESTÁ DESESPERADA. ALGUMAS DELAS NÃO TÊM O QUE COMER OU ONDE FICAR. COMO SÃO ILEGAIS, NÃO TÊM CONTRATO DE TRABALHO E, PORTANTO, NÃO PODEM ACESSAR OS BENEFÍCIOS CONCEDIDOS PELO GOVERNO”, AFIRMOU A ADVOGADA DA ONG, VITORIA NABAS.

Além disso, quem vive irregularmente ou ilegalmente em outro país corre sempre o risco de ser deportado. Ficam impossibilitados de viajar, não conseguem se matricular em cursos nem conseguir empregos formais. Ou seja, não vale mesmo a pena mudar de país para viver à margem de outra sociedade.

Principais destinos dos brasileiros

Abaixo, apresentamos mais alguns dados sobre os imigrantes brasileiros na Europa.

Entre os países que mais emigram

Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de 2019, o Brasil está entre os 50 países que mais emigram para outras nações. E ocupa a 17ª colocação no ranking.

Imigrantes brasileiros na Europa: principal destino

De acordo com o Relatório Internacional de Migração do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da Secretaria das Nações Unidas (Desa), em 2015 era 650,965 mil brasileiros pelo mundo. Destes, 219,931 mil estavam vivendo na Europa. A título de comparação, no mesmo ano eram 151,267 brasileiros nos Estados Unidos.

Já em 2019, o mesmo estudo apontou 737,943 mil brasileiros pelo mundo, sendo 246,403 mil na Europa. Nos EUA, eram 189,329 mil.

Em outras palavras, em quatro anos quase 100 mil brasileiros se mudaram do país, rumo, principalmente, a países europeus.

Vale dizer que estes dados se baseiam apenas em dados oficiais, de imigrantes registrados nos países em que chegam, colhidos até a metade de 2019.

Portugal entre os principais destinos

Portugal é o país mais procurado por brasileiros para morar. Em 2019, o número de imigrantes brasileiros ultrapassou os 150 mil, o que representa novo recorde e crescimento de 43% em relação a 2018. A informação é do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) português.

Número de eleitores brasileiros no exterior aumentou

Nas últimas eleições presidenciais, de 2018, aumentou em 41% o número de eleitores cadastrados pela Justiça Eleitoral para votar no exterior, na comparação com o pleito anterior, de 2014. Foram 500,727 mil pessoas votando fora do país.

Declaração de saída definitiva aumenta

Em 2019, o número de pessoas que optaram por deixar o Brasil e se mudar definitivamente para o exterior teve um crescimento de 125% em comparação com 2013.

Esta estatística se refere apenas às emigrações com Declaração de Saída Definitiva registrada pela Receita Federal.

Teoricamente, todo mundo que deixa o país em definitivo deveria fazer tal declaração, mas grande parte posterga a entrega do documento e continua a declarar imposto no Brasil.

O perfil do emigrante brasileiro mudou

No passado, quem deixava o Brasil eram, em grande parte, os solteiros em busca de oportunidades. Agora, são famílias inteiras, acadêmicos e profissionais com alta qualif**ação.

Uma pesquisa da consultoria JBJ Partners realizada em 2018 apresentou como principais razões para brasileiros deixarem o Brasil a violência, a instabilidade política e a corrupção, a instabilidade econômica, e a baixa qualidade de vida em geral.

Cada entrevistado podia selecionar mais de uma motivação. As proporções foram as seguintes:

*Violência: 56%;
*Instabilidade política e corrupção: 47%;
*Instabilidade econômica: 45%;
*Baixa qualidade de vida: 45%.

Se o seu destino é Portugal, recomendamos que você faça a mudança de forma totalmente legal e planejada.

Fonte: Eurodicas por Cláudia Zucare

😰😰
30/06/2020

😰😰

Moradores do Brasil e Estados Unidos não estão entre os que poderão entrar na Europa a partir de 1º de julho. Fronteiras estão se reabrindo para estimular o setor aéreo e os destinos turísticos.

Você sabia que é possível solicitar o reconhecimento de cidadania portuguesa diretamente em Portugal sem a burocracia br...
15/04/2020

Você sabia que é possível solicitar o reconhecimento de cidadania portuguesa diretamente em Portugal sem a burocracia brasileira, e q lá o processo é mais barato e pode sair em menor tempo??!

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