Sara Moreira - Mudar com Amor

Sara Moreira - Mudar com Amor Mudar com Amor,
com amor por si, aumentado a auto-estima, tendo pensamentos positivos em relação a si e a vida! S.Moreira

A busca interior nem sempre é fácil mas vale a pena!

17/12/2025

Querer mudar não muda nada.

A intenção, sozinha, é confortável, mas estéril. Ficas parada no mesmo lugar enquanto acreditas que “querer” já é meio caminho andado. Não é.

A vida transforma-se quando o comportamento muda, quando há acção, decisão e desconforto assumido.

Enquanto continuares a confundir desejo com movimento, vais repetir exactamente a mesma realidade. O cérebro repete rotinas, protege o conhecido e bloqueia tudo o que exige coragem. Por isso, a mudança só acontece quando decides romper o padrão, não quando imaginas a mudança, mas quando a executas.

Querer é o início, mas é sempre a escolha seguinte que determina quem te tornas.
Consegues entender como colocar em prática o que desejas?

10/12/2025

Se fazes sempre as mesmas coisas, vais ter sempre o mesmo resultado, porque o teu cérebro está programado para repetir rotinas. A mente agarra-se ao conhecido, mesmo quando o conhecido te limita.

É por isso que continuas presa aos mesmos comportamentos, às mesmas reacções e aos mesmos ciclos que te esgotam.

A mudança não acontece por desejo, acontece por reprogramação. Quando alteras a forma como pensas, sentes e respondes à tua própria vida, crias novas ligações internas, e é aí que a tua realidade começa finalmente a transformar-se.

Nada muda enquanto tu não mudares o comando.
Guarda para consultares sempre que precisares

03/12/2025

A fome de atenção, validação ou amor não desaparece com o tempo, apenas muda de forma. E quando não é reconhecida, manifesta-se nos extremos, rebeldia ou submissão.

A rebeldia não é força. É um pedido disfarçado de “vê-me”.
A submissão não é bondade. É a tentativa silenciosa de “não me abandones”.

São estratégias diferentes para a mesma carência, mecanismos que começamos a usar ainda na infância para garantir ligação. Quando a criança percebe que só recebe atenção quando grita, reage. Quando percebe que só é aceite quando se apaga, adapta-se. E esses padrões seguem para a vida adulta se não houver consciência.

O problema não é quereres ser vista, validada ou amada, isso é humano. O problema é continuares a tentar obter isso através de papéis que distorcem quem és.
A rebeldia afasta. A submissão apaga. As duas geram sofrimento porque nenhuma delas traz o que realmente procuras, conexão genuína.

O caminho é aprender a reconhecer esta necessidade sem te perderes nela.

Quando te tratas com respeito e verdade, deixas de mendigar atenção nos extremos e começas a escolher relações onde não precisas de gritar nem de te calar para seres amada.

Partilha com alguém que sabes que precisa de entender isto.

Toda a gente me diz que tenho “dom” incrível.  O que se esquecem é do trabalho que existe por trás de qualquer “dom”. To...
29/09/2025

Toda a gente me diz que tenho “dom” incrível.

O que se esquecem é do trabalho que existe por trás de qualquer “dom”. Todos os anos invisto tempo, dinheiro, estudo, crio estratégias, treino a mente, desafio crenças, aperfeiçoo….

Mozart também tinha um dom, mas isso não o impediu de trabalhar incansavelmente para o exercer. Nasceu com um talento extraordinário, que foi alimentado com disciplina desde criança.

O pai dele, era músico e começou a treiná-lo aos 3 anos. Aos 5 já compunha pequenas peças. Passava horas a estudar, a tocar, a repetir. Viajou pela Europa ainda criança para se apresentar em cortes e, mesmo sendo considerado um “génio prodígio”, trabalhou de forma obsessiva, ensaios diários, composições constantes, estudo rigoroso.

Muita gente procura um dom, um propósito, mas a maioria não está disposta a pagar o preço. Olham para a facilidade com que outros exercem as suas faculdades e chamam de sorte.

O meu ponto de viragem aconteceu quando me cansei de ser tóxica, quando deixei de me tratar como vítima e tive a coragem de olhar para mim com honestidade.

Um dos meus formadores disse-me uma vez: “lembro-me de ti sempre a questionar”. E foi isso que fiz e continuo a fazer.

Essa inquietação fez-me melhorar a minha técnica. Eu dizia a mim mesma que tinha de ser mais fácil, e por isso o meu objetivo passou a ser criar algo que permitisse às pessoas transformarem-se sem as dificuldades que eu atravessei.

Mas foi precisamente essa dificuldade ultrapassada que me forjou.

Hoje, as coisas fluem com mais facilidade. As pessoas certas estão a chegar, a colaborar, a abrir caminho. E aprendi que o orgulho é apenas uma estupidez do ego. Que ser ajudada é bom. Que sozinha o caminho é demasiado duro.

Eu Estou Aqui….!

Passamos a vida a empurrar para a frente, convencidos de que ainda temos tempo. Sempre mais um dia, mais uma semana, mai...
25/09/2025

Passamos a vida a empurrar para a frente, convencidos de que ainda temos tempo. Sempre mais um dia, mais uma semana, mais um ano. Fazemos de conta que não é urgente mudar, como se houvesse uma eternidade para corrigir o rumo. Mas a verdade é que o tempo não espera, e quando dás por ti, os anos já passaram.

Não é preciso chegar ao ponto final para perceber. Não é preciso estar à beira de uma rutura para ajustar o caminho. Quantas vezes já sentiste que a vida te obrigou a parar? Que um acontecimento inesperado te fez repensar tudo? Esses momentos foram avisos. Mostraram-te que não precisas de chegar ao esgotamento, nem ao fim, para começar a viver de outra forma.

O que já passou, passou. Não tens como recuperar os dias que ficaram para trás, mas tens algo que vale mais, o tempo que ainda tens. E esse tempo não depende da idade que tens hoje. Independentemente dos anos que já se foram, ainda há espaço para aproveitar, escolher diferente, criar uma vida que faça sentido.

A vida de sobrevivência que vives hoje não tem que ser destino. É apenas o reflexo de escolhas inconscientes, repetidas vezes demais. Quando decides, conscientemente, deixar de sobreviver, a vida transforma-se. Não importa se tens vinte, quarenta ou setenta anos. Importa o que fazes daqui para a frente.

Não deixes que a última página da tua vida seja escrita sem que tenhas vivido de verdade.

Se esta leitura fez sentido para ti, partilha. Talvez alguém precise deste alerta hoje.

Na infância, muitas pessoas aprenderam que mentir lhes trazia benefícios, evitavam castigos, recebiam atenção ou consegu...
24/09/2025

Na infância, muitas pessoas aprenderam que mentir lhes trazia benefícios, evitavam castigos, recebiam atenção ou conseguiam algo que desejavam.

Esse padrão repete-se na vida adulta, mesmo que de forma inconsciente.
Mas compreender a origem da mentira não significa aceitá-la. Independentemente do motivo, se alguém mente, não é uma pessoa em quem podes confiar.

Quem mente não o faz por acaso, faz porque precisa manipular a realidade a seu favor. A mentira serve para esconder, para enganar, para controlar.

Uma pessoa que mente já mostrou que não é de confiança. Fingir que não vimos, perdoar vezes sem conta ou pôr paninhos quentes só prolonga o inevitável, desgaste que com o tempo destrói a tua auto-estima e a tua confiança.

Uma mentira coloca todas as verdades em xeque!
E não se consegue ter um relacionamento saudável com alguém que não se confia.

Um vínculo inseguro forma-se nos primeiros anos de vida. Principalmente entre os 0 e os 3 anos. É nessa fase que o céreb...
25/07/2025

Um vínculo inseguro forma-se nos primeiros anos de vida. Principalmente entre os 0 e os 3 anos. É nessa fase que o cérebro aprende o que é segurança, afeto, resposta emocional e consistência.

Se quem cuidou de ti não respondeu de forma previsível às tuas necessidades, seja por ausência, instabilidade emocional, rejeição, agressividade, críticas constantes ou mesmo por excesso de controlo e exigência, o teu sistema nervoso aprende que não é seguro relaxar.

Começas a viver em hipervigilância. A prever perigos. A tentar controlar o que sentes e o que os outros sentem. Porque aprendeste que o afeto podia falhar a qualquer momento.

Este padrão inicial gera o que chamamos de vínculo inseguro, uma ligação emocional marcada pela ansiedade, medo de rejeição, necessidade constante de validação e dificuldade em confiar ou em manter proximidade emocional.

Este padrão foi aprendido. E, como tudo o que foi aprendido, pode ser reprogramado.

Alguém que conheces precisa de ler isto. Partilha.

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