27/11/2025
Quando fui tirar a formação de yoga foi para o meu próprio desenvolvimento pessoal, para aprender mais para o meu autoconhecimento.
Mas fiquei tão entusiasmada quando ainda na formação tive de programar aulas e dar aula que o bichinho do yoga começou aqui a magicar…
E pensei, porque não? Porque não experimentar dar aulas?
É assim começou a minha jornada enquanto professora de yoga.
Nem sempre é fácil, sair da zona de conforto e assumir uma turma, comunicar com os alunos, tentar transmitir a essência do yoga, fazer reflexões e fazer refletir os alunos.
Mas sinto que o yoga faz parte de mim, gosto mesmo de o partilhar. É uma prática milenar, que de há poucos anos para cá tem tido “ evidência científ**a “ e, com isso mudaram o nome de algumas práticas do yoga para f**ar mais científico, mas que eram práticas existentes desde sempre.
Desde sempre que o ser humano meditou, contemplou, usou a respiração como portal para aceder a espaços internos intocáveis. Desde sempre que o espiritual fascina e faz parte do ser humano, nós somos mesmo seres espirituais a ter uma experiência de dualidade na matéria.
E embora o mundo, o sistema e a “ciência” tenham posto o espiritual de lado muito tempo, tenham ridicularizado tudo o que era natural, simples e eficiente, chega o tempo de voltar a equilibrar e perceber que ciência e espiritualidade são 2 faces da mesma moeda, os 2 são necessários e complementam-se. E que a melhor evidência científ**a é aquela que é sentida por nós!
A nossa verdade é a melhor evidência científ**a.
Que todos possamos ser tocados pela beleza da filosofia do yoga.
O mundo sim pode ser melhor e passa por interiorizarmos e vivermos em pleno os pilares do yoga, a não-violência, a verdade, o desapego, o autoconhecimento, o contentamento, a gratidão.